Você se lembra do leite? Se não se lembra, certamente é porque não está perdendo muita coisa. O Remember The Milk era, até ontem, o melhor sistema de gerenciamento de tarefas do universo virtual. Um único serviço oferecia uma aplicação online completa para inserir tarefas, agendá-las e fazer seus acompanhamentos. Além do próprio site, o serviço estava disponível em diversas plataformas, como plugin do Firefox, gadget do Gmail e app para iPhone e iPod Touch.

Como eu disse, até ontem. Embora o Google tenha a política de “não ser mau” (don’t be evil), ele ataca de forma algoz possíveis concorrentes. E foi dessa maneira que o Google fez o favor de enterrar o serviço Remember The Milk (RTM), com uma única pazada. E como a gigante de Mountain View fez isso? Da forma mais capciosa possível: criou uma espécie de gadget nativo para Gmail, o melhor e-mail do mundo, que faz as vezes de gerenciador de tarefas.

Fica mais ou menos como na imagem acima. É simples, prático e muito funcional. As tarefas podem ser divididas por tópicos, subtópicos, e assim sucessivamente. Existem poções mais avançandas, como definir uma data para cada tarefa, mas de modo geral é “apenas” isso.

Como está disponível em todo Gmail, não é mais necessário fazer uso de plugins e gadgets externos para ter seu gerenciador de tarefas juntos contigo. Tens dúvida de que o RTM vai perder clientes? Eu não tenho. É óbvio que alguns usuários ainda preferirão um serviço mais completo como Remember The Milk, mas para usuários tidos como médios o Gmail Tasks é mais que suficiente. Tchau Remember The Milk. Beijomeliga.

Para habilitar o Tasks no seu Google Mail, basta ir em Settings (Configurações?) > Labs > Tasks (Tarefas?).

A Analytics Graphics Inc (ou simplesmente AGI) lançou no último dia 29 um arquivo KML, que -quando aberto no Google Earth- exibe a posição em tempo real de mais de 13 mil satélites ao redor da Terra.

Os dados são puxados da USSTRATCOM (Comando Estratégico dos Estados Unidos) – que monitora todos os objetos que estão na órbita da Terra – e então processados pela AGI, cruzando as informações coletadas com sua base de dados de satélites.

O arquivo pode ser baixado de graça através deste link. Depois de aberto no Google Earth, as informações serão atualizadas automaticamente a cada 30 segundos.

Clicando em cima de cada satélite, você ainda pode ver informações bem bacanas de cada um, por exemplo: data de lançamento, a quem (ou qual país) ele pertence, se ele está ativo no momento e até a inclinação (wtf?) do mesmo.

Para matar a curiosidade, dei uma fuçada em alguns dos satélites que estão sobre o Brasil neste momento. A grande maioria deles, tem como Owner a sigla US (United States?). A maioria também está inativa.

Só não entendi se isto quer dizer que o satélite não está em uso neste exato momento, ou se ele foi desativado e não é mais utilizado. A dúvida parece idiota, mas 80% dos satélites exibidos aqui estão marcados como inativos.

O vídeo acima é de autoria do Google Earth Blog. Eles também colocaram no ar uma página onde é possível usar o recurso alí mesmo, graças a um plugin do Google Earth. Infelizmente esta página só funciona no Windows por enquanto.

Via: Google Discovery

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Ps: Eu sei que o blog ficou um tempo parado, mas foi por que eu estava ocupado demais desenvolvendo a lista do post anterior, e trabalhando em outras novidades. Mas não se preocupe, já estamos de volta! :D

O Google é uma companhia agressiva quando se trata de comprar outras empresas (ou “a concorrência”). Basta lembrar dos episódios da compra da gigante dos anúncios online DoubleClick por 3,1 bilhões de dólares. A empresa de Mountain View também comprou o site de vídeos mais popular da web, o YouTube, por bilhão e meio de dólares.

Agora o Grande G pretende criar um braço financeiro especificamente para investir em outras companhias. Com isso, a empresa não precisaria mais comprar outros negócios por inteiro. Dessa forma, o Google teria melhor capacidade de investir em empresas de tecnologia que estão começando agora, as famosas startups. Uma brasileira que poderia beneficiar desse fundo – e isso é só especulação; não sei como é a estruturação societária/acionária deles – é a boo-box.

Ou seja, mais uma maneira de o Google fomentar a inovação tecnológica. E de quebra cumprir mais um objetivo no seu plano para dominar o mundo. Outras empresas de tecnologia já têm seus próprios fundos de capital de risco, dentre elas Disney, Motorola, Amazon e Intel. É o Google espalhando um pouco mais do seu rico dinheirinho pelo vasto e crescente mercado de internet.

Com informações do TechCruch.

O Google Calendar ganhou hoje, suporte ao protocolo aberto CalDAV. Através deste protocolo, é possível fazer um sincronismo bidirecional de seus calendários, utilizando um software offline como o iCal da Apple. Aliás, por enquanto o Apple iCal é o único software suportado.

Logo que vi a notícia no Google Discovery e Meio Bit, tratei de configurar o dito, aqui no meu Mac. É fato que nunca gostei de gerenciar calendários, mas também nunca tive muito o que colocar neles, além de eventos que dispensam algum tipo anotação para serem lembrados. Agora que sou um usuário móvel ativo, e tenho mais do que aniversários para lembrar, achei que seria interessante tentar me organizar desta forma. A idéia de usar a nuvem como banco de dados foi o que mais me animou.

No iCal

Configurar o iCal para sincronizar com o Google Calendar é bem simples. Basta uma olhadinha básica neste link (em inglês), e o bichinho já está sincronizando. Resumindo:

  1. Estando com o iCal aberto, clique no menu iCal e depois em Preferências.
  2. Na aba Contas, clique no sinal de “+” para adicionar uma conta. (Não é necessário marcar nenhum checkbox nesta parte)
  3. No pop-up que apareceu, insira os seguintes dados:
    Descrição: Este será o título da sua lista de calendários CalDAV
    Username: Seu endereço de email do Google Calendar completo (incluindo a parte depois da @).
    Senha: A sua senha.
  4. No drop-down Opções do Servidor, adicione [ https://www.google.com/calendar/dav/ [ seu email do Google Calendar ] /user ] como sua URL da Conta. Por exemplo, se o seu email for calendarfriend@gmail.com, a sua URL da Conta será https://www.google.com/calendar/dav/calendarfriend@gmail.com/user

Simples huh? Mas aí chega o inconveniente.

Não sei se isto tem a ver com a tecnologia do protocolo CalDAV, ou se é porque o recurso acabou de sair do forno. Os calendários não aparecem ali do lado, da mesma forma que pastas de email aparecem quando usamos o protocolo IMAP.

Confuso? Eu explico.

Para cada calendário que você quiser adicionar no iCal, você deverá repetir os passos 1, 2 e 3 acima, e colocar o Cal ID do calendário em questão no passo 4. Sim, calendário por calendário.

Só nessa eu já desisti de usar o iCal + Google Calendar. Pelo menos por enquanto (se é que isso muda algum dia), vou tentar gerenciar tudo online.

No Windows Mobile

Existe um software Opensource para Windows Mobile, que faz todo o trabalho de sincronização entre o calendário do Windows e o Google Calendar – o GMobileSync. Ele não é a única, e talvez nem a melhor opção, mas é free.

Para fazer a sincronização, basta entrar com seu login e senha no software, e clicar em sincronizar. All done!

Porém cuidado. A tela inicial do GMobileSync mostra um aviso gigante na cor vermelha: “Beta Software – For Testing Only”. Deve ser por isso que eu não consegui acessar as configurações dele, e não consegui descobrir se ele consegue manter os calendários sincronizados de forma automática.

Fiz apenas um teste simples entre o Google Calendar e o GMobile. Primeiro adicionei um evento novo no Google Calendar, e no calendário do Windows Mobile. Depois mandei o GMobileSync fazer a sincronização.

Tudo parece ter funcionado direitinho. O compromisso que estava no WM foi para o Google Calendar, e vice-versa. Uma curiosidade, é que quando o GMobileSync puxa os eventos do Google Calendar, ele inclusive puxa os participantes daquele calendário, e seus respectivos emails.

Conclusão final

Depois desta experiência, a conclusão é que se você quer um software mais confiável para rodar no seu celular, terá que pagar. Duas opções bacanas são o OggSync, e o GooSync.

Eu ainda fico esperando uma solução ao estilo IMAP, onde seja possível deixar a base de dados dos meus calendários na nuvem, podendo acessá-la através de softwares externos.

Ainda bem que o Google já deu o primeiro passo em direção a este caminho.

Estou acompanhando aqui em São Paulo no World Trade Center, o Google Developer Day. Este é um evento anual promovido pelo Google, com a intenção reunir os desenvolvedores para uma troca de idéias, e apresentação de novidades da empresa neste sentido.

Para quem se interessar em acompanhar ao vivo o que está rolando por aqui, fiz uma pequena coletânea de links. Enjoy!

Assim que chegar no TecnoPlex, atualizo o post com as fotos que estou fazendo.

Update: O pessoal do Profissão Web está fazendo uma cobertura bacana via Live Streaming. Quem quiser conferir é só acessar este link.

Este post não fala sobre a configuração básica, esta você pode encontrar no próprio how-to do Gmail. Trata-se de um tutorial elaborado pelo pessoal do Lifehacker, ensinando alguns macetes para fazer com que o Thunderbird se integre melhor ao Gmail.

Quem já está usando o Gmail via IMAP, já deve ter notado que algumas pastas como “Itens Enviados” e “Spam” ficam duplicadas. Isto acontece pois uma é a do próprio GMail, e a outra é do Thunderbird.

Através de pequenas configurações, é possível fazer com que o Thunderbird passe a utilizar as pastas do Gmail como padrão.

Uma grande vantagem:

Quando você move um e-mail para a pasta spam do Gmail, através de um cliente como o Thunderbird, ele entende que você está marcando aquela mensagem como spam. Da mesma forma, quando uma mensagem é retirada da pasta spam, ele entende que você está dizendo que aquela mensagem não é um spam. Veja a tabela de interpretações aqui.

No Thunderbird, toda mensagem marcada como spam, é movida para a respectiva pasta do cliente. A partir do momento que você configura o Thunderbird para utilizar a pasta padrão do Gmail, todas as mensagens que forem marcadas como lixo eletrônico, serão movidas para lá.

Levando em consideração estas constatações, podemos dizer que com estas alterações, estaremos integrando o filtro de spams do Thunderbird com o do Gmail. Desta forma o programa passará ao Gmail o treinamento anti-spam já recebido.

Agradeço ao amigo Donizetti que deu a dica através do Twitter.

Hoje o Google liberou o SDK (Software Development Kit) do Android. Para quem ainda não sabe, Android é o nome do sistema operacional de código livre para celulares e smartphones, lançado pelo Google. Ele é também o centro de todas as especulações sobre o mito do possível lançamento de um Gphone. Com o Android, todos os telefones serão um Gphone.

Junto com este kit de desenvolvimento de softwares, veio uma excelente iniciativa do Google que distribuirá 10 milhões de dólares em prêmios para os desenvolvedores que lançarem os melhores softwares.

Meu primeiro pensamento foi de dúvida, é muito dinheiro para se investir em uma promoção! Eles poderiam simplesmente contratar uma equipe. Depois vi que abrir mão de uma equipe é sem dúvida a coisa mais lógica a se fazer nesta situação.

Com isso, ele estará estimulando a comunidade a desenvolver aplicativos para um sistema de código livre, e com certeza, uma comunidade de desenvolvedores tem um potencial muito maior para criar aplicativos bons e úteis, já que os próprios desenvolvedores seriam um dos usuários mais exigentes de um sistema como esse.

Veja abaixo o vídeo com o Android em funcionamento, apresentado por ninguém menos que o próprio fundador do Google, Sergey Brin:

A dica surgiu do nada pelo BlogBlogs man. Uma rápida pesquisa no Google BlogSearch mostrou que é verdade mesmo! O Gmail agora suporta nativamente conexão via IMAP!

Se você não entendeu bulhufas, e está se perguntando “o que diabos é esse treco”, eu explico: o IMAP é um protocolo, que permite que você se conecte ao seu servidor de email, através de um cliente local, tal como Thunderbird, Outlook e outros. A grande diferença do IMAP para o POP3, é que as mensagens não são baixadas no computador do usuário, você gerencia as mensagens diretamente no servidor de email, mas utilizando seu software local favorito.

Uma das vantagens de se usar este protocolo, é que você pode abrir o seu cliente de email tanto no PC quanto no Notebook, sem precisar sincronizá-los. Ao executar alguma ação em seus emails, as alterações serão aplicadas direto no Gmail. Por não precisar baixar suas mensagens, você ainda economiza espaço no seu precioso HD.

Por enquanto o recurso só está disponível para as contas que estão em Inglês, mas as outras devem ser atualizadas em breve. Veja aqui como configurar seu cliente de email para se conectar ao Gmail via IMAP.

google-pentecost.jpg Você já imaginou como seria sua vida sem os serviços que o Google oferece? Talvez não seja possível se dar conta de como somos dependentes desta empresa que vem devorando a web, sem que antes deixemos de usar todos os seus serviços por apenas 1 dia. É exatamente isso que o Calebe Aires, autor do Gattune! quer mostrar com essa campanha, que apesar de ser novidade aqui no Brasil, já foi feita internacionalmente pela Alt Search Engines.

Ficar um dia sem o Google é mais do que ficar um dia sem fazer buscas, e se formos falar de um blogueiro, ou de um profissional da web, o tamanho do buraco é ainda maior. Para nós, um dia sem usar o Google significaria algo como:

  • FeedBurner – O endereço padrão de feeds do blog teria que ser utilizado sem passar pelo Feedburner, porém, muitos blogs oferecem a seus leitores o endereço direto do Feedburner. Isso significa que neste dia você deixaria de levar seu conteúdo a maioria dos seus leitores fiéis.
  • Adsense – Talvez a maior ferramenta de remuneração de toda a web. Para uns, passar um dia sem os anúncios do Adsense não seria um grande problema, mas para outros, esta atitude poderia acarretar sérios prejuízos financeiros.
  • Google Search – Se a idéia é se isolar de todos os serviços do Google, seria interessante pesar também a importância do tráfego gerado pelo sistema de busca, que representa pelo menos 65% das visitações de um blog.
  • Google Analytics – Um dia sem dados coletados sobre suas visitas. Para quem acompanha as estatísticas diariamente, traçando metas para otimização de resultados, isso pode ser um empecilho.
  • Google Reader – Apesar de ser o predileto da maioria, este é um dos serviços do Google que mais tem concorrentes de alta qualidade. Ainda assim é uma ferramenta que dependemos o dia todo para acompanhar o que anda acontecendo no cenário nacional e internacional.

Certamente eu esqueci de citar alguns serviços do Google, e isso mostra mais o tamanho da dependência. Não pretendo participar da campanha do Calebe justamente pelo fato de eu necessitar profissionalmente de todos esses serviços o dia todo! Mesmo assim, senti a necessidade de contribuir de alguma forma.

O próprio Calebe mostrou no Gattune! que existem diversas alternativas à altura (exceto para o Google Search) pela internet. Porém, deixar de utilizar esses serviços não é o único sacrifício, tem ainda o trabalho maior, que seria migrar todos os seus dados, recriar perfis e filtros, se acostumar com interfaces diferentes, desativar o redirecionamento do Feedburner, retirar todos os códigos já otimizados do Adsense, e retirar o código do Analytics. Sem falar dos serviços de utilidade pública (não só de blogueiros), que são:

Não é à toa que dizem que o Google vai dominar o mundo. Isso já vem acontecendo com o mundo virtual, onde pelo menos 13 empresas já foram adquiridas só este ano, entre essas o FeedBurner. Essa semana, uma pesquisa divulgou (peço desculpas, pois não me lembro onde li) que já existem mais de 1 milhão de servidores espalhados pelo mundo servindo exclusivamente à empresa de Mountain View.

E fica a pergunta: Qual seriam as consequências se o Google deixasse de existir de hoje para amanhã? :?

Procurei por muito tempo nas documentações do Google Analytics, uma forma de monitorar separadamente cada subdomínio do meu site, e ao mesmo tempo todos eles juntos. Infelizmente eu nunca encontrei nenhuma informação que me mostrasse como fazê-lo.

Certa vez, o Bruno escreveu no BRPoint sobre um filtro (que eu inclusive já tinha visto nos documentos de ajuda do Analytics), que quando ativado faz com que a URL dos domínios seja exibida por completo nos relatórios. Este é o primeiro passo para quem deseja fazer o monitoramento que citei acima, já que sem ele os relatórios podem ficar bem confusos.

Abaixo vou explicar passo a passo como configurar o Google Analytics para que ele faça o monitoramento da forma que falei. Para isso, vamos usar de exemplo os seguintes endereços: tecnoblog.net, subdominio.tecnoblog.net e tecnoblog.net/diretorio.

  • Criando um perfil de monitoramento

O primeiro passo é criar um novo perfil clicando em Adicionar perfil de site. Então, selecionamos a opção Adicionar um perfil a um domínio existente, e logo abaixo o domínio em questão, que neste caso é tecnoblog.net. No campo Nome do perfil vamos colocar o endereço do subdomínio/diretório (ex: subdominio.tecnoblog.net), para que assim, seja possível identificar facilmente o que este perfil irá monitorar. Ao terminar, clique em Concluir.

Note que o número do código de monitoramento é o mesmo do perfil principal do domínio. É bom lembrar que estou deduzindo que você já possui um perfil principal criado monitorando todo o seu site, caso não possua, você precisará criá-lo antes de executar os passos descritos acima.

  • Criando o filtro para um subdomínio

Agora iremos criar um filtro para o perfil, que irá se encarregar de contabilizar apenas as visitas de um subdomínio. Voltemos então para a tela inicial da conta, onde você deverá clicar em Gerenciador de filtro (canto inferior direito da tela). Clique em Adicionar filtro e dê um nome para ele. Em Tipo de filtro selecione a opção Filtros personalizados, e logo abaixo marque a opção Incluir.

Em Filtrar campo, selecione a opção Solicitação URI, e digite embaixo o endereço do subdomínio, que no nosso exemplo é subdominio.tecnoblog.net.

Isso fará com que no ato da visita, o sistema cheque o log para ver se o endereço de entrada bate com o qual você informou. Se bater, ele irá contabilizar a visita para o perfil que você irá selecionar logo abaixo.

Na caixa Aplicar filtro aos perfis do site, você pode ver uma lista com todos os seus perfis. Selecione o perfil que criamos no passo acima exclusivamente para este subdomínio, clique no botão Adicionar, e então em Concluir.

  • Criando o filtro para um diretório

Os passos para a criação deste filtro são parecidos com o do subdomínio. Depois de entrar em Adicionar filtro, dê um nome para o filtro, e selecione a opção Incluir somente tráfego para um subdiretório. Logo abaixo digitaremos o diretório em questão no seguinte formato: “^/diretorio/” (sem aspas ;) ).

Agora é só selecionar o perfil para o qual este filtro deverá ser aplicado, e clicar em Concluir.

Lembre-se que cada filtro deve ser aplicado em seu próprio perfil. É possível criar mais de um filtro para um perfil e vice-versa, mas este não é o nosso caso. Os dados começam a ser contabilizados sempre depois das alterações, sendo assim, as estatísticas anteriores ao filtro não serão modificadas.