Izzy Nobre

Izzy Nobre é o autor do HBD, mora no Canadá desde 2003 e adora gadgets. Ele pode ser encontrando floodando o twitter com mensagens sobre iPhones, videogames e a vida de um brasileiro no exterior.

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Apesar de todos os créditos dados ao Steve Jobs em relação aos gadgets que a Apple lançou durante sua gestão, uma coisa é notável quando assistimos alguns keynotes antigos: o homem era um visionário, sim, mas em alguns momentos ficou claro que nem ele sabia exatamente o que tinha em mente para alguns dos seus produtos. Leia mais

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Fala-se muito sobre o suposto efeito dos jogos violentos sobre os gamers. Sempre que acontece qualquer tipo de tragédia envolvendo gente jovem e armas e/ou explosivos — tema de outro artigo meu aqui no Tecnoblog, aliás —, a mídia jornalística sai procurando conexões com videogames, e inevitavelmente surgem manchetes relacionando o incidente com games. Quantas vezes já lemos chamadas em sites noticiosos com dizeres como “Autor do atentado passava seu tempo com jogos de tiro, diz a polícia”?

É tão inevitável que, quando tais matérias começam a pipocar após um acontecimento do tipo, os gamers coletivamente pensam “bem que estava demorando!”. Já virou um clichê que atesta sobre a natureza sensacionalista da indústria jornalística. Por isso, já estamos acostumados a demonizarem nosso hobby. Leia mais

Existem alguns games que, apesar de não serem os pioneiros em seus gêneros, tornaram-se seminais para a categoria.

Dentre os games de plataforma, por exemplo, o mais influente foi Super Mario World. Se o assunto são os MMOs, dependendo da sua idade o título se dividirá entre Ultima Online ou World of Warcraft. Gran Turismo virou sinônimo absoluto de simuladores de corrida. Counter Strike é o FPS multiplayer que iniciou toda uma revolução.

E Grand Theft Auto é o patriarca de todos os games de mundo aberto, os famosos sandbox. Leia mais

Durante minha infância, minhas duas franquias cinematográficas favoritas eram De Volta para o Futuro e Exterminador do Futuro. Descobri ambos os filmes mais ou menos ao mesmo tempo, ali no comecinho dos anos 90, e desde então a ideia de viagem no tempo muito me fascina.

É um dos meus temas favoritos de ficção científica, empatadinho com a idéia de realidades alternativas. A propósito, todos os meus filmes favoritos envolvem um ou outro conceito (ou os dois, às vezes). Leia mais

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Se você acompanha minha coluna com frequência, deve saber que eu tenho o hábito de exaltar os videogames ao nível de obra de arte. Não apenas a parte técnica dos games são uma arte à parte (o visual, a música, a atuação de voz, entre outros); o enredo de muitos games em alguns casos deixa seus equivalentes Hollywoodianos no chinelo.

Mas há o outro lado do espectro também. Nem só de alta arte vivem os videogames; alguns deles são bem adeptos ao que os gringos intitulam de “toilet humor“, ou “humor de privada” no bom português. Humor de privada seria o menor denominador comum da comédia, o humor baseado naquilo em funções corporais que contemos quando em público por boa educação: flatulências, eructações e algumas coisas ainda piores. Leia mais

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Um dos benefícios garantidos pelo avanço tecnológico nos games é que eles se aproximam mais (tanto no aspecto visual quanto na narrativa) de um longa-metragem do que de uma simples distração eletrônica interativa.

Desde o Nintendinho, lá nos longíquos anos 80, os jogos já tinham história. Acontece que é muito mais fácil se deixar envolver emocionalmente pela história de um jogo quando os personagens em conflito têm mais de 16 cores e vozes com bitrate maior que a das narrações dos jogos de futebol do Super Nintendo.

Alguns jogos utilizam todo o arsenal técnico dos consoles pra bolar situações e personagens com histórias que deixam nós na garganta. Pessoalmente, eu sou muito fã destes momentos – cenas emocionantes nos games mostram que, além das explosões bonitas e da sanguinolência que satisfaz aquele nosso desejo primevo de violência irracional, os videogames também têm alma.

Aqui estão alguns destes melhores momentos. Leia mais

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Eu já devo ter comparado a indústria de games com a cinematográfica diversas vezes aqui em minha coluna no TB. As semelhanças são inúmeras – ambas movimentam bilhões de dólares por ano, simultaneamente moldam e refletem a cultura popular (games aparecendo em filmes, então, é um curioso exemplo metalinguístico) e ambas ainda rastejam no Brasil. Leia mais

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Minha afinidade por brinquedos tecnológicos portáteis vem de muito tempo atrás. Tudo começou com meu pai.

O patriarca Nobre era técnico de informática (um padrão comum entre a turma que acaba se tornando fissurada em gadgets desde moleque), e lá pelos idos de 1991 ou 1992 ele recebeu da empresa para a qual trabalhava um laptop para ser usado em suas muitas viagens a trabalho. Leia mais

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As mecânicas de interação com os videogames mudaram muito ao longo do tempo. Os consoles primordiais usavam joysticks; estes eventualmente tornaram-se d-pads. No meio do caminho evolutivo, viraram uma espécie de maçaneta também:

A era dos games em ambientes tridimensionais acabou aposentando o d-pad (cuja utilidade hoje praticamente se resume à navegação de menus) e trouxe uma evolução dos joysticks na forma do controle analógico que muitos conhecemos pela primeira vez quando a Sony lançou o primeiro DualShock pro PlayStation. Leia mais

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No último domingo, o mundo inteiro acompanhou (“comemorar” ou “celebrar” não é exatamente o verbete mais adequado pra ocasião) o aniversário de dez anos dos ataques de 11 de Setembro, um dos mais importantes — se não o mais importante — acontecimentos da década passada.

Independente da sua posição ideológica sobre os atentados de 2001 (há quem dedique solidariedade aos americanos; há aqueles que culpam a política externa dos EUA de atrair a animosidade de militantes islâmicos, e há até quem crê que os ataques foram forjados pelo governo Bush), pelo menos uma coisa em relação àquele dia é indiscutível: 11 de setembro de 2001 deixou uma marca irreversível na nossa geração. Leia mais