Izzy Nobre

Izzy Nobre é o autor do HBD, mora no Canadá desde 2003 e adora gadgets. Ele pode ser encontrando floodando o twitter com mensagens sobre iPhones, videogames e a vida de um brasileiro no exterior.

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Sabe uma coisa que eu tinha saudade nos anos 90? A promessa da realidade virtual.

Lembram disso? Eram joguinhos com menos polígonos que o primeiro Virtua Fighter. Compensava a falta de definição com a experiêcia de estar “dentro” do jogo.

Houve uma época em que a cultura popular estava enamorada da tecnologia de realidade virtual, o que a fazia aparentar a “óbvia” futura direção dos games. Leia mais

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Em 2003, Matrix Reloaded me fez ponderar muito sobre o que viria a se tornar um dos temas que considero mais intrigantes em qualquer ficção: realidade recursiva.

E sim, estou ciente de que O Décimo Terceiro Andar tratou do tema de forma muito mais elegante e sem final cheio de respostas insatisfatórias, mas a ausência de kung fu o fez perder alguns pontos pra trilogia dos irmãos Wachowski. Leia mais

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Eu sou um grande apologista da ideia de que videogames podem (à essa altura, devem) ser considerados uma obra de arte e eu suspeito que a você acham o mesmo. Também, pudera: mais do que nosso hobby favorito, videogames são praticamente parte da nossa identidade pessoal. Aliás, acho que seria difícil encontrar um entusiasta de games que não categorize o entretenimento eletrônico como meio artístico. Leia mais

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Há algum tempo tenho dificuldade em me empolgar de verdade com o anúncio de um novo game (já abordei o assunto aqui), e não sei exatamente por que isso está acontecendo. Bom, no caso de Diablo III, eu sei: uma das formas em que meu computador mostra os sinais de velhice é a minha impossibilidade de jogar os lançamentos recentes. Leia mais

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Há uma anedota antiga na internet (que, depois de alguma pesquisa, descobri ser de crédito do humorista inglês Marcus Brigstocke) que você já deve ter ouvido. Ela diz que se Pac-Man (aqui servindo como uma metáfora para games em geral) afetassem a vida da molecada, estas estariam hoje perambulando por ambientes escuros, ouvindo música eletrônica repetitiva e pondo pílulas estranhas na boca. Leia mais

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Eu já sei o que você talvez esteja pensando. “Não, não é possível. Como assim, este maluco se decepcionou com o que é, sem discussão, um dos melhores e mais memoráveis games de ficção científica de sua época? E esse cara se diz nerd…?” Aliás, é curioso como alguns de nós reagimos com animosidade ao ouvir que alguém não gosta daquilo que a gente gosta, né?

Mas é verdade. A intercessão “jogo” e “ficção científica” em que The Dig habita faz com que ele tenha tudo pra ser, em minha perspectiva, um dos melhores jogos de todos os tempos. Leia mais

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Toda subcultura (a “Veja” dos anos 90 chamaria de “tribo”, sem dúvida) costuma ter seu dialeto característico. Os hippies dos tempos de meus pais gostavam dos seus “falou e disse” e “é uma brasa” (creio que posso culpar o Roberto Carlos por isso), surfistas têm o “cabuloso”, presidiários cunharam o “adeva”. Às vezes as gírias se tornam tão características do grupo como um todo que acabam encapsulando a imagem completa deles. Leia mais

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Tive algumas fases em minha carreira gamer. Entre 2009 e 2011, por exemplo, eu fiquei completamente fissurado por games portáteis (em particular, games das plataformas iOS). Por outro lado, lá pelo finzinho dos anos 1990 eu era gamer de lanhouse: um intrépido desbravador de madrugadas em corujões com os amigos. E no começo dos anos 2000, eu caçava tudo quanto era joguinhos freeware. Leia mais

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De certa forma eu estava destinado a ser um nerd gamer. Meu pai, como talvez seja o caso de muitos de vocês, trabalhou como técnico de informática nos anos 1980 e 1990. Isso fez com que nossa casa estivesse sempre abarrotada de computadores e componentes — um fator da minha infância, acabo de perceber, que se repete em minha casa atual. Na minha visão periférica jazem dois gabinetes de PCs antigos, além de algumas placas de vídeo falecidas e HDs velhos com mais vírus que as tais maçanetas e corrimãos dos quais o “Fantástico” e a “Superinteressante” tanto alertavam. Leia mais

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Minha personalidade virtual tem duas características distintas, creio. Uma delas é meu fanatismo por toda a iconografia do bigodudo italiano que é essencialmente a face dos videogames.  A outra é um desgosto pela plataforma Android.

Embora muitos de vocês saibam que as brincadeira às custas da plataforma e seus usuários sejam apenas uma piada, imagino que uma grande porcentagem de quem me acompanha na internet acredita que eu realmente odeio o sistema operacional e desejo uma morte dolorosa a aparelhos que o usam. Para estes leitores, o post a seguir talvez venha como uma surpresa, porque estou prestes a endossar — com vontade — um aparelho Android. Leia mais