Chegou, chegou, tá na hora da alegria

Chegou, chegou, tá na hora da alegria

Depois de muita, mas muita expectativa mesmo, o Google liberou a versão final de seu navegador Chrome para o Mac OSX. Seguindo seu antigo costume a empresa denominou a versão final do programa de Beta, palavra usada no mundo normal para indicar um programa ainda em desenvolvimento.

Lançada em setembro de 2008 para os computadores com Windows, a versão da maçã do browser teve uma gestação complicada, com direito a diversos atrasos que fizeram com que os executivos da gigante da web mais de uma vez se declarassem publicamente “decepcionados” por não poderem usar o programa em seus computadores pessoais – como se sabe, diversos googlers são usuários de Mac.

De resto, o mesmo discurso se sempre: o Google afirma que o programa é lindo, rápido, seguro, faz café e dá banho no cachorro.

Para quem quiser, o download pode ser na página do programa.

[atualizado às 17h25] No encalço da versão do Mac OSX os usuários do Linux também receberam sua versão do navegador, com os mesmos recursos de suas demais versões e estilo parecido com o do Windows. Volte em instantes para um review detalhado.

Enquanto nem o mais louco dos rumores dão conta de anunciar a aposentadoria dos atuais PS3 e Xbox 360, especialistas concordam numa coisa: hora ou outra inevitavelmente isso terá que acontecer.

Com respectivamente três e quatro anos de mercado, os consoles da Sony e Microsoft ainda estão em sua flor da idade e enquanto eles ainda estão longe de pendurar seus joysticks alguns artistas da web fazem suas próprias interpretações de como serão suas próximas gerações, numa coleção organizada pelo Business Insider.

Confira algumas sugestões:

A

Criado pelo designer Tai Chiem, este PS4 é todo transparente e dispensa o uso de um aparelho de TV para os jogos. Seu joystick mantém o desenho básico do atual modelo.

Com visual mais clássico, a proposta do estúdio Darpan Design mantém as linhas do atual modelo do Playstation e um joystick com aparência bem mais moderna.

Com visual mais clássico, a proposta do estúdio Darpan Design mantém as linhas do atual modelo do Playstation e um joystick com aparência bem mais moderna.

Feita por um internauta conhecido como Djeric, nessa proposta do Xbox 720 seria um dispositivo de mão dos mais elegantes.

Feita por um internauta conhecido como Djeric, nessa proposta do Xbox 720 seria um dispositivo de mão dos mais elegantes.

Menos inovadora, essa proposta criada pelo norte-americano Miguel Duarte mantém as linhas do atual Xbox.

Menos inovadora, essa proposta criada pelo norte-americano Miguel Duarte mantém as linhas do atual Xbox.

Só para os EUA e Canadá. Por aqui, nada muda.

Só para os EUA e Canadá. Por aqui, nada muda.

Depois de arrumar muita confusão com a web, as grandes gravadoras parecem estar caindo na real e lançam nesta terça-feira o Vevo, site de propriedade das gravadoras Sony, Universal, EMI e Abu Dhabi Media (quem?) que permitirá que o navegante assista a clipes e ouça músicas, como informa o New York Times.

Ironicamente hospedado pelo Google usando a tecnologia do Youtube – que de uns tempos pra cá vem até emudecendo trilhas sonoras protegidas para evitar dores de cabeça judiciais – para transmitir seu conteúdo o novo site deverá contar com cerca de 30 mil vídeos até o final do ano (que acontece em 23 dias) e, a exemplo do Hulu, inicialmente só estará disponível aos usuários dos EUA e Canadá. O resto do mundo, incluindo o Brasil, ainda deverá ficar fora dessa festa por um bom tempo.

Entre aquele blábláblá que envolve clichês como “conteúdo Premium” e “alta qualidade de som e vídeo”, também deixam escapar que o site arrecadará lucros com anúncios e que já existem pelo menos quinze empresas na fila para colocar sua marca no site.

Como também lembra o NYT, há anos diversas gravadoras contam com perfis no site de vídeos do Google, mas sempre tiveram a sensação que não estavam lucrando o quanto podiam com a coisa. Agora essas dúvidas serão sanadas e de quebra colocam um ponto final na conversa que afirmava que o Youtube é “um ralo de dinheiro” para a gigante da web, que não deve estar trabalhando de graça para seus antigos rivais nos tribunais.

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JooJoo: ex-CrunchPad

JooJoo: ex-CrunchPad

Há cerca de um ano, o mundo da tecnologia viu, cético, o site TechCrunch anunciar que estava preparando o lançamento de um gadget desenvolvido sob a batuta de seu editor, Michael Arrington, junto da empresa Fusion Garage. O aparelho, então chamado de Crunchpad, era um tablet de 12 polegadas sem teclado e com capacidade de acessar a web, que deveria chegar às lojas na primeira quinzena do último mês de novembro, mas em seu lugar veio apenas um discreto anúncio que o projeto havia sido cancelado.

Mas isso não significou o fim da linha para o gadget. Chandra Rathakrishnan, CEO da Fusion Garage anunciou na última segunda-feira que o aparelho será apresentado na próxima sexta rebatizado como JooJoo, nome que significa “dispositivo mágico” em uma antiga língua africana não especificada.

Do tamanho de uma revista – fechada – o JooJoo tem tela sensível ao toque com resolução de 1366 x 768 pixels, 4 GB de armazenamento interno, WiFi, suporte a vídeos em 720i, bateria com cinco horas de duração e roda um sistema operacional próprio, que, nos moldes do Chrome OS, parece ser um browser bootável. Tudo isso por US$ 500 (R$ 850). Na única imagem decente do JooJoo até agora, ele parece ter um perfil realmente elegante e tela com uma cobertura reflexiva, o que não deverá ajudar na leitura em ambientes iluminados com luz natural.

Aos mais animados, bom pensar duas vezes antes de enviar seu rico dinheirinho para a empresa na pré-venda. Primeiro que ainda não há uma data para que o JooJoo seja entregue a seus compradores. Depois que seu lançamento ainda pode ser impedido nos tribunais, já que o TechCrunch não gostou nem um pouco de ver suas ideias chegarem ao mercado sem sua devida autorização.

Enquanto esse assunto é resolvido, quem sabe a Apple se anima em lançar aquele tal tablet que ninguém nunca viu, mas jura que existe.

V13: magricela

V13: magricela

A Dell apresentou nesta terça-feira o Vostro V13, notebook para uso corporativo com apenas 1,65 cm de espessura e 1,59 kg de peso muito bem distribuídos por seu corpinho de 13,3 polegadas.

Apesar de suas dimensões enxutas, a máquina conta com processador Core2Duo de baixa voltagem, 4GB de RAM, Bluetooth além dos básicos microfone e webcam integrados, que a essa altura não deveriam surpreender mais ninguém. O sistema operacional, claro, é o Windows 7. A exemplo de seu irmão mais afrescalhado, o Adamo, o V13 deixa sobrar uma aba de chassi do lado de fora quando sua tela é aberta, efeito colateral da excessiva miniaturização vertical de seus componentes.

A máquina ainda não tem uma data oficial para chegar ao mercado e de acordo com o site Electronista seu preço deverá ficar em torno dos US$ 449 (R$ 770), ou cerca de um terço do valor que a própria Dell ou a Apple pedem pelos hypados Adamo e Macbook Air. Se essa expectativa de preço se confirmar, provavelmente o computadorzinho deverá ter boas vendas mesmo fora dos escritórios para que ele foi criado.

Aos que tiverem paciência confiram o emocionante </ironia> vídeo em que Sam Burd, gerente de marketing da Dell, fala a respeito do desenvolvimento do computador:

Family Pack: acabou

Acabou a festa, pessoal.

Lembra do Famlily Pack, aquele pacote com três licenças do Windows 7 que por algum motivo a Microsoft resolveu não vender no Brasil? Lembra? Então aparentemente você ficará apenas na lembrança.

No lugar de expandir sua comercialização para o lado de cá da linha do equador, a empresa de Steve Ballmer estranhamente deixou de oferecer a opção nos EUA no último final de semana, quando o programa foi ceifado da versão norte-americana da Microsoft Store – loja online em que a empresa comercializa seus produtos – e sua página passou a ostentar um aviso que afirma que a versão “foi encerrada”. Já em outros mercados, como o do Reino Unido, por exemplo, o pacote ainda é anunciado com certo alarde.

Atendendo pelo nome completo de Windows 7 Home Premium Family Pack (ufa!) a versão permitia que uma mesma licença do programa fosse instalada em até três computadores diferentes dentro de uma rede doméstica por apenas US$ 149,99, (R$ 260) enquanto o modelo comum sai por US$ 119,99 (R$200) e só pode ser colocado (legalmente) em um computador. Por esse motivo, o pacotão famíliar se tornou a terceira versão mais vendida do programa, atrás apenas dos upgrades do Home Premium e do Professional.

Na ocasião do lançamento do novo sistema operacional no Brasil a Microsoft alegou “razões comerciais” para não oferecer a opção com três licenças por aqui, mas não negou a possibilidade de um dia, no futuro, poder pensar no assunto. Agora o papo morreu de vez.

Mac Pro: potente

Mac Pro: potente

Falta de potência nunca foi um problema para a atual geração dos Mac Pro, mas a marca da maçã anunciou nesta segunda-feira alguns upgrades para sua linha de máquinas para aplicações profissionais.

Ainda mantendo o elegante design externo que estreou no distante ano de 2003 no Power Mac G5, a workstation agora conta com os serviços do processador Intel Xeon 3500, exclusividade ainda não disponível para as máquinas do lado Windows da força que dispõe de quatro núcleos que rodam a saudáveis 3,3 GHz.

Mas isso não é tudo, claro. O resto de suas especificações também contam com adoráveis exageros que fariam qualquer entusiasta tremer: 32 GB de RAM, 8 TB de armazenamento, e 2 GB de processamento de vídeo também podem fazer parte do pacote, que tem preços que começam em US$ 3,299 (R$ 5.300) e podem chegar até o infinito. Isso, claro, só o gabinete, sem contar “detalhes” como Magic Mouse, Apple Keyboard e os caríssimos monitores Cinema Display. [Register]

Num daqueles mistérios que acontecem de vez em quando na web, uma unidade da próxima geração de processadores de alto desempenho da Intel, conhecida internamente como Gulftown, está à venda no eBay.

O chip, que deverá chegar ao mercado no ano que vem atendendo pelo nome de i9, conta com seis núcleos físicos rodando a 2,4 GHz e é até 30% mais rápido que seu antecessor, o i7 – que ainda é um foguete até hoje – e 100% mais rápido que o i5, que provavelmente é mais rápido que o seu computador. Ou seja, desempenho de sobra para as tarefas realizadas pela maior parte dos mortais.

O problema é que o preço segue o exagero de suas especificações técnicas. Para levar apenas o processador i9 pra casa o felizardo terá que desembolsar nada mais nada menos de US$ 1.200 (R$ 2.000), atualmente o preço de um desktop tremendamente decente, e ainda terá que abrir a carteira para adquirir placa mãe, HD, mouse (brincadeirinha), etc.

Se alguém estiver como orçamento folgado nesse fim de ano, fica a dica. [Toms Hardware]

Um

O Youtube vai perder peso

Imagens em altíssima definição são legais, mas estão longe de ser um bom negócio quando o computador usado para a navegação está longe de ser a última palavra em potência. Por essas e outras o Youtube está preparando o Feather, uma versão peso-leve para computadores de baixa potência ou que usam conexões lentas.

Ainda na fase de testes privados, a novidade volta ao básico do site de vídeos: diversas opções, como assistir o vídeo em tela inteira ou em alta qualidade desaparecem, assim como outras perfumarias.

Quanto à qualidade dos vídeos não parece haver diferenças, até porque o Youtube já conta com um sistema que seleciona a qualidade do vídeo automaticamente, de acordo com a velocidade de conexão do usuário.

Ainda não há uma data para o Feather ser lançado oficialmente. [All thing digital]

DVD

Numa bizarra tentativa de protestar contra as leis antipiratarias de seu país, um norueguês chamado Henrik Anderson se denunciou às autoridades locais por ter feito backups de DVDs originais que comprou legalmente.

Apesar da legislação do país permitir que um cidadão faça cópias de discos de sua propriedade para uso pessoal, também proíbe a quebra de proteções DRM, então para ripar sua coleção de filmes e seriados Anderson foi “obrigado” (entre aspas, mesmo) a cometer um crime. “Comecei com isso porque eu não queria ser taxado como criminoso”, afirmou o rapaz para o site TorrentFreak.

Na ocasião em que a denúncia foi feita, no final no último mês de outubro, o órgão antipirataria do país avisou a Anderson que a decisão se ele seria processado ou não seria dada “até dia 1º de dezembro”, o que não aconteceu.

Apesar da tática arriscada, o norueguês não parecia estar muito preocupado com represálias: “Eles não pareciam muito interessados em dar continuidade ao caso. Obviamente temiam o que poderia acontecer se me denunciassem a policia”, completou. E pondera: “Ou foi isso ou eles não entenderam minha ação como ilegal”.