Gadgets

Posts sobre os aparelhos eletrônicos que fazem a alegria dos fãs de tecnologia: MP3 player, câmera digital, dispositivos USB, televisão e Blu-ray, entre outros.

O jornal gaúcho Zero Hora, do Grupo RBS torna-se o segundo veículo sul-americano a ser vendido no leitor digital Kindle, estando disponível para assinatura mensal ou compra individual a partir dessa semana.

Logo na ocasião do lançamento do Kindle internacional, o jornal O Globo, das Organizações Globo, tornou-se o primeiro jornal brasileiro a disponibilizar sua venda através do Kindle. Essa semana o Zero Hora se tornou o segundo. Suas edições poderão ser compradas individualmente por 99 centavos de dólar (cerca de R$ 1,75) ou através de assinatura mensal no valor de US$ 15,99 (cerca de R$ 28,30). Como em todos os jornais disponíveis para o Kindle, você pode experimentar a assinatura do jornal por 14 dias gratuitamente.

Assinantes receberão a edição do dia diretamente em seu Kindle às 6h de segunda a sábado, com a exceção da edição dominical, que já poderá ser lida a partir das 18h de sábado.

Estarão disponíveis todos os cadernos do jornal, exceto o de classificados. A outra restrição em relação à versão impressa será que apenas a imagem principal de cada artigo estará disponível, em preto e branco. Tabelas e gráficos adicionais não serão exibidos na versão para Kindle.

“A leitura eletrônica começa a se difundir e a mudar hábitos. Ao ser acessada também pelo Kindle, ZH consolida mais um passo para estar sempre disponível para seus leitores, na plataforma que for mais conveniente para eles,” afirma Marcelo Rech, diretor-geral de Produto do Grupo RBS.

Nook: poucos amigos

Nook: poucos amigos

O Nook, e-reader desenvolvido para ser um anti-Kindle pela loja Barnes & Noble, não vem recebendo os melhores reviews da imprensa norte-americana. Pelo menos entre os mais respeitados colunistas dos EUA o aparelho vem sendo uma triste unanimidade.

Enquanto Walt Mossberg, do Wall Street Journal, afirma que o aparelho é “chato”, David Pogue, do New York Times afirmou que o aparelho é “lento como uma lesma no inverno”. Pior que isso, o site Sillicon Alley Insider foi o mais longe possível no que se trata de ofensa no mundo da tecnologia: comparou o aparelho ao Zune, MP3 player da Microsoft que falhou miseravelmente em sua tarefa de bater o iPod.

Entre os os motivos afirmam que o Nook é apenas uma cópia muito próxima do Kindle, assim como o Zune era uma cópia do iPod e que a exemplo do player da Microsoft, o Nook chegou com uma quantidade menor de conteúdo em sua loja online, além de seu sistema de compartilhamento ser repleto de restrições.

Por essas e outras, eles prevêem que as vendas do aparelhinho não devem decolar pelo menos enquanto sua fabricante não fizer as devidas atualizações em seu software, para aumentar sua velocidade e acabar com seus travamentos, enquanto lembram que a Amazon fará de tudo para não deixar seu reader para trás ness briga.

Briga, aliás, que deverá ganhar novos competidores em breve, já que a matéria afirma que a “Apple ou Microsoft” devem entrar no mercado de readers ainda este ano, com aparelhos “coloridos e equipados com telas sensíveis ao toque”.

Quando os primeiros fornos de microondas chegaram às lojas brasileiras, no final da década de 80, não eram poucos os que definiam o aparelho como “uma televisão que esquenta comida”.

O tempo passou, os televisores ficaram mais magros e a piadinha estava fadada ao inevitável esquecimento, se os designers Keita Watanabe e Shota Matsuda (sem piadas, ok?) não resolvessem criar um protótipo de forno com o recurso de transmitir vídeos do Youtube.

Chamado de Castoven Microwave Oven o aparelho tem uma tela de 10,4 polegadas e é capaz de automaticamente reproduzir vídeos do Youtube com a duração equivalente ao tempo que sua janta demora para ficar pronta.

Pra quê? Pra nada.

Felizmente, o Castoven não deverá ser lançado comercialmente, e para entender o motivo confira seu incrível funcionamento num vídeo de apresentação da idéia.

JooJoo: ex-CrunchPad

JooJoo: ex-CrunchPad

Há cerca de um ano, o mundo da tecnologia viu, cético, o site TechCrunch anunciar que estava preparando o lançamento de um gadget desenvolvido sob a batuta de seu editor, Michael Arrington, junto da empresa Fusion Garage. O aparelho, então chamado de Crunchpad, era um tablet de 12 polegadas sem teclado e com capacidade de acessar a web, que deveria chegar às lojas na primeira quinzena do último mês de novembro, mas em seu lugar veio apenas um discreto anúncio que o projeto havia sido cancelado.

Mas isso não significou o fim da linha para o gadget. Chandra Rathakrishnan, CEO da Fusion Garage anunciou na última segunda-feira que o aparelho será apresentado na próxima sexta rebatizado como JooJoo, nome que significa “dispositivo mágico” em uma antiga língua africana não especificada.

Do tamanho de uma revista – fechada – o JooJoo tem tela sensível ao toque com resolução de 1366 x 768 pixels, 4 GB de armazenamento interno, WiFi, suporte a vídeos em 720i, bateria com cinco horas de duração e roda um sistema operacional próprio, que, nos moldes do Chrome OS, parece ser um browser bootável. Tudo isso por US$ 500 (R$ 850). Na única imagem decente do JooJoo até agora, ele parece ter um perfil realmente elegante e tela com uma cobertura reflexiva, o que não deverá ajudar na leitura em ambientes iluminados com luz natural.

Aos mais animados, bom pensar duas vezes antes de enviar seu rico dinheirinho para a empresa na pré-venda. Primeiro que ainda não há uma data para que o JooJoo seja entregue a seus compradores. Depois que seu lançamento ainda pode ser impedido nos tribunais, já que o TechCrunch não gostou nem um pouco de ver suas ideias chegarem ao mercado sem sua devida autorização.

Enquanto esse assunto é resolvido, quem sabe a Apple se anima em lançar aquele tal tablet que ninguém nunca viu, mas jura que existe.

V13: magricela

V13: magricela

A Dell apresentou nesta terça-feira o Vostro V13, notebook para uso corporativo com apenas 1,65 cm de espessura e 1,59 kg de peso muito bem distribuídos por seu corpinho de 13,3 polegadas.

Apesar de suas dimensões enxutas, a máquina conta com processador Core2Duo de baixa voltagem, 4GB de RAM, Bluetooth além dos básicos microfone e webcam integrados, que a essa altura não deveriam surpreender mais ninguém. O sistema operacional, claro, é o Windows 7. A exemplo de seu irmão mais afrescalhado, o Adamo, o V13 deixa sobrar uma aba de chassi do lado de fora quando sua tela é aberta, efeito colateral da excessiva miniaturização vertical de seus componentes.

A máquina ainda não tem uma data oficial para chegar ao mercado e de acordo com o site Electronista seu preço deverá ficar em torno dos US$ 449 (R$ 770), ou cerca de um terço do valor que a própria Dell ou a Apple pedem pelos hypados Adamo e Macbook Air. Se essa expectativa de preço se confirmar, provavelmente o computadorzinho deverá ter boas vendas mesmo fora dos escritórios para que ele foi criado.

Aos que tiverem paciência confiram o emocionante </ironia> vídeo em que Sam Burd, gerente de marketing da Dell, fala a respeito do desenvolvimento do computador:

VCP08: o aparelhinho à sua frente é o Nokia 97

VCP08: o aparelhinho à sua frente é o Nokia 97

Enquanto todo o mundo fala a respeito de Android, iPhone OS, Symbiam ou Windows CE, a fabricante Viewsonic resolveu chutar o balde e apresentou mais detalhes a respeito do VCP08, uma interpretação bastante particular – e um tanto radical – para o que o mundo está acostumado a chamar de “smartphone”.

Capaz de fazer o mais extravagante dos chineses corar de vergonha, no lugar de um sistema operacional peso-leve e otimizado para as pequenas telas dos dispositivos de bolso o aparelho roda ninguém mais ninguém menos que o Windows XP, aquele mesmo presente em 69% dos computadores conectados à web em todo mundo, segundo os dados da Net Application.

Segundo informações do site Pocketables o monstrinho é equipado com um processador Intel Atom de 800 MHz, 512 MB de RAM, 8 GB de capacidade de armazenamento, teclado qwerty e tem uma tela de 4,3 polegadas, o que de quebra lhe garante dimensões paquidérmicas para o mundo dos telefones celulares. Em suas fotos de divulgação o VCP08 faz o Nokia N97 (que pode ser considerado tudo, menos compacto) parecer um chihuahua num mundo de dobermans.

Um de seus aspectos mais curiosos é que o Windows XP e o software de seu celular operam de maneira independente, o que confirma a impressão inicial que colaram um pobre telefone nas costas de um netbook para dar origem a essa maravilha tecnológica.

O preço ainda não foi divulgado, mas, sério, você não vai querer comprar essa coisa.

Acer quer ser a primeira com o Chrome OS

Acer quer ser a primeira com o Chrome OS

J. T.  Wang, presidente da Acer, afirmou ao site Digitimes que sua companhia quer ser a primeira a oferecer um computador com o sistema operacional Chrome instalado de fábrica, ainda no começo de 2010. Nas palavras do executivo, equipado com o sistema operacional do Google o computador deverá ser capaz de realizar o boot e estar pronto para ser usado em apenas 7 segundos.

Cá pra nós, faz sentido. A empresa, que produz o netbook Aspire One – que destronou o pioneiro Asus EeePC do posto de ultracompacto mais vendido do mundo – tem boas relações com a gigante da web e começou a vender no último mês de outubro uma máquina com o Android instalado como sistema de boot rápido ao lado do Windows XP. Segundo o jornal, o desenvolvimento de um computador compatível com o Chrome OS começou em junho de 2009.

Mas é bom a empresa taiwanesa se apressar. Essa semana a Dell já apresentou uma versão de testes do sistema operacional peso-leve otimizada para seu Mini 10 e anunciou que um computador com o programa está programada para ser lançada “em breve”.

Seja livre, use pianola!

Seja livre, use pianola!

Agora que o Mininova bateu as botas, provavelmente é hora de arrumar outra maneira de ouvir músicas. E que tal considerar uma solução que provavelmente (não dá pra ter certeza de nada nessa vida) é livre se perseguição da RIAA?

Esta mini pianola mecânica pode ser encontrada por US$ 16 (R$ 25) na Urban Outfitters e vem com uma tira em que é possível ouvir o clássico “Parabéns para você” e outras em que é possível fazer seus próprios furos (um furador especial vem junto para ajudar na tarefa) e compor sua canção.

O lado ruim é que o brinquedo não tem tela de LCD, touchscreen, bateria, fones de ouvido brancos, USB, capacidade de acessar a internet nem uma app store.

O lado bom é que é totalmente livre de dores de cabeça como DRM, direitos autorais e processos judiciais.

Acho que vale a pena.

Um gadget não precisa ser útil para ser legal, certo?

Um gadget não precisa ser útil para ser legal, certo?

Olhe bem para o gadget da foto. Ele tem cara de smartphone, jeito de smartphone mas definitivamente não é um smartphone. Com o pouco inspirado nome de USB Wireless Handheald Keyboard and Touchpad o aparelho é uma espécie de teclado de bolso que pode controlar qualquer computador com Windows a até 9 metros de distância.

O aparelho tem um teclado QWERTY completo e esse quadrado cinza não é uma tela, mas sim um trackpad que permite controlar o mouse à distância.

Fanáticos por tecnologia podem alegar que o aparelho pode ser uma boa na hora de fazer apresentações ou para controlar o PC à distância enquanto o estiverem usando como media player como justificativas para gastarem US$ 62 (R$ 105) com o brinquedo. Em todo caso, vejam um vídeo de apresentação:

Pra quem não conhece o Drobo, ele é esse cara aí da foto acima. O da foto, mais especificamente, é o novo Drobo S, mas antes de falar dele vale a pena comentar o que é a linha Drobo.

Trata-se de uma solução de armazenamento de dados usando um sistema próprio de RAID da Data Robotics chamado BeyondRAID que garante a segurança de seus dados através de redundância, ao mesmo tempo que trás eficiência e simplicidade. Uma das vantagens desse sistema, por exemplo, é a possibilidade de aumentar sua capacidade de armazenamento de dados simplesmente ejetando o HD de menor capacidade e colocando um maior no lugar. Não é necessário nem se preocupar em casar a capacidade ou velocidade dos discos, como em soluções comuns de RAID: basta inserir qualquer HD de 3,5″ que o Drobo dá conta do resto do processo sozinho.

O Drobo original contava com um gabinete com slots para 4 HDs. O Drobo S, lançado hoje, tem espaço para 5 drives, o que torna possível que, na azarada possibilidade de dois HDs pararem de funcionar ao mesmo tempo, ainda assim nenhum dado seja perdido. Ele também tem um processador ARM 50% mais rápido que o do Drobo original, o que gera um ganho de performance de 20 a 25% na conexão por FireWire800. Além disso, há também a conexão eSATA e a nossa velha conhecida USB 2.0, caso seu computador não tenha uma das portas mais rápidas.

O Drobo S será vendido por US$ 799 nos EUA (R$ 1.385), enquanto o Drobo original continuará a ser vendido por US$ 399 (R$ 690). Os HDs não estão inclusos no preço e devem ser adquiridos separadamente. [Engadget]