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Atender o iPhone com a bateria carregando pode custar sua vida

Custou a de uma moça chinesa nesse fim de semana

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1 ano atrás

A aeromoça chinesa Ma Ailun, de 23 anos, comprou um iPhone 5 em dezembro do ano passado em uma Apple Store. Neste fim de semana, foi atender uma ligação enquanto o aparelho estava tendo sua bateria carregada e levou um choque tão violento que causou um desmaio e sua morte. A “notícia” foi dada por sua irmã numa rede social da China que é tipo um Twitter, junto com o conselho para quem ninguém faça isso.

A Apple, claro, já foi contatada sobre o acidente trágico ocorrido com Ma Ailun e declarou que irá ajudar a polícia local, que já está com o aparelho da vítima e seus acessórios, na investigação para descobrir o que aconteceu para o iPhone da moça dar uma descarga elétrica tão grande a ponto de eletrocutá-la.

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Como o Mirror apontou, a voltagem de um smartphone em funcionamento é muito mais baixa do que a necessária para causar qualquer choque: eles funcionam com até 5 V, enquanto os choques são sentidos com descargas a partir de 36 V. Algum mau funcionamento fez com que a voltagem atingisse um nível muito alto; problemas no carregador ou no circuito podem levar a medição a até 220 V. Cabe, agora, descobrir qual a origem do problema que causou o choque.

Várias teorias estão sendo divulgadas pela internet, nenhuma ainda confirmada. Há histórias de que ela havia acabado de sair do banho quando atendeu o celular e de que, como a China é bem conhecida por ter lojas falsas da Apple (a ponto dos próprios funcionários terem certeza de trabalharem para a empresa, quando, na verdade, estão em uma loja de falsificações), é possível que ela tenha comprado uma imitação sem saber. Mas, novamente, a história está sendo investigada e não há nenhuma conclusão sobre o que causou a morte de Ma Ailun.

Não é a primeira vez que um acidente relacionado a iPhone chama a atenção da mídia internacional: há casos de aparelhos que explodiram do nada na Austrália, Tailândia, Finlândia e até no Brasil. E iPhones não são os únicos; lembramos do caso do Galaxy Note II que estava com uma bateria extra no no bolso de um senhor de 55 anos quando explodiu e outro com um Galaxy S3 que tinha sua bateria carregada por um equipamento que não era da Samsung.

Atualizado às 11h03 do dia 16 de julho.

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