Izzy Nobre

Izzy Nobre é o autor do HBD, mora no Canadá desde 2003 e adora gadgets. Ele pode ser encontrando floodando o twitter com mensagens sobre iPhones, videogames e a vida de um brasileiro no exterior.

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Sou um de muitos gamers (e alguns nem tão gamers assim) que tiveram a produtividade completamente aniquilada esta semana por mais um joguinho “grátis” da Nimblebit,  a turma que nos deu Tiny Tower no ano passado. Quando chegou a hora de escrever essa coluna, não consegui pensar em outra coisa pra discutir que não fosse o bendito jogo. Leia mais

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Vivemos uma época em que celulares estão pouco abaixo de computadores propriamente ditos. De fato, meu celular é um “computador” incrivelmente superior ao que eu usava dez anos atrás, um avanço que eu jamais teria imaginado. Sim, porque hoje é trivial imaginar que os smartphones de 2022 terão hardware que fará o seu computador atual morrer de vergonha. Naquela época, no entanto, a gente simplesmente não via celulares se movendo nessa direção. Leia mais

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Eu tenho um viés meio antissocial. Trabalhei durante a madrugada em duas ocasiões. Havia algo meio terapêutico naquela silenciosa solidão de horas do meu expediente. Quando comentava isso com meus amigos, eles me davam um olhar equivalente a se eu tivesse acabado de confessar ser um serial killer. A maioria das pessoas abomina solidão; eu, por outro lado, a abraço.

Não sempre, claro: tenho a natural necessidade do convívio social também. É que ficar sozinho para mim é um momento de colocar os pensamentos em ordem. Chegar em casa e encontra-la vazia é um dos pequenos prazeres da minha vida. Leia mais

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Há mais ou menos dois anos, me vi diante de um belo impasse que me levou a uma epifania sobre qual seria o ícone máximo dos videogames. Como muitos outros sujeitos com a minha idade, eu vivia prometendo a mim mesmo que um dia criaria a coragem pra me tatuar. Um dia finalmente adquiri a disposição para tal (impulsionado em parte por minha patroa, cujo corpo é adornado por um sem-número de tatuagens). Já no estúdio de tatuagem, prestes a marcar permanentemente meu corpo, veio a dúvida: o que tatuar?

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Expectativa alta é algo extremamente perigoso. Embora curtir o hype ao redor de um lançamento faça parte da experiência (como comentei aqui), muitas vezes o sentimento de “Nossa, este jogo será incrível!” acaba nos tornando muito exigentes em relação ao jogo. Expectativas altas tem às vezes o poder de transformar pequenos defeitos de games excelentes em aparentes erros imperdoáveis. Leia mais

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Meu pai foi pastor evangélico por muitos anos. Volta e meia a igreja que ele liderava se envolvia em projetos de ajuda comunitária no bairro humilde onde a congregação ficava. Foi aí que eu aprendi a palavra “mutirão”, que é o nome que se dá pra mobilização de um monte de gente com um objetivo em comum.

O termo geralmente implica que o trabalho está sendo feito gratuitamente, o que, apesar de não ser exatamente adequado neste contexto, ainda acho que pode ser utilizado para explorar um assunto do qual não falei antes na minha coluna. Estou me referindo ao Kickstarter e, mais especificamente, como ele virou meio que de uma hora pra outra um reduto de desenvolvedores sem dinheiro. Leia mais

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No momento em que escrevo estas linhas, uma boa parcela da comunidade gamer mundial comemora o lançamento do terceiro capítulo da franquia Diablo (alguns até já acumulam horas jogando). Dá até dor admitir isso, mas eu infelizmente fiquei de fora desse mega evento que é Diablo III — ou, pelo menos, por algumas semanas.

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Você já ouviu este argumento diversas vezes: “videogames são, mais do que nunca, uma forma de narrativa assim como cinema ou literatura”. Ou “games podem tratam de assuntos maduros e não podem mais ser dispensados como simples passatempo pra criança”. No geral, este discurso se condensa no já meio clichê “games também podem ser arte”.

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Minha relação com a Nintendo tem sido estranha nos últimos anos. Embora a Big N (quem inventou esse apelido, aliás?) tenha marcado a minha infância e me condicionado a ver o SNES, eternamente, como o melhor console produzido pela raça humana, minha postura crítica em relação a algumas decisões da empresa me rendeu a aparência de hater da Nintendo.

Talvez por isso tantos amigos no Twitter tenham corrido pra me dar as “boas novas”: pela primeira vez em mais de trinta anos, a Nintendo se viu anunciando prejuízo. Leia mais

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Lá em 2010, escrevi aqui no Tecnoblog um texto sobre o modelo freemium. De lá pra cá, o formato de games gratuitos com microtransações aparentemente deu tão certo que se expandiu além dos joguinhos casuais de celulares e começaram a ser adotados por grandes marcas, como o mais recente simulador de vôo da Microsoft ou Star Trek Online. Leia mais