Izzy Nobre

Sobre

Izzy Nobre é o autor do HBD, mora no Canadá desde 2003 e adora gadgets. Ele pode ser encontrando floodando o twitter com mensagens sobre iPhones, videogames e a vida de um brasileiro no exterior.

Artigos de Izzy Nobre

Personagens que nos disseram adeus

1 ano atrás , por

Nota da Redação: Você lerá a seguir o último texto do Izzy Nobre como colunista. Depois de alguns bons anos, nós chegamos à conclusão de que era hora de deixar ir. Obrigado, Izzy, pela sua participação por aqui. Boa sorte nos novos desafios! (Thássius Veloso) Personagens de videogame são, de certa forma, como amigos. Nós nos conhecemos às vezes sem sequer ir muito com a cara deles. Com o passar do tempo, o convívio, as experiências compartilhadas juntos, você acaba gostando do sujeito. Ele pode até te causar raiva às vezes ("Pula, desgr

Se aventurando a fazer jogos!

1 ano atrás , por

Existe (ou existia, não estou tão antenado no mundo infantil nos últimos anos) uma listinha não oficial de profissões prediletas da criançada. Um quer ser astronauta, outro quer virar bombeiro e há quem prefira ser desenvolvedor ou testador de jogos. O que na prática acaba sendo a mesma coisa, porque quem desenvolve um jogo, por mais que terceirize a etapa de testes, acaba metendo a mão na massa também. Volta e meia as revistas especializadas traziam matérias sobre os felizardos que conseguiram entrar na indústria gamer como desenvolvedores. Eu

Por estes motivos comprarei o PlayStation 4 no lançamento

1 ano atrás , por

Não seja early adopter. Não seja o cara que compra os aparelhos assim que estes são lançados, numa afobação da qual ele inevitavelmente te fará sofrer (talvez como o Kratos da imagem acima) quando começarem a sair notícias sobre superaquecimento ou problemas de produção. Apesar de ser um sujeito bastante afobado, eu sempre evitei o ímpeto de adoção precoce. Compre

O Project Shield ainda não convenceu

1 ano e meio atrás , por

O mundo dos consoles portáteis vive uma relação estável entre as duas únicas empresas fabricantes de hardware para esse segmento – a Nintendo, mantendo a liderança histórica no mercado com o 3DS, e a Sony, tentando emplacar o seu PS Vita. A última vez que vimos uma empresa diferente entrando neste mercado foi no finzinho dos anos 1990, quando a SNK lançou o seu Neo Geo Pocket. Outras empresas até tentaram, mas desistiram no meio do caminho. Elas per

Alguém ainda se interessa pelo PS Vita? Acho que nem a Sony

1 ano e meio atrás , por

Quando os consoles portáteis desta geração despontaram no horizonte, eu vaticinei que esta geração de videogames de bolso não seria apenas a última, mas também fracassaria em obter uma base instalada significativa e talvez até morresse prematuramente. Meu argumento era duplo: primeiro, que à medida que o preço dos portáteis se aproxima (ou se equivale como foi o caso) do preço de um

Jogos escondidos

1 ano e meio atrás , por

Há algum tempo aqui no Tecnoblog eu expliquei pra vocês sobre a realidade recursiva dos inceptions no mundo dos jogos. Em outras palavras, trata-se de games que contêm jogos completos dentro deles mesmos. Graças a eles, você acaba se flagrando na curiosa situação de jogar um jogo enquanto joga um jogo.

Rotinas de gamer

2 anos atrás , por

Seres humanos são criaturas de hábito, diz-se. Nossa existência se define por rotinas: acordar cedo todo dia, pegar o mesmo ônibus no mesmo ponto para ir à escola/faculdade/trabalho, acessar as mesmas redes sociais escondido do chefe (que, apesar de ser justamente uma tentativa de quebrar um pouco da rotina, acaba se encaixando curiosamente nela). Da mesma forma, gamers também têm suas rotinas. É um pouco contraditório que até mesmo um hobby acabe sendo vítima desse padrão (uma vez que "rotina" traz à mente uma ideia de

Esse tal de Wii Mini não faz o menor sentido

2 anos atrás , por

Estamos nos aproximando do Natal. Esta época do ano sinaliza a intensificação dos meus esforços de acompanhar notícias e resenhas de gadgets, para poder pedir para a família os melhores presentes. Estou de olho em um novo leitor de e-book no momento, e por isso devo ter consumido o equivalente a 50 monografias sobre o aparelho nas últimas duas semanas. Numa dessas peregrinações em busca de informações sobre features e preços, entrei no site da Best Buy canadense e esbarrei na seguinte imagem:

Quando o assunto é jogo, ignorância nem sempre é uma benção

2 anos atrás , por

Quando a internet começou a ganhar espaço na nossa consciência coletiva lá pelos anos 90 (seja através de matérias na Veja ou na trama daquela novela com ciganos que curtiam mIRC e mutantes), uma das maiores promessas era a democratização da informação. Eu mal sabia o que "informação" era, e sabia menos ainda o que "democratização" significava. Entretanto, hoje eu imaginei uma forma perfeita de explicar democratização da informação pro Izzy Nobre de 1995. Bastava dizer que eu não precisaria mais compra

Jogos malignos – melhores que filmes de terror

2 anos atrás , por

Uma das tradições halloweenísticas gringas (além das festinhas a fantasia no dia 31 de outubro)  é fazer maratonas de filmes de terror, dos quais há duas categorias: os de comédia com elementos de terror (aí se encaixam "Caça-Fantasmas", "Gasparzinho", "Família Addams" e similares) e os de terror de verdade, como "O Iluminado", "O Exorcista", ou "O Grito" (este último que me rende ridicularizações sempre que admito publicamente que o achei aterrorizante). Quando eu estava preparando a playlist de filmes de terror pra ass

Estamos no século 21 e nada de realidade virtual decente

2 anos atrás , por

Sabe uma coisa que eu tinha saudade nos anos 90? A promessa da realidade virtual. Lembram disso? Eram joguinhos com menos polígonos que o primeiro Virtua Fighter. Compensava a falta de definição com a experiêcia de estar "dentro" do jogo. Houve uma época em que a cultura popular estava enamorada da tecnologia de realidade virtual, o que a fazia apar

Vários “inceptions” do mundo dos videogames

2 anos atrás , por

Em 2003, Matrix Reloaded me fez ponderar muito sobre o que viria a se tornar um dos temas que considero mais intrigantes em qualquer ficção: realidade recursiva. E sim, estou ciente de que O Décimo Terceiro Andar tratou do tema de forma muito mais elegante e sem final cheio de respostas insatisfatórias, mas a ausência de kung fu o fez perder alguns pontos pra trilogia dos irmãos Wachowski. Realidade recursiva é a ideia de uma simulação dentro de outra simulação. No âmbito gamer, designa jogos que existem dentro

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