Como previsto, o anúncio do Google agendado para hoje foi mesmo relacionado ao Google Music e sua maior integração com o Android. O serviço, lançado pelo Google em agosto desse ano, contava com poucas funcionalidades até agora – era possível enviar as músicas do computador para a nuvem e ouví-la em aparelhos Android ou iOS conectados à internet, mas nada muito além disso. Hoje a empresa anunciou que o Google Music sai da sua fase beta e ganha uma loja oficial de melodias, integrada ao Android Market.

Coldplay: um dos artistas no Google Music
As capturas de tela vazadas no começo da semana foram confirmadas: as músicas vão mesmo custar entre US$ 0,99 e US$ 1,29. Mas outros detalhes foram revelados hoje – elas serão arquivos de mp3 sem DRM, com qualidade de 320 kbps e antes de comprar vai ser possível ouvir 90 segundos da melodia. A loja de músicas vai ser integrada direto numa atualização do aplicativo do Android Market, que já vende livros e aluga filmes em certos mercados.
Essa loja vai contar com 8 milhões de canções já no lançamento, fruto de parcerias do Google com três grandes gravadoras (EMI, Universal e Sony Music) e dezenas de outras menores. A empresa planeja ter até 13 milhões de canções disponíveis ao longo dos meses. Como de costume, o serviço está restrito às fronteiras dos EUA e não há previsão se ela deverá sair do país por enquanto.
Foco nos artistas
Como parte do lançamento do novo Google Músic, certas bandas e músicos das grandes gravadoras vão oferecer conteúdo exclusivo na loja, dentre eles estão os Rolling Stones, Coldplay, Shakira e Pearl Jam. E todo o dia haverá uma música disponibilizada gratuitamente no serviço também.
Além de ter feito um acordo com as grandes gravadoras, o Google conseguiu também gravadoras indies, que tem artistas menos famosos. Para eles, há algo chamado Artists Hubs, que permite que eles criem suas próprias páginas dentro da loja de músicas e venda suas canções diretamente, podendo controlar até o preço pelo qual elas são vendidas.
Google+ integrado aqui também
Durante a compra de uma música na interface web do Android Market, o usuário poderá compartilhá-la direto no seu perfil do Google+. Esse compartilhamento vai dar direito aos amigos desse usuário de ouvirem a música inteira, por streaming, direto de uma interface personalizada do Google+ e sem precisar pagar nada. Mas há limites: não é possível ouvir a música mais de uma vez.
Essa funcionalidade vai ajudar não só na divulgação de artistas pouco conhecidos como também deve servir como maneira de aumentar as vendas daqueles já famosos, pois os fãs desses artistas vão querer compartilhar a compra na rede social se isso já for bem integrado.
As demais funcionalidades já conhecidas, como o upload de músicas para o serviço e a possibilidade de baixar músicas no Android para ouvir no modo offline, continuam. Mas diferente do previsto pelo Google, não haverá uma versão paga do serviço – ele vai ser gratuito para sempre, com o limite de 20 mil músicas.








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E no Brasil?
Tu leu ou só comentou pra aparecer no topo? ¬¬
Show… Agora é só torcer para que chegue aqui logo!
Queria só abrir o debate para a galera especular sobe o serviço no Brasil. Eu não queria uma resposta do autor da matérias, que aliás, está excelente.
Da próxima vez eu faço um desenho para você entender.
Abraços.
sim, é só pra se aparecer mesmo.
tem gente que parece velho rabugento… O cara fez só uma pergunta, e ainda por cima é um questionamento válido
Seres humanos também precisam de um pouco de lazer! hehehe!
O Brasil, só no dia 32/13/2103 às 6:66 minutos vai chega aqui no Brasil!
Prefiro baixar pelo 4shared ou Pirate Bay.
vai chegar aqui tão rápido quanto o Google Books.
No mais o serviço é bem legal e tem diferenciais perante a concorrência.
Poutz, mas em MP3?
MP3 320 apesar de não ser a melhor, é uma ótima qualidade no formato =]
Curiosidade, vejo muitos reclamando, mas que tipo de equipamento é necessário para identificar a diferença entre um MP3 e um FLAC? Ou isso é mais da pessoa que do equipamento?
Eu nunca percebi nada, pois só tenho fone de pobre e acho que ouvido também.
Eu só sei da diferença entre mp3 e m4a que também é um lossy é gritantante (principalmente com a voz da Fergie).
Quer testar? Baixe a mesma música em mp3 e em outro formato superior, se não perceber a diferença mesmo assim, o seu ouvido deve ser muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuito pobre.
Se o cara for esperto, da pra gravar essas musicas no computador e ouvir mais de uma vez, mais isso é ilegal, se vc não for da queles que gosta de se sentir melhor que os outras, da pra ficar ouvindo as musicas gravadas tranquilamente s/ ninguem saber. Ai cabe o bom senso.
Se o cara for esperto, e tiver equipamento, pois hoje, a maioria das placas de som onboard dos computadores (em notebooks pelo menos) não tem mais disponível a captura do som que está sendo reproduzido, justamente por pressão das gravadoras, que alegaram que todos usavam esse recurso SÓ PRA PIRATEAR MÚSICAS.
Se assim for melhor usar o Grooveshark em vez de todo esse trabalho. Mesmo a facilidade de ouvir e baixar músicas (ilegal, no sentido da lei para compartilhamento) na internet ser incrivel, tem pessoas que ainda preferem comprar suas canções e ter conteúdo de “qualidade” e legal.
Ainda dá pra pegar no cache.
Eu não faço download, eu sempre abro essas paradas no Internet explorer, pq e mas facil pega pela cache dele (eu sei o caminho) !!!!!
Defecou na cara do iTunes?(!)
Tá, então, agora todo mundo (que mora nos EUA) pode subir as músicas que tem no PC para a nuvem, e deixar uma cópia lá, de graça, na boa?
Nas músicas que não forem compradas pelo Market, isso vai gerar uma redundância de dados inacreditável no servidor. rs.
Mais um serviço que não tem previsão pra chegar aqui :/
Com relação à redundância, provavelmente farão como o Dropbox: gerar um hash do arquivo e se fizer upload de um hash já existente no banco de dados deles, apenas será armazenado o ponteiro pro recurso.
O hash pode funcionar para alguns tipos de arquivos.
Mas com arquivos de áudio, vindos de diversas fontes (ripado de CD/DVD, comprado pelo iTunes/Zune), com informações diferentes (comentários seus no arquivo de áudio) e com bitrates diferentes, o hash raramente vai ser igual, e vai gerar várias cópias da mesma música de qualquer forma.
Afinal, basta um byte diferente para mudar o resultado da função de hash, e um byte de diferença em um arquivo de áudio (com o mesmo conteúdo) é algo muito fácil de se conseguir.
Por isso que prefiro baixar pelo 4shared ou Pirate Bay…
se for o mesmo sistema utiizado pela apple naum existe redundancia. na verdade voce fica com a licença de usar a musica. é uma unica musica armazenada disponibilizada pra varios….
Oba, sabia que tinha valido a pena baixar aquele software de VPN…
Não vou esperar minha barba crescer para poder usar esse serviço.
Gostei.. até que chegue aqui .-.
8mi? O iTunes tem 250mi. Hahahaha! Esse Google…
Pra começar, está ótimo. Troll.
8 milhões já é bastante coisa. A Nokia Music Store tinha 6 milhões e era difícil não encontrar alguma coisa por lá.
Por que sempre aparece um fanboy da Apple quando se fala em serviços Google/Android???
Ótima notícia. Agora só espero que gravadoras pequenas apareçam por lá, aliás, achei bem vantajoso essa ideia de gravadoras pequenas poderem fazer seu próprio mercado de músicas dentro do serviço, apesar que o Google com certeza vai abocanhar uma fatia da venda.
Aguardo ansioso pelo serviço por aqui, assim como a chegada de selos/gravadoras underground’s.
30%…. Não é?
Também gostei dessa ideia de gravadoras menores e artistas independentes…
Alguém sabe se isso é inovação do Google ou alguém já fez antes? (não me venham com MySpace!)
Tanta coisa pra fazer… Vai pra um mercado que ja existe ‘-’
sem DRM?? o loco…
ai sim