Izzy Nobre

Izzy Nobre é o autor do HBD, mora no Canadá desde 2003 e adora gadgets. Ele pode ser encontrando floodando o twitter com mensagens sobre iPhones, videogames e a vida de um brasileiro no exterior.

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Quando você pensa na Sega, o que te vem à mente? Pra muitos, o nome da empresa evoca imediatamente a imagem do porco-espinho azul supersônico, que é efetivamente sinônimo visual da marca. Outros talvez lembrem do domínio que a empresa exercia no ramo de arcades (Ahh, muitas mesadas estouradas no House of the Dead!). Muitos lembrarão imediatamente do icônico jingle da marca, que precedia os jogos do tal porco-espinho azul. Leia mais

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Desde que a App Store surgiu em 2008, gamers brasileiros (um grupo já acostumado a complicações e dificuldades arbitrárias) foram recepcionados com mais um empecilho: a loja tupiniquim de apps não oferecia games.

O impasse, mal compreendido por muitos, obrigava nossos compatriotas a apelar para gambiarras como declarar-se argentino (!) e abrir uma conta na loja da App Store dos hermanos. E, em alguns outros casos (que levantem as mãos os infratores), isso servia como mais um pretexto pra piratear os games. Já não era mais uma questão de falta de dinheiro, argumentavam alguns: a chateação de ter que fazer esses malabarismos tornava-se quase uma justificava para obter os games por outras vias. Leia mais

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Se você é leitor constante desta coluna, deve saber que eu sou um arauto da tal “revolução gamer portátil”. Pelo menos é assim que já fui chamado por alguns detratores mais gentis; as alcunhas que me dão são, na maioria das vezes, impublicáveis.

Eu noto que há um sentimento de bastante má vontade dos gamers tradicionais em relação ao impacto de aparelhos celulares e tablets na indústria dos videogames. Creio que parte é a rejeição natural do que é novo (seres humanos são inerentemente reacionários a mudanças; os constantes redesigns do layout de qualquer rede social é um lembrete vívido disso), parte é a rivalidade histórica entre jogadores casuais e jogadores “de verdade”, digamos assim. Leia mais

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Uma lembrança feliz dos meus tempos de infância eram as partidas de Imagem e Ação. Cresci vendo meus pais reunindo-se ao redor da mesa da sala de jantar, berrando ensandecidamente diretamente na cara dos amigos e rodopiando uma ampulheta cheia de um pó azul que eu acreditava ser Omo Multiação. Leia mais

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Ver empresas se aventurando no ramo dos consoles é algo relativamente raro. Talvez você não lembre (ou nunca tenha parado pra pensar nisso), mas faz mais de uma década desde a última vez que presenciamos um novato entrando na guerra dos consoles, quando Bill Gates surpreendeu os gamers revelando o primeiro Xbox na Game Developers Conference em 2000. Leia mais

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Tal como no mundo do cinema e da música, na indústria de videogame também existem certas modinhas. Por exemplo, no cinema estamos presenciando o ressurgimento dos filmes em 3D, um método que fascinou o cinema americano nos anos 1950 e está passando por uma  renascença no momento.

Games passam por modinhas. Há alguns anos todo jogo era obrigado legalmente a conter pelo menos um momento do chamado “quick time event“, um método de cut scene interativa popularizado pela obra prima Shenmue e espalhado feito infecção genital por toda a indústria gamer. De fato, quick time event se tornaram rapidamente a versão gamer do efeito bullet time. Leia mais

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Quando falamos sobre games portáteis, em particular os antepassados dos consoles atuais, geralmente são dois aparelhos (e consequentemente, as empresas responsáveis) vem à mente: o Game Boy, que deu continuidade à hegemonia portátil da Nintendo, e o Game Gear, o competidor contemporâneo e imensamente superior (pelo menos em matéria de hardware) da Sega que é lembrado até hoje mais como um devorador de pilhas do que como console portátil. Leia mais

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Era uma terça-feira quando recebi o email do Thássius, nosso intrépido editor aqui no TB. Eu estava fazendo cruzadinhas e tomando limonada, que é o que eu geralmente faço nas terças-feiras. Entre um gole do refresco e uma tentativa de apagar uma consoante aplicada ao quadrado errado, li a missiva do colega. Leia mais

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Charles Caleb Colton era um escritor inglês de que você provavelmente nunca ouviu falar antes de ler esta coluna. O sujeito não virou um nome famoso como seus conterrâneos Shakespeare ou J. R. R. Tolkien (aliás, o coitado é tão underground que até mesmo a página da wiki sobre sandálias Havaianas é maior e melhor do que o artigo do autor), mas ele deixou um pequeno legado: a expressão “a imitação é a forma mais sincera de elogio”.

Nesta semana, um pequeno dramalhão mexicano que sacudiu a indústria gamer me fez lembrar bastante desse ditado. Leia mais

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Jogos, como outras formas de arte (defendo constantemente a concepção de que games são um meio artístico) costumam produzir diversas emoções. Empolgação é evidentemente a mais predominante, e esta começa às vezes antes mesmo de começar a jogar o game.

Eu estive no lançamento à meia noite de GTA 4, há quase quatro anos (preciso retornar a esse hábito, aliás: é um evento divertido de fazer parte), e a excitação da fila quilométrica às portas da loja era tão notável quanto a total ausência de mulheres.

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