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Você já conhece o anti-vírus Kasperky? Se não, deveria. Ele é simplesmente um dos melhores anti-vírus do mundo (senão o melhor).

O Kaspersky costuma se dar muito bem em todos os testes aos quais é submetido, por possuir a base de dados mais completa de todos os anti-vírus. Aliás, a fama dele veio tão rápido, justamente pela agilidade de sua equipe em identificar novas ameaças, e soltar atualizações. Além é claro, de possuir um dos melhores motores de escaneamento.

Antes que alguém pergunte se o post é patrocinado, deixe-me explicar o porquê desta rasgação de seda. Antes de ser blogueiro, eu era um frequentador nato de forums de tecnologia. E uma das coisas que mais se discute nesses lugares, é justamente a eficiência dos anti-vírus.

Foi exatamente neste meio que descobri o NOD32, que é meu favorito, por sua leveza, e por possuir a melhor análise heurística do mercado (coisa que na minha opinião, conta bem mais do que qualquer base de dados).

A má notícia aqui, é que os dois anti-vírus não são de graça. Quem quiser o crack que pague. Já a boa, é que a empresa que desenvolve o Kaspersky, resolveu distribuir uma chave de ativação gratuitamente, que é válida por 6 meses.

O serial é o mesmo para todos. Basta acessar o site, copiar e colar o código no seu Kaspersky 7.0.1, para ter um registro legal por 6 meses.

Note porém, que este serial gratuito é uma cortesia da divisão suíça do Kaspersky. Não sei se a licensa vai funcionar neste que já está instalado na sua máquina, mas caso não funcione (ou caso você ainda não o tenha), os links para baixar ele estão na mesma página, logo abaixo do código de ativação.

- Ok Mobilon, mas o que eu faço depois que os 6 meses passarem, e a licença expirar?

Crie vergonha na cara, e compre uma licença original. E que não me apareçam flamers aqui insinuando coisas sobre Apple ou Linux!

A Microsoft liberou hoje o SP3 do Windows XP para download. Apesar de toda empolgação que esta notícia gerou em muitos usuários, o Service Pack 3 não traz nenhuma grande novidade ao velho Windows XP. Em sua maior parte, é apenas uma coleção de todas as atualizações que já foram lançadas para o sistema, além de incluir algumas novas funcionalidades.

Na hora de baixar o SP3, lembre-se que o funcionamento aqui é similar ao SP1 do Windows Vista. O arquivo que a Microsoft disponibilizou no site tem 302.3 MB, e é apenas para administradores que gerenciam várias máquinas. Se for atualizar apenas uma máquina, baixe via Windows Update, o arquivo é bem menor (cerca de 60MB).

O Service Pack 3 pode ser instalado nos seguintes sistemas operacionais: Windows XP Home Edition, Windows XP Professional Edition, Windows XP Service Pack 1 e Windows XP Service Pack 2.

Quem estiver utilizando uma licensa não válida do XP, corre o risco de ter o famoso WGA (Windows Genuine Advantage) reativado depois de fazer esta atualização. Update - O SP3 não instala o WGA (leia nos comentários).

Baixar grátis: Windows XP SP3 (Service Pack 3) - 302.3MB

Via: WinAjuda

Todos já devem ter visto em algum lugar como funciona o Microsoft Surface. Por dentro daquela mesa, há algumas câmeras que se encarregam de captar os toques na superfície. Os sinais captados são processados, e enviados para um projetor, que projeta (duh) a imagem de volta na superfície. Tudo isso de forma instantânea.

Através deste conceito, é possível fazer nosso próprio touch-pad, usando apenas uma câmera, e um software que gerencie os dados capturados.

E foi pensando nisso que o pessoal do Hack N Mod desenvolveu um multitouch pad caseiro, usando apenas os seguintes materiais:

  • Uma caixa de papelão
  • Uma plaquinha de algum material transparente (vidro, acrílico, etc)
  • Uma folha de papel sulfite
  • Fita adesiva
  • Uma Webcam
  • Software opensource: Touchlib

A qualidade da câmera é essencial para o sucesso da operação. O modelo utilizado aqui foi uma Philips SPC90NC de 1.3mp, e 90 fps.

Veja no vídeo abaixo como funciona:

Eu imaginava que a precisão do toque não fosse ser das melhores, mas fiquei até surpreso com o resultado. Claro que alguma calibração (ao estilo toque nos pontinhos) deve ter sido feita antes. A iluminação do ambiente também deve contar bastante.

Só não faço o teste aqui pois minha WebCam é horrenda. Mas deixo o convite para quem testar. Se conseguir um resultado interessante, compartilhe conosco nos comentários. De preferência em vídeo! ;)

Via Antenando.

Como falei no review, um dos pontos positivos do LG Viewty, é que você pode fazer quase tudo o que precisa, sem o auxilio da canetinha rímel stylus que vem com ele.

Levando em conta que ele é touchscreen, era óbvio que o pessoal ia desenvolver um pacote para deixar ele com a cara do iPhone. Mais do que isso, desenvolveram até uma funcionalidade, que faz o menu girar como um cubo em 3D, veja o vídeo:

Um ponto positivo para aqueles que não são fanáticos pela maçã, é que você terá um aparelho também com interface touchscreen, mas com duas enormes vantagens sobre o iPhone: Câmera Digital - um pouco mais - decente e tecnologia 3G (apenas no exterior). Vamos ignorar as superioridades do iPhone (Safari, Mac OS, SDK, Multi Touch, eeeeticetera), apenas para terminar o parágrafo. (more…)

Uma questão com qual todo fotógrafo está sempre lidando, é a iluminação. Quando se está em um estúdio fotográfico, você conta com vários refletores para distribuir a luz pelo ambiente, porém, nem sempre dá pra carregar toda esta parafernalha para o local do evento.

O grande problema com o flash portátil, é que ele direciona demais a luz, dando muito contraste para o assunto principal. Isto além de escurecer o fundo, e destacar consideravelmente a oleosidade da pele, prejudica a coloração da foto, e acaba com a sua vividez.

A solução mais utilizada pelos profissionais são aquelas capinhas brancas que se acoplam no flash, chamadas de omni-bounce. Porém, elas não são tão eficientes em ambientes com teto alto, onde a luz se perde por não ter onde rebater. Um bom rebatedor às vezes é uma alternativa nestes casos. Mas só às vezes, afinal, conseguir resultados excelentes com apenas um flash portátil em teto alto, é quase sempre pedir demais.

Para fazer um bom rebatedor, você não precisa de mais do que cartolina, e sulfite branca. Basta tirar as medidas do flash, e moldar a cartolina de acordo com o que você julgar melhor.

Neste site, Chuck Gardner mostra o modelo que ele desenhou para o flash Canon Speedlight 580EX. Baseando-se nele, Matt Swan fez uma adaptação para o flash Nikon SB-600.

A diferença da imagem capturada com flash direto, para uma feita com o rebatedor de Gardner, é absurda. O tamanho do rebatedor parece um pouco exagerado a julgar pelas fotografias, mas para quem já viu pessoas usando tampinha de embalagem de margarina, isto não é nada.

Para montar este rebatedor, basta seguir o molde original. A única adaptação necessária, será na parte que encaixa no flash, já que cada um possui um tamanho próprio.

O único problema na utilização destes refletores, é que a pilha do flash dura bem menos. Isto acontece pois o flash não identifica a presença do rebatedor, e assim não consegue calcular com precisão a potência necessária para o disparo. Mesmo assim, acredito que vale a pena usar um destes. Afinal, se estávamos acostumados a trocar o rolo de filme várias vezes durante um evento, qual o problema em efetuar uma troca de pilhas?

Para mais informações, acesse os links abaixo:

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