Comportamento

Posts que discutem a relação do ser humano com os equipamentos eletrônicos e a tecnologia em geral.

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A indústria cinematográfica vive movendo processos judiciais e implementando tecnologias duvidosas para combater o download ilegal de suas produções. Mas esta prática é tão disseminada que deixa uma pergunta no ar: será que os profissionais da área também não baixam filmes e séries, pelo menos de vez em quando? Em uma pesquisa recente, 39% admitiram que sim. Leia mais

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Há uma semana, Brendan Eich, o criador do JavaScript e um dos criadores da Mozilla, foi escolhido como novo CEO da empresa responsável pelo Firefox. Ninguém duvida de sua competência para assumir o cargo, mas Eich tem sido alvo de críticas por sua postura homofóbica: ele, em 2012, fez doações à Prop 8, iniciativa americana contra o casamento de homossexuais, e a políticos que a apoiavam.

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Mais um app para Google Glass que pode causar uma certa polêmica foi anunciado: criado pela startup americana Emotient, o Sentiment Analysis cumpre o que seu nome sugere. Utilizando técnicas de reconhecimento de face, ele descobre que emoção a pessoa está sentindo e informa isso a quem estiver usando o Glass.

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A Valve começou a se aventurar por outro ramo da indústria do entretenimento: o de filmes. A empresa anunciou hoje que o longa Free To Play, um documentário sobre os altos e baixos de jogadores profissionais de DotA 2, será lançado no dia 19 de março.

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Sim, a gente sabe que você diferencia claramente o que é um emoticon e o que é um rosto humano. Essa pesquisa feita na Universidade Flinders, da Austrália, analisou o que acontece no cérebro quando são mostrados um rosto e essa representação de um rosto e foi aí que veio a conclusão de que, para esse órgão, os dois são praticamente a mesma coisa.

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Muito se fala sobre a Coreia do Sul – terra da Samsung e da LG, e também onde estão alguns dos mais importantes times de e-Sports do planeta. Para desvendar alguns mistérios do país, convidamos o Luiz Sardinha para escrever esse artigo. Ele vive na Coreia desde o ano passado. O primeiro artigo foca principalmente nos serviços de telecomunicações. Está permitido babar. (Thássius Veloso)

Olá! Inicialmente gostaria de me apresentar: me chamo Luiz Sardinha e estou morando temporariamente em Seul (cujo nome oficial na verdade, traduzindo para o nosso alfabeto, é Seoul e se lê como a palavra em inglês Soul), capital da Coreia do Sul. Sou viciado em tecnologia. Na verdade, vivo disso: sou programador e estudo Ciência da Computação. Defendo até a morte o uso do UNIX e suas versões repaginadas do terceiro milênio (Linux e OS X).

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Uma pesquisa feita pelo Idea Lab, hub da Microsoft para usuários de Skype darem suas opiniões sobre o serviço, constatou que um dos principais responsáveis pela manutenção dos relacionamentos à distância é… o Skype.

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Que tipo de gente aparece num evento enorme, cheio de palestras, com internet boa e muitas oportunidades de negócios? São os chamados “campuseiros”, nome dado aos participantes do maior rolezinho de tecnologia do Brasil e quiçá do mundo. Saiba quem eles são e o que fazem para sobreviver nessa loucura chamada Campus Party.

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A gente sempre brinca de ser viciado em internet e não conseguir desconectar um dia sequer, mas, na China, isso é assunto sério. Tanto que foi criado um centro de reabilitação de internet próximo a Beijing voltado para adolescentes, já que, em 2008, ela foi considerada a principal ameaça para os jovens chineses pelo governo, sendo até chamada de “heroína digital”. Pesado, não?

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Já faz algum tempo que a importância das booth babes vem sendo questionada. Elas são aquelas modelos bonitas que ficam fazendo pose nos eventos e viraram meio que uma marca dos de tecnologia, de tão frequente que é a presença delas.

A intenção é que atraiam o público para um estande e interajam com ele, fazendo com que fique interessado no produto que elas promovem. Mas, na prática, as garotas passam o dia todo em pé, com roupas desconfortáveis e saltos altos, aguentando cantadas e posando para fotos de pessoas que não têm o mínimo interesse na empresa. E, mesmo que tivessem, poucas vezes as booth babes têm informações sobre o que estão “vendendo”.

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