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Início » Web e Redes Sociais » E-books são a categoria editorial de maior venda nos EUA

No último mês de fevereiro os e-books se tornaram a categoria de maior participação nas vendas toda-poderosa indústria editorial norte-americana, informa o jornal Financial Times.

De acordo com a Association of American Publishers (AAP), os livros digitais registraram vendas de razoáveis US$ 90,3 milhões (R$ 142 milhões) em fevereiro, contra os US$ 81,2 milhões (R$ 127 milhões) das “publicações adultas em brochura”, segunda categoria mais vendida.

No bolo total, os livros de papel ainda superam os eletrônicos por uma larga margem, contabilizando vendas de US$ 442 (R$ 665)milhões no mês – a AAP divide o mercado em diversas categorias, como livros infantis, livros infantis de capa dura, livros adultos, livros adultos de capa dura, brochuras e por aí vai.

Em relação ao mesmo período do ano passado, os livros digitais também foram a categoria a registrar maior crescimento, com 169% de aumento. Já a publicação de livros impressos caiu 24,8% em relação a 2009. Na Amazon, maior vendedora de livros dos EUA, a venda de livros digitais superou os de papel no último mês de janeiro deste ano,quando o fundador do site, Jeff Bezos, disse que “a cada 100 livros físicos impressos são vendidos, outros 143 digitais são comercializados”.

Com informações Estado de S.Paulo, The Next Web

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15 Comentários (Deixe o seu!)

  • @brunogdb
    4240c

    Em questão, o eBook é melhor pela facilidade, mas nada substitui o papel e sua beleza de livro nas estantes. Acho legal ter crescimento este método :)

    • John

      Prefiro não ter uma biblioteca em casa mas saber que toneladas de papel estão sendo economizadas. Que os eBooks possam num futuro não muito distante, substituir todo e qualquer prazer de ser ler um livro propriamente dito.

      A natureza agradece.

      • @brunogdb
        4240c

        Pensando assim, o eBook é bom, mas de visual os livros são mais bonitos — leio muito, e tenho muiiiitos livros antigos em casa, tipo do Machado de Assis e de muitos anos anteriores, e por isso acho mais bonito — em troca, eu curto muito meus eBooks no iPhone :)

    • E o Brasil ajuda bastante nesta área. O arquivo digital custando o mesmo que o de papel. Compro o papel.

      • @brunogdb
        4240c

        O pior é ver isso. Uma solução para ajudar a natureza, e o país não tem isso. Ainda quer ajudar os tablets…

      • @oscher88
        282c

        Fora que o eReader brasileiro foi trollado pelo governo e não teve 1 centavo de isenção de impostos. É mais barato importar um Kindle dos EUA do que comporar o Alfa por aqui….

  • RKNeto
    338c

    Virtual ou não, é bom saber que ainda existem pessoas que lêem livros. Queria que o brasil fosse assim também.

  • Alexandre
    3968c

    Daqui pra frente esses numeros soh crescerao. Nao podia ser diferente

  • Eu acho melhor ler ‘ao vivo mesmo’. A vista cansa nesses monitoreszinhos de LCD…

    • A tela dos e-readers são diferentes. Não emitem luz (assim como o papel) e dependem da luz externa.

  • Continua sendo muito mais barato ler livros de papel mesmo, pois mesmo apos a leitura, voce pode vende los a sebos e empresta-los a seus amigos, em troca de outros livros. E ainda sai de graça aluga los em bibliotecas. Livro eh para ser lido, nao para ser guardado em estantes.

    • Ramon Melo
      1033c

      Concordo plenamente. O que mais me irrita nos e-books é o fato de você não poder emprestá-los de/a ninguém, a não ser que você entregue seu e-reader. Isso estraga completamente a leitura como um hobby social e atrapalha o debate de ideias. Prefiro continuar com meus livros em papel mesmo.

      Acho muito hipócrita querer poupar papel de alguns livros e ficar comprando gadgets novos todos os anos. Por acaso Kindles, tablets, smartphones e PCs novos são menos poluentes que uma coleção de livros em papel?

  • Caio Furtado
    4524c

    Continuo preferindo o livro físico.

  • Rafael The Mist
    666c

    Sinal de alerta nas editoras “comuns”.

    PS: Parabéns pela notícia. Está melhor escrita que a do Estadão.

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