Apesar de todos os problemas envolvendo a saída de desenvolvedores e a criação de um fork, o Mandriva 2011 finalmente foi liberado para download, trazendo algumas novidades interessantes para quem gosta de usar o Linux principalmente como desktop e já não aguenta mais o roxo do Ubuntu.

Todo feito em KDE
De começo, as más (ou boas, dependendo do leitor) notícias: esqueça GNOME, Xfce e outros gerenciadores de janela: o Mandriva 2011 usará o KDE como padrão, e somente ele. Aliás, mesmo os pacotes para esses gerenciadores não serão mais mantidos pela equipe do Mandriva, mas sim por terceiros. Quer instalar o GNOME? Instale, mas você não terá qualquer tipo de suporte oficial.
Outra mudança é a filosofia “Um objetivo — um programa” : agora a ISO com a instalação padrão traz somente um programa para cada tarefa (um editor de textos, um gravador de dvd, um navegador, etc.), em vez de incluir vários programas com funções parecidas simplesmente para agradar todos os usuários. Obviamente, você pode instalar outros programas a partir dos repositórios ou até mesmo baixando o código-fonte e compilando.
E o que o usuário ganha com isso? Segundo a própria Mandriva, a escolha de um único gerenciador de janelas permitiu que o time de desenvolvedores reunisse todos os esforços para tornar o Mandriva uma das melhores distros baseadas no KDE, com modificações diversas e customizações para aumentar a velocidade e estabilidade do sistema. E, com a política de apenas um programa por tarefa, a Mandriva garante que esses mesmos programas foram testados exaustivamente e estão totalmente otimizados para uso.
E quais são as mudanças que o Mandriva traz no KDE? O que mais chama a atenção é o SimpleWelcome, um lançador que traz diversos atalhos para os programas mais comuns, documentos acessados e pastas do usuário.

Lembra um pouco o Unity, não?
Para conhecer as outras novidades do Mandriva 2011, não deixe de visitar o tour do sistema. O download da ISO pode ser feito na própria página da distribuição.
Com informações: Blog da Mandriva







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Apple-Like, hein?
Não seria Windows-Like, hein?
Uma mistura dos dois.
Na verdade o KDE que é o original, mas enfim…
Esse botão de fechar…
“Microsoft Mac Mandriva 2011″.
Lembra o Unity mesmo, principalmente no SimpleWelcome.
Eu já usei Unity e KDE. Posso garantir. KDE é 1000 vezes melhor que unity.
Unity parece que foi escrito nessas linguagens de programação que comem todos os recursos da máquinas como se fossem ilimitados e tira o programador do controle, como o caso da linguagem python.
KDE não, KDE realmente consome mais RAM em relação ao XFCE e ao LXDE, mas consome pouca em relação ao GNOME 3 e ainda tem muuuuuuuuuitos recursos.
Muito parecido com o Unity, e isso é um elogio.
O KDE tem anos de maturidade, enquanto o Unity nem comemorou seu primeiro aniversário. Se você está insatisfeito com o Unity, Victor, sinta-se à vontade para contribuir com ele.
Ramon Melo, se for assim, eu poderia dizer para uma empresa de publicidade, que ela deveria contribuir com o GIMP e largar o aumento de produtividade que o photoshop recebe em comparação a outras ferramentas de design, pois o GIMP esta a muito menos tempo “no mercado” que o photoshop.
Eu acho que o código ser aberto, é uma grande vantagem, mas não a ponto de tornar o gimp melhor que o photoshop.
Nem falei em GIMP, não force uma condição que não existe para defender um argumento.
Se uma empresa de publicidade precisa ou gostaria de usar o GIMP e não acha que a experiência de uso é satisfatória, então ela deve contribuir para o ecossistema sim. O que não é de bom tom é ela insistir em usar o Photoshop e ficar reclamando do GIMP, que é exatamente a posição que você resolveu adotar em relação ao Unity.
Mandrivão já foi uma distro legal, mas tanta usabilidade engessou o sistema, vide o Mandriva Control Center (MCC), que apesar de ser muito fácil de usar, engessa o sistema todo.
Mandriva é a melhor distribuição em KDE que usei. E parece que a mão dos russos melhorou muito o sistema. Agora até versão 64-bit tem pra download.
Muito bonito, mas parecido de mais com o OS X.
Tinha baixado o Mint para testar o KDE melhor, mas agora eu acho que vou baixar pra testar com esse ai.
Até onde eu sei, o Mandriva é pago. Eu compraria um, mas como ele usa RPM e eu tenho muitos programas que vem no formato *.DEB salvos, fico com preguiça de baixar tudo de novo….. Mas não me importo em pagar. Desde que ele tenha algo que o faça digno do preço e venha com o código fonte, pois eu tenho acesso ao código fonte no Debian, já recompilei o kernel para ganhar desempenho e ganhei muito desempenho com isso. Não quero perder essa vantagem.
Mandriva tinha uma versão paga, a Powerpack, que vinha com mais programas proprietário, programas pago versão trial, disponibilidade de 64-bit e suporte técnico. Mas as versões One e Free sempre foram grátis.
Agora parece que não tem mais a versão paga.
Cá estou eu usando o live USB do Mandrivão. Gostei do visual e não bugou o wifi como o horroroso Ubuntu. Vou instalar ele aqui para ser minha alternativa ao janelas.
…e remover o ubuntu
Que bom que você está gostando… Eu só consigo usar o Ubuntu, não me adapto com outras distribuições e muito menos com o KDE.
Conte suas experiências depois!
@Vinnicius Araújo: o sistema é muito bom e estável, até um dumbuser consegue usar, mas estou pedindo arrego pro mint. Deb é quase um padrão
Agora tudo q tem ícones e janelas é parecido com OSX e Windows… =P tsc tsc
Bah seria minha opção para dual boot mais vendo esse descaso da mozilla com a distribuição axo que nao será essa que colocarei..pô tao ficando tudo igual ao unity q sacoww…desse jeito vo tenq usa brlix ou linux educacional 3.0
Hã?
Mozilla é a desenvolvedora do Firefox, e não da distro Mandriva.
Vou baixar essa versão, achei bem interessante.
Não gostei muito da última vez que utilizei o Mandriva justamente por causa da “bagunça” de programas (na época eu mal conhecia as distros Linux e fiquei bem confuso).
Parece muito interessante vou baixar =)
Porque não colocar os recursos de uma interface gráfica na outra, acho interessante, assim tem-se uma interface híbrida na qual pode-se aproveitar o melhor de cada interface…
Apesar de tudo isso, ainda prefiro ficar com o bom e velho Debian. Adotei a filosofia deles, que me agrada muito…
Eu nunca usei o Mandriva, em se tratando de Linux sempre usei o Ubuntu, mas estava usando bem mais o Windows 7 64 bits, só voltei a usar o Ubuntu agora com o Ubuntu 11.04 64 bits.