Um cidadão americano foi condenado pela corte federal de Massachussets a pagar US$ 675 mil de multa. Motivo? Ele baixou ilegalmente 30 músicas de um software de compartilhamento de arquivos. Segundo as gravadoras, o usuário já havia sido alertado diversas vezes, inclusive por seus familiares, mas continuou fazendo downloads de materais protegidos por direitos autorais por mais alguns anos e tentou apagar as evidências do crime.
Fazendo as contas, dá um total de US$ 22,5 mil de multa para cada música baixada. Parece muito, mas o juíz acredita que o valor é justo. Como nos EUA a multa pode chegar a US$ 150 mil em caso de infração intencional, ele teve até sorte por pagar apenas 15% em relação ao valor máximo.

Quando o acusado, Joel Tenenbaum, ainda estudava na Universidade de Boston, ele foi avisado diversas vezes sobre suas infrações. O julgamento cita: “Ele recebeu pessoalmente diversos avisos de várias fontes – incluindo seu pai em 2002, sua faculdade em 2003 e as gravadoras em 2005″. Tenenbaum está sendo processado por cinco gravadoras: Sony, Warner, Atlantic, Arista e Universal.
Mesmo com os alertas, Tenenbaum continuou baixando músicas. “Apesar desses avisos, ele continuou baixando e distribuindo material protegido por direitos autorais; de fato, mesmo após receber uma carta cease-and-desist da Sony em 2005, as evidências mostram que o réu continuou suas atividades por mais dois anos, até que a Sony apresentou este processo contra ele”. Em vez de manter as provas do crime como recomendado pela carta, Joel formatou o HD do seu notebook e reinstalou o sistema operacional.
Esta não é a primeira vez que pessoas nos EUA são processadas por gravadoras. Na época em que a RIAA processava até crianças e pessoas já falecidas, uma mulher foi condenada a pagar US$ 1,5 milhão pelo download de 24 músicas protegidas por direitos autorais, valor que posteriormente caiu para US$ 54 mil.
Com informações: CNET.







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US$ 22,5 mil por música? Deixa eu fazer umas contas aqui…
O Zuck, meu velho, me empresta uma grana pra eu pagar uma multinha leve?
Imagina de todo mundo tiver que pagar uma multa dessas por cada musica baixada…. só assim mes para a industria fonográfica voltar a ser lucrativa….
Não sei que sou, mas tem gente que tá devendo mais que o PIB dos EUA…
Pelas minhas contas estou devendo U$30,2 trilhões aproximadamente. Será que aceitam cartão?
O cara estava sendo monitorado e mesmo assim continuou? Complicado, hein…
O Cara não abaixou a cabeça…
Agora cobrar 22,5 mil por música. O justo seria o valor das músicas e do processo.
Eles poderiam colocar então como: US$ 60,00 por todas as músicas baixadas e os US$ 674,940,00 pelo processo, hehe.
Se isso pega no Brasil, estamos todos FUDIDOS. kkkkkkkk
Eu realmente já baixei muita música pirata no passado. Mas atualmente simplesmente não é necessário. YouTube, SoundCloud, Lastfm, exfm e apps como o CloudPlay que unem tudo isso, fazem o ato de baixar músicas completamente sem fundamento num mundo que vivemos 100% do nosso tempo do computador conectados à internet. Claro que se quisermos ter um acervo offline precisamos desembolsar algum dinheiro, mas de longe é aqueles R$30 por CD de 6, 7 anos atrás. Só se compra as músicas que realmente gosta, pois quase nenhum CD tem todas as músicas boas. Além de tudo isso, podcasts gratuitos são disponibilizados por artistas para divulgar o trabalho, e vários outros oferecem diversos CDs pelo preço que você quiser pagar, a exemplo do último Humble Music Bundle. Várias pessoas ainda recorrem a pirataria, mas têm que pensar se isso é realmente mais prático que usar um dos serviços oficiais listados gratuitos, legais, e sem nenhuma inconveniência, que ainda oferecem apps para Androids e iPhones.
Eu acho muito caro pagar R$ 2,00 por música.
Prefiro pagar R$ 14,90 pelo OiRdio que dá a possibilidade de ter acesso offline ao conteúdo dentro do aplicativo.
Com o Oi Rdio não tem mais desculpa pra piratear.
Vale lembrar que o trabalho feito aqui pra ganhar R$2 é MUITO maior que o feito pra ganhar US$1 nos EUA, por exemplo.
Eu baixo mesmo, porque não vou dar meu dinheiro para gravadora ficar promovendo Justin Bieber, Snoop Dogg, Skrillex e essas porcarias que ofendem a nobre arte ao serem chamadas de “música”. Enquanto o monopólio das majors não acabar, vou continuar pirateando mesmo.
As gravadoras também produzem as coisas que você baixa, sabe?
Não, elas não produzem. Elas produziram em algum momento dos últimos 50 anos, mas não produzem mais já há alguns anos. Se elas produzissem, não haveria pelo que protestar.
Ligue o rádio algum dia desses e observe o tipo de “música” que as gravadoras preferem distribuir.
Pois procure melhor, ainda se encontra música para qualquer gosto produzida hoje.
O fato de você não gostar do mainstream não quer dizer que a indústria esteja errada. E acredite, eu tenho um gosto muito diferente do que toca no rádio.
Mas é claro que se encontra. Só não se encontra nas majors, as grandes gravadoras americanas que controlam a industria fonográfica mundial.
E olha só que interessante: a maioria delas eu conheci no The Promo Bay, no Myspace ou indo em algum show alternativo. Fato comum sobre elas: a pirataria não lhes incomoda porque é uma forma barata e eficiente de divulgação.
Mas, cara, major ou não, o fato é que o artista resolveu fazer um contrato com aquela gravadora.
Se você baixa apenas músicas de gravadoras menores, não tem motivos para reclamar das majors, afinal você nem pirateia nada delas.
Rapaz, está difícil a coisa, hein? Está parecendo o Cobalto (apesar de que ele é semianalfabeto, então eu entendo). Como não é o caso aqui (assim espero), fiz um resumão da história da música popular. Está meio longo, mas não consegui resumir mais do que isso, peço desculpas desde já.
Vamos por etapas:
1 – Anos 60: as gravadoras não tinham nem 10% do poder que tinha hoje e a maior parte dos músicos era descoberto por pequenos selos. Havia selos dedicados a blues, soul, country, rock e jazz, entre outros, e lojas dedicadas a um perfil musical específico, bastava procurar uma que atendesse ao seu gosto.
2 – Anos 70: surge a música pop com objetivo puramente comercial, mas os selos dedicados continuam ativos e sendo o principal celeiro de artistas de qualidade, alguns deles alcançando sucesso notável, inclusive.
3 – Anos 80: a música pop estoura com a chegada da MTV e os videoclipes se tornam o principal motor de vendas a nível mundial. Com vídeos ultrapassando o orçamento de 100 mil dólares, as grandes gravadoras conseguiam promover o que elas quisessem, fugindo da competição com as produtoras menores, que passam a sucumbir por não terem a mesma capacidade de divulgar seus próprios artistas e muitas delas acabam sendo vendidos. Note que a TV passa a ter um papel mais importante para a música que o rádio, ou seja, a qualidade da música perde importância para a propaganda, beleza pessoal e os efeitos visuais.
4 – Anos 90: a chegada do CD e dos tocadores portáteis eleva a indústria fonográfica ao posto de uma das mais lucrativas em todos os segmentos mas, paradoxalmente, não há espaço para os selos menores, que entram em falência em massa e são comprados pelas majors. Estas, por sua vez, assumem o papel de selecionar quem consegue um contrato e quem fica de fora. Os artistas e profissionais da indústria passam a ser selecionados por critérios puramente não-artísticos. Os discos passam a sofrer “remasterizações” e “reengenharia de áudio” que deliberadamente comprometem a qualidade do áudio original apenas por prometerem vender melhor, mesmo sem evidências de que tenham alguma eficácia. Mais detalhes aqui: http://en.wikipedia.org/wiki/Loudness_war
Os efeitos eletrônicos passam a substituir instrumentos musicais legítimos e artistas de apelo demográfico (como as boy bands) tomam de assalto os topos das paradas, apesar da baixa longevidade. As rádios passam a tocar apenas músicas das grandes gravadoras, que são as que pagam jabá. As lojas dedicadas vão fechando, obrigando os consumidores a comprarem seus discos em lojas de departamentos, que aproveitam para faturar uma grana extra vendendo publicidade para as gravadoras. A venda de discos de artistas menos conhecidos rapidamente se torna um gargalo na logística dessas redes, por isso elas resolvem parar de vendê-los gradativamente, focando-se apenas nos produtos mais lucrativos.
Conclusão: o que dá para entender dessa história toda? Durante 30~40 anos da história recente, músicas foram produzidas baseando-se na qualidade musical delas, porque as pessoas compravam o que ouviam. Hoje em dia, a música é uma experiência puramente visual e social que se torna rapidamente descartável (as músicas se tornam “velhas” depois de alguns anos e ninguém mais lembra delas). O problema é que as músicas de qualidade, embora não sejam mais produzidas desde os anos 90, ainda fazem parte do acervo autoral das majors.
As músicas não são mais produzidas no presente pelas gravadoras, mas isso nao significa que elas não tenham sido no passado. Aí, quando você compra um disco do Queen, por exemplo, esse dinheiro vai para a EMI, que promove artistas como Katy Perry e 50 Cent. E aí eu te pergunto, qual foi a última vez que você ouviu Queen numa rádio ou num programa de TV? E 50 Cent, qual foi a última vez? Quando você entra no Youtube, qual artista tem mais promoção, Queen ou Katy Perry?
Defendendo o quase indefensável, mas lá vou…
Você consegue imaginar a indústria da música dos anos 60 hoje, nos anos 2010? Se com toda essa promoção elas têm boa parte de seus lucros diminuídos pela pirataria, imagina sem ela. E você sabe muito bem que 99% não é “pirateiro idealista”, é oportunista mesmo – incluindo este que vos fala -.
É uma justificativa fraca. Eu não gosto dos rumos da indústria então vou consumir seus produtos sem pagá-los?
E as gravadoras sempre foram conhecidas por serem filhas-da-puta. Elas entregavam o que achavam que o público queria nos anos 60 e farão isso nos anos 2010, 2050, 2100. O que elas fizeram é se adaptar a nossa era de informação audiovisual.
E não, não estou dizendo como você deve gastar seu dinheiro (outro post mais abaixo). Só acho que esse “boicote sem boicotar” não seja justificável.
p.s.: Oloudness war é uma merda mesmo, mas foi consequência natural dos dispositivos de pouca potência – leia-se: móveis. Quando eu comprava CDs, nunca dava um centavo sequer para as porcarias de remasters.
Eu não vejo essa queda dos lucros a que você se refere. Para falar a verdade, já faz alguns anos que a indústria abraçou novos formatos de cobrança de direitos autorais e as vendas têm subido consistentemente: http://www.culturaemercado.com.br/mercado/industria-fonografica-brasileira-registra-alta-em-2011/
Para ser sincero, não consigo imaginar uma forma de voltarmos ao tempo onde a música era feita para os ouvidos e não para os olhos. A única forma disso acontecer seria se os consumidores mudassem de opinião subitamente, mas convenhamos que isso não vai ocorrer. A única forma desse nicho sobreviver é num mercado pulverizado, onde haja espaço para qualquer um divulgar o seu trabalho, e não dá para ter isso num ambiente onde as gravadoras são superpoderosas e sentem-se no direito de processar qualquer um em centenas de milhares de dólares e até fazer modificações profundas nos direitos individuais para garantir a punição dos que se atreverem a desafiá-la.
Quero terminar dizendo que as gravadoras não produzem música, quem faz isso são os artistas. Os discos, os videoclipes e a propaganda são apenas formas de anunciar e divulgar um produto principal, que é a música em si. É claro que as gravadoras foram necessárias num dado ponto da humanidade, mas não é mais o caso. Hoje em dia, elas são apenas o intermediário infeliz, que abusa do coronelismo para disfarçar sua incapacidade de se adaptar aos novos tempos e continuar sugando dinheiro através do trabalho alheio.
Tenho certeza que, cedo ou tarde, o mercado perceberá que o melhor formato é o da música distribuída gratuitamente e o bruto da receita vindo dos shows e concertos. As gravadoras não farão parte dessa realidade e elas sabem disso, por isso que insistem em tentar interromper a evolução.
Cara, a indústria não sofreu um impacto tão grande justamente por causa da promoção que você tanto reclama.
As gravadoras têm sim grande participação na produção da música em geral. Produzir música de qualidade – técnica, aqui – é caro. Muito caro. As gravadoras fazem a aposta no artista, pagando o processo.
A indústria fonográfica, você diz? Porque os artistas nunca ganharam tanto dinheiro quanto hoje. Com ingressos custando mais de 500 dólares, os artistas querem mais é que pirateiem toda a obra deles, para atrair mais fãs dispostos a comprar ingresso.
Meu caro, um dos meus artistas favoritos, os Pixies, gravou um dos discos mais influentes do século XX com dez mil dólares, numa época onde efeitos computadorizados e áudio digital não estavam tão largamente disponíveis quanto nos dias de hoje. É perfeitamente possível produzir música de qualidade com baixo orçamento atualmente.
O que sai realmente caro é a “reengenharia de áudio”, a compressão dinâmica, as correções de timbres (Pro Tools, autotune, etc), as distorções, os equipamentos eletrônicos e outras perfumarias destinadas a encobrir a baixa qualidade técnica dos artistas e tornar as canções mais adequadas ao consumo imediato.
Mas será que o mercado precisa realmente disso? Ou é uma necessidade específica das gravadoras?
Quer baixar pirata, ok. Só não vem com desculpa esfarrapada.
This.
Eu baixo mesmo, mas não uso como desculpa o fato de o mundo ser diferente do que eu gostaria.
Então para que se dar ao trabalho de votar, não é mesmo? O mundo é diferente do que eu gostaria, então por que se dar ao trabalho de mudá-lo?
Você pode fazer o que quiser para mudar o que quiser dentro da lei, amigo. Achei que isso estava subentendido.
Ramon Melo,
Qual bandas vc curte?
Ou seja, você pode mudar o que você quiser, desde que se comporte tá, filhinho?
É triste, mas a canção do Pink Floyd continua muito atual, infelizmente: http://www.youtube.com/watch?v=YR5ApYxkU-U
@pdiasneto, ultimamente tenho ouvido bastante de uma banda chamada Kings of the Night, que eu conheci no Promo Bay: http://thepromobay.co.uk/?loadurl=/search/kings+of+the+city/
É difícil eu continuar ouvindo um mesmo artista por muito tempo, com o tempo acabo ouvindo menos para dar mais atenção a outros. Mas o Queen e o AC/DC estão na minha lista de all-time favorites.
Ou seja, você pode mudar o que você quiser, desde que se comporte tá, filhinho?
Se com “se comportar” você quis dizer “obedecer à lei”, lamento, mas sim!
Olha, acho lamentável que, para você, motivações políticas são “desculpas esfarrapadas”. Mas sou obrigado a perceber que essa sua mentalidade alienada é cada vez mais frequente na sociedade ocidental (não é um privilégio nacional) e é uma das principais causadoras dos problemas sociais, econômicos e ambientais que estamos sofrendo.
Não uso software pirateado, tenho licenças originais do sistema operacional, de todos os aplicativos de computador, tablet e smartphone que possuo, possuo uma cópia licenciada de todos os meus videogames, seja em disco ou em versão digital. Não assisto filmes fora do cinema ou algum serviço legítimo de streaming. Não possuo livros em cópia digital, todos são originais e físicos. Não uso nada falsificado, nem relógio.
Quer ser um alienado, ok. Só não vem com esse cinismo para cima de mim.
Penso o contrário. Penso que boa parte dos nossos problemas provém de pessoas que acham que o mundo deve se adaptar aos seus desejos.
É fato que, na minha opinião, boa parte do que a indústria da música produz é lixo. Isso não me dá o direito de não pagar pelas músicas que, ironicamente, a mesma indústria produziu.
Software pirateado, produtos falsificados, livros copiados… Por que você acha que não usar isso faz de você melhor? Quem os usa poderia utilizar-se da mesma desculpa que você usa para as músicas! Aqui vejo como estar meio-grávida.
Mas é isso mesmo. Se a pessoa não concorda com a indústria dos filmes, ou dos livros ou da moda, deve piratear como forma de protesto mesmo. Eu só não entendo por que alguém faria isso com softwares, já que boa parte deles é desenvolvido por devs independentes, sendo que muitos deles trabalham de forma bastante transparente e estão disponiveis para contato.
A propósito, eu não me acho melhor do que ninguém em especial. Repare que eu disse que eu baixo por x motivos e não tentei convencer ninguém a fazer o mesmo, ao contrário de você e o Renan, que resolveram fazer esse proselitismo alienado e gratuito para cima de mim. Se você gosta de Justin Bieber, Pitbull e Katy Perry, vá em frente e continue alimentando a indústria que enfia essas porcarias goela abaixo dos consumidores em todas as rádios, todos os programas de TV e todos os filmes.
Até agora eu nunca tive problemas em achar músicas de que gostasse, então realmente não entendo todo o choro.
Sim, as gravadoras promovem lixos, mas até agora nenhuma delas mandou capangas obrigando-me a ouví-los. O que pra você e para mim é lixo, para milhões de pessoas não o é.
Também acho estranho piratear coisas que gosta para protestar a promoção de coisas que não gosta, mas ao contrário do que você afirma, eu não estou tentando convencer ninguém a deixar de piratear.
Como já disse, eu pirateio, mas não faço disso uma bandeira e nem tento achar justificativas. Sei que é errado.
Não precisa de “capangas” para ouvir essas porcarias, basta viver no mundo real. Sai na rua e você vai escutar tudo isso. Assista um filme no cinema e você vai escutar tudo isso. Ligue a TV e você vai escutar tudo isso. É por isso que se chama “promoção”, significa que o lixo musical vai até você, onde quer que você esteja.
Eu não preciso justificar nada para ninguém, o dinheiro é meu e ele sairá da minha carteira por motivos que eu acho justo. Estava apenas expondo um ponto de vista, já que isso aqui é um blog, até onde eu lembro. Foi você quem apareceu para ditar aos outros como eles devem se comportar.
Eita, o Ramon tá inspirado, hein?
Jesus Cristo, “piratear como forma de protesto” é a idéia mais estúpida que eu já li. Você prejudica artistas dos quais gosta para protestar contra os que não gosta? É isso mesmo?
Pedro, estúpido é você que acha que o artista recebe alguma coisa da gravadora. Menos de 10% do valor final de um disco vai para o artista e, desse percentual, é descontado o valor gasto com divulgação. Toma vergonha na cara e pesquisa um pouco antes de falar dos outros.
Ramon, entendo que você é o dono absoluto da verdade, de direito e de fato, mas acredito que você está simplesmente arrumando um milhão de desculpas para justificar uma atitude errada. Você pode bancar o rebelde intelectualizado, mas está errado ao piratear as músicas das bandas que curte. Eu também, mas admito e não preciso de mil e uma desculpas pseudo-políticas para me justificar. Eu até queria saber se você tem alguma experiência com produção musical (eu tenho). Concordo que 10% da renda proveniente da venda de cd’s e música em formato digital é pouco para se remunerar os artistas. Mas é algo, não é? Pouco ou não, pirateando você está tirando isso do artista. Discordando ou não da indústria, pirateando você está prejudicando o artista que admira. Você é tão ruim quanto eu e os outros que pirateiam e prejudicam os artistas dos quais somos fãs; ter um intrincado sistema de justificativas não te faz melhor do que o restante.
Acho que a maioria das pessoas NÃO vive 100% do tempo conectado à internet. E, se vive, não é algo que dê pra usar direito. Como eu ouviria música no trem se não fosse offline? Andando na rua? Não posso bancar um 3G boa, se essa existe no Brasil.
não é possível que o cara só “baixava” as músicas pra acontecer isso…
O cara foi notificado várias vezes e continuou porque quiz, poxa é tão barato adquirir música legalmente nos EUA. O problema foi baixar e ficar distribuindo.
Imagina… se ele tivesse baixado a Discografia do Queen?
Eles pegam um pra Cristo só para “servir de exemplo” e deixar o pessoal com medo de baixar música pirata. De vez em quando eles fazem isso. Esse cara aí foi o azarado da vez.
Pegaram esse pra servir de exemplo, pra botar medo na galera.
Se fosse cmg eu ia ta muuuito ferrado !
Confesso que estava lendo, parei e olhei pro relógio, pra ter certeza que não era 1º de Abril.
Caramba nunca vi isso!!
Pelo menos lá eles não podem reclamar de carga tributária.
Que PÉSSIMA notícia. O cara foi notificado por N gravadoras durante ANOS e a notícia fala que ele “apenas baixou 30 músicas”. O cara baixava e distribuía conteúdo (e imagino que para chamar a atenção de tanta gente, não era pouco). Vamos melhorar a redação e diminuir o entusiasmo por aqui… pelamordedeus!
Só um momento, deixa eu ver um negócio aqui…
(Iniciar -> Painel de Controle -> Programas e Recursos -> uTorrent -> Desinstalar
“Tem certeza que deseja desinstalar este programa” -> Sim)
Pronto, do que estávamos falando mesmo?
No Fucking Way de eu fazer isso hahaha Vamos esperar as notificações =D
Ainda mais que esse cara deve ser um daqueles criadores de torrent, tipo os que têm o nome no final da pasta, sabe?
Sinto como se alguma coisa estivesse faltando nessa história.
Enquanto isso na prisão…
Joel: cara, porque você ta preso?
Prisioneiro: eu matei 15, torturei 40 e violentei mais de mil mulheres. E você?
Joel: baixei músicas ilegalmente.
O departamento jurídico da Sony entrando em contato com um pessoa qualquer e alertando sobre o download de musicas? Como que o cara foi sorteado? Não tem muito sentido isso!!! Deve ser mais pra dar um cagaço na galera!
Não faz sentido. não deve ser só ele que baixava…isso está virando uma palhaçada sem fim, a internet livre que conhecemos está se transformando em um local onde os governos controlam…se eles não gostam vão lá e simplesmente fecham.
Baixo música usando um hack que fiz para grooveshark, tá valendo?
Ah, em todo caso Boot and Nuke em caso de emergência.
Vez ou outra eles pegam um de exemplo. Isso pro povo americano é o mesmo que matar um criminoso e espalhar partes de seu corpo pelo país para que ninguém duvide da lei.
Nessas horas, e só nessas horas, é que eu acho bom viver no Brasil!
Pelas minhas contas, devo, por baixo, mais de 200 milhões para a RIAA.
Será que parcelam?
É, isso eles controlam direitinho lá nos USA.
Se fossem armas ou munição, aí teriam uma dificuldade danada!
Acho que as prioridades estão invertidas, mas sei lá!
Caramba, eu no lugar dele pegaria pena de morte.
Depois que inventaram youtube, nao precisa de se expor assim, auauahauhauahauh
torrents tambem ajuda, auhauahauh
E desde quando essas músicas valem isso tudo?!
ah, tá certo. Ele as distribuiu.
Suponho que seja um cálculo doido de quanto, em teoria, as gravadoras deixaram de ganhar com a distribuição dessas músicas.
Claro que isso é um absurdo.
Justiça de mer**.
Achei a multa descabida. Quiseram causar pânico com esse caso para que sirva de exemplo.
Há discos de artistas que eu adoro que são raros ou simplesmente não estão disponíveis no Brasil, então não há outro meio de aprecia-los sem recorrer a pirataria. Procure, por exemplo, um disco da Björk aqui no Brasil, ou não está a venda ou custa R$ 200,00 [Mandando uma grande banana para as gravadoras. Pirateio quando não posso comprar o disco, seja por não existir no meu país ou por ser quase tão caro quanto um rim]
Cara, comprei, dia desses, um cd de uma banda que curto muito. Deu R$53(com frete). Já paguei chorando, imagina R$200 hahahaha
nuuuss, se for assim eu terei que pedir uma graninha emprestada pro tio bill gates pra pagar indenização para as gravadoras
Fiz umas continhas aqui, tô devendo US$ 86,7 milhões. vish.
Não sei se minha multa seria muito grande, afinal, tenho somente 25… gigas
O pior eh que la nos eua .. é tao barato um cd e dvd de artista.. é um imbecil mesmo esse cara ..
Cliquei no link da RIAA processando pessoas mortas e crianças e estava acreditando na história do cachorro =S
Bem, eu devo estar devendo por volta de US$56 milhões ou um pouco mais. Bem menos do que alguns comentaram por aqui.
Então tenho um comunicado a fazer: Gravadoras, pegael!