Um levantamento feito por um estudante chamado Sauhard Sahi na rede da universidade de Princeton mostra que apenas 10 dos 1021 arquivos que estavam sendo transferidos pelos graduandos não infligiam nenhum direito autoral. O estudo, realizado no segundo semestre de 2009, co-ordenado pelo professor Ed Felten e publicado no blog Freedem to Tinker monitorou apenas um tipo aleatório sem trackers do formato BitTorrent.
Os dados mostram que entre as dez torrents legais haviam duas distribuições do Linux, addons para jogos e programas em versões beta ou shareware. Já 46% eram filmes e programas de TV, 14% jogos e softwares, 14% pornografia, 1% e-books, 1% imagens e 14% não pode ser identificado. Os tão temidos downloads de músicas eram apenas 10% da soma. “Apenas um dos 145 arquivos pornográficos que estavam sendo baixados não era ilegal”, aponta o estudo.
Como lembra o Register, ao contrário dos outros formatos de troca P2P o formato BitTorrent não foi escrito especificadamente para facilitar a pirataria, mas sim como uma maneira de se transferir grandes arquivos pela web.





E quem de nós, simples mortais “consumidores” liga pra isso?…