
AIDA: ele quer ser seu amigo
Não é novidade que o trânsito das grandes cidades não é exatamente o lugar mais relaxante do mundo, e para prevenir os motoristas de ficarem (ainda) mais estressados pesquisadores do MIT, junto da fabricante de automóveis Audi, desenvolveram o robozinho AIDA, uma espécie de mistura miguxa do Kitt (do seriado oitentista Supermáquina) com um GPS.
Preso no painel do carro, o bicho tem um “rosto” formado por leds e sensores capazes de analisar o humor do condutor, interagindo “de maneira informativa e socialmente aceitável”, seja lá o que isso deva significar.
De acordo com o MIT, o AIDA – sigla para Affective Intelligent Driving Agent – se “comunica em tempo real com o condutor com um sorriso ou piscar de olhos, e com o tempo o sistema estabelece uma relação simbiótica com seu dono e desenvolvem laços emocionais”.
Além disso, esse HAL 9000 portátil também é capaz de aprender os hábitos e trajetos mais usados pelo motorista e cruzar esses dados com informações a respeito do clima e tráfego em tempo real, “oferecendo orientações mais precisas”.
Claro, o projeto ainda é um estudo e não tem data para chegar ao mercado.
Para ver o AIDA em ação, confira o vídeo abaixo:





Na verdade, os carros atuais já tem condições de informar o “dono” sobre uma infinidade de dados. Computadores de bordo de caminhões europeus reconhecem as faixas da pista e os veículos em volta, advertindo o motorista quando ele está saindo da estrada e até freando quando ele se aproxima demais do veículo da frente.
O que falta apenas é uma interface mais humana entre o carro e o motorista. Que também leia o GPS, sugira trajetos, atenda o celular e leia as últimas notícias, mails, twitter e o que mais estiver disponível enquanto se dirige
Isso muito me distrairia no trânsito e possivelmente me deixaria mais nervoso o que levaria ao meu punho a dar um jab nessa coisinha “meiga”.
LOL
Queria ver em São Paulo, essa coisa iria cometer “suicidio”, fritar-se tentando entender as ruas, trânsito, etc.
Acho que em Sampa e em outras megalópoles, esse sistema ficaria ainda mais”inteligente”, justamente devido á complexidade do ambiente.