Izzy Nobre

Izzy Nobre é o autor do HBD, mora no Canadá desde 2003 e adora gadgets. Ele pode ser encontrando floodando o twitter com mensagens sobre iPhones, videogames e a vida de um brasileiro no exterior.

thumb-gamer-boy-izzy

Eu adoro cenários hipotéticos. Na falta da possibilidade real de visitar os supostos universos paralelos que abrigam um mundo totalmente ao contrário (já pensou uma existência em que chocolate tem gosto de lama, ou em que o Sonic é melhor que o Mario? Difícil de imaginar!), só me resta mesmo usar meu cérebro como um poderoso simulador. Leia mais

thumb-ps-vita-izzy

Se você conhece minha coluna aqui no Tecnoblog, você deve saber que sou um pouco cético em relação à longevidade desta recém-chegada nova geração de portáteis. Já escrevi alguns textos explicando por que não acredito (ou, ao menos, não acreditava) que veremos um sucessor do 3DS ou do PS Vita.

De lá pra cá, duas coisas aconteceram. Leia mais

thumb-jogo-mario-fisico

A indústria dos games está atualmente consolidada como uma indústria de poder e influência singular. É curioso pensar que todo esse mercado sequer existia 50 anos atrás (para parâmetros de comparação, a cinematografia é um colosso do entretenimento, mas existe há mais de cem anos), mas já tem o poder de gerar 400 milhões de dólares em 24 horas do lançamento de um game. Leia mais

thumb-peach-mulher

Ainda existe (especialmente no Brasil, pelo que percebo) um sentimento generalizado de que videogame é coisa “de criança” ou, pior ainda, coisa “de nerd”. E enquanto na internet se identificar como nerd é não apenas aceitável como até encorajado, no mundo real o termo ainda é um estigma.

E isso é particularmente verdade em relação às garotas. As meninas, falando de forma geral, não são o público-alvo dos videogames. É por isso que observa-se uma curiosa disparidade: enquanto mulheres compõem aproximadamente 50% da população, a fatia de garotas gamers é uma porcentagem bem menor. Leia mais

thumb-mario-3d-land

2011 foi um ano atribulado. Ditaduras de décadas ruíram graças a uma juventude conectada, perdemos grandes homens do mundo de tecnologia, e o rosto mais reconhecido do terrorismo global não se encontra assim mais tão reconhecível, cortesia de alguns tiros entre os olhos e um funeral no meio do oceano.

O mundo dos games, naturalmente, também foi cheio de grandes notícias neste ano. Aqui estão estão algumas que julguei mais importantes. Leia mais

thumb-izzy-commandos

Acho que ninguém pode discordar que o universo da cultura popular contemporânea está intelectualmente falido. Ok, talvez o diagnóstico seja exageradamente pessimista, mas você tem que admitir vivemos num período em que quase tudo que se vê, tanto na TV quando no cinema, são remakes, continuações, reboots ou adaptações de material prévio. Nessa categoria entram os filmes baseados em livros, revistas em quadrinhos, videogame ou series antigas de TV. Leia mais

thumb-izzy-guitarra

Lá nos idos do ano de 2005, iniciou-se uma renascença de games de música com Guitar Hero. Quase imediatamente, ouviu-se uma reclamação em uníssono de praticamente qualquer músico que tenha entrado em contato com o jogo. Um relativamente pedante “mas isso não é tocar guitarra de verdade!”. Leia mais

thumb-batman-izzy

Existe uma tríplice sagrada dos interesses nerds: cinema, games e histórias em quadrinhos. E embora ocorra uma considerável interseção entre os fãs dos três meios, o mundo das HQs me parece o mais underground dos três.  Geralmente quem é fanático por um costuma ao menos ter um domínio leve no outro, porque ocorre uma certa polinização cruzada entre os três (filme virando game, quadrinho virando filme, e por aí vai). Leia mais

thumb-simpsons

A indústria televisiva é um cenário cruel. Frequentemente, seriados inteligentes e bem escritos não caem na preferência do povo e, pra desgosto dos fãs, acabam saindo do ar. Por mais promissor que seja, tem que entrar no gosto do povão pra render — senão, vai pra geladeira. Fãs dos excelentes Arrested Development ou Community são perfeitamente familiarizados com esse fenômeno.

Apesar dessa característica meio “mundo cão“, existe um seriado de televisão que conseguiu resistir ao teste do tempo ao ponto de manter-se como favorito entre várias gerações diferentes de telespectadores: Os Simpsons. Leia mais

thumb-izzy-deu-tilt

Uma das primeiras coisas que uma subcultura desenvolve é um dialeto próprio. Skatistas tinham suas gírias características, assim como os surfistas — ou pelo menos era o que a revista Veja tentava nos convencer sempre que faziam matérias sobre essa turma. Eles costumavam colocar um infográfico no cantinho da página, com as “traduções” dos termos mais comumente usados.

Até hoje lembro de uma dessas reportagens; segundo a qual o termo “morte horrível” significava pros surfistas tombar da prancha e ter o corpo rudemente jogado contra a própria pela força das ondas.

Tais termos surgem naturalmente para descrever situações do microcosmo da “tribo” que os verbetes da língua-mãe não compreendem. E, como os memes linguísticos que são, tais termos se modificam e se espalham até atingir massa crítica e se tornarem lugar comum entre toda a comunidade.

E nós, gamers, temos diversos termos proprietários. Como, por exemplo… Leia mais