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Início » Software e Apps » Acertos e erros no design do Windows 8

Nota do editor: O Windows 8 Consumer Preview está aí para quem quiser ver, testar, usar. Várias coisas mudaram. Para entender melhor o trabalho da MS na parte visual do sistema convidamos alguém que manja tudo do assunto, o notável Marcel Müller. Você tem que ler esse artigo. (Thássius Veloso)

Poucos lugares no mundo são tão imersivos quanto os parques da Disney. Quem passa por lá afirma que realmente se sente em outro país, outro mundo. As atrações são tão bem feitas, cada detalhe de decoração é calculado; as falas, movimentos e expressões dos funcionários do parque são igualmente treinados para que você se sinta parte da experiência.

Porém, por mais que se dediquem a criar uma imersão completa, há certas coisas que denunciam a artificialidade dos brinquedos e dos castelos que não são exatamente mágicos, como achar um extintor – desses vermelhos, de segurança – dentro de um saloon do velho oeste, ou passar por trás de um castelo e ver que sua frente é uma mera fachada e que atrás existem estruturas feias.

Salvas as devidas proporções, essa analogia, para mim, se encaixa perfeitamente ao Windows 8. A versão Consumer Preview do mais recente sistema operacional da Microsoft traz como grande atrativo sua nova interface, a Metro. Sua promessa é ser o Windows “reimaginado” — palavra da própria empresa. E, de fato, deu certo: ninguém esperava uma proposta tão audaciosa vinda da MS, vista como uma empresa mais conservadora e chata em termos de design.

Windows 8 Consumer Preview

A interface inovadora — das telas pequenas às grandes — agradou um enorme público, desde usuários que não ligam para a estética até os mais aficionados por detalhes. Particularmente, fiquei muito empolgado também. Mas a empolgação foi embora tão rápido quanto veio quando pude testar efetivamente o Consumer Preview. Foi ali que eu vi os extintores por trás da belíssima atração chamada Metro, parte de um plano da Microsoft que vai muito além do desktop.

Real vs. digital

Boa parte do sucesso da Metro vem de seu caráter leve para os olhos. Esta foi uma sacada muito inteligente da Microsoft. As interfaces do nosso mundinho tecnológico estão repletas de telas, janelas e elementos com toques de realidade. Grande concorrente da Microsoft, a Apple abraçou o skeuomorphism, que é a prática de adicionar elementos realistas (não confundir com hiper-realistas) em suas interfaces a fim de fazer com que o usuário se sinta mais confortável ao interagir com determinado aplicativo, uma vez que aqueles elementos lembram objetos do cotidiano, que em teoria ele já sabe manusear.

Sem entrar no mérito da eficiência dessa técnica, o que importa é que a Microsoft entendeu que o realismo não precisa ser o futuro das interfaces, e decidiu tomar o caminho extremamente oposto das tendências ditadas pela maçã de Cupertino, adotando um visual completamente digital com toques minimalistas, investindo em uma bela e clara tipografia combinada com cores chapadas, sem degradês ou efeitos vítreos. E longe, muito longe das texturas.

Feito para o toque, mas não só para ele

O Windows 8 foi criado para rodar em tablets, PCs com touchscreen e PCs normais, como o que usei para fazer o teste — um MacBook Pro de 15″ com o Windows instalado via Boot Camp. Ao olhar a nova interface e após utiliza-la pelos primeiros minutos, fica muito claro que tudo aquilo foi projetado para o toque. A Metro se utiliza muito da rolagem horizontal: o grid não se estende verticalmente, apenas para os lados. Dessa forma, o conteúdo fica “cortado” pelo canto direito da tela, convidando o usuário a naturalmente desbravar aquele lado. Foi assim comigo: meu cérebro automaticamente associou aquilo a um swipe para a esquerda.

Windows 8 CP: linguagem touch

Para navegar pelas belas telas é possível utilizar o mouse, os dedos ou o trackpad de um laptop (as duas últimas opções são mais naturais). A tela inicial é acessível pelo botão Windows do seu teclado (ou o Command, para quem está rodando no hardware da Apple), o que na minha opinião é muito prático para o usuário.

Outra característica é o uso dos cantos da tela. Sistemas como o Mac OS e o Ubuntu já utilizavam atalhos e menus acessíveis pelos quatro cantos extremos do monitor, e agora o Windows também adotou esta prática de maneira bastante intensa. Para acessar o menu Iniciar, é necessário posicionar o cursor no canto inferior esquerdo. O canto superior direito mostra um menu que contém funções básicas e essenciais em todos os apps, sendo elas: Buscar, Compartilhar, Menu Iniciar, Dispositivos e Configurações. Essas funções receberam o nome de Charms e são onipresentes na interface Metro: estão sempre lá, para todos os aplicativos, e seu conteúdo se molda de acordo com o aplicativo que se usa.

Charms sobre o desktop clássico

Esta foi outra decisão inteligente. Centralizar e padronizar funções frequentemente acessadas facilita muito para o usuário. A curva de aprendizado se torna muito menor e mais rápida, afinal sempre se terá em mente que para compartilhar algo ou arrumar as configurações, não será necessário ficar fuçando menus atrás de menus.

Utilizando a charm de busca dentro do app do Vimeo

Enquanto os Charms se encarregam das configurações e funções mais básicas, um clique com o botão direito do mouse abre menus mais específicos de cada aplicativo, apresentando opções mais específicas daquele programa. No Evernote, por exemplo, temos a opção de criar uma nova anotação, sincronizar ou fazer sair do serviço. Já no Weather, podemos consultar a previsão do tempo em outros lugares, voltar para a tela inicial ou escrever um feedback para o Ballmer. Isso é incrivelmente simples e muito objetivo.

Mais um ponto positivo do Windows 8 é o menu no qual se alternam os aplicativos (o famoso Alt + Tab). Oficialmente, agora seria Windows + Tab, mostrando uma pequena faixa lateral com todos os apps que estão em execução, de uma maneira bem simples e elegante. O Alt + Tab morreu, então? Não. E é aí que temos mais uma amostra de indecisão da Microsoft. Ele permanece exatamente o mesmo. A diferença é que é mostrado da maneira clássica. Por quê? Ninguém sabe. Talvez para manter a mesma temática do Windows 7 e aquela disposição diferente de janelas no Aero, ao apertar Windows Tab também.

O novo Alt Tab

O que eu não sei também — ou ao menos não sabia — era como fechar um aplicativo Metro. No Windows 8 os aplicativos são automaticamente encerrados se o sistema detecta que você não está os utilizando. Mas e se eu quiser fechar mesmo assim? Tipo, agora? Não vi nenhum botão “X”. Após um dia de uso, descobri que para fecha-los basta clicar no topo da tela e arrasta-lo para a extremidade inferior da mesma. Puf. Fechado. Interessante notar que a Microsoft trouxe para o desktop a mesma convenção utilizada nos aparelhos móveis atuais: os aplicativos não são fechados de verdade.

Microsoft <3 Design

Os ícones variados — dá pra contar nos dedos das mãos do Mickey os desenvolvedores e designers que respeitam as diretrizes de criação de ícones para o Windows — com setinhas e o tradicional papel de parede de motanhas verdes, ou do peixinho azul, agora se transformaram em um belo grid composto de quadrados dinâmicos: são os próprios aplicativos, que agora mostram algumas informações sem precisar abrí-los. Nada de brilho, nada de gloss, nada de sombras ou degradês.

Que salto! Não sou um Microsoft hater, mas confesso que até o Windows 7 eu achava que a Microsoft não ligava muito para o design. E talvez seja até verdade. Você provavelmente já ouviu falar, ou percebeu antes, que os ícones do Windows 7 são todos voltados para a esquerda, certo?

Até o XP todos eles eram voltados para a direita, já que por padrão o usuário senta de frente para a tela, olhando diretamente para seu centro, e portanto se os ícones estiverem voltados para a direita, eles estarão na direção de quem está usando o computador. Isso desperta uma sensação de que está tudo organizado de maneira natural, a mesma que temos quando arrumamos um quadro torto ou organizamos nossa pilha de livros. O contrário também é verdadeiro.

O mais curioso é que o coordenador desse projeto, Gedeon Maheux do estúdio Iconfactory, revelou que sua equipe inicialmente desenhou os ícones da maneira “correta”, ou seja, olhando para a direita. A decisão de vira-los foi da Microsoft.

Mas no Metro não: nada de direita ou esquerda. Agora os ícones dos aplicativos são pictogramas brancos sobre cores vibrantes como azul, vermelho ou verde. Seguindo sua essência de tomar o caminho contrário, o Windows 8 se utiliza da ausência de detalhes dos ícones para fazê-los mais legíveis, não importa o tamanho, e criar uma consistência visual muito maior, já que não existe perspectiva ou palheta de cores definidas pela Microsoft. Isso faz com que todos esses aplicativos já existissem no sistema. Este, aliás, é nosso próximo ponto.

A casa de máquinas por trás do Metro

Vai tudo muito bem quando estamos usando o Metro. As respostas são rápidas, os movimentos são fluidos e o sistema é muito agradável aos olhos. Mas como todos sabem, a Microsoft não quis descartar o legado que vem sendo construído desde o Windows 95 e manteve seu desktop e interface clássicas por trás da nova interface inovadora. Quis ficar com um pé em cada canoa, basicamente. Aí que começam a surgir os problemas.

Na primeira vez que acessamos o desktop clássico, nossa imersão, criada cuidadosamente desde o momento em que instalamos o Windows 8, passando pelo processo de criação de novo usuário, configuração da rede e tela inicial, é completamente destruída. A escolha da Microsoft ao remover o clássico e ancião botão Iniciar mostra um certo paradoxo: se uma das razões do desktop clássico estar lá era para manter uma certa familiaridade, então por que remover o botão que serve como referência para praticamente todo usuário de Windows?

Ao tentar inovar em seus dois mundos – Metro e clássico – o Windows 8 peca ao desmontar uma experiência que já havia sido consolidada, que é a do Windows 7. Não estou defendendo que a Microsoft deveria se segurar ao que já tem; pelo contrário. Refiro-me somente a uma aparente insegurança por parte do time responsável, uma vez que ficamos num vai-não-vai: “Ok, usuários, para aqueles que não gostarem da Metro, temos o desktop clássico. Mas espera, a gente tirou o botão iniciar, e tem umas coisinhas…”

O desagradável é que, depois de se habituar à Metro, você quer continuar naquele ambiente. Ambos são muito diferentes um do outro, e ao tentar aproximar as janelas do modo clássico ao novo design, o resultado acaba sendo janelas mais quadradas, mais compactas e menos polidas do que as do seu antecessor. Está tudo lá: ribbon, menus, opções… Mas a sensação é de que não deveriam estar ali, ou não deveriam ser daquele jeito. O contrário também é verdadeiro: elementos do sistema clássico foram injetados na Metro, e claramente passam a sensação de que não deveriam estar ali.

Outro ponto negativo da experiência é que o usuário depende das duas interfaces para executar certas tarefas. Não dá pra viver só de Metro, nem só de desktop clássico. Para mudar a resolução da minha tela, por exemplo, achei que iria encontrar esta opção dentro do menu Settings da tela inicial. Engano meu. Precisei recorrer ao método tradicional.

Essas idas e vindas entre as duas interfaces ressaltam elementos bastante contrastantes, e fica parecendo que falta alguma coisa em cada uma delas. Fica a sensação de que a Metro não está completa (ok, literalmente não está) e também a de que o enfiaram o Windows 7 no espaço que sobrou na mala, mas pra isso foi preciso remover algumas coisas dele.

Lado a lado

Uma função curiosa — embora muito útil! — e que mostra esse contraste é a de permitir que o usuário coloque um aplicativo Metro ao lado de um clássico. Isso também é muito útil e produtivo, mas visualmente é como colocar óleo e água em um copo. Os aplicativos não conversam e fica uma coisa meio monstro de Frankenstein.

Como agradar a todos?

Um dos maiores argumentos sobre a preservação do ambiente clássico do Windows é sobre os usuários corporativos. E eu concordo. Mas a solução não é impossível. A Microsoft não pode ficar estagnada e presa a isso. Ela conta com tecnologia, capital e profissionais talentosos o suficiente para criar soluções incríveis como as prévias do Office 15.

Aliás, alguns desenvolvedores já pensaram mais adiante e criaram aplicativos com a linguagem visual da Metro para serem rodados dentro do desktop classico, como o MetroTwit, um belíssimo cliente de Twitter que passaria muito bem como sendo feito pela própria Microsoft. E de fato, não é necessário migrar tudo para dentro do Metro. O que quero dizer é que é possível, sim, criar um ambiente muito mais consistente, onde tudo pareça ser parte de um só ecossistema.

MetroTwit: novos ares dentro do desktop clássico

Um grande exemplo disso são os mockups feitos por um usuário estrangeiro apelidado de Sputnik8, publicados no site The Verge. Nele, aplicativos comuns são utilizados em um desktop clássico, porém visualmente renovado e compatível com a Metro. Essas imagens traduzem exatamente o que penso ser o futuro ideal do Windows.

Entendo que o Windows é usado para milhares de fins, por centenas de milhares de pessoas diferentes, mas isso não é desculpa para não andar pra frente. O Office 15, como disse ali em cima, foi muito surpreendente (positivamente falando) e isso me dá esperanças de que esta primeira versão do Windows 8 é apenas o primeiro passo desse caminho que nos levará a um ótimo e belo sistema: a Microsoft merece, e nós também.

Marcel Müller | Visual designer no estúdio Yellowicon e designer de plantão do Tecnoblog; tenta esconder os extintores o máximo possível. Está no Twitter e no Facebook também.

Aviso | As opiniões do autor do texto não refletem necessariamente as do Tecnoblog.

TB Respostas
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70 Comentários (Deixe o seu!)

  • Fabio

    Gostei muito do Windows 8. Para quem já for usuário da Xbox Live e outros serviços da Microsoft, será um deleite, e valerá a pena migrar.

    • Vinícius
      1436c

      Acho que vale a pena migrar pois ficou muito bom!!
      Mas a impressão que eu tive foi de que o sistema não “conversa”

      Seria mais agradável o uso, se seguissem o estilo visual do metro twitt ou do próprio Zune Software!

      • Vinícius
        1436c

        ops, não era aqui :s

  • luizalbertotj
    403c

    Quer dizer que se a Microsoft colocasse um tema mais Metro no Desktop clássico ficava tudo bem??

    • Gaba
      1848c

      Estamos falando de visual, então, teoricamente sim!

    • Vinícius
      1436c

      Acho que vale a pena migrar pois ficou muito bom!!
      Mas a impressão que eu tive foi de que o sistema não “conversa”

      Seria mais agradável o uso, se seguissem o estilo visual do metro twitt ou do próprio Zune Software!

    • Hehe, essa lógica é bastante simplista. Não é bem assim. O que eu tentei dizer no artigo foi que, analisando apenas a interface, adotar um visual Metro em *todo* o sistema seria a melhor decisão quando se pensa em criar uma experiência consistente, entende?

      Isso consiste em reimaginar não apenas um menu ou a tela inicial, mas toda a interação com o sistema. Sumir com a Ribbon, por exemplo. Tudo isso leva tempo e não é só clicar no botão “Instalar tema Metro”. São muitas decisões a serem tomadas.

      Acredito que esse é o futuro do Windows, sim.

  • Diego

    Texto perfeito, exatamente o que achei quando usei o Consumer Preview (e o Developer tbm). Acho que o Windows 8 tem uma proposta legal, e a interface Metro é bacana, mas ainda não acertaram a mão, espero que a versão final tenha as duas interfaces mais integradas e ofereça uma boa experiência para tablets e desktops.

  • Claudio H.
    506c

    Concordo com tudo dito acima, a interface desktop pode não ser a mais bonita, mas é a mais funcional. Já o visual metro é muito estiloso e original. Mas certas coisas simplismente não se encaixam nele, e deveriam continuar a morar na parte “Windows 7″ do sistema.

    Mas temos que nos lembrar também que esta é ainda uma preview de um sistema que ainda vai levar alguns meses para ser lançado. Ou seja, muita coisa ainda vai mudar.

  • Ó só… Parabéns pelo artigo!! Muito bem escrito. Acredito que todos os usuários que lançaram um olhar mais crítico sobre o OS da Microsoft teve as mesmas sensações.
    Você conseguiu sintetizar bem todas dúvidas e impressões de quem experimentou o sistema até agora.

  • Arthur Amorim
    326c

    Eu gostei do Windows 8, mas me senti meio ‘perdido’ tambem. Acho que iriei continuar com o Windows 7, mas ter um tablet com Windows 8. Quando sair um windows estilo aquele mockup eu migro. Ou então um tema.

    • Arthur Amorim
      326c

      Tive tambem alguns problemas na hora de abrir certos apps bem simples, como calendario, email, etc. Não sei se deu algum erro na instalação ou se meu notebook ta morrendo mesmo. Mas acho que é a primeira opção, por que ainda consigo rodar jogos pesados nele sem problemas.

  • Gabriel
    827c

    Posso ser chamado de retrógado, mas acho um erro juntar as interfaces de toque com mouse. É importante agregar recursos interessantes da interface a toque para o desktop e vice-versa, mas acho que é prejudicial para ambos os lados juntar tudo em um SO por enquanto.

    A Apple está executando o processo de forma mais correta, acho que apenas alguns excessos foram cometidos como utilizar os aplicativos “realistas” do iOS e o launchpad. O recuso de tela cheia é maravilhoso, os gestos do trackpad adicionam novas funcionalidades úteis e a rolagem natural é uma idéia interessante.

    A Microsoft tem que lidar com um mercado bem mais resistente a mudanças e suportar uma gama de aparelhos quase infinita e, por isso, acho que deveria ir com mais calma nessa transição. A interface Metro é original e bonita, a Microsoft tem um trunfo para telas touch, mas calma com ela.

    • Evitei falar muito da Apple no artigo porque o foco era analisar o Windows 8, mas é bem por aí. A Apple, que tem uma base de usuários menor do que a do Windows, está comendo pelas beiradas ao integrar seus sistemas operacionais móveis e de desktop. O Launchpad sempre foi uma ferramenta secundária (lembro do Mobilon dizendo no podcast que nem usava), mas está lá. Cria o famoso “awareness”.

      Eu apreciei a ousadia da Microsoft ao chegar dando voadora na porta (:P), mas infelizmente em alguns pontos ela se embananou. Simplesmente colocar o desktop velho lá não vai solucionar o problema com os usuários mais leigos ou enraizados, porque o Win8 foi construído de modo que esses dois ambientes sejam dependentes um do outro.

      • Daniel

        Apple fez poucas mudanças no sistema se formos comparar com a Microsoft, analizem o Tiger, o Snow leopard o Lion e agora o Mountain Lion, no visual do sistema mudou pouca coisa, para eu que sou developer o sistema está fantástico mais para o usuário padrão não se nota muita diferença do sistema. Apple vai inovar quando aparecer o IOS X. Launchpad é inútil enquanto não temos uma tela touch.

  • Só digo uma coisa e muitos podem até discordar, mas: se o Windows 8 continuar com isso da interface metro não ‘conversar’ com a interface tradicional e elas duas não chegarem em um padrão como mostrado na imagem do Sputnik8 na versão final, Windows 8 será o novo Windows Vista. A maioria vai preferir ficar com o 7 até lançarem um melhor, assim como ficaram com o XP na época do Vista.

  • Marcoscs
    874c

    Belíssimo texto.
    Técnico sem ser chato.
    Polido sem ser monótono.
    Embasado e simples ao mesmo tempo.
    Ô Mobilon, não tem vaga pro Marcel no staff do TB não????

    • Concordo plenamente com você, Marcos, sobre o texto. Além do mais, achei o sistema bem “jovem”, diferenciando-se daquele velho desktop azul. Acho que a MS tem um caminho a percorrer, mas vem caprichando no design limpo e inteligente, com suas escorregadas em não se decidir se fica ou vai, e na experiência do usuário.

      • Patrik
        347c

        “achei o sistema bem “jovem”, diferenciando-se daquele velho desktop azul”
        Eu discordo do “jovem” e “velho”. Qual o problema do desktop usado até o Windows7?
        As pessoas querem mudança, nem que seja para pior. Se a mudança for para melhor eu apoio, do contrário prefiro o que já existe.
        A interface Metro provou ser melhor para tablets e smartphones, mas para PC ainda não convenceu. Com o tempo pode até substituir o visual desktop padrão do windows, mas ainda falta muita coisa.

        • Leandro de souza

          Pra mim a interface Metro é otima , é uma coisa diferente , tipow so o windows tem , como o ubuntu tem o unity e o mac tem o ios..

  • Marcos Oliveira
    205c

    Bela trollada na tela do EverNote!!!
    Comprar sorvetes. E sanduíches de sorvete

  • Olá pessoal, alguém sabe o que está acontecendo? Os aplicativos só abrem no primeiro boot. Depois de um tempo de uso, nenhum aplicativo metro funciona mais. Alguém tem esse mesmo problema?

    • Leandro Hartmann

      o mesmo problema eu to tendo, alguém sabe responder?

  • MS, contrata o Sputnik8? Tipo, hoje? Grato.

  • Guilherme

    Concordo plenamente com você, a Microsoft se complicou na indecisão entre apenas modificar o Menu Iniciar ou criar uma interface completamente nova.
    De duas, uma: o Metro UI se limita apenas a um Menu Iniciar diferente (para quando você clicar em qualquer programa, ele abrir obrigatoriamente no Desktop clássico), ou então acaba-se com o Desktop clássico e tenta-se criar uma experiência compatível com o visual do Metro UI (abrindo todos os programas no modo tela cheia, como ocorre com o Internet Explorer, ou então fazendo um Desktop com o novo estilo, como foi feito pelo Sputnik8).
    Já que a Microsoft quer evoluir mas sem abandonar a experiência já concretizada mundialmente, uma opção muito boa seria o usuário poder escolher, na primeira vez que iniciar o sistema, se quer trabalhar com o Desktop clássico ou aboli-lo em prol de um novo jeito de se usar o Windows.
    Mas eu acredito que a Microsoft deve ter soltado essa versão contraditória justamente com a intenção de perceber qual é a tendência da maioria, se é continuar com o jeito Windows 7 de se usar o PC ou evoluir pro Metro UI, e dessa forma dirigir o projeto da versão final para o lado mais aceito, e logo mais lucrativo. Não acho que eles iriam repetir os mesmos erros depois do fracasso do Vista, e principalmente agora com o avanço desenfreado do Mac OS.

  • Cara, você falou tudo! Sensacional!
    Eu uso o Windows 8 como OS oficial e único e já o amo.
    Os contrastes apontados com o Win7 realmente são desastrosos.

    Também imaginei que uma cultura não se muda de um dia para outro, portanto entendo também que nas próximas versões do Windows a tendência é migrar toda a interface para a nova.

    Parabéns pelo artigo.

    @IgoR_LimaP

  • @mos_axz
    1061c

    Eu testei o Windows 8 e fiz um texto(que comparado a um texto tão bem escrito quanto esse tenho até vergonha de colocar o link aqui, mas lá vai: http://fatsmemories.wordpress.com/2012/03/09/windows-8-primeiras-impressoes-revolucao-ou-porcaria/ )
    E minha opinião quanto a interface metro é que ela é muito estranha e não parecer ser muito usável no dia-a-dia. Eu não pretendo trocar de OS por enquanto, só usarei o 8 mesmo quando comprar um pc/note que venha com ele.

  • Ainda não tive a oportunidade de testar o Windows 8. Estarei efetuando o download ainda essa semana pra ver se vale a pena deixar o Windows Seven, quando a versão oficial do Windows 8 sair. Eu li em outros sites comentários bons e ruins também. É sempre bom ler os comentários de usuários que já testaram e continuam testando o novo Windows.

  • Denis
    831c

    Acho que a ideai da Microsoft é acabar com o Desktop de pouco em pouco, para isso ele precisa que os desenvolvedores criem vários aplicativos em metro para suprir os aplicativos que não são metro. Precisa acostumar o usuário a usar e ver o metro, assim ela pode colocar o Metro nas configurações e no Explorer que você já vai saber como usa-lo.

  • Alessandro

    Tenho o Win 8 instalado numa máquina aqui e gostaria muito que o win 8 fosse TODO em Metro seria mais interessante, desafiador e largaria de vez o passado. O Cara pluga um pendrive no PC e ele vai direto para o Desktop classico sendo que seria interessante a MS já ter bolado um Win Explorer Metro onde vc gerencia todo o sistema no novo desenho. Mais como não mando nada :) só posso observar.

  • Vô falar: odiei proposta da microsoft, claro que para dispositivos de toque é uma maravilha, mas e pra uso em um pc normal? cadê o iniciar.. espero que a microsoft pense bastante antes de lançar oficialmente o produto..

  • Rubens

    Vou na contra-mão: acho que essa interface Metro nao tem nada a ver com um micro desktop. E mais: é feia pra diabo (ate o novo “logo” do Windows é, disparado, o mais feio que ja foi criado, ever!), alem de confusa (fica procurando algo que voce quer em meio a um monte de ladrilhos coloridos?… Seriously?). Idem a ideia de fechar aplicativos sem eu mandar e, pior ainda, não “fechar de verdade” os aplicativos.

    Enfim, nao tem absolutamente nada nesse Windows 8 que eu tenha realmente gostado. Ou colocam a interface classica totalmente ativavel (incluindo o botao START de volta), ou nada feito: permaneço no Windows 7.

  • Turdin
    3324c

    É aquela coisa, Windows 8 ficou ótimo, para um tablet!

    Para desk não consegui ver como usar ainda, não achei que ficou bom o suficiente =/

  • Jacques Braga Szmelcynger Júnior
    79c

    Do meu ponto de vista como usuário.

    Pontos fortes:
    - Sistema de notificações integrada.
    - Desempenho.
    - Algumas funções novas como remoção da conformação do delete.
    - Gerenciador de tarefas mais completo.

    Pontos fracos:
    - Remoção do iniciar pro painel metro, navegação com mouse é horrível, principalmente se tiver muitos ícones, fora o pequeno atraso se comparado com o menu iniciar.
    - Sistema de busca em categorias, ficou simplesmente horrível e ineficiente, o que era simplesmente prático e rápido e tudo unificado virou algo dividido em várias categorias.
    - Suporte a vários monitores, já pensou como deve ser lindo usar três deles com esse metro?
    - Programas metro consomem recursos (leia-se memória) demais mesmo inativos, fora que não existe opção de fechá-los da maneira clássica, só matando o processo no gerenciador.
    - Comandos no canto da tela, apesar deu ter testado apenas em uma VM, seu comportamento é bem estranho.
    - Sistema de login do windows vinculado a conta da microsoft. (Se eu tiver sem internet eu simplesmente não logo na maquina? Se eu tiver uma conta normal fico sem poder usar muitos recursos novos).
    - Sistema multitarefa na interface metro. (Simplesmente mais limitado que do iOS)

    Enfim, é como dizem, pra um tablet vai funcionar legal, mas para um desktop de produção não e, se não mantiverem opção de desktop classico com menu iniciar aposto que esse windows será mais fiasco que o vista, o metro é bonito, mas não é bom e um software que não é bom não é produtivo. Fora que o o metro vai totalmente contra a ideia do próprio nome do software: “janelas”, já que o metro só permite no máximo 2 programas ao mesmo tempo (e um deles apenas no canto).

    • Kadu
      1896c

      É possível fazer login no Windows sem acesso a internet. Provavelmente o que deve acontecer é que ele não vai sincronizar nada com a nuvem nem logar nos aplicativos que precisam de internet (Messaging, por exemplo)

  • PR

    Eu instalei e testei um pouco, e não gostei muito não! ainda mais por terem dificuldado um pouco o uso do sistema para quem está acostumado com o iniciar, como eu! o tempo que a pessoa vai gastar tentando achar as coisas dentro do sistema, vai ser bem maior do que as outras versoes. que podiam ser feitas com alguns cliques só! eu basicamente sou um usuario Windows e Linux.
    Uso Linux no meu NETBOOK, e Windows no meu DESKTOP. outra coisa que eu gostei foi o tempo de boot do sistema, que em poucos minutos ele já inicia. o que é bom! o ubuntu já faz isso tambem muito bem! mas eu acho que pra ter uma coisa mais atualizada, vale a pena migrar! do que ficar com um sistema que em pouco tempo vai abandonar o suporte !

    • Rennan Alves
      425c

      Bem, pouco tempo de suporte para qual Windows? (O Vista é até 2017 e o Seven até 2020).

      A princípio, senti a mesma resistência que você, uma total quebra de paradigma (tal qual foram com o Unity e o Gnome 3) na interface, mas como eu (ainda) não sou um velho chato, dei uma chance a minha mente e me deixei reaprender a usar o Windows.

      Vou ser sincero, a experiência foi muito boa. Muitos dizem que ele não é usável em ambientes desktop, ledo engano. A Metro UI é muito produtiva, todos os comandos são “jogados” na minha frente, não deixando dúvidas do que eu poderia fazer, deixei inclusive de utilizar teclas de atalho, completamente orientado pelo mouse.

      E para aqueles que acham a Metro feia e pouco intuitiva, não queiram ver como ficou o Visual Studio 11, Windows Server 8 e SQL Server 2012. Os desenvolvedores e administradores vão pirar.

      • Prefiro uma interface mais classica.
        por isso estou criando uma alternativa ao unity do linux ubuntu.
        https://sites.google.com/site/andersondulustoza/singularity

  • Luandersonn
    1362c

    Eu concordo com cada ponto.
    E o IE10 do Win8 finalmente está mostrando a favicon do tecnoblog

  • Marcos
    327c

    Brilhante! Foi exatamente o que eu senti ao testá-lo aqui também. Com dois sistemas operacionais o usuário comum não sabe se vai, ou se fica.

  • Qualquer uma que ouse falar sobre a evolução do Windows sem conhecer o ambiente corporativo está fadado a falar bobagem.

    Quando se trabalha em uma empresa como eu que tem mais de 120.000 estações rodando Windows (90% XP) com milhares de de aplicativos legados você sabe exatamente que a M$ não tem como deixar estes usuários sem uma solução.

    Falar em reescrever sistemas por causa de uma nova interface é uma sandice sem tamanho.

    Usuários domésticos de de pequenas empresas com 10, 20 ou 100 estações não tem ideia do que realmente move e paga as contas da M$.

    • Adler, eu sei que não é tão simples assim, mas essas mudanças são inevitáveis. Conheço profissionais que trabalham em empresas tão grandes quanto a sua e que já dispensaram o XP há um bom tempo.

      O uso corporativo é sempre o argumento mais utilizado para “segurar” o progresso do Windows, e eu entendo que há lugares que dependem de versões mais antigas do sistema, como o XP. Mas isso não pode – e nem deve – impedir que o sistema seja sim repensado e reescrito olhando pra frente.

      A própria Microsoft está se desprendendo dessas amarras: veja os paradigmas que ela quebrou com o Windows 8. Eles mudaram *completamente* a experiência, e não é o Windows alternativo ou coisa assim, esse É o Windows 8. O primeiro passo já foi dado, agora é só questão de tempo.

      De qualquer maneira, esse discurso está aí desde o Vista, continuou pro 7, e não vai ser diferente com o Windows 8. ;p

      • Marcel, você realmente não entende, não é um argumento é uma realidade. Veja que temos várias empresas usando IE6 até hoje, inclusive a minha, e o motivo é simples, existem várias aplicações que simplesmente não funcionam com as versões mais atuais, mesmo com os modos de compatibilidade. Empresas trabalham com projetos baseados em retorno de investimento, então qual a justificativa para mudar uma aplicação quando o motivo da mudança é apenas uma atualização visual? Muito difícil justificar um investimento… As empresas vão evoluir para o Windows 7 apenas porque o XP vai deixar de ter suporte em 2014. Para a enorme maioria das empresas o XP é mais que suficiente para as atividades que realmente importam.

        Com o número de usuários e empresas que a M$ tem não existe a possibilidade de adotar uma atitude como a Apple que pode mudar de processadores, sistemas sem manter total compatibilidade com os sistemas legados. Isso abriria uma enorme janela de oportunidade para os concorrentes (Linux, Mac OS, etc.).

        Por isso é possível até hoje executar programas criados para o MS-DOS no Windows 8. Isso nunca vai mudar, sempre haverá suporte para aplicativos legados. Ele podem mudar a interface do jeito que quiserem, andar para frente como você diz, mas sempre haverá uma forma de suporte aos legados.

        • Hehe, sim, eu sei que é uma realidade, e eu concordo com alguns dos seus pontos.

          Mas ninguém está esperando que todos os grupos de usuários migrem pro Win 8, certo? Da mesma maneira que não houve uma migração instantânea do Win 98 pro Win XP, do XP pro Vista, do Vista pro 7… São processos que levam tempo em muitas empresas grandes, como você mesmo apontou.

          O que eu quero dizer é que a Microsoft não pode ficar estacionada pensando somente no uso corporativo do seu sistema, como ficou até agora. Isso não é um achismo meu: a própria empresa se deu conta disso, a Metro UI e todas suas ramificações (tablet, smartphone, desktop) é prova disso.

          Tenho certeza de que muitas empresas ficarão com versões antigas do Windows até surgir uma solução boa quanto ao 8, é o processo natural. Usando a analogia do Jobs: algumas pessoas precisam de caminhões, outras de carros. Ninguém vai parar de fabricar caminhões básicos e robustos só porque há carros elétricos e automáticos. Mas quem usa carros merece ter a opção de um modelo mais moderno e com novas funções.

          Na época do XP – e arrisco dizer até do 7 – não havia, ou ao menos não com tanta força, não tão disseminado, esse conceito de integrar sistemas operacionais, e de proporcionar uma experiência de usuário mais integrada e inteligente. Tanto é que, por mais que existam várias versões do Windows, a mesma versão “Ultimate Pro” que eu posso usar aqui em casa é exatamente a mesma que vai rodar, sei lá, numa empresa gigantesca. Mas os ambientes de uso mudaram, não dá mais pra padronizar e usar só uma medida para todos os usuários. A prova disso é a sensação esquisita de se ter um desktop clássico e a Metro no Windows 8.

          Enfim, tenho certeza que a MS vai pensar em uma solução para seus usuários corporativos. Alguns sugerem uma versão 100% enterprise, onde o visual e sistema clássico são mantidos, apenas com algumas melhorias, e outra “para todo o resto”, com o Metro que conhecemos somada a um visual como os do mockup do Sputnik. Vejamos qual será a solução deles… :)

          • Mas ninguém está esperando que todos os grupos de usuários migrem pro Win 8, certo? ERRADO!!

            Quando a M$ diz que o suporte expira em 2020 quer dizer que até lá todas as empresas devem mudar para um novo SO, como devem fazer até em abril de 2014 com o XP. Nenhuma grande empresa em sã consciência fica com um grande parque de SOs sem suporte do fabricante.

            O que estou criticando é a birra com a presença de um desktop +- tradicional no Windows 8. É imperativo que exista, pelo menos agora, uma interface que suporte os aplicativos tradicionais. Se vai ficar torto ou parecer visualmente estranho é outra questão, mas que vai estar lá, eu tenho absoluta certeza.

            • Ah sim, claro, mas eu quis dizer num aspecto mais imediato: “[...] Da mesma maneira que não houve uma migração instantânea…”

              E não é birra, é apenas uma crítica quanto a interface. Um artigo opinativo e nada mais. Não sou a favor de exterminar o desktop clássico, até porque certos usos, mesmo para usuários domésticos, requerem ter três ou mais janelas abertas lado a lado, por exemplo. Não é uma solução inteligente.

              Acho que seria possível sim deixar esse desktop mais integrado ao resto do visual do sistema. Isso é necessário. Não é uma questão de gostar, ligar ou não pro design: isso é sinal de acabamento, de um sistema polido.

              Mas estamos apenas no Consumer Preview, então creio que teremos melhorias nessa área!

            • Acredito que seja meio tarde pra entrar nessa discussão, mas…

              Eu torço, bastante inclusive, pra que o Windows seja totalmente repaginado algum dia.
              Sinceramente, acredito que essa era a melhor hora pra que isso fosse feito.

              O Windows 7 é um dos melhores sistemas operacionais feitos pela Microsoft. Empresas estão sim mudando pro Windows 7, o que não acontecia no caso do Vista, porque ele era MUITO RUIM. Se não muito ruim após os Service Packs, totalmente não confiável pelo seu início. Isto posto, porque não arriscar?

              Lembro que no texto do Marcel, o mesmo indica uma certa ousadia. Do contrário, penso que “tirar” o botão de iniciar não seja das coisas mais ousadas olhando pra todo o resto.

              O que eu realmente espero, e acredito que esperarei sentado, é um novo Windows, distribuido somente em versões 64 bits, e de preferência sem o suporte para muita coisa antiga.
              Veríamos um sistema mais leve, estável e seguro, embora menos abrangente.

  • “mais vale uma pomba na mão que duas voando”. ao enfiar o “classic” no meio de um sistema operacional que, de tão diferente, deveria se chamar microsoft metro e não windows, a microsoft acaba não fazendo nenhum dos dois direito e o resultado final é um trabalho meia boca e com uma sensação gigantesca de que está, como um todo, incompleto.

    o visual é bonitinho, mas e daí? design não é só isso, meus caros. o windows 8 é uma bagunça sem fim.

    • Kadu
      1896c

      Não é sensação, realmente está incompleto :)

  • Share = Logo Ubuntu AHSUDHASUDHUA será que a Microsoft vai ter que liberar o código do Windows 8 pela licença GPU GPL?

  • Bom dia a todos.
    Na minha opinição a Microsoft é uma empresa que deveria rever os seus conceitos em relação ao seu sistema operacional há muito tempo.
    Ao invés de tentar corrigir erros e bugs que vem acompanhando o Windows desde os primórdios da sua aparição no mercado, eles simplismente abandonam o projeto e lançam uma nova versão.
    Para mim não será novidades se em breve nesse novo OS aparecer erros do tipo “Este programa não está respondendo”, ou janelas suspensas mostrando alguma mensagem de erro do sistema.
    Resta apenas esperar para ver se realmente estão trabalhando em algo sério desta vez.

    • Kadu
      1896c

      Acontece que erros do tipo “Este programa não está respondendo” não são necessariamente culpa da Microsoft.

  • JoseRenan
    1572c

    Ainda acho estranho não ter uma UI totalmente Metro, muitas aplicações do Windows ainda devem ser portadas para a nova interface. Gostei dos mock-ups do Sputnik8, acho que se fosse daquele jeito as janelas e tals seria muito agradável. Ainda é uma versão de desenvolvimento espero um cadinho mais :)

  • Paulo Rodrigo

    Gosto Muito mesmo do Windows 8

  • Gustavo

    Acredito que a Microsoft inovou, e inovação não é fácil. Nunca vai agradar a todos. Eu acho que o logo ficou bonito… é minimalista, mas pense, uma empresa que pagou 1 milhão na logo, acha que eles não tiveram outras candidatas? Se escolheram esta, é por que tem os prós. E os prós foram bem mais do que os contras. Outra coisa: se eles tivessem excluído a interface original Windows 7, muitos falariam em tiro no pé, em acabar com algo que estava dando certo, hoje vejo 10 de cada 10 usuários do Windows 7 dizerem que é o melhor sistema de todos, então, não tem como simplesmente REMOVER isso e colocar outra nada a ver com a antiga… a Microsoft acertou mais uma vez. Eu uso mais pra trabalho, preferirei a clássica, claro… mas os novos usuários do sistema irão se agradar mais com a Metro. Abraços,

    • Gustavo, concordo com você que o Windows 7 é um bom sistema. Porém, a própria Microsoft quer que o Windows 8 seja o Windows *reimaginado*, e as chances dela modificar bastante o 7 são grandes.

      A Metro UI não é só um “add-on”, ou um widget gigante. É o futuro dos sistemas da MS. Penso eu que ela quer sim mudar tudo, prova disso é que ela teve coragem de remover o botão iniciar e todas as outras mudanças apontadas no artigo. O problema é como ela fez isso: de maneira estabanada e indecisa.

      A MS acertou em ousar, mas escorregou na execução de alguns pontos cruciais.

      • JoseRenan
        1572c

        Windows 8 é uma transição.

    • Kadu
      1896c

      Não quero a remoção da interface clássica, isto definitivamente seria um erro (dos grandes!). Só queria que ela fosse mais integrada e parecida com a Metro UI para não ter esta sensação de dois sistemas em um.

  • Rogério Ramos
    2c

    Pode até parecer bobo mas queria saber como criar esses conceitos lindos…essa imagem..”the windows 8 perfect concept” tá muito bom…que programa vocês usam??

    • Rogério, esse conceito não foi criado por mim nem pelo pessoal do Tecnoblog, e sim por um cara que se apelida Sputnik8. Ele não menciona qual software usou, mas geralmente é o Photoshop mesmo. : )

      • Rogério Ramos
        2c

        Eu sei que vocês NÃO criaram…Mas também achava que era algo da Adobe..mas só para tirar a duvida mesmo..muito obg!

  • Acho que esse windows 8 vai ser um fail. Quando vejo essa interface penso que a navegação vai ser uma shit.

  • Parabéns pelo texto Marcel, muito bem escrito!!

    • Muito obrigado! :)

  • JoseRenan
    1572c

    Aqueles ícones na Metro como o do Painel de Controle (que é o mesmo do Windows 7 ainda) quebram o aspecto da UI. Espero que a MS e até mesmo as fabricantes de outros softwares façam ícones coerentes com a interface.

  • @vitorgrs
    58c

    Uso o Windows 8 desde setembro de 2011, a MS lançou as 10:00 da noite aqui no brasil e as 1:00 ja estava instalado desde então, não troquei de sistema, e acho ele bem mais rapido, ex: no windows 7 home premium gasta 900mb ja no windows 8 gasta em torno de 600mb bem mais leve !
    Agora: to com o Rockmelt aberto 6 abas, em uma delas com video do review do galaxy note, mais Internet explorer, e 4 pastas, e alguns programinhas, gasta apenas 900mb, ou seja bem mais leve que o seven

  • Kadu
    1896c

    Quando eu vi que a Microsoft teve todo o trabalho de implementar a Ribbon no desktop clássico do Windows 8 minhas esperanças de que ela fosse deixá-lo mais integrada visualmente ao Metro caíram drásticamente.

  • motomagx
    39c

    será mais um “windows vista” da microsoft… um lixo total. acho que eles estão empenhando muito na quantidade de coisas do que na qualidade.

  • Everton

    Testei o preview e gostei de algumas coisas, não gostei de outras e odiei o design.

    A velocidade está muito boa e a adaptabilidade é bacana.
    Não gostei da pouca liberdade em configurar o modo como o sistema interage com nossas ações.
    Skeumorph já era usado a muito tempo em certos desktop environment e depois de um tempo cansa.
    Particularmente, e segundo a minha filha hiper tecnologa de 11 anos, achamos o design simplesmente feio.
    Mas… É aquela idéia que se têm no mundo da computação que eu nunca entendi: Depois de um tempo a gente se acostuma.

  • Lucas Dantas Gueiros
    1c

    muito bom o artigo! estou usando o windows 8 na sua versão final. Acho que faltou falar de uma coisa: o “hall” está ótimo, mas os quartos…. a MS precisa investir muito nos aplicativos, eles não estão completos, isso se torna incômodo tanto para um empresário, para um programador e principalmente para o usuário final!

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