É jornalista, publicitário e usa a internet desde mil-novecentos-e-monitor-de-fósforo-verde. Não está certo se gosta de gadgets por eles serem poderosas ferramentas de comunicação que têm papel fundamental na difusão de conhecimento ou porque eles têm luzinhas brilhantes que piscam toda hora.
Apesar da Oi ainda não ter iniciado as vendas do iPhone, algumas de suas lojas já receberam os primeiros lotes do aparelho – devidamente desbloqueado – junto de sua respectiva tabela de preços.
Numa revenda da Oi no Shopping D. Pedro, na cidade de Campinas, interior do estado de São Paulo, os valores pedidos pelo smartphone da Apple começam em R$ 2.099 para o 3G, R$ 2.549 para o intermediário 3GS 16 GB e R$ 2.949 para o 3GS top de linha com 32 GB de armazenamento.
Apesar de serem preços salgados se comparados à concorrência, ainda é preciso saber se a operadora oferecerá bônus ou descontos especiais a seus clientes.
As informações são do blogueiro da casa Juarez Lencioni Maccarini.
Depois de anunciar a aquisição da empresa de streaming de músicas pela web Lala no começo da semana, rumores levantados por alguns especialistas indicam que a Apple negocia a aquisição de uma startup especializada em ligações telefônicas pela internet chamada iCall – nome pra lá de adequado.
Os responsáveis pela iCall afirmam que atualmente “mais de 100 mil” usuários do iPhone são clientes de seu sistema de comunicação pela internet.
Segundo o site Sillicon Alley Insider a empresa da maçã teria oferecido entre US$ 50 e US$ 60 milhões pela pequena empresa, que não nega nem confirma a boataria, como de hábito nessas situações.
Mas o que será que Steve Jobs pretende fazer com essa nova aquisição? Entre os diversos rumores que pipocam pela web um deles afirma que a Apple está de olho no crescimento do Google, que além dos relativamente recentes Android e do Chrome OS, nos últimos anos comprou duas companhas de VoIP. Possuindo a nova tecnologia a Apple poderia entrar no novo mercado num tempo relativamente curto – quem sabe, numa próxima atualização do iPhone.
Outra teoria, mais pragmática, afirma que a Apple apenas está interessada em comprar a empresa porque ela detém o registro da marca iCall nos EUA.
Nas imagens o jovem podia ser visto em situações cotidianas, como bebendo com amigos, ou à beira da piscina, namorando, trabalhando em seu escritório ou num impagável momento genuinamente miguxo em que se mostrava de pijamas deitado num sofá abraçado a um ursinho de pelúcia. Como os flagrantes não ajudaram nem um pouco na árdua tarefa de esfriar o debate em relação às novas regras, o próprio jovem veio a público afirmar que deliberadamente liberou o acesso às fotos, versão um tanto difícil de acreditar.
Estrago feito, sua equipe prontamente tratou de remover as fotos mais divertidas (ou seja, constrangedoras) do perfil do executivo, e das 290 imagens iniciais restaram apenas 36, incluindo um álbum com 17 cliques de sua viagem à São Paulo, realizada no meio deste ano, em que Zuckerberg aparece trocando olhares ardentes com o Thiago Mobilon, CEO e guru espiritual do Tecnoblog debatendo com os mais notáveis blogueiros do país.
O Nook, e-reader desenvolvido para ser um anti-Kindle pela loja Barnes & Noble, não vem recebendo os melhores reviews da imprensa norte-americana. Pelo menos entre os mais respeitados colunistas dos EUA o aparelho vem sendo uma triste unanimidade.
Enquanto Walt Mossberg, do Wall Street Journal, afirma que o aparelho é “chato”, David Pogue, do New York Times afirmou que o aparelho é “lento como uma lesma no inverno”. Pior que isso, o site Sillicon Alley Insider foi o mais longe possível no que se trata de ofensa no mundo da tecnologia: comparou o aparelho ao Zune, MP3 player da Microsoft que falhou miseravelmente em sua tarefa de bater o iPod.
Entre os os motivos afirmam que o Nook é apenas uma cópia muito próxima do Kindle, assim como o Zune era uma cópia do iPod e que a exemplo do player da Microsoft, o Nook chegou com uma quantidade menor de conteúdo em sua loja online, além de seu sistema de compartilhamento ser repleto de restrições.
Por essas e outras, eles prevêem que as vendas do aparelhinho não devem decolar pelo menos enquanto sua fabricante não fizer as devidas atualizações em seu software, para aumentar sua velocidade e acabar com seus travamentos, enquanto lembram que a Amazon fará de tudo para não deixar seu reader para trás ness briga.
Briga, aliás, que deverá ganhar novos competidores em breve, já que a matéria afirma que a “Apple ou Microsoft” devem entrar no mercado de readers ainda este ano, com aparelhos “coloridos e equipados com telas sensíveis ao toque”.
Um estudo feito pelos pesquisadores Roger E. Bohn e James E. Short, da Universidade da Califórnia indica que cada norte-americano consome cerca de 34 GB de dados diariamente, entre navegação pela internet, TV, rádio, jogos, jornais ou livros, num total de 20 fontes de informação.
Para realizar os estudos os pesquisadores converteram medidas que normalmente passam longe do mundo digital – como páginas de jornais, por exemplo – em bytes, que logo viraram megas e gigabytes.
De acordo com as informações, em 2008 os súditos de vossa majestade Barack Obama consumiram 1,3 trilhões de horas de informações, o que na média dá cerca de 12 horas por dia para cada um. Segundo os dados, apesar do consumo de informações em horas ter aumentado apenas 2,6% em relação a 1980, o consumo de dados – vídeos ou imagens, por exemplo – vem subindo em média 5,4% desde então.
Ainda que meio esquecida por professores e palestrantes espertalhões de um tempo pra cá, a velha e boa televisão ainda é responsável por 60% do tempo gasto com informação nos EUA – e de quebra as imagens em alta definição ajudam a aumentar a conta dos gigabytes diários.
De qualquer maneira, os estudiosos apontam que os computadores “têm maiores efeitos quanto a alguns aspectos da informação e consumo, já que graças a eles pelo menos um terço das palavras e metade dos dados consumidos diariamente são interativos”.
Quando os primeiros fornos de microondas chegaram às lojas brasileiras, no final da década de 80, não eram poucos os que definiam o aparelho como “uma televisão que esquenta comida”.
O tempo passou, os televisores ficaram mais magros e a piadinha estava fadada ao inevitável esquecimento, se os designers Keita Watanabe e Shota Matsuda (sem piadas, ok?) não resolvessem criar um protótipo de forno com o recurso de transmitir vídeos do Youtube.
Chamado de Castoven Microwave Oven o aparelho tem uma tela de 10,4 polegadas e é capaz de automaticamente reproduzir vídeos do Youtube com a duração equivalente ao tempo que sua janta demora para ficar pronta.
Pra quê? Pra nada.
Felizmente, o Castoven não deverá ser lançado comercialmente, e para entender o motivo confira seu incrível funcionamento num vídeo de apresentação da idéia.
Disponível em 50 idiomas e para computadores com Windows, Mac ou Linux a nova versão agora conta com navegação por abas e outras diversas melhorias de segurança e velocidade já esperadas num programa que não recebia grandes atualizações desde 2006.
Apesar de meio esquecido de um tempo pra cá, David Ascher, CEO da Mozilla, afirma que o programa ainda tem entre 10 e 15 milhões de usuários em todo mundo, e que apesar de atrás de seus principais concorrentes – leia-se Outlook, Windows Mail, Hotmail ou Gmail – o programa vem registrando “sensível crescimento”.
Aos interessados, o programa pode ser baixado direto do Site da Mozilla.
A história do já lendário dispositivo menor que um computador e maior que um iPhone que há tempos povoa fértil imaginação dos fãs da Apple acaba de ganhar mais um novo capítulo. O analista de mercado Yar Reiner afirmou ao site Apple Insider que a empresa se Steve Jobs apresentou “propostas muito interessantes” a editoras norte-americanas a respeito de oferecerem seu conteúdo a uma futura plataforma de e-books, que deverá ser inaugurada com a chegada do tão falado tablet da marca.
“Os contatos feitos pela Apple mostram que a empresa pretende deixar 70% do valor do livro com a editora, enquanto com o Kindle a Amazon fica com metade do dinheiro”, diz Reiner.
Nesta nova versão do rumor o aparelho terá tela de 10,1 polegadas OLED multitouch, não terá teclado e se encaixará num nicho de mercado entre os leitores digitais e os netbooks, parecido com o JooJoo que será lançado na próxima sexta.
De acordo com o analista, sua produção deverá ser iniciada no próximo mês de fevereiro e serão necessárias entre seis e oito semanas para a produção de um estoque que dê conta da demanda inicial.
Mas em se tratando de Apple, claro, um pouco de desconfiança nunca faz mal pra ninguém.
Depois de muita, mas muita expectativa mesmo, o Google liberou a versão final de seu navegador Chrome para o Mac OSX. Seguindo seu antigo costume a empresa denominou a versão final do programa de Beta, palavra usada no mundo normal para indicar um programa ainda em desenvolvimento.
Lançada em setembro de 2008 para os computadores com Windows, a versão da maçã do browser teve uma gestação complicada, com direito a diversos atrasos que fizeram com que os executivos da gigante da web mais de uma vez se declarassem publicamente “decepcionados” por não poderem usar o programa em seus computadores pessoais – como se sabe, diversos googlers são usuários de Mac.
De resto, o mesmo discurso se sempre: o Google afirma que o programa é lindo, rápido, seguro, faz café e dá banho no cachorro.
[atualizado às 17h25]No encalço da versão do Mac OSX os usuários do Linux também receberam sua versão do navegador, com os mesmos recursos de suas demais versões e estilo parecido com o do Windows. Volte em instantes para um review detalhado.
Enquanto nem o mais louco dos rumores dão conta de anunciar a aposentadoria dos atuais PS3 e Xbox 360, especialistas concordam numa coisa: hora ou outra inevitavelmente isso terá que acontecer.
Com respectivamente três e quatro anos de mercado, os consoles da Sony e Microsoft ainda estão em sua flor da idade e enquanto eles ainda estão longe de pendurar seus joysticks alguns artistas da web fazem suas próprias interpretações de como serão suas próximas gerações, numa coleção organizada pelo Business Insider.
Confira algumas sugestões:
Criado pelo designer Tai Chiem, este PS4 é todo transparente e dispensa o uso de um aparelho de TV para os jogos. Seu joystick mantém o desenho básico do atual modelo.
Com visual mais clássico, a proposta do estúdio Darpan Design mantém as linhas do atual modelo do Playstation e um joystick com aparência bem mais moderna.
Feita por um internauta conhecido como Djeric, nessa proposta do Xbox 720 seria um dispositivo de mão dos mais elegantes.
Menos inovadora, essa proposta criada pelo norte-americano Miguel Duarte mantém as linhas do atual Xbox.