Console de 99 dólares com jogos grátis: será que agora vai?
Oyua se dedica aos joguinhos simples. E roda Android.
Minha personalidade virtual tem duas características distintas, creio. Uma delas é meu fanatismo por toda a iconografia do bigodudo italiano que é essencialmente a face dos videogames. A outra é um desgosto pela plataforma Android.
Embora muitos de vocês saibam que as brincadeira às custas da plataforma e seus usuários sejam apenas uma piada, imagino que uma grande porcentagem de quem me acompanha na internet acredita que eu realmente odeio o sistema operacional e desejo uma morte dolorosa a aparelhos que o usam. Para estes leitores, o post a seguir talvez venha como uma surpresa, porque estou prestes a endossar — com vontade — um aparelho Android.
Essa caixinha minimalista aí em cima chama-se Ouya, com pronúncia equivalente a “Oh yeah!”. Eu até me sinto tentado a criticar esse nome, mas aprendemos com o Wii e o iPad que não se deve julgar um.
O aparelho, mais uma nova grande história de sucesso do Kickstarter, surgiu no site de crowdsourcing e em um dia atingiu dois milhões de dólares em arrecadação, o dobro da meta dos idealizadores. Até o momento da publicação deste texto, o valor levantado ultrapassou cinco milhões de dólares.
Mas o que seria este console? A ideia é simultaneamente tão simples e genial que me surpreendo que demorou tanto a aparecer. Os criadores do Ouya (gente influente que compreende a indústria, como por exemplo ex-executivos da Microsoft e IGN) notaram o peso da indústria mobile e decidiu que seus piores defeitos (falta de feedback tátil e a escala diminuta da apresentação dos games) poderiam ser contornados de uma forma simples: vamos bolar um console inteiramente voltado para estes joguinhos.
Essa é a premissa do Ouya: um console baratinho dedicado aos joguinhos que você joga no seu smartphone, muitos dos quais imploram por controles físicos e uma tela maior. O modelo free to play seria adotado, com diversos demos e jogos grátis sendo oferecidos na rede do console (e muito possivelmente com a possibilidade de microtransações). As condições dos desenvolvedores do console é que “pelo menos um pouco do gameplay de cada jogo seja grátis”.
O sistema operacionado utilizado seria o Android, o que abre as portas para dezenas de milhares de games já existentes, sendo necessária apenas uma atualização para dar suporte ao controle físico. Seguindo a filosofia do OS da Google (vocês preferem que se diga “sistema aberto ‘do’ Google”? Eu também), o Ouya será completamente aberto e os donos poderão fuçar nos componentes, bolar periféricos, modificar o sistema operacional, enfim: fazer o que hackers de videogame já fazem de qualquer forma (mas sem o medo de encarar um oficial de justiça na porta de casa com notificação judicial, cortesia da Sony ou da Microsoft).
Quer mais? Cada console é o seu próprio dev kit. Ou seja: ao comprar o Ouya, você acaba de adquirir também tudo que é necessário para desenvolver para ele.
Esta caixa cinza aí será o console mais democrático já lançado. Na pior das hipóteses, este será o console mais amado por hackers de todos os tempos. Calculo que demorará aproximadamente 4 horas a partir do lançamento do Ouya para que hajam ports de Doom, Quake 2 e algum emulador de Super Nintendo para ele.
Um console dedicado a joguinho de celular talvez pareça algo redundante (afinal, se já posso jogar Plants versus Zombies no meu celular, por que compraria um console pra isso)? Bom, os quase 40 mil colaboradores do projeto no Kickstarter discordam — e discordam com o próprio dinheiro, que é um nível de desacordo que exige um compromisso maior que apenas “xingar muito no tuíter”. A propósito, Angry Birds e seus adjacentes movimentaram 12 bilhões de dólares no ano passado. Pra você poder apreciar o tamanho da fatia que essa grana representa, a indústria gamer como um todo lucrou 74 bilhões no mesmo ano.
Caso você ainda torça o nariz para a idéia de um console voltado para jogatina de “joguinhos de celular”, lembre-se que vivemos num mundo em que jogos de smartphone tem este visual. Ou este. Com gráficos e features como estes (NOVA 3, o segundo game mostrado, tem até multiplayer online com imensa variedade de modos e mapas), só faltavam mesmo controles físicos e uma telona de 50 polegadas para aproximar a experiência daquilo que já estamos acostumados no paradigma Xbox 360/PS3. (A essa altura do campeonato Wii não conta mais, e você sabe bem disso)
Volte lá e reassista esses vídeos. Considerando que o console que os rodará será lançado por US$99 (e os próprios jogos, se seguirem o modelo atual, por menos de US$10), e o que eles deixam a dever para os chamados “títulos AAA” dos consoles tradicionais?
Vejo uma iniciativa como o Ouya uma brilhante intersecção da inovação do sistema “opa-vi-um-game-legal-cliquei-num-botão-comprei-por-mixaria” que catapultou a indústria móvel a uma posição de importância no status quo gamer, com a legitimização e ampliação da experiência que só um console plugado a uma TV imensa de LCD confere. O preço sugerido para a máquina será provavelmente triplicado ao chegar no Brasil, mas ainda assim será uma pechincha comparado às alternativas. Se até num país como os EUA o Ouya anima, imagine então num país emergente como o nosso…?
O Ouya talvez seja a mudança que a indústria precisa. Ele não destronará a Nintendo ou a Microsoft, mas o alvo jamais seria isso (por simples virtude do preço, o Ouya sequer competirá com eles).
A idéia, pelo que vejo, é interromper o mecanismo atual (relativamente monopolista) em que praticamente apenas grandes estúdios lançam jogos para a sua TV. Tá, já existem jogos independentes no Xbox 360 e no PS3, mas você sabe que nestes consoles eles são coadjuvantes. Pela primeira vez, a idéia é coloca-los na frente do palco num console.
E nisso eu tenho quase certeza que serão bem sucedidos. A propósito, que joguem suporte a Netflix/youtube nesta caixinha (que não deve ser lá algo tão difícil ou oneroso) e eu seria capaz de apostar dinheiro vivo que o Ouya será um estouro.








Assine pelo iTunes
Assine pelo Feed
Um post sobre o Zeebo nos relacionados. Eu ri.
KKKK Sabia q era o Izzy que iria fazer essa matéria estava no aguardo, eu doeu 120 dólares agora é esperar…
Espero que de certo,é uma idéia muito boa.
Pra mim isso vai ser igual um PSP não-portátil: Emuladores, emuladores, emuladores e absolutamente nada mais.
Já tive iPhone, android e windows phone e, salvo meia duzia no iPhone e dois no windows phone, nunca achei nenhum jogo móvel que realmente valesse a pena jogar. E nunca nenhum que chegasse ao ponto de “meu deus, preciso jogar esse jogo, pra qual plataforma é? comprarei ela”, como acontece com todos os outros consoles existentes (exceto portáteis da sony).
@Off-topic: Izzy, já mexeu no nexus 7? Conheço um cara que odeia android mais que você, pelos mesmos motivos, mas que tá adorando o nexus 7.
Se rodar emulador de SNES e Mega Drive decentemente já vale os 100 dólares de boa.
Mas isso não seria a mesma coisa que lançar um software que roda jogos piratas? Porque pelo que eu sei os jogos de SNES são proprietários…
Seria, mas eles não vão lançar o treco para isso. Só disse que para mim já seria uma boa compra.
Eu acho que vai acontecer justamente isso, o pessoal vai comprar esse treco por funções secundárias como emulação de jogos e para tocar mídia. Jogo para Android mesmo não tem nenhum que valha gastar porcaria nenhuma.
Em vez de comprar, joga no PC então… LOL…
A comodidade de ligar na TV e o fato de vir com um controle já valeriam os 100 dólares. Pelo menos para mim.
Isso se rodar bem os emuladores, claro.
Meu note liga na tv, e por 100 reais compro o controle.
Ainda não vi tanta vantagem
Jogar top Gear no pc rulez o/
O Izzy fazendo post falando bem de Android? Estamos perto do fim do mundo mesmo D:
Então, a intenção do OUYA não é apenas rodar os gamezinhos de android (tipo porcaria de Angry Birds). Ele acho q vai rodar a versão mais modificada EVER do Android, com um Kernel completamente novo, e pelo Hardware que estão cotando (Basicamente o que está na page do Kickstarter só que com 2gb de ram, e mais vram na Tegra 3), ele tenha MUITOS títulos exclusivos que não irão rodar em nenhum outro android. Então basicamente Android aí é apenas o core da bagaça, basicamente pra não precisar desenvolver nada do 0.
Vi também um artigo (acho que no Gamasutra, não estou encontrando o link agora), de que a Mojang, Activision, Robot e Telltale já estão cogitando seriamente em desenvolver games específicos para a plataforma.
Que venha o OUYA e muito em breve o console da Valve! Quanto mais, melhor =]
Era isso que eu tava vendo também. Quem acha que não vale, é porque acha que o OUYA vai ficar preso a um Google Play. O Android é só, digamos, a base do negócio. Isso é um console de verdade, com um sistema aberto, e barato. Eu, definitivamente, quero.
Eu quero um. Seria a companhia perfeita pra TV, basta alguns apps de mídia!
Se esse fosse o Zeebo a história seria bem diferente…
Foi isso que o Zeebo tentou e errou feio. Este console já chega com uma galeria de jogos maior que a do próprio Zeebo. E se duvidar com hardware parecido ou pouca coisa melhor. Tectoy chora. E eu tbm.
Olha, nem sei se eu compraria pelos jogos, mas a esse preço, seria perfeito pra uma HTPC!
Vou ficar de olho nesse projeto!
Pensei a mesma coisa… XBMC nelee!!
Como li em uma entrevista: “Um console de 99 dólares em que 50% dos consumidores vai hackear no primeiro dia pra instalar games piratas”
Games freemium ainda florescerão, creio.
Com certeza vai ter espaço pra todo tipo de game. Freemium, pagos, etc. Só acho que a taxa de pirataria vai ser muito maior. O sistema é aberto, android e parte da premissa que qualquer um pode liberar o ‘root’ no sistema. Não existe nenhum tipo de punião por não hacker, algo que é sério como ficar sem acesso a XBLA ou a PSN em outros consoles.
É um console barato, sem nenhum tipo de ‘punição’ por você modificar e alterar. Vai ser um stress grande pra uma empresa de um game freemium online por exemplo colocar milhões de parafernalhas anti-hack pq alguém modificou seu console e fica gerando dinheiro infinito e ‘ownou’ toda a comunidade daquele game. Nem to levando em conta as produtoras de games que vão se esforçar pra dar suporte pra um console que pode ter uma taxa de pirataria MUITO elevada.
Pode parecer uma coisa simples, mas olhando por um outro lado, é um negócio. Empresas de games precisam vender pra sobreviver e pra produzir existe um custo muito elevado. Se o Ouya se mostrar não lucrativo, ele vai ter um destino bem conhecido.
Claro que, existe o lado de dar certo. Não to querendo ser pessimista, mas é que sou bem crítico em relação a iniciativa do Ouya. Gostei bastante de uma análise do Kill Screen que dizia “Kickstarter é uma forma de entretenimento, vc compra uma ideia e quer que aquilo dê certo. Mesmo que não exista um mercado pra aquilo, ou que nunca vá se tornar nada além de um pequeno sucesso para um nicho”.
Vou acompanhar de perto a saga do Ouya, mas sou bem crítico em relação a ele (embora eu tenha reservado já um, hehehe).
Explique como a situação é diferente no Windows, onde ninguém pode alterar nada sem levar severas punições.
Simples: imagina Battlefield 3 pra PC. Você tem duas opções: piratear e jogar contra os bots ou comprar original e jogar online com milhares de pessoas? Não chega a ser uma “oooooh punição severa”, mas é algo que me faria pensar duas vezes antes de baixar um torrnet do jogo.
Por este mesmo pensamento que a taxa de pirataria no Ouya será baixa… os jogos serão freemium, e comprar o “Vip” do seu jogo favorito será barato… de US$5 em US$5 o Ouya se consolida… ^^
Qual plataforma de jogos não sofre com pirataria mesmo?
Não falei que nenhuma tem. Mas que o fator “tenho algo a perder” e o fator dificuldade no Ouya são BEM menores do que em qualquer outra plataforma hoje no mercado.
Poxa, será q ninguem percebe que é a estrutura de negócio das desenvolvedoras que impedem a pirataria, e não o hardware?? Como a app store consegue lucrar tanto, ou o steam consegue vender como vende hj? O modelo freemium torna a pirataria obsoleta, pq a acessibilidade é um dos fatores que geram a pirataria.
Além disso, eu acho o Ouya extremamente conveniente. O setor de games passa por um momento em que os consoles estão perdendo mercado, e os mobile ganhando. O Ouya pode renovar a premissa dos consoles
Todas as plataformas sofrem com pirataria, mas ele ser autorizado a hack vai fazer dele um oásis dos emuladores. Por conta disso ele pode sofrer uma oposição muito forte das empresas que poderão ser lesadas.
Por outro lado, eu vejo nele uma ameaça real ao Nexus Q: nada impede um hacker de transformá-lo num media center muito mais barato que a bolota da Google, batendo de frente com outros set-top boxes no mercado como a Apple TV e o Boxee, e com a vantagem de ainda rodar games.
Se você considerar que já hackearam o Nexus Q pra rodar tudo que existe tipo Netflix da vida, com certeza esse videogame vai rodar também, eu aposto nele, com certeza!
Parece ter futuro
espero poder comprar
But… will it blend?
Neguinho já quer triturar o console… lol.
“emulador de Super Nintendo”. Tipo sera que ele via aceitar gapps? Porque se aceitar no Play já tem ótimos emuladores…
Tão falando aí de emuladores e etc. Como vai ser android, já tem emuladores (vários! e que suportam gamepads) e tambem youtube, netflix. Ele vai herdar tudo.
Acho que vai pegar. Quem tem contato com crianças, nomeu caso de 9-11 anos (meus filhos) vao concordar comigo. Essa geracao nao se interessa muito por coisas como FPS, graficos HD, eles querem jogar, jogar, jogar…
Meu menino tem um wii, n64, DS e 3DS, sabe o que ele joga? Nenhum, ele pega roms de super nes, GBA e fica jogando coisas de 15 anos atras! Agora ele ta na onda do minecraft, que deve ser portado pra essa traquitana, ja que tem pra smartphone.
Eu compraria um trem desse!
Meu deu até orgulho do teu filho!
Fiquei na dúvida se já tem hacks pra burlar sistemas de compras dos aplicativos no Android. (no iOS eu vi)
Tem sim… é a melhor maneira de vc f*rrar seu smartphone e depois xingar muito no twitter “Android é inseguro, mimimi”.
Uma excelente opção para os desenvolvedores que se matam para colocar um jogo indie na psn, live ou steam. Outra vantagem é substituir os mega drives e master system que ainda são vendidos por aqui kkk. Já contribui com a causa e espero ansioso para compra-lo
O setor de consoles precisa mesmo se renovar. Vêm perdendo lucro ao passar dos anos, gamers, e coragem pra partir pra próxima geração. Esse console vai definitivamente mover o setor um pouco à frente
O Izzy Nobre é um dos caras que sofre da Síndrome de Estocolmo e não sabe de nada, mais um xiita que polui o mundo da intrawebz.
Pesquisei na Wikipédia sobre essa síndrome. Então quer dizer que o Kid foi sequestrado?
Pensei a mesma coisa… então o Izzy tá sequestrado em algum lugar e sentindo uma forma de compaixão pelos seus captores?
Por mais que eu acredite que você tenha falado isso de modo figurado, seu comentário continua sendo inválido.
Mas pera ai… o console usa um joystick. A maioria dos games atuais funcionam à base de touchscreen… Então os jogos vão precisar de uma adaptação para funcionar no console, correto?
Para jogos como Nova 3 e ShadowGun a brincadeira pode dar certo sim… Mas como 90% dos meus jogos para iPhone possuem jogabilidades baseadas no touchscreen, creio que este não seja um console para mim =(
Mas é bacana ver uma iniciativa como essa dando certo. Quanto mais opções no mercado, melhor! \o/
Pelo que eu li no kickstarter os controles têm touchpad também, além das manetes analógicas.
Acho que os melhores jogos com certeza não vão vir de graça..rsrs
Tenho uma certa impressão que vai chover jogos copiados, jogos diferente com nomes parecidos, piratarias entre desenvolvedores…
Modelo Freemium na Russia pelo jeito não dá muito certo, se essa moda pegar ninguém mais vai conseguir vender nada de microtransação…
Unica coisa que vi de novo é que querem vender como console, pois isso pra min é como qualquer set up box com android que tem por aí, eu mesmo tenho um e já usei o controle do ps3 nele.
Eu tava querendo comprar mas o foda é que, calculando o preço após a tributação, cheguei ao valor aproximado de R$ 580,00 (console + 1 controle extra + international shipping = $ 145,00; SE o dólar estiver a R$ 2,00, vai pra R$ 290,00 + Impostos – I.I, ICMS, IPI, o que dá tipo 100% do valor do produto…). O que não fica muito mais barato que um XBox360, hoje… Uma pena.
Bem, acho que com R$100 a mais, dá pra conseguir um PS3, não? Mesmo assim, eu quero os dois. Acho que nem é uma questão de um x outro. O preço realmente sobre bastante por aqui, mas pode ficar interessante dependendo de promoções, etc… Eu acho.
Esqueceu de dizer que o controle é feito pelo designer que fez o Jambox (caixa de som estilosa para o iPhone, pouco conhecida por aqui) e que, além de ser wireless (como o de todos os consoles atuais) terá um touchpad. Parece uma coisa sem muita importância, mas isso abre a possibilidade de haver ports de jogos que nunca funcionaram bem com controles tradicionais. Exemplo, imagine poder jogar um RTS com controle? Existiram alguns que são feitos (ou adaptados para serem jogados num controle) mas no geral fica complicado. Agora com um touchpad tudo fica melhor.
Além disso tudo, como já foi dito, ele tem capacidade pra ficar num patamar de jogos que podem se igualar aos jogos de consoles tradicionais sem termos que pagar os olhos da cara, principalmente aqui no Brasil onde sempre temos os melhores jogos cobrados como se fossem feitos de ouro. Espero muito que eles tenham em mente os diversos sistemas financeiros para não cair na velha fórmula de só aceitar cartão de crédito de bandeiras internacionais. Além de abrir as formas de pagamento para o nosso tradicional boleto.
Só essa questão do cartão internacional já me ferra bastante.
Espero termos jogos like Limbo nesse console, já que não vai competir em gráficos com os “grandes” que vença na criatividade. Com certeza comprarei o console e pelo o que dá pra ver no Kickstarter, o console custará 99+20 dólares, 99 do console e 20 do envio pra fora dos EUA, na pior dos casos, vai custar uns 380 reais com as taxas aduaneiras.