O campo de modificações corporais está cheio de diversos estilos diferentes: existem as tatuagens, os piercings, alargadores, agulhas e toda uma leva delas. Não existe muita tecnologia envolvida na área. Ao menos até agora. Um grupo de pesquisadores liderados por John Rogers, da universidade americana de Illinois, pode ter feito um upgrade involuntário na área com a criação dos implantes subcutâneos de LED. Involuntário porque a fibra mostrada logo abaixo foi desenvolvida com objetivos bem menos mundanos do que a modificação do corpo humano, mas com certeza vai ser usada com esse fim no futuro.

Criada por um esforço em conjunto de estudiosos dos EUA, China, Cingapura, e Coréia, o implante deve servir primariamente para uso médico. Rogers afirma que ele será usado para “monitoramento de processo de cura de ferimentos, uso em diagnósticos ou espectroscopias e até para controlar a administração de drogas que são ativadas por luz, como numa terapia fotodinâmica”.
A fibra também tem flexibilidade de até 75% e por ter uma camada de silicone fez com que os LEDs sejam á prova d’água. Cada camada da fibra tem 2,5 micrômetros de espessura, perfeito para quem quer escrever o nome do(a) seu(sua) amado(a) e deixá-lo piscando até a bateria acabar. Por sinal, os pesquisadores não deixam claro qual a fonte de energia usada no implante.








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Essa também merecia a tag “WTF?!”…
Uma bateria de 9V no bolso.
Olhem pelo lado bom, sem esforço pra apagar as marcas de um relacionamento que não deu certo.
Ou trocar o nome facilmente via WiFi, Bluetooth ou pela internet via celular.
quem usa marca passo já tem a bateria viu gente kkkkkkk ******humor negro*******
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK. Maldade…
acrescenta um mini processador conectado aos leds e deixa passando um episódio de southpark =/
Algumas pessoas são tão freaks que colocar tudo no corpo para chamar atenção
vai ter gente usando um luminoso na testa, ahauhauhauh