A versão 1.0 beta do aplicativo do Kindle para Mac OS X. A versão para usuários da maçã estava sendo prometida desde o lançamento do aplicativos similar para Windows, há cerca de quatro meses. Através do programa, clientes da loja de livros e periódicos em formato digital da Amazon poderão ler suas obras — inclusive com cores, algo que o e-reader não tem — agora também no Mac.

Com o iPad e sua iBook Store potencialmente ameaçando seu negócio, a Amazon traz seu aplicativo de leitura do Kindle ao Mac e completa uma longa lista de dispositivos onde seus e-books podem ser lidos: os próprios Kindle/Kindle DX, iPhone, iPod touch, BlackBerry, Windows, Mac, e em breve até mesmo no iPad (que será uma disputa interessante de assistir: o app da Amazon, líder do mercado atualmente versus o app do iBooks, o novato da Apple).

Através do aplicativo para Mac (assim como os demais) pode-se ler os livros já comprados e, através do sistema chamado Whispersync, começar a ler um livro em qualquer um dos aplicativos/dispositivos citados acima, parar e depois poder continuar em qualquer um dos outros aplicativos/dispositivos do mesmo ponto onde a leitura parou.

O aplicativo para Mac já conta com diversas funcionalidades mas, como indica o termo “beta”, ainda não está completo. Algumas das próximas funções prometidas incluem a possibilidade de fazer busca no texto e de criar/editar anotações e marcações no texto, que por enquanto podem ser  apenas lidas no aplicativo.

Veio à tona hoje uma patente publicada pela Apple que descreve como será um novo aplicativo para iPhone com objetivo de criar redes sociais móveis. O nome, com toda aquela originalidade que só a Apple nos oferece, será iGroups.

A função do aplicativo seria permitir que pessoas que estão geograficamente próximas consigam participar de uma mesma rede virtual, na qual poderiam trocar mensagens. Isso é particularmente interessante para grupos de amigos em uma festa ou ainda colegas de trabalho que estejam participando de um mesmo evento promovido pela empresa.

Para detectar quais donos de iPhone estão próximos, o aparelho usaria tanto o Bluetooth como o Wi-Fi, no que é chamado pela empresa de GPS virtual. Todas as conexões passariam por processo de criptografia, para que os dados sejam transmitidos com maior segurança.

Dessa forma, os participantes de um show, feira, congresso, conferência ou qualquer que seja o evento poderiam trocar mensagens entre si e visualizar informações mais detalhadas uns sobre os outros (o que, no meu entender, seria uma forma de recriar no iPhone OS o famigerado cartão de visita).

Interface de usuário do iGroups apresentada na patente. (Patently Apple)

Interface do iGroups apresentada na patente. (Patently Apple)

Detalhe: já existe um aplicativo chamado iGroups na App Store.

[via Mashable, Patently Apple]

Alguém numa agência de publicidade australiana pode ter acabado de perder seu emprego ao disponibilizar os anúncios da Apple mais cedo do que deveria. Nos banners, vistos pela primeira vez nessa página, são exibidos novos preços para os notebooks Macbook Pro e Macbook Air e para o servidor Mac Pro, todos eles com aumentos consideráveis.

O novo preço inicial de Macbook Pro teria passado de A$1599 (R$ 2603) para A$1899 (R$3092) e o do Macbook Air de A$1999 (R$ 3254) para A$2399 (R$ 3906). Já o Mac Pro, que antes era encontrado por A$3599 (R$ 5860), passaria a ser vendido por A$4499 (R$ 7325). Todos os preços estão em dólares australianos.

Na loja online da Apple na Austrália, os preços antigos ainda estão sendo mostrados, o que evidencia que os anúncios podem ter sido colocados no ar por acidente.

Se for confirmado a veracidade dos anúncios, moradores da cidade de Cuppertino deverão ter cuidado com a fumaça que será gerada pela raiva fumegante de Steve Jobs quando ele descobrir o que aconteceu. [Engadget]

O aparelho com mais hype do momento (também conhecido como iPad) tem design fino e sem emendas, o que não seria possível com uma bateria removível. Até aí é tudo igual aos seus irmãos de construção unibody na Apple, mas diferentemente de iPhones e Macbooks — que são levados para ter a bateria trocada numa assistência da Apple — no iPad, quando a bateria começa a dar problema, a Apple não troca só a bateria: ela te manda um novo.

Essa política consta no FAQ da bateria do iPad, que explica que o serviço não se aplica no caso de aparelhos danificados, ou que tenham sofrido modificações não autorizadas (será que ela quer dizer jailbreak?). O custo do serviço será de US$ 99 mais o frete, totalizando US$ 105,95 (menos de R$ 200). Isto, é claro, é válido apenas para os Estados Unidos, ao menos por hora.

A Apple avisa que todos os dados serão perdidos no processo de troca, então é essencial fazer o sincronismo com o iTunes antes de enviar o iPad, para assim ter um backup em dia e poder restaurar tudo quando o novo iPad chegar, cerca de uma semana depois do envio do aparelho de bateria comprometida à Apple.

Na edição doe domingo (14) do jornal carioca O Globo saiu uma discreta nota na coluna “Gente Boa” que confirma as dificuldades que os amantes de tecnologia no Brasil sofrem perante nossos exorbitantes impostos. Segundo o jornalista Joaquim Ferreira dos Santos, Steve Jobs teria negado o convite da Secretaria de Patrimônio Cultural do Rio de Janeiro para abrir uma Apple Store no Brasil. O motivo? Nossa “política maluca de taxação”.

Nota publicada no jornal O Globo. (Reprodução)

Nota publicada no jornal O Globo. (Reprodução)

O secretário Washington Fajardo teria proposto que a primeira Apple Store do Brasil fosse aberta na região da Zona Portuária do Rio ou em um prédio histórico do centro da cidade. Ainda assim, Jobs teria prontamente recusado.

“Não podemos nem exportar os nossos produtos com a política maluca de taxação superalta do Brasil. Isso faz com que seja muito pouco atraente investir no país. Muitas companhias high tech se sentem assim,” respondeu o CEO da Apple.

Com o início da pré-venda do iPad, a Apple aproveitou para atualizar o seu site com diversas novas informações, desde detalhes sobre os iBooks, um novo controle de rotação de tela e até suporte a AVI.

Conectividade 3G

Foi mostrada como o usuário poderá acompanhar o seu consumo de dados, bem como alterá-lo (assinar, cancelar, mudar de plano…). O iPad avisará quando seu plano de dados estiver com apenas 20% dos dados restando, quando estiver com 10% restando e quando ele tiver terminado, de forma similar ao que o iPhone o iPod Touch fazem com as notificações sobre a bateria atualmente.

Cabe notar que somente foi anunciado o acordo com a operadora de telefonia americana AT&T, não há ainda qualquer palavra sobre como serão os planos de dados em outros países. Vamos esperar que a Apple faça acordos similares com as operadoras brasileiras — como Claro, Oi, TIM, Vivo, que já são suas parceiras nas vendas do iPhone.

iBooks

A novidade na página do iBooks é que qualquer livro no formato ePub poderá ser lido no iPad, não apenas aqueles comprados na iBook Store da Apple. O iBook não virá direto no aparelho, mas será um aplicativo gratuito na App Store.

Acessibilidade

A tecnologia VoiceOver da Apple permitirá que  todas as páginas de seus e-books sejam lidas em voz alta pelo iPad. Além disso será possível rotear todo o audio do panorama estéreo para apenas o fone direito ou esquerdo, para pessoas que possuem deficiência auditiva em um dos ouvidos.

Trava de rotação de tela

Agora há um botão para impedir que as informações exibidas na tela sejam automaticamente rotacionadas pelo acelerômetro. Isso permitirá um conforto maior para quem pretende ler o iPad enquanto está deitado em uma cama, por exemplo. Usuários de iPhone e iPod Touch sabem como essa situação pode ser irritante, pois a tela não se alinha com a sua posição horizontal. No iPad, não mais.

Suporte a AVI

Uma novidade no iPhone OS: o iPad terá suporte a vídeos AVI no formato MotionJPEG, com taxas de dados de até 35Mbps, resolução de até 1280 por 720 e audio PCM estéreo.

[Macworld]

Ainda é manhã nos Estados Unidos, mas um assunto fez muita gente acordar cedo hoje. Começou a pré-venda do iPad através da loja online da Apple, assim como as reservas para aqueles que preferem retirar o aparelho em uma Apple Store logo que estiver disponível — dia três de abril, no caso dos modelos sem 3G (os modelos com 3G foram prometidos para o final de abril nos EUA).

Além do iPad, também já estão disponíveis na loja online os acessórios oficiais do aparelho: case (US$ 40), dock com teclado (US$ 70), dock simples (US$ 30), adaptador de energia para tomada (US$ 30) e adaptador para saída de vídeo para o padrão VGA (US$ 30).

Como notou o Business Insider, Andrew Erlichson, CEO do site de compartilhamento de sites Phanfare, apresentou  em seu blog uma estimativa de que o iPad pode estar vendendo cerca de 20 mil unidades por hora nas suas primeiras horas de venda, o que corresponderia a uma cifra de uns US$ 10 milhões na conta da Apple para cada uma dessas horas de pico. Ele baseou seus cálculos na hipótese de que os números de pedido da Apple Store Online sejam seqüenciais e de que, às 8h30 da manhã na costa leste americana do dia do lançamento do iPad, seria bem provável que o produto que estivesse sendo mais vendido, com quase exclusividade no momento, esteja sendo realmente o iPad. A partir disso e dos números de seus dois pedidos desta manhã, com meia-hora de intervalo entre eles, Erlichson chegou à sua hipótese. É claro, ele pode estar redondamente enganado, mas pesquisas mais recentes sugerem que a expectativa pela venda do iPad era realmente grande.

E, uma última e curiosa observação: dando uma segunda olhada para a captura de tela acima e nota-se que finalmente surgiu no site da Apple uma aba para o iPad, entre a aba do iPhone e a do iTunes (que se separou do iPod, com quem dividia sua aba até ontem).

O que não falta na internet são rumores sobre o que as próximas versões do iPhone vão ter. Entre bloqueador de celulares em cadeias e até mesmo um sintetizador de voz do Steve Jobs para que Appemaníacos ouçam o iGod falando, o mais quente rumor do momento diz respeito ao software que o iPhone roda.

iPhone poderia ficar ainda mais forte. (Flickr: Ninjam83)

iPhone poderia ficar ainda mais forte. (Flickr: Ninjam83)

De acordo com o blog Mashable, a próxima versão do iPhone OS poderia finalmente permitir a multitarefa, ou multitasking. Essa é uma das grandes reclamações a respeito do smartphone da Apple, que proíbe sumariamente que mais de um aplicativo seja executado simultaneamente, como no caso dos computadores pessoais. A única exceção a essa regra é o aplicativo de música nativo do sistema, que pode ser executado mesmo quando um jogo estiver aberto, por exemplo.

A multitarefa já é possível por meio do Jailbreak, processo que – evidentemente – a empresa da Maçã desaprova e abomina. Uma vez que o iPhone é desbloqueado, o dono do aparelho já pode rodar vários programas ao mesmo tempo. Já no iPhone OS 4, essa função seria nativa e aprovada pela Apple.

Em tese, a Apple já estaria desenvolvendo regras para que um programa fique apto a rodar em modo multitarefa. Ou seja, a multitarefa teria que ser “conquistada” caso a caso por cada desenvolvedor de aplicação para o iPhone OS. Dessa forma, a empresa não perderia completamente o controle sobre o recurso.

A desculpa da Apple para não oferecer a multitarefa no iPhone até hoje é que a experiência do usuário pode ser incompleta, uma vez que mais travamentos poderiam acontecer graças aos vários programas rodando juntos. O tempo de bateria também poderia sofrer diminuição, uma vez que mais aplicativos sendo executados resultam em maior uso de processamento. [Flickr: Ninja M.]

Stanford adverte: iPhone pode causar dependência.

Uma nova pesquisa da Universidade de Stanford confirma o que seus usuários (ou suas namoradas) já estavam descobrindo por conta própria: o iPhone pode causar dependência em seus usuários. Quando pedidos para classificar sua dependência pelo aparelho em uma escala de um a cinco — sendo cinco “viciado” e um “nem um pouco viciado” — 10% reconheceram serem plenamente dependentes do aparelho e 34% se classificaram como um quatro na escala de dependência. Apenas 6% afirmaram não serem nem um pouco dependentes, e 32% destes se mostravam preocupados que poderiam ficar viciados algum dia.

A pesquisa foi realizada com 200 estudantes, sendo quem 70% deles tem o iPhone por menos de um ano. Ela descobriu que 85% usam o aparelho como seu relógio, 89% usam como seu despertador, 75% admitiram cair no sono com o iPhone em suas camas e 69% disseram que tinham maiores possibilidades de esquecer a carteira do que o iPhone ao sair pela manhã.

Também foi notada uma tendência de antropomorfizar o iPhone e tratá-lo diferentemente de outros eletrônicos. por exemplo, 3% dos estudantes dizem não deixar ninguém tocar seu iPhone, 3% deram um nome para o seu iPhone, 8% admitiram já ter pensado “meu iPod está com ciúmes de meu iPhone” e 9% admitem já terem feito carinho em seu iPhone.

Mesmo assim, os especialistas ainda não chegaram a um consenso se dependência de tecnologias como a Internet e aparelhos eletrônicos pode ser qualificada como um transtorno. A própria pesquisadora que conduziu a pesquisa diz que não acha que seja uma dependência nociva: “eu acho que eles realmente gostam de seus iPhones,” disse ela. De fato, há benefícios: mais de 70% dos entrevistados disse que o iPhone os fez mais organizados, e 74% acreditam que o smartphone da Apple os tornou mais produtivos. Isso sem contar que o aparelho também levanta a auto-estima: 74% dos estudantes disse que o iPhone fez eles se sentirem “maneiros”. [TechNewsDaily]

A toda-poderosa Apple preparou um comercial para mostrar seu novo gadget, o amado por uns e criticado por outros iPad. Com 30 segundos de duração, o filminho bacanudo foi ao ar durante a cerimônia do Oscar nos EUA e como grande novidade mostra mais detalhes do aparelhinho em ação. Confira:

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Falando em Oscar, o site CNet reporta que Steve Jobs esteve na cerimônia de entrega do prêmio acompanhando o pessoal da Pixar, que recebeu o prêmio de Melhor Animação com o filme Up!, que no Brasil recebeu o subtítulo “Altas Aventuras”.