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Em dezembro de 2008, a produtora russa iMoreGames — com apoio da Chilingo, uma publisher de peso na cena da App Store — trouxe aos donos de aparelhos iOS o Orions – Legend of the Wizards. Originalmente, Orions era um título para a plataforma Windows Mobile. Tratava-se de um jogo de estratégia com um sistema de batalha com cartas, um misto de Heroes of Might and Magic e Yu Gi Oh, digamos. Leia mais

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Corrija-me se eu estiver errado: é relativamente comum que, quando você completa um jogo com o qual esteve envolvido por várias horas e vários dias, um dos primeiros pensamentos que cruzam sua mente é “quando será que sairá o 2?”

Talvez essa dúvida não seja um fator tão relevante nos dias atuais. Vivemos a era dos jogos online; multiplayer (competitivo e cooperativo) servem pra estender a longevidade de um título. Entretanto, mais cedo ou mais tarde, a sua curiosidade a respeito da inevitável continuação (“inevitável”, sim; pensa aí comigo, que jogo não teve continuações?) começa a atrair a sua atenção. Leia mais

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Os gringos têm uma expressão idiomática do qual o nosso português muito carece: guilty pleasure. Traduzido livremente como “prazer culpado”, a expressão se refere à embaraçosa apreciação por aquilo que o senso comum taxa como desprezível (às vezes não necessariamente tão terrível, mas ainda assim considerado universalmente indigno de ser consumido).

Existem filmes que se enquadram nessa categoria (A Reconquista, Spice World ou Batman e Robin, por exemplo), livros (sou culpado de apreciar Dan Brown muito mais do que eu deveria admitir em público) e música. Aliás, perdoem-me a redundância, mas no quesito “música” serei obrigado a citar as Spice Girls de novo. É um pavor plugar o celular no carro, apertar Shuffle, e dentre as mais de 2.000 canções na minha coleção, o celular tocar justamente “Spice Up Your Life“, para escárnio dos outros passageiros. Tudo porque um dia você acordou nostálgico pelos anos 90 e baixou uma unica música do grupo…

Os games, como qualquer outra forma de mídia, também acabam tendo alguns exemplos de “prazeres culpados”. Aqui estão os meus.

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Todo mundo adora uma boa lenda urbana. Até mesmo eu, que sou extremamente cético com relação a esse tipo de história, gosto de me informar a respeito dos boatos e conspirações que ficam à margem da “história oficial”. Por mais que você duvide da legitimidade dessas narrativas, as histórias costumam ser interessantes de qualquer forma.

E o mundo dos videogames também tem inúmeras lendas urbanas. Por definição, quase todas as lendas urbanas são completamente inventadas, ou no mínimo versões “incrementadas” de casos verídicos, porém relativamente menos interessantes sem as adições fantasiosas. Aqui estão algumas das mais intrigantes.

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Como todo gamer que acompanha as notícias do desse meio já sabe, a PlayStation Network foi vítima de ataques hackers que a deixaram desativada por uma semana (e contando). Aliás, não precisa nem ser consumidor voraz de notícias do mundo gamer: se você é dono de um PS3 e tentou logar na PSN na última semana, descobriu por conta própria que a rede online da Sony está no conserto.

Curiosamente, a Sony não admitiu logo de cara qual era o problema — aliás, até a publicação desta coluna, ao tentar logar na PSN através de um browser tudo que você recebe é uma mensagem genérica de “manutenção do servidor” —, o que, no mínimo, mostra certo descaso ou incompetência em informar ao consumidor a respeito do risco em que ele se encontra.

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Mortal Kombat é uma das mais icônicas franquias de jogos de luta, seja nos arcades — ainda existem arcades? — ou nos consoles. A série teve sua nova iteração lançada na terça, 19 de abril, sob o simples título Mortal Kombat. A série supostamente acabaria após o Mortal Kombat Armageddon, mas acabou voltando para um bis em Mortal Kombat vs DC Universe, e está agora sendo reiniciada com este novo lançamento.

É difícil acreditar que esta série já tem quase vinte anos. Sendo assim, talvez até mesmo mais velha do que alguns de vocês que lêem esta coluna.

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O Mario é provavelmente um dos personagens mais marcantes de toda a história dos videogames, aparecendo em dúzias de jogos desde 1981 até hoje.

Entretanto, ao contrário de outros personagens igualmente prolíficos, o Mario não se limita à sua zona de conforto. Em seus trinta anos de carreira, o encanador italiano já explorou praticamente toda profissão disponível no mercado de trabalho videogamico.

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Em meu último artigo, falei sobre redes online para consoles que muitos leitores nunca souberam que existiram. É um bom exemplo de uma feature dos consoles que nasceu um pouco antes da hora mas acabou retornando e se estabelecendo como padrão anos mais tarde, quando a tecnologia permitiu que serviços similares fossem mais que uma mera curiosidade.

Nesta semana, no entanto, vamos tomar a mão contrária. Trago aqui exemplos de tecnologias que, apesar dos esforços dos desenvolvedores e fabricantes, não eram soluções elegantes e foram eventualmente abandonadas por completo. Estas tecnologias viveram seu período de glória em meados dos anos 90 — algumas delas deixaram mais saudades que outras.

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Uma dos mais interessantes elementos que os videogames ganharam nos últimos anos (muito além dos gráficos fotorrealistas ou dos sensores que captam movimento) foi a habilidade de se conectar à internet. Redes online como a Xbox Live ou a Playstation Network trouxeram a nós a possibilidade de baixar jogos, trailers e demos, encontrar colegas para jogatinas, e atualizar nossos jogos favoritos — seja comprando material adicional, seja baixando patches que corrigem defeitos nos jogos.

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Todos sabemos que no rodapé da história da tecnologia existe um cemitério de aparelhos que não vingaram. Entre eles, lembramos do Phantom System, do Virtual Boy, do Ngage, e isso só para citar os consoles.

Só que estes são lugares-comum nas listinhas de tecnologia fracassada, ao ponto que todos nós já conhecemos a história, o motivo do fracasso e as piadinhas que alvejam as grandes falhas dos aparelhos — Um portátil que você só pode jogar apoiado numa mesa? Sidetalking?!

Para essa lista eu resolvi trazer algumas peças do fundo do baú que eu tenho certeza que alguns de vocês jamais conheceram. Dessa vez, vamos nos ater ao tema “portáteis“.
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