Direto das gélidas terras da Alemanha, uma corte decidiu que os donos de redes de internet sem fio não são necessariamente responsáveis pelo mau uso de suas redes. Segundo o Ars Technica, essa decisão inclui troca de arquivos e distribuição de conteúdo protegido por copyright via redes P2P.

Uma artista havia percebido que suas músicas eram trocadas livremente (e ilegalmente) em uma rede wi-fi. Ela abriu um processo contra o dono da rede, mas o tribunal de Frankfurt deu ganho de causa ao acusado.

Ou seja, ele é o dono da rede, mas não o responsável pelo que acontece nela.

Um dos motivos alegados pela defesa era que alguma outra pessoa poderia ter utilizado a rede sem fio para fazer a troca de arquivos. Por sua vez, a acusação respondeu que é dever do proprietário do wi-fi mantê-lo fechado e seguro contra usos ilegais.

O dono da rede deveria, no mínimo, ter levado uma multa. Todos sabemos que redes wireless são mais vulneráveis, mas ainda assim é dever do dono da rede zelar para que ninguém cometa algum crime a partir daquele acesso. Em casos de locais públicos, como shoppings ou aeroportos, torna-se mais difícil fazer esse controle, mas em redes domésticas é absurdamente fácil habilitar uma criptografia, e liberar o acesso só a equipamentos com endereços MAC autorizados.

A decisão da corte de Frankfurt pode abrir precedentes na Europa para casos semelhantes. Segundo o Ars Technica, no entanto, o veredito não deve ter muito peso nos Estados Unidos. Lá, o Estado de Utah pode começar a regulamentar redes wi-fi -como se isso fosse possível-, a ponto de proibir redes abertas e gratuitas.

Só rindo mesmo…

Fonte: Ars Technica | Foto: Flickr Josh Russel

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O Brasil vem batendo uma sequência de recordes nacionais e internacionais, graças a casas bahia queda de preço dos computadores, por sua vez, impulsionada pelos programas de inclusão digital do governo, e a concorrência dos fabricantes.

Segundo uma pesquisa realizada pelo IBOPE//NetRatings, 41.565 milhões de pessoas com 16 anos ou mais, declararam ter acesso à web de alguma forma -seja de casa, do trabalho, da escola, cyber-café, etc- no primeiro trimestre de 2008.

Declarar ‘ter acesso à rede’, talvez seja um pouco amplo, já que isto inclui por exemplo, pessoas que acessam a internet exporadicamente da casa de amigos/familiares. De qualquer forma, o número de pessoas que acessam a internet da própria casa também aumentou, chegando pela primeira vez aos 35,5 milhões de usuários.

O número de usuários ativos também bateu um recorde, chegando a 23,1 milhões de pessoas no mês de maio. No mesmo mês, 18,5 milhões de pessoas navegaram em sites de redes sociais. Bastante gente não?

Se adicionarmos fotologs, videologs e mensageiros instantâneos na conta, o número pode chegar a 20,6 milhões de brasileiros, o que é 90% do número de usuários ativos na internet mensalmente.

Já que a primeira conta não incluía MSN e Fotolog, podemos dizer que a maior parte desses 18,5 milhões de interneteiros, provavelmente acessaram o Orkut. Mas isto não deve ser surpresa para ninguém, não é mesmo?

O Brasil continua a ser o país onde se gasta mais tempo conectado, em todo o mundo. Aliás, ele se mantêm nesta posição desde 2005, quando a alcançamos pela primeira vez.

A média de tempo online de cada brasileiro no mês de Maio, foi de 23 horas e 48 minutos, 1 hora e 1 minuto a mais do que a média de Abril. Em dois dias, eu passo mais tempo conectado do que isso, o que indica que eu sou um heavy user de internet - pois é, outra coisa que ninguém sabia.

Japão (21h34min), França (20h23min), Estados Unidos (19h46min) e Austrália (18h00min), completam respectivamente a lista dos 5 países com a maior média de tempo online por usuário.

Só me entristece saber, que enquanto a maioria dos japorongas (ou grande parte deles) usam este tempo fazendo algo de útil, aqui no Brasil a coisa é bem diferente. Da mesma forma que muita gente comprou smartphone por causa do Twitter, o principal estímulo da grande massa nacional na hora de adquirir um computador, ainda é poder acessar o Orkut, ou bater papo do MSN.

Mais do que nunca, a prova de que a ferramenta não é nada nas mãos de quem não sabe usar.

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É sempre bom ter cautela quando algum estudo é divulgado por uma empresa que pode se beneficiar desse resultado. No entanto, não podemos deixar de dar a notícia. A McAfee, empresa que vende soluções para segurança de computadores, realizou uma pequisa em vários países do mundo para definir o número médio de spams que cada usuário recebe.

O resultado da pesquisa é desanimador: os brasileiros só perdem para os americanos no número médio de spams que recebem por mês. Além de termos dos mais altos impostos do mundo, também temos que nos contentar com essa péssima posição no ranking do spam.

Na competição global, os norte-americanos fecharam o mês com 23.233 mensagens não solicitadas do tipo “Aumente seu pênis em 20 centímetros” ou “Saiba como quitar suas dívidas com hipoteca em 12 passos”. Já os brasileiros conquistaram 15.856 spams oferecendo fotos da Garota (?) Melancia pelada. Apenas 8 mil mensagens nos separam dos americanos.

A lista segue com Itália, México, Reino Unido, Austrália, Holanda e França. A Alemanha está na lanterna, com 2.331 spams/mês em média. Senti falta dos outros países emergentes - China, Índia e Rússia -, que certamente também devem ter níveis elevadíssimos de spam. A pesquisa foi feita com apenas 50 pessoas.

Portanto, trate de se acostumar em receber cada vez mais e mais spam. A tendência é que o número de mensagens aumente exponencialmente. Não é à toa que o spam já corresponde a 80% de todos e-mails que trafegam pela internet.

Informações da BBC News; arte: foto (cc) do Flickr com ícone do IconDrawer.

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Por Mobilon — Só um dado para complementar o texto do Thas: de agosto do ano passado até o presente momento, o TecnoBlog já recebeu mais de 760 mil spams! Este número cresce a uma velocidade de mais de 2 mil comentários por dia. Haja processamento de servidor desperdiçado.

Ah, e para quem não entendeu, o texto foi escrito pelo Thássius Veloso, master of puppets do Memórias Fracas, e da rede Influxo. O cara manda bem, mas se ninguém gostar dele, a gente mete logo o pé na bunda. :P

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No último mês de Abril, foi lançado a nova versão do AVG anti-vírus. A versão 8, vem equipada com um novo motor anti-malware chamado LinkScanner, desenvolvido pela empresa Exploit Prevention Labs, que fora adiquirida a 6 meses atrás pelo AVG.

Quando você faz uma busca na internet pelo Google, Yahoo, ou Windows Live, a função do LinkScanner é abrir todos os resultados da página silenciosamente, e checar se você corre algum risco ao acessar estes sites. O detalhe é que o sistema faz isto automaticamente, antes que você pense em clicar em qualquer resultado.

Você pode pensar que isto é genial, assim como Roger Thompson (chefe de pesquisas do AVG), mas vamos aos efeitos colaterais.

Ao carregar as páginas da listagem, o AVG não esconde o IP do usuário, fazendo com que os sistemas que fazem as medições de visitação de um site, entendam que um usuário realmente passou por ali. A desculpa para não esconder o IP, é que as ameaças são treinadas para identificar os usuários. Agir como um robô, faria com que o anti-vírus não detectasse uma possível ameaça, deixando a máquina vulnerável.

Pelo lado do Webmaster, insto significa um aumento considerável na quantidade de acessos do site, gerando assim mais consumo de banda, e lógico, custos com hospedagem. Como se já não bastasse isso tudo, o webmaster ainda perde o controle sobre suas próprias estatísticas de visitação.

O novo recurso foi implementado na versão 8 do anti-vírus, que foi lançado em meados de Abril deste ano. No mundo todo, são mais de 70 milhões de máquinas rodando o AVG, sendo que pelo menos 20 milhões, já com a versão nova.

O site The Register é um dos que já estão sentindo na pele as consequências deste recurso. Eles dizem que no mês passado, seus webmasters notaram que o tráfego dobrou em certas páginas do site, causando um aumento considerável no número de visitas geral, e no consumo de recursos do servidor.

Pelo lado do usuário, este recurso também pode ser um problema, principalmente para aqueles que possuem planos de internet com limite de tráfego.

Há 2 anos atrás, quando o Google lançou o Web Accellerator, a grande preocupação dos webmasters era que isto iria afetar os logs de visitação. Felizmente a ferramenta não pegou, e apesar de ainda estar no ar, nunca mais se ouviu falar dela.

Roger Thompson disse que não tem interesse de desativar a ferramenta, e nem identificá-la nos logs, com um user-agent específico. Fazendo isso, os webmaster poderiam criar um filtro, e deixar de contabilizar esta ferramenta, assim como fazem com os spiders de motores de busca.

O grande problema em dar um nome para user-agent da ferramenta, é que assim ficaria fácil para os hackers burlá-la. Bastaria retornar uma página diferente para usuário e anti-vírus, já que seria possível saber que o requisitante é o LinkScanner.

De qualquer forma, mesmo criando filtros, a ferramenta continuaria consumindo tráfego desnecessário, e dando prejuízo para todos os webmasters.

Confesso que não notei nenhum aumento (além do natural) nos meus logs de acesso até o momento. É claro que uma notícia como esta, vai fazer muita gente sair caçando coisa onde não tem. Falar que suas visitas aumentaram ao analizar um log de 2 meses, pode não significar nada além do óbvio: você tem mais leitores.

Roger Thompson afirmou ainda, que a prioridade da empresa é garantir o mais alto nível de segurança para seus usuários. Segundo ele, eles só foram alertados sobre este problema recentemente¹, e ainda estão pesquisando uma possível solução para o caso.

É esperar para ver a continuação da novela.

1 - É preciso entender muito de internet, para saber que ao abrir uma página estamos consumindo banda e processamento do website em questão? Uma empresa de anti-vírus com tantos anos de mercado não consegue sacar isso sozinha?

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Está pronta a nova versão do plugin MLV Contextual para WordPress! A novidade da vez, é que foi adicionado um campo para inserção de palavras chave na área de edição do post. Desta forma, não é mais necessário ficar selecionando Custom Fields.

Muito mais simples, prático e rápido:

Ao instalar a versão 1.5, o campo acima irá aparecer automaticamente na tela de edição de posts do blog.

Outra novidade, é que a partir desta versão o recurso de comparação de preços no Buscapé foi descontinuado. Este link não dá quase nada de retorno, devido a algumas alterações que aconteceram no motor do Buscapé há vários meses atrás.

Então é isso. É altamente recomendável que você faça a atualização. Garanto que o plugin está bem mais fácil de usar, e este é exatamente o que venho dando foco, desde que comecei a desenvolvê-lo.

Também adicionei o plugin ao repositório de plugins do WordPress. Desta forma, sempre que houver uma versão nova, você ficará sabendo através da área de administração do blog.

Meus agradecimentos ao Bernabauer, pois o código para gerar os campos da imagem acima, foi implementado baseando-se em um dos plugins dele.

Download: Wordpress Plugin Directory.

Mais informações: Página Oficial do Plugin.

Bons ganhos a todos!

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