Expandindo o pensamento científico – que tem como base a dúvida do simples poder de criação – para a área das ciências humanas, nos deparamos com um dos principais impasses para a produção exacerbada de tecnologia: O impacto social que a palavra criação carrega em seu significado. A interdisciplinaridade é imprescindível nessa questão. Devemos mesclar “high tech” com ética, para que não haja uma distorção do princípio da produção científica: Benefício Social.
O verbo CRIAR deve vir obrigatoriamente acompanhado do substantivo EVOLUÇÃO para que pensamentos chauvinistas (pensamento antiglobalização), imperialistas (extremamente ligado ao chauvinista, visando a afirmação nacional em forma de poder econômico-político) e de ódio gratuito, não encubram grandes avanços proporcionados pela revolução tecno-científica. Podemos tomar como exemplo a Medicina, com a criação de aparelhos precisos, telecomunicações, apresentando uma rapidez nunca antes imaginada, ou a educação, onde a informática se estabeleceu com uma grande categoria.
A pergunta aqui surge já acompanhada da incerta resposta:
Podemos considerar a biotecnologia e nanotecnologia “amigas�? do processo evolutivo?
Depende. Qual seria o benefício de uma explosão nuclear? Nenhum.

Criação em um contexto de instabilidade política mundial tende a se transformar em destruição, como é o caso das guerras promovidas pelos Estados Unidos, que usaram todo o seu potencial científico para destruir os países do Oriente Médio.

É fato, a ética deve se envolver na produção, pois o crescimento acelerado do conhecimento, sem uma prévia reflexão, pode ser usado para fins que, muitas vezes não condizem com a idéia de “evolução = benefício”. Os filósofos devem “brecar” os cientistas para uma produção consciente e tranqüila.
Já estão trabalhando na implantação de chips que trocam informações com o cérebro e enviam impulsos elétricos para a movimentação dos membros, se isso fora usado para outros fins que não sejam de benefício social, haverá um controle de pessoas via rádio e rede wireless. Impossível? Não, lembrando que nós nos assustamos com o simples laser.

Não queremos mais uma Alemanha Nazi-fascista ou uns “Estados Unidos” imperialista, promotores de Guerras por serem os donos temporários do saber. Antes da criação a reflexão.

Bom, estou apenas começando a colaborar com o Tecnoblog, pois venho acompanhando-o a um bom tempo e achei deveras interessante participar dele.

  • Como descobrir senhas de arquivos .zip

Sempre tive uma curiosidade imensa de como descobrir algumas coisas que são proibidas, aquele “gostinho” a mais de fazer o errado ou saber fazer o errado, mas eu nunca encontrava nada relacionado ao assunto que, de fato, me ensinava COMO fazer, só dizia que era possível. Basicamente os meus posts irão tratar sobre REDES e formas de burlar alguns programas. Você deve estar se perguntando: “Esse cara não vai falar nada só vai ficar enrolando?”. A minha característica é ser objetivo (esse post é uma exceção :) )

No mercado existem vários programas para quebrar senhas .zip, e um deles que é deveras interessante é o AZPR 4.00 (Advanced ZIP Password Recovery), nele é possível descobrir senhas escolhendo as opções para agilizar o processo.
Nele você trabalha com o método de Brutal Force (Força Bruta), que te possibilita quebrar testando senha por senha, em média são 15 milhões de senhas testadas por segundo, e não deixa o pc lerdo, então você pode deixá-lo rodando enquanto faz outras coisas.

Você pode baixar o programa clicando neste link, o AZPR é trial, e isso significa que você pode ultilizar o mesmo gratuitamente por um período de 30 dias.
Depois de autenticar o AZPR a primeira tela que irá aparecer quando você instalar e abrir o programa é essa:

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Viu como é simples?? Esse tutorial não tem segredo algum, em breve mais posts desvendando lendas e dizendo do que pode ser feito dentro de um pc…

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