Pesquisas estão sendo desenvolvidas nas áreas de biotecnologia, nanotecnologia, neurologia, engenharia computacional, ciência computacional e química. Tais pesquisas apontam a lendária Matrix como uma possibilidade.
A teoria tem como fonte principal o estudo do cérebro, focando na sua capacidade de regeneração e quais as frequências dos impulsos elétricos que ela trabalha e na produção de micro-chips capazes de imitar a frequência ultilizada.
As questões éticas estão de lado no momento, pois a desculpa é muito convincente: “Recuperação de cérebros acidentados”, porém se de fato a pesquisa for um sucesso esses chips serão capazes de modificar os impulsos da parte motora e principalmente da memória podendo ser usado para lavagem cerebral e controle físico via rádio.
[matéria enviada por Marcelo Becker]
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Genial! Sem dúvida essa questão de se estamos realmente numa Matrix pode ser considerada correta se considerarmos que tudo que percebemos do mundo não é mais que impulsos elétricos gerados em nosso cérebro! Não percebemos o real, mas a sensação do real! o efeito do real… Belo tópico!
[...] Criação em um contexto de instabilidade política mundial tende a se transformar em destruição, como é o caso das guerras promovidas pelos Estados Unidos, que usaram todo o seu potencial científico para destruir os países do Oriente Médio. É fato, a ética deve se envolver na produção, pois o crescimento acelerado do conhecimento, sem uma prévia reflexão, é usado para fins escusos. Os filósofos devem “brecar” os cientistas para uma produção consciente e tranqüila. Já estão trabalhando na implantação de chips que trocam informações com o cérebro e enviam impulsos elétricos para a movimentação dos membros, se isso fora usado para outros fins que não sejam de benefício social, haverá um controle de pessoas via rádio e rede wireless. Impossível? Não, lembrando que nós nos assustamos com o simples laser. [...]