Segundo levantamento da Net Applications divulgado nessa quarta-feira, o uso online do iPad mais que dobrou em maio e aumentou significativamente no final de semana do lançamento internacional do dispositivo.
No último fim de semana (nos dias 28, 29 e 30 de maio) a participação do iPad entre os dispositivos utilizados para navegar na internet chegou à média de 0,15% (com pico de 0,17% no sábado), um aumento de 36% em relação ao final de semana anterior (de 21 a 23 de maio), período em que, em média, representava 0,11% dos acessos à internet.
Analisando-se os dados da consultoria observa-se que o uso do iPad cresce regularmente a cada final de semana, o que provavelmente indica que um grande número de pessoas o utiliza em casa muito mais do que no trabalho.
Na segunda-feira a Apple anunciou que foram vendidos mais de 2 milhões de iPads, e em face disso diversos analistas já estão revisando suas estimativas de venda para o mágico e revolucionário gadget.
Brian Marshall, da BroadPoint AmTech, por exemplo, tinha estimado inicialmente que seriam vendidas 6 milhões de unidades em 2010, no entanto resolveu rever sua previsão, a aumentando em 67%: “Devido a tendências de demanda melhores do que o esperado, estamos aumentando nossas unidades de iPad para 2,5 milhões em junho de 2010, 10 milhões em 2010 e 17 milhões em 2011,” disse ele em uma nota aos investidores hoje.
Com informações: Computerworld.





A internet móvel é muito pouco desenvolvida no momento, qualquer coisinha e um gadget / navegador passa outro… (não são 0,17% de bilhões de pessoas, são só 0,17% de +- 150 milhões)
Odeio quando eu digito “naveagdor” (o tempo todo) e não posso editar o comentário.
#tecladoapagado
#tecladovelho
Pura verdade. Quando um produto ainda não existe, qualquer dia representa crescimento de muitos por cento.
Sem dúvida, mas que o aparelho está pegando, está!
Crescimento normal e esperado para quem vende 1 milhão de unidades por mês.
Crescimento excelente. Pobre Android…
Fico imaginando se a adoção ao iPad no Brasil será tão grande como lá fora