Direto do Google Developer Day

Enviado dia 27/06/08 às 3:21 pmAutor Thiago Mobilon Comentários Comente!

Estou acompanhando aqui em São Paulo no World Trade Center, o Google Developer Day. Este é um evento anual promovido pelo Google, com a intenção reunir os desenvolvedores para uma troca de idéias, e apresentação de novidades da empresa neste sentido.

Para quem se interessar em acompanhar ao vivo o que está rolando por aqui, fiz uma pequena coletânea de links. Enjoy!

Assim que chegar no TecnoPlex, atualizo o post com as fotos que estou fazendo.

Update: O pessoal do Profissão Web está fazendo uma cobertura bacana via Live Streaming. Quem quiser conferir é só acessar este link.

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Este é o tipo de iniciativa que merece ser aplaudida em pé. A divisão Japonesa da Sharp, junto com a cidade de Sakai, e a empresa de eletricidade Kansai, estão planejando a construção de duas grandes centrais de geração de energia solar. Uma delas produzirá 10.000KW de energia, enquanto que a outra poderá produzir até 18.000KW!

Com essa iniciativa, a estimativa é que mais de 10 mil  toneladas de gás carbônico (CO2), deixem de ser emitidos na atmosfera anualmente.

A construção das centrais deve acontecer em 2010, e o início das operações em 2011. O custo total para a construção destas centrais, será algo em torno de 46,5 milhões de dólares (cerca de R$75 milhões).

Parece muito dinheiro, mas quais os custos para construção de uma usina termoelétrica, por exemplo? Sem falar em todos os benefícios ambientais.

Talvez seja um pouco cedo para adotarmos esta tecnologia em massa, visto que ela vem se aperfeiçoando bastante nos últimos anos, e principalmente, se tornando mais acessível. Mas é muito bom ver a atual maior potência mundial, dando este ótimo exemplo.

Ainda sonho com o dia em que os carros usarão motores elétricos. As concessionárias venderiam um kit com um painel solar, que poderia ser instalado no quintal de nossas próprias casas.

Durante o dia, você usa seu carro, e o painel recarrega uma bateria. Durante a noite, você pluga o seu carro na bateria, e o reabastece para o dia seguinte. Simples e eficaz, não?

Essas e outras idéias seriam perfeitas, não fosse as grandes corporações. Afinal, as petrolíferas sobreviveriam como?

via: CrunchGear | Engadget

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Por incrível que pareça, tem muita gente que nunca ouviu falar do Firefox Portable. Trata-se de uma versão do Firefox como você já conhece, mas adaptada para rodar a partir de um Pen Drive qualquer!

Você baixa, envia para o Pen Drive, e pode usar o navegador em qualquer máquina que rode Windows, sem precisar instalá-lo da forma tradicional. É muito útil para técnicos, ou para pessoas que não podem instalar nada nas máquinas do trabalho, por exemplo.

Diga-se de passagem, este já foi o meu caso. O Firefox Portable me salvava a vida, quando eu dava aulas de informática.

Este drops é para informar que a versão portátil do navegador, foi atualizada junto com o lançamento oficial do Firefox 3. Você já pode ir lá no site do PortableApps baixar ela agora mesmo. ;)

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Desde que migrei para a plataforma Mac, nunca medi esforços para falar mal de todos os sistemas, tanto quanto falo bem. Tem gente que se impressiona fácil com algumas firulas, e acabam colocando uma venda nos próprios olhos para todos os defeitos do sistema. É daí que nascem os Mac Xiitas.

Causos a parte, um dos pontos que sempre critiquei no sistema da Apple, é que os instaladores tem -na maioria das vezes- o dobro do tamanho de sua versão para Windows. No final das contas, o programa instalado não só ocupa bem mais espaço, como demora muito mais para ser carregado.

A princípio eu dava um desconto, pois eu uso um Mac Mini. O mesmo possui um HD de notebook, cuja rotação é de 5400RPM (contra 7200RPM de um desktop). Só fui me tocar que isto não é desculpa, quando percebi que o meu notebook Celeron M 1.73GHZ, roda Windows Vista muito mais rápido do que o Mac Mini roda o OS X. Sad but true.

(Pausa para os Xiitas me xingarem)

Enfim, como eu tinha começado a falar, algumas informações começaram a vazar na internet sobre as novidades que estão sendo implementadas no novo Mac OS X, o Snow Leopard. Resolvi transcrever aqui a mais interessante delas, que é a redução drástica no tamanho das aplicações do sistema, conforme você pode conferir na tabela abaixo:

Todo conteúdo da pasta Aplicativos será enxugado, e ela deverá ocupar apenas 25% do espaço que ocupa atualmente. Esta redução acontecerá, devido ao aumento do uso de gráficos vetorizados, e um sistema de localização desenvolvido afim de centralizar pacotes de linguagens.

Outro grande fator, é que o Mac OS X 10.6 será exclusivo para Macs Intel, eliminando assim todas as bibliotecas de aplicativos para o processador Power PC da IBM.

Falando em uma linguagem clara, será um sistema mais leve, mais rápido, e que exigirá bem menos poder de processamento e memória da máquina. Os aplicativos não só serão carregados mais rapidamente (yah!), como ocuparão menos espaço no disco. Bom para quem faz muitos downloads!

Usando menos recursos da máquina, a duração da bateria dos portáteis também aumenta. Sem falar que um sistema mais compacto, é ainda mais interessante quando utilizado em máquinas com drive SSD (Solid-state Storage Device). Eles são muito mais rápidos do que os HDs convencionais, e ainda gastam menos energia.

E quem aqui arrisca falar que Apple não pensou nisso quando projetou as alterações? É uma tendência natural, que só não virou moda ainda, pelo alto preço dos dispositivos. O próprio MacBook Air vem com drive SSD em uma de suas configurações. É só uma questão de tempo mesmo.

Que venha o Snow Leopard! Meu Mac Mini agradece. =)

via: AppleInsider | RoughlyDrafted | Gizmodo

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No último mês de Abril, foi lançado a nova versão do AVG anti-vírus. A versão 8, vem equipada com um novo motor anti-malware chamado LinkScanner, desenvolvido pela empresa Exploit Prevention Labs, que fora adiquirida a 6 meses atrás pelo AVG.

Quando você faz uma busca na internet pelo Google, Yahoo, ou Windows Live, a função do LinkScanner é abrir todos os resultados da página silenciosamente, e checar se você corre algum risco ao acessar estes sites. O detalhe é que o sistema faz isto automaticamente, antes que você pense em clicar em qualquer resultado.

Você pode pensar que isto é genial, assim como Roger Thompson (chefe de pesquisas do AVG), mas vamos aos efeitos colaterais.

Ao carregar as páginas da listagem, o AVG não esconde o IP do usuário, fazendo com que os sistemas que fazem as medições de visitação de um site, entendam que um usuário realmente passou por ali. A desculpa para não esconder o IP, é que as ameaças são treinadas para identificar os usuários. Agir como um robô, faria com que o anti-vírus não detectasse uma possível ameaça, deixando a máquina vulnerável.

Pelo lado do Webmaster, insto significa um aumento considerável na quantidade de acessos do site, gerando assim mais consumo de banda, e lógico, custos com hospedagem. Como se já não bastasse isso tudo, o webmaster ainda perde o controle sobre suas próprias estatísticas de visitação.

O novo recurso foi implementado na versão 8 do anti-vírus, que foi lançado em meados de Abril deste ano. No mundo todo, são mais de 70 milhões de máquinas rodando o AVG, sendo que pelo menos 20 milhões, já com a versão nova.

O site The Register é um dos que já estão sentindo na pele as consequências deste recurso. Eles dizem que no mês passado, seus webmasters notaram que o tráfego dobrou em certas páginas do site, causando um aumento considerável no número de visitas geral, e no consumo de recursos do servidor.

Pelo lado do usuário, este recurso também pode ser um problema, principalmente para aqueles que possuem planos de internet com limite de tráfego.

Há 2 anos atrás, quando o Google lançou o Web Accellerator, a grande preocupação dos webmasters era que isto iria afetar os logs de visitação. Felizmente a ferramenta não pegou, e apesar de ainda estar no ar, nunca mais se ouviu falar dela.

Roger Thompson disse que não tem interesse de desativar a ferramenta, e nem identificá-la nos logs, com um user-agent específico. Fazendo isso, os webmaster poderiam criar um filtro, e deixar de contabilizar esta ferramenta, assim como fazem com os spiders de motores de busca.

O grande problema em dar um nome para user-agent da ferramenta, é que assim ficaria fácil para os hackers burlá-la. Bastaria retornar uma página diferente para usuário e anti-vírus, já que seria possível saber que o requisitante é o LinkScanner.

De qualquer forma, mesmo criando filtros, a ferramenta continuaria consumindo tráfego desnecessário, e dando prejuízo para todos os webmasters.

Confesso que não notei nenhum aumento (além do natural) nos meus logs de acesso até o momento. É claro que uma notícia como esta, vai fazer muita gente sair caçando coisa onde não tem. Falar que suas visitas aumentaram ao analizar um log de 2 meses, pode não significar nada além do óbvio: você tem mais leitores.

Roger Thompson afirmou ainda, que a prioridade da empresa é garantir o mais alto nível de segurança para seus usuários. Segundo ele, eles só foram alertados sobre este problema recentemente¹, e ainda estão pesquisando uma possível solução para o caso.

É esperar para ver a continuação da novela.

1 - É preciso entender muito de internet, para saber que ao abrir uma página estamos consumindo banda e processamento do website em questão? Uma empresa de anti-vírus com tantos anos de mercado não consegue sacar isso sozinha?

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