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Charles Caleb Colton era um escritor inglês de que você provavelmente nunca ouviu falar antes de ler esta coluna. O sujeito não virou um nome famoso como seus conterrâneos Shakespeare ou J. R. R. Tolkien (aliás, o coitado é tão underground que até mesmo a página da wiki sobre sandálias Havaianas é maior e melhor do que o artigo do autor), mas ele deixou um pequeno legado: a expressão “a imitação é a forma mais sincera de elogio”.

Nesta semana, um pequeno dramalhão mexicano que sacudiu a indústria gamer me fez lembrar bastante desse ditado. Leia mais

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Jogos, como outras formas de arte (defendo constantemente a concepção de que games são um meio artístico) costumam produzir diversas emoções. Empolgação é evidentemente a mais predominante, e esta começa às vezes antes mesmo de começar a jogar o game.

Eu estive no lançamento à meia noite de GTA 4, há quase quatro anos (preciso retornar a esse hábito, aliás: é um evento divertido de fazer parte), e a excitação da fila quilométrica às portas da loja era tão notável quanto a total ausência de mulheres.

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Eu adoro cenários hipotéticos. Na falta da possibilidade real de visitar os supostos universos paralelos que abrigam um mundo totalmente ao contrário (já pensou uma existência em que chocolate tem gosto de lama, ou em que o Sonic é melhor que o Mario? Difícil de imaginar!), só me resta mesmo usar meu cérebro como um poderoso simulador. Leia mais

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Se você conhece minha coluna aqui no Tecnoblog, você deve saber que sou um pouco cético em relação à longevidade desta recém-chegada nova geração de portáteis. Já escrevi alguns textos explicando por que não acredito (ou, ao menos, não acreditava) que veremos um sucessor do 3DS ou do PS Vita.

De lá pra cá, duas coisas aconteceram. Leia mais

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A indústria dos games está atualmente consolidada como uma indústria de poder e influência singular. É curioso pensar que todo esse mercado sequer existia 50 anos atrás (para parâmetros de comparação, a cinematografia é um colosso do entretenimento, mas existe há mais de cem anos), mas já tem o poder de gerar 400 milhões de dólares em 24 horas do lançamento de um game. Leia mais

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Ainda existe (especialmente no Brasil, pelo que percebo) um sentimento generalizado de que videogame é coisa “de criança” ou, pior ainda, coisa “de nerd”. E enquanto na internet se identificar como nerd é não apenas aceitável como até encorajado, no mundo real o termo ainda é um estigma.

E isso é particularmente verdade em relação às garotas. As meninas, falando de forma geral, não são o público-alvo dos videogames. É por isso que observa-se uma curiosa disparidade: enquanto mulheres compõem aproximadamente 50% da população, a fatia de garotas gamers é uma porcentagem bem menor. Leia mais

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2011 foi um ano atribulado. Ditaduras de décadas ruíram graças a uma juventude conectada, perdemos grandes homens do mundo de tecnologia, e o rosto mais reconhecido do terrorismo global não se encontra assim mais tão reconhecível, cortesia de alguns tiros entre os olhos e um funeral no meio do oceano.

O mundo dos games, naturalmente, também foi cheio de grandes notícias neste ano. Aqui estão estão algumas que julguei mais importantes. Leia mais

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Acho que ninguém pode discordar que o universo da cultura popular contemporânea está intelectualmente falido. Ok, talvez o diagnóstico seja exageradamente pessimista, mas você tem que admitir vivemos num período em que quase tudo que se vê, tanto na TV quando no cinema, são remakes, continuações, reboots ou adaptações de material prévio. Nessa categoria entram os filmes baseados em livros, revistas em quadrinhos, videogame ou series antigas de TV. Leia mais

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Lá nos idos do ano de 2005, iniciou-se uma renascença de games de música com Guitar Hero. Quase imediatamente, ouviu-se uma reclamação em uníssono de praticamente qualquer músico que tenha entrado em contato com o jogo. Um relativamente pedante “mas isso não é tocar guitarra de verdade!”. Leia mais

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Existe uma tríplice sagrada dos interesses nerds: cinema, games e histórias em quadrinhos. E embora ocorra uma considerável interseção entre os fãs dos três meios, o mundo das HQs me parece o mais underground dos três.  Geralmente quem é fanático por um costuma ao menos ter um domínio leve no outro, porque ocorre uma certa polinização cruzada entre os três (filme virando game, quadrinho virando filme, e por aí vai). Leia mais