Durante o IDF 2012 que aconteceu em São Paulo a Intel demonstrou alguns dos modelos de ultrabooks que poderíamos esperar para o futuro. Um dos focos do evento, além de mostrar os novos chips da empresa, foi a demonstração dos modelos híbridos, que não só são ultrabooks como tablets também. Hoje, durante a Computex 2012, a fabricante MSI anunciou um desses modelos, o Slider S20.

Slider S 20, de lado, mostrando seus conectores
Por ser chamado ultrabook, o Slider S20 preenche os requisitos da Intel para a categoria. Ele não só usa um processador Intel Core da terceira geração (Ivy Bridge) como também tem duas portas USB 3.0, uma HDMI e uma Ethernet. Sua tela de 11,6 polegadas tem 1366 x 768 pixels de resolução e deve ser o bastante para mostrar de forma bem simpática a interface metro do Windows 8 que vem com ele.

Slider S20 de frente
Assim como sua inspiração original, o tablet Eee Pad Transformer da ASUS, o Slider S20 tem uma tela que desliza por cima de um teclado e se inclina para trás, permitindo que ele seja usado como notebook. Ele ocupa menos espaço do que um notebook, mas isso acontece por que ele sacrifica algo importante: o trackpad, e esse a meu ver é um dos pontos fracos do formato. As demais especificações não foram anunciadas.
Lembro que esse formato foi um dos mais criticados pelos leitores do TB quando falei dos ultrabooks híbridos, e confesso que eu também não vi muita vantagem no formato. Mas a Intel já disse que uma pesquisa revelou consumidores afoitos por esses novos formatos de ultrabooks, então veremos como o mercado reage a ele.
As fotos são do Engadget.







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Ele tem tela touch? Se tiver, nem faz falta o track pad. Mas tem que ver a questão do peso tb. Virar tablet pesado não é vantagem
Que perca de espaço atrás da tela, fala sério. A tela não podia ficar um pouco mais pra trás não?? Tenho certeza que sim.
E bom, não seria a tela deslizante em vez do teclado? rsrsrsr
Que “perca” de consideração para com nossa língua mãe…
Pois é, eu nunca lembro qual é o certo. Nesse caso é realmente perda.
Foi mal ai Nazigrammar…
Perda: é o substantivo que corresponde ao verbo “perder” e tem sentido aproximado de “pessoa que se priva de algo ou de alguém por algum motivo”, “dano sofrido”, “prejuízo”.
Exemplos:
Estamos abalados, em virtude da perda do campeonato.
Em razão da perda de sua cunhada, Talita estava muito triste.
A perda da disciplina nos incita à rebelião.
Perca: é uma forma verbal do verbo “perder”, a qual pode estar na primeira ou terceira pessoa do singular do presente do subjuntivo ou ainda na terceira pessoa do singular do imperativo.
Exemplos:
Você não quer que eu perca minha hora!
Não quero que ele perca o sorriso nos lábios!
Não perca sua mochila!
http://www.brasilescola.com/gramatica/perca-ou-perda.htm
Esse é um dos formatos de notebook mais imbecis que ja vi
Aí sim hein, MSI. O design é ótimo. Resta saber se o peso do aparelho é bom para usá-lo como tablet.
A falta do trackpad pra mim é uma vantagem eu detesto usar aquilo.
A ideia é interessante. Lembremos que ele é um híbrido, logo, a tela é sim Touch (para quem perguntou acima, taí a resposta).
A questão é: a falta de um track pad, exige um deslocamento maior em relação ao teclado, além de que nessa posição em que a tela se encontra (quando na posição de notebook) parece nem um pouco confortável para quem ficará manuseando o mouse por longos períodos.
Além de não termos a precisão se formos mexer em um programa ou arquivo (por exemplo, usar sem um trackpad para editar uma imagem no PS e afins, não dá!).
Mas, em conceito, é bom sim. não há como negar…
Eu definitivamente não usaria um aparelho desses pra editar alguma coisa no PS e creio que o público-alvo dele também não.
Quem necessita de precisão, mesmo usando um MacBook Pro, opta por comprar um equipamento específico, como os da Wacom. Sendo assim, não acho necessário.
Eu acho design interessante, quanto ao trackpad, maioria das pessoas nao liga, todos no trabalho me criticam por usa-lo e so usam note com mouse usb, logo imagino que vá ser o caso com esses modelos também. Nem só de geração Y vive o mercado..
Alguém sabe a autonomia da bateria? Assim como os tablet acho que esse é um ponto fundamental quando se fala de um produto de se define pela praticidade e portabilidade.
O touchpad é desnecessário ao meu ver, já que ele possui uma tela touch screen, sendo bem mais interessante de interagir. O conceito é legal, a partir do momento que ele não se torne pesado e/ou fraco de hardware.