Se eu não fosse hetero, a primeira frase deste post seria “Owned”. A verdade é que depois de um certo mal entendido no Twitter, muita gente vai me zoar com este post, mas..

Tudo pelo bem da ciência, beibe (tá, quase).

Acabo de tomar conhecimento de um site bacana, que promete descobrir se o internauta (ô terminho) é homem ou mulher. O site foi desenvolvido com base no script Social History, que analisa o histórico de navegação do seu browser. Feito isso, ele cruza esses dados com a lista de sites mais visitados dos Estados Unidos, pegando assim o perfil de seus visitantes.

No final das contas, é só ver quais sites são de mulherzinha, e dizer a porcentagem de chances de o usuário ser homem ou mulher. Um método nada efetivo, não é mesmo?

Tendo isso dito, veja o resultado da minha análise:

Likelihood of you being FEMALE is 50%
Likelihood of you being MALE is 50%

Site Male-Female Ratio
google.com 0.98
youtube.com 1
wordpress.com 0.98
flickr.com 1.15
addthis.com 0.82
gmail.com 0.9
tinyurl.com 0.83
opera.com 1.35
orkut.com 1.08

Algo me diz que preciso começar a acessar sites pornôs.

Via: Info Online.

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O Google é uma companhia agressiva quando se trata de comprar outras empresas (ou “a concorrência”). Basta lembrar dos episódios da compra da gigante dos anúncios online DoubleClick por 3,1 bilhões de dólares. A empresa de Mountain View também comprou o site de vídeos mais popular da web, o YouTube, por bilhão e meio de dólares.

Agora o Grande G pretende criar um braço financeiro especificamente para investir em outras companhias. Com isso, a empresa não precisaria mais comprar outros negócios por inteiro. Dessa forma, o Google teria melhor capacidade de investir em empresas de tecnologia que estão começando agora, as famosas startups. Uma brasileira que poderia beneficiar desse fundo - e isso é só especulação; não sei como é a estruturação societária/acionária deles - é a boo-box.

Ou seja, mais uma maneira de o Google fomentar a inovação tecnológica. E de quebra cumprir mais um objetivo no seu plano para dominar o mundo. Outras empresas de tecnologia já têm seus próprios fundos de capital de risco, dentre elas Disney, Motorola, Amazon e Intel. É o Google espalhando um pouco mais do seu rico dinheirinho pelo vasto e crescente mercado de internet.

Com informações do TechCruch.

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O Google Calendar ganhou hoje, suporte ao protocolo aberto CalDAV. Através deste protocolo, é possível fazer um sincronismo bidirecional de seus calendários, utilizando um software offline como o iCal da Apple. Aliás, por enquanto o Apple iCal é o único software suportado.

Logo que vi a notícia no Google Discovery e Meio Bit, tratei de configurar o dito, aqui no meu Mac. É fato que nunca gostei de gerenciar calendários, mas também nunca tive muito o que colocar neles, além de eventos que dispensam algum tipo anotação para serem lembrados. Agora que sou um usuário móvel ativo, e tenho mais do que aniversários para lembrar, achei que seria interessante tentar me organizar desta forma. A idéia de usar a nuvem como banco de dados foi o que mais me animou.

No iCal

Configurar o iCal para sincronizar com o Google Calendar é bem simples. Basta uma olhadinha básica neste link (em inglês), e o bichinho já está sincronizando. Resumindo:

  1. Estando com o iCal aberto, clique no menu iCal e depois em Preferências.
  2. Na aba Contas, clique no sinal de “+” para adicionar uma conta. (Não é necessário marcar nenhum checkbox nesta parte)
  3. No pop-up que apareceu, insira os seguintes dados:
    Descrição: Este será o título da sua lista de calendários CalDAV
    Username: Seu endereço de email do Google Calendar completo (incluindo a parte depois da @).
    Senha: A sua senha.
  4. No drop-down Opções do Servidor, adicione [ https://www.google.com/calendar/dav/ [ seu email do Google Calendar ] /user ] como sua URL da Conta. Por exemplo, se o seu email for calendarfriend@gmail.com, a sua URL da Conta será https://www.google.com/calendar/dav/calendarfriend@gmail.com/user

Simples huh? Mas aí chega o inconveniente.

Não sei se isto tem a ver com a tecnologia do protocolo CalDAV, ou se é porque o recurso acabou de sair do forno. Os calendários não aparecem ali do lado, da mesma forma que pastas de email aparecem quando usamos o protocolo IMAP.

Confuso? Eu explico.

Para cada calendário que você quiser adicionar no iCal, você deverá repetir os passos 1, 2 e 3 acima, e colocar o Cal ID do calendário em questão no passo 4. Sim, calendário por calendário.

Só nessa eu já desisti de usar o iCal + Google Calendar. Pelo menos por enquanto (se é que isso muda algum dia), vou tentar gerenciar tudo online.

No Windows Mobile

Existe um software Opensource para Windows Mobile, que faz todo o trabalho de sincronização entre o calendário do Windows e o Google Calendar - o GMobileSync. Ele não é a única, e talvez nem a melhor opção, mas é free.

Para fazer a sincronização, basta entrar com seu login e senha no software, e clicar em sincronizar. All done!

Porém cuidado. A tela inicial do GMobileSync mostra um aviso gigante na cor vermelha: “Beta Software - For Testing Only”. Deve ser por isso que eu não consegui acessar as configurações dele, e não consegui descobrir se ele consegue manter os calendários sincronizados de forma automática.

Fiz apenas um teste simples entre o Google Calendar e o GMobile. Primeiro adicionei um evento novo no Google Calendar, e no calendário do Windows Mobile. Depois mandei o GMobileSync fazer a sincronização.

Tudo parece ter funcionado direitinho. O compromisso que estava no WM foi para o Google Calendar, e vice-versa. Uma curiosidade, é que quando o GMobileSync puxa os eventos do Google Calendar, ele inclusive puxa os participantes daquele calendário, e seus respectivos emails.

Conclusão final

Depois desta experiência, a conclusão é que se você quer um software mais confiável para rodar no seu celular, terá que pagar. Duas opções bacanas são o OggSync, e o GooSync.

Eu ainda fico esperando uma solução ao estilo IMAP, onde seja possível deixar a base de dados dos meus calendários na nuvem, podendo acessá-la através de softwares externos.

Ainda bem que o Google já deu o primeiro passo em direção a este caminho.

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Estamos sendo vigiados!

Enviado dia 26/07/08 às 8:31 pmAutor Thiago Mobilon Comentários 17 Comentários

Há cerca de 2 meses, comprei através da operadora TIM, meu primeiro celular de conta: um HTC Touch. Por minhas constantes viagens para São Paulo, decidi que seria melhor pegar um número com DDD 11.

Mas a vida na cidade grande tem seus prós e contras. Por exemplo, não é muito normal no interior ficar recebendo ligação de banco para confirmar dados cadastrais. Existe, mas nunca aconteceu comigo.

É exatamente isso que vem acontecendo, há algum tempo, com um bom amigo meu. Só que no caso dele, já fizeram o favor (entre outras coisas), de esvaziar a conta bancária dele, da mãe e da tia. Quem se ferrou é o banco, que terá que ressarcir tudo.

Aí você pensa: mas como diabos o ladrão invade a conta do banco pelo número do celular?

Chuck Norris deve saber responder esta pergunta melhor que eu.

E estava eu dormindo tranqüilamente, cedo da noite (17:45h), quando recebo uma ligação de um celular da operadora TIM, com o DDD 11:

Alor?

Alor?

- Oi, aqui é da TIM, estou ligando para fazer atualização de cadastro, o senhor poderia confirmar alguns dados?

- Nop.

- Não precisa falar, eu vou falando e o senhor apenas confirma.

- Desculpe, mas não falo nada por telef…

Antes que eu terminasse a frase, ela me interrompeu falando:

- Você mora na Rua Xxxxx, qual o número mesmo?

How the hell ela sabia o nome da minha Rua?! É óbvio que o sono sumiu na hora, sem falar é claro que comecei a ouvir barulho de porta abrindo e passos pela casa.

Ok, paranóia mode - on.

E foi só acordar, para me ligar que foi exatamente assim que tudo começou com meu querido amigo. No mesmo instante resolvi ligar para a TIM, e ver se poderiam fazer algo com o número que o meu identificador de chamadas capturou.

Mas, e se a linha estavesse grampeada? Ligar para a TIM e ter que confirmar meu RG e CPF para ser atendido, não me pareceu algo muito inteligente a se fazer em uma situação dessas.

As únicas respostas que encontrei, foram ao comparar os dois casos (meu e do meu amigo). Ambos usamos celulares TIM, e na região da Tv Gazeta na Avenida Paulista. Só pode ter sido isso, ou me rastrearam quando liguei para ele - ou ele para mim.

Este negócio de rastrear ligações, ainda é coisa de filme de Hollywood. A polícia comum não tem equipamento, e nem permissão para isso. Sendo assim, a única forma que tenho de me proteger, é mantendo meus dados em sigilo.

Afinal sabemos que nenhuma empresa confirma dados por telefone. E uma atendente de telemarketing, além de saber meu nome, iria se dirigir a mim da seguinte forma:

- Olá senhor Thiago. O senhor poderia estar me passando os seus dados, para que eu pudesse estar atualizando o seu cadastro?

Agora é olho atento na conta no final do mês. Se tiver alguma ligação para a Arábia Saudita, saberei que sou inocente.

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Microsoft e Sony anunciaram essa semana, que irão diminuir o preço de seus consoles, ao mesmo tempo que inserem no mercado versões com um HD maior. No caso da Microsoft, o corte foi anunciado no último Domingo, justamente na véspera do início da E3 em Los Angeles.

Na verdade, pode-se dizer que as duas companhias estão simplesmente aumentando a capacidade de armazenamento de seus consoles, e mantendo o atual preço deles.

Um novo Xbox 360 com HD de 60GB deve começar a ser vendido em Agosto, custando U$349,00. Enquanto isso, o atual modelo de 20GB sairá por U$300,00. Ou seja, apenas uma técnica para chamar atenção para o novo modelo que está para chegar.

Já a Sony por sua vez, irá reduzir o preço do Playstation 3 de 80GB para U$399,00, dando início às vendas do mesmo em Setembro. Na verdade, este aparelho irá funcionar como o atual Playstation 3 de 40GB, o que significa que ele não possuirá o tal recurso que permite jogar os games de PS1 e 2 no Playstation 3. Resumindo, aumentaram a capacidade de armazenamento, mantendo o preço atual do PS3 de 40GB.

A tática das duas companhias servirá para acirrar ainda mais a disputa pelo mercado. E tudo indica que as coisas vão melhorar bastante para a Sony, e seu console de tecnologia super avançada. A começar por estarem ampliando suas operações na América Latina, e segundo porque se for para gastar 349 dólares em um Xbox 360 com HD de 60GB, eu prefiro desembolsar 50 dólares a mais e levar um Play3 com HD de 80GB.

Aposto que não sou o único que pensa assim, não é mesmo?

Há ainda quem acredite -eu, eu!- que o momento da Sony na guerra dos consoles está finalmente chegando. A tática -que inicialmente parecia ser estúpida- de lançar um console bem mais caro com tecnologia anos à frente dos outros, para lucrar apenas no final do segundo tempo, agora se mostra uma boa escolha.

So let the games begin. :)

Foto original: relentlesstoil.

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