Apple

Apple Inc. (NASDAQ: AAPL; NYSE: AAPL; anteriormente Apple Computer, Inc.) é uma empresa multinacional estadunidense que projeta e comercializa produtos eletrônicos de consumo, software de computador e computadores pessoais. Os produtos de hardware mais conhecidos da empresa incluem a linha de computadores Macintosh, o iPod, o iPhone e o iPad. Os softwares inclui o sistema operacional Mac OS X, o navegador de mídia iTunes, entre outros.

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Há quase um mês o Tecnoblog noticiou que Steve Jobs, CEO da Apple, não participaria de seu tradicional keynote durante a MacWorld 2009. Eu mesmo escrevi: “ou Steve Jobs decidiu pendurar os iPods (…), ou seu estado de saúde não permite mais que ele participe desse tipo de coisa”. Parece que a pior das hipóteses se confirmou.

Mesmo depois de escrever uma carta na qual tranquilizava os funcionários e clientes da Apple de que tudo estava indo muito bem e de que o tratamento para seu distúrbio hormonal seria simples, muita gente não acreditava na história. Hoje tudo se complicou mais uma vez, a partir do momento que Steve Jobs redigiu uma nova carta, na qual informa estar se afastando da Apple até o fim de junho.

Em tradução livre, o primeiro parágrafo da carta diz o seguinte:

Eu tenho certeza que todos vocês viram na última semana minha carta compartilhando algo muito pessoal com a comunidade da Apple. Infelizmente, a curiosidade sobre minha saúde continua a ser não só uma distração para mim e minha família, mas para todos da Apple. Além disso, durante a semana passada eu tomei conhecimento de que meus problemas de saúde são mais complexos do que eu inicialmente imaginei.

Na mesma carta, Steve Jobs informa que o responsável pelas operações da Apple será Tim Cook, que já cuida de um departamento com essa finalidade e também da divisão de Mac. Ele ressalta que o conselho administrativo da Apple apóia a decisão dele.

Analisando as informações, a gente percebe que a Apple ainda não aprendeu que transparência é fundamental ao lidar com o público e a imprensa, ainda mais quando estamos falando da saúde de Steve Jobs. Quem nos garante que essa decisão já estava tomada, e que só esperaram a MacWorld passar para divulgar a carta?

Por falar em transparência, em nenhum momento a carta fala sobre o que Steve Jobs tem, quais são as expectativas dos médicos, como o tratamento será feito. Se Jobs acredita mesmo que vai simplesmente sumir do mapa e ninguém vai procurar, está enganado

A repercussão dessa história nós vamos conhecer amanhã, quando a Nasdaq abrir.

Desde o lançamento da primeira versão do iPhone, os mais diversos Apple Fans já profetizavam a chegada do messias Junior – o iPhone Nano. E não faltaram imagens falsas até agora daquele que seria o tal.

O fato é que três keynotes da Apple já se passaram, e nada parece indicar um real interesse da empresa em produzir o iPhone versão filhote.

Mas se você é um blogueiro americano famoso, mais cool do que a própria Apple, é brincar de ser tio Stive. Aí você abre o photoshop, edita um banner qualquer de um produto da maçã, e solta o Job no seu megapopular-blog.

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Cool huh?

Ok, o trocadilho foi infame. Mas segundo o site Macrumors (sim, ele de novo), a foto acima poderia ser real.  A referência utilizada foi um fabricante de cases chinês, que também mencionou algo sobre iPhone Nano e Macworld na semana passada.

Eles apostam que o grande hype do ano será o iPhone Nano. E pode esquentar mais ainda, se juntarmos o rumor que diz que a Apple estaria estudando a possibilidade de fabricar um iPhone por 99 dólares.

Será que o iPhone Nano é o póprio?

Eu truco.

Qual a graça lançar um gadget mais pobre, com a mesma fuça do original? Não me cheira coisa da Apple.

A notícia que nós não queríamos dar saiu hoje nos principais blogs de tecnologia do mundo. Gizmodo e Engadget reportaram que nesse ano Steve Jobs, o CEO da Apple, fez sua última apresentação de abertura do MacWorld Expo. O evento, que acontece tradicionalmente em janeiro, não será mais ancorado por Steve, mas sim por Phil Schiller, vice-presidente de alguma-coisa da Apple.

E a história não pára por aí: a Apple decidiu que em 2009 fará sua última participação na MacWorld. Só para lembrar, foi em apresentações durante a MacWorld que Steve anunciou produtos como o iPhone e mais recentemente o MacBook Air. Aparentemente, em 2009 a Apple não terá nenhum grande lançamento para o evento. Seria um forma de evitar futuras faltas do que apresentar?

O mais curioso é que Steve Jobs é conhecido por fazer apresentações majestosas – ele realmente gosta de fazer isso. Abrir mão de um evento com calibre como o da MacWorld, que repercute no mundo inteiro e tem cobertura ao vivo (minuto a minuto, quase segundo a segundo) por diversos blogs pode se mostrar um erro.

Se Steve Jobs é o motor da Apple, a falta dele no principal evento do calendário Mac pode nos mostrar os novos rumos que a Maçã está tomando. Ou então pode nos levar a duas conclusões, ambas muito ruins: ou Steve Jobs decidiu pendurar os iPods (leia-se: aposentadoria; não me pergunte o que a empresa fará sem ele), ou seu estado de saúde não permite mais que ele participe desse tipo de coisa.

Espero estar errado nas duas hipóteses.

Ainda hoje o Wall Street Journal informou que as vendas de Macs caíram 1% em novembro/2008, enquanto que as vendas de PCs cresceram 2%. Sem dúvida nenhuma, é a crise financeira afetando os negócios da Apple. Com os rumores da saída do iGod da Apple, só Deus sabe como as ações da empresa vão se comportar na abertura da Nasdaq amanhã. Quem viver verá.

E para lembrar um pouco do carisma que Steve Jobs costuma(va) ter em suas apresentações, abaixo está um vídeo que eu fiz há alguns meses, compilando os adjetivos que Steve adora usar em seus keynotes.

Sentiremos saudades desses momentos.

Atualização às 23:20
O Tecnoblog entrou em contato com a assessoria de imprensa da Apple, mas a empresa prefere não dar mais detalhes sobre a saúde e o futuro de Steve Jobs.

Quando tio Steve Jobs apresentou ao mundo a segunda geração do iPod Touch, com tecnologia que permite a instalação de microfone, eu pensei: “daqui a pouco inventam um jeito de usar o iTouch como iPhone”. Esse dia chegou.

A empresa Truphone desenvolveu um aplicativo portátil de voz sobre IP, que permite que o iPod Touch utilize a internet sem fio para se conectar a outros iPods, e também a alguns serviços de VoIP. Com esse aplicativo, por exemplo, o usuário conseguirá falar com usuários de voz do Google Talk de graça.

Para que funcione 100%, é preciso criar uma conta no site da Truphone. Ela é, na verdade, uma empresa de VoIP nos moldes do Skype. Oferece ligações a preço de banana para vários países do mundo. O aplicativo para iPod Touch veio a calhar por transformar um “reles” iPod em um telefone.

Por falar em Skype, no dia que a rede da Truphone se conectar à da Skype, aí sim esse aplicativo será completo. Imagine poder falar com todos os seus contatos, o melhor serviço de VoIP so far, a partir do seu iTouch. Seria a app do ano. Portanto, desenvolvedores do Skype, vamos parar de comer poeira e criar um concorrente para o Truphone. Os usuários de iPod agradecem.

Como nem tudo são flores, para usar o aplicativo Truphone é preciso ter um um headset com microfone. A Apple vende em seu site esse acessório por módicos 79 dólares. Faça as contas com o dólar a 2,50 e você vê o quanto essa brincadeira vai custar: quase 200 reais. Com um detalhe: a Apple Store não envia produtos para o Brasil. Apple FAIL.

O aplicativo é de graça na App Store. Eu encontrei no YouTube o vídeo de um usuário do aplicativo mostrando como ele funciona. Ainda tem no que melhorar, é óbvio, mas convenhamos que é um bom começo. Veja o vídeo abaixo (em inglês). Leia mais

Uma das coisas que mais me irritava quando comecei a usar o OS X, é o gerenciamento de janelas. Depois de usar Windows desde sempre, eu não conseguia me conformar com o fato de que o botão de fechar janela não encerrava o programa. Mas principalmente, eu não me conformei até hoje que o botão maximizar (ou zoom, como é chamado no Mac), não ajusta a janela à tela.

Com o passar do tempo, comecei a ver utilidade em fechar a janela sem encerrar o programa, mas reparei também, que por não poder maximizar as janelas do sistema, minha produtividade estava muito abaixo do habitual.

Várias janelas disputando a atenção do usuário.

Reza a lenda que o sistema todo foi baseado em leis de três filósofos. Segundo o que eles acreditam, este é o melhor modelo. Arte pura.

Me desculpem os filósofos -e a Apple-, mas a minha produtividade discorda. Este monte de janelas boiando na tela, chega a ser até bonitinho, mas a sensação é a mesma de ter um monte de pimpolhos implorando sua atenção, enquanto você está tentando programar PHP.

Maximizador de janelas tabajara

Depois de pesquisar um pouquinho no Google, encontrei um hack que prometia ser a solução ideal para o meu problema. Fiquei feliz em saber que eu não sou o único Mac OS chato do mundo, a desejar que a Apple adicione um botão Maximizar nas janelas.

Uma vez que você já possua um backup atual do seu sistema, basta seguir o processo abaixo.

O que você vai precisar:

Como fazer:

  1. Instale o pacote SIMBL;
  2. Deszipe o Stoplight, e mova o arquivo StoplightHack.bundle para [home]/Biblioteca/Application Support/SIMBL/plugins;
  3. Dê um duplo-clique no arquivo Stoplight.prefPane para instalá-lo;
  4. Em Preferências do Sistema/Stoplight, configure a opção Default Behaviors->Zoom para Fill Screen;
  5. Copie o arquivo Maximize.scpt para [home]/Biblioteca/Scripts;
  6. Em Preferências do Sistema/Acesso Universal, habilite a opção Ativar o acesso para dispositivos assistivos.

Reinicie o sistema, e as configurações devem estar funcionando perfeitamente. Se você é um usuário assíduo do QuickSilver, pode ainda configurar uma tecla de atalho para esta função.

Vale ressaltar que mesmo com o hack, nem todas as janelas podem ser maximizadas. Isto acontece pois alguns programas possuem um comportamento padrão para o botão de Zoom. No iTunes por exemplo, este botão faz com que ele se alterne entre o modo minimalístico, e o full.

O Finder é outro que não se ajustará à tela automaticamente, mas a boa notícia é que, agora que o script está instalado, uma vez que você o redimensione manualmente pela primeira vez, ele recordará a posição e tamanho da janela para sempre.

A dica de maximização foi retirada deste post, que é iniciado com a seguinte chamada: Maximize on Macs sucks.

Quem discorda?

A Claro aproveitou o final de semana, para fazer o lançamento do iPhone 3G na terra dos nossos queridos hermanos. A Argentina faz parte da segunda leva de países a ser agraciado com a presença do digníssimo, junto com Colômbia, Equador, Chile e Paraguai.

Mas e o Brasil?! Compramos tudo do Paraguai mesmo.

E enquanto ficamos aqui choramingando, pelo fato de Apple não dar a mínima para este monte de bundas de fora, vale a pena conferir os preços praticados na Argentina. Isto pode nos dar uma noção de a quantas ele chegará aqui, já que além de a operadora ser a mesma, as taxas cambiais são quase as mesmas devido ao Mercosul.

Conforme é possível conferir no site argentino da Claro, mesmo custando muito menos do que qualquer outro smartphone, o preço do iPhone por essas bandas será mais ou menos o mesmo de um HTC Touch. A versão de 8G, por exemplo, sai por 1.599 pesos no plano de 160 minutos, o equivalente a R$ 861,80. A versão de 16GB por sua vez, fica por R$1093,60 no mesmo plano.

Quem usa bastante o celular para fazer ligações, pode se beneficiar um pouco mais contratando planos mais parrudos. Em um plano de 400 minutos por exemplo, o iPhone sai por R$570,80 na versão de 8GB, ou R$797,20 o de 16GB.

Os valores foram calculados com referência na cotação do Peso Argentino em relação ao Real no término desta segunda-feira. Vale lembrar que estamos apenas especulando, e isto não significa que as operadoras brasileiras vão praticar os mesmos preços. Apesar de eu não duvidar que ele possa chegar com um preço ainda mais salgado no Brasil.

Só estou curioso para saber por quanto ele será vendido no plano pré-pago, e principalmente, por quando será vendido nas Santa Ifigênias da vida, assim que chegar no Paraguai.

A uma década atrás, o primeiro iMac estava sendo vendido. Desde então, mais 4 grandes mudanças em seu design, fizeram a história daquele que hoje talvez seja o computador mais famoso da Apple.

Tão importante quanto o buzz causado pelo conceito tudo-em-um dos iMacs, é que este marcou o início de uma nova fase na Apple. Foi o grande sucesso do iMac que veio a salvar a Apple da falência, e ele foi o primeiro grande lançamento da empresa após o retorno de Steve Jobs, agora como CEO.

Para comemorar esta marca, o blog Gizmodo reuniu em um post os comerciais televisivos de cada um dos 5 iMacs. Reproduzo abaixo o meu comercial predileto, o do iMac conhecido como iLamp:

Você pode conferir a lista completa de comerciais clicando aqui.

Enquanto todos aguardamos ansiosos que alguma operadora se antecipe para lançar o iPhone aqui no Brasil -ainda mais agora que ele foi homologado pela Anatel-, a Apple vai chegando na marca das quase 4,5 milhões de unidades vendidas nos Estados Unidos. Com isso, já foram gastos quase 895,5 milhões de dólares só em aquisições de iPhones 3G, sem falar em contrato com as operadoras.

Só para base de comparação, a primeira versão do iPhone vendeu neste mesmo período, apenas 1,12 milhões de unidades. O que mudou de lá para cá? O aparelho conquistou o status de maior febre tecnológica mundial dos últimos tempos, chamando a atenção até de pessoas que -até então- usavam o celular apenas para o óbvio: fazer e receber ligações.

Para completar esta matemática explosiva, a Apple cortou pela metade o preço da segunda geração do aparelho, e adicionou um recurso que hoje em dia é básico em um smartphone: tecnologia 3G.

Segundo o Ubergizmo, cerca de 96 iPhones 3G são vendidos por dia em cada distribuidora da Apple nos Estados Unidos. A média em Agosto de 2007 era de apenas 21 unidades diárias.

Eu disse uma vez que o iPhone seria a aposta da Apple para popularizar sua marca, e fizeram ainda melhor ao cortar o preço dele pela metade. Hoje você compra um iPhone, aprende algumas piadas sobre Bill Gates, amanhã compra um Macbook, e pronto, mais um Macmaníaco no mundo.

Como o Berna falou, o iPhone já está até sendo considerado um computador. Estatisticamente falando, a Apple começa a dominar o mercado de computadores, sem que seja ao menos necessário vender computadores.

Será só uma questão de tempo até que Macs comecem a ser usados pela massa, e as vulnerabilidades do sistema comecem a ser encontradas.

E a pergunta que fica é: como isso se aplica ao cenário tupiniquim?

Desde que migrei para a plataforma Mac, nunca medi esforços para falar mal de todos os sistemas, tanto quanto falo bem. Tem gente que se impressiona fácil com algumas firulas, e acabam colocando uma venda nos próprios olhos para todos os defeitos do sistema. É daí que nascem os Mac Xiitas.

Causos a parte, um dos pontos que sempre critiquei no sistema da Apple, é que os instaladores tem -na maioria das vezes- o dobro do tamanho de sua versão para Windows. No final das contas, o programa instalado não só ocupa bem mais espaço, como demora muito mais para ser carregado.

A princípio eu dava um desconto, pois eu uso um Mac Mini. O mesmo possui um HD de notebook, cuja rotação é de 5400RPM (contra 7200RPM de um desktop). Só fui me tocar que isto não é desculpa, quando percebi que o meu notebook Celeron M 1.73GHZ, roda Windows Vista muito mais rápido do que o Mac Mini roda o OS X. Sad but true.

(Pausa para os Xiitas me xingarem)

Enfim, como eu tinha começado a falar, algumas informações começaram a vazar na internet sobre as novidades que estão sendo implementadas no novo Mac OS X, o Snow Leopard. Resolvi transcrever aqui a mais interessante delas, que é a redução drástica no tamanho das aplicações do sistema, conforme você pode conferir na tabela abaixo:

Todo conteúdo da pasta Aplicativos será enxugado, e ela deverá ocupar apenas 25% do espaço que ocupa atualmente. Esta redução acontecerá, devido ao aumento do uso de gráficos vetorizados, e um sistema de localização desenvolvido afim de centralizar pacotes de linguagens.

Outro grande fator, é que o Mac OS X 10.6 será exclusivo para Macs Intel, eliminando assim todas as bibliotecas de aplicativos para o processador Power PC da IBM.

Falando em uma linguagem clara, será um sistema mais leve, mais rápido, e que exigirá bem menos poder de processamento e memória da máquina. Os aplicativos não só serão carregados mais rapidamente (yah!), como ocuparão menos espaço no disco. Bom para quem faz muitos downloads!

Usando menos recursos da máquina, a duração da bateria dos portáteis também aumenta. Sem falar que um sistema mais compacto, é ainda mais interessante quando utilizado em máquinas com drive SSD (Solid-state Storage Device). Eles são muito mais rápidos do que os HDs convencionais, e ainda gastam menos energia.

E quem aqui arrisca falar que Apple não pensou nisso quando projetou as alterações? É uma tendência natural, que só não virou moda ainda, pelo alto preço dos dispositivos. O próprio MacBook Air vem com drive SSD em uma de suas configurações. É só uma questão de tempo mesmo.

Que venha o Snow Leopard! Meu Mac Mini agradece. =)

via: AppleInsider | RoughlyDrafted | Gizmodo

Como todos já devem ter acompanhado, o novíssimo e tão esperado iPhone 3G não possui uma câmera frontal, para realização de videochamadas.

Ok, vamos pular a parte em que eu falo que a Apple “capou” o 3G, e lançou o GodPhone 2 às coxas (again), afinal isso é um B-Side.

Não demorou muito tempo, e algumas alternativas começam a surgir, para quem quiser além de falar, ver o piá que está do outro lado da linha. Veja com seus próprios olhos:

Para quem entendeu que é uma piada, boas gargalhadas.

E que venha a 3ª geração do iPhone! Estaremos esperando.

via: TwitterDaily Mobile