Quando nós falamos de serviços online para backup de arquivos, normalmente o que vem à cabeça é a Dropbox. No máximo o Mobile Me para usuários de Mac, mas só. No entanto, eu venho usando há algumas semanas o SugarSync, um serviço diferente de tudo o que tinha testado anteriormente.

sugarsync-logo

Eu conversei com Laura Yecies, CEO da Sharpcast, empresa desenvolvedora do SugarSync, que explicou um pouco do funcionamento da companhia. Diz Laura que a computação nas nuvens permite uma oportunidade única de dar recursos muito especiais aos usuários: segurança e disponibilidade dos dados. Ela compara o uso da nuvem para armazenar arquivos com o do webmail: “O webmail libertou usuários de instalações que consumiam muito tempo e deu a eles acesso às mensagens a qualquer hora e de qualquer lugar”. A mais pura verdade.

Mas o que o SugarSync oferece a seus usuários? Basicamente, o envio automágico dos arquivos armazenados no computador para a nuvem, de forma segura e simples. No entanto, diferentemente de tudo o que eu já vi, o SugarSync não muda forma como o usuário organiza seus arquivos a fim de criar o acesso aos documentos de qualquer lugar.

Tomemos como exemplo o Dropbox. Nesse serviço é preciso copiar os arquivos que devem ser backupeados para a pasta chamada “Dropbox”. Existem sim algumas gambiarras para evitar de ter que mover tudo para o novo diretório que o aplicativo cria, mas nem sempre funciona. Já no SugarSync tudo fica mais fácil: o usuário pode fazer a sincronização entre os servidores da empresa e o computador de qualquer pasta em qualquer local do disco rígido.

Diferentemente da Dropbox, o SugarSync se adapta à organização e ao fluxo de trabalho que o usuário já tem, sendo que não há necessidade de modificar a estrutura das pastas no computador. Por sinal, foi devido a essa limitação da Dropbox que eu encontrei o SugarSync, que não pretendo largar tão cedo.

Para entender melhor o funcionamento do SugarSync, acompanhe abaixo um pequeno tutorial sobre como instalar e configurar o aplicativo. Leia mais»

canabalt-iphone

Canabalt é um daqueles joguinhos que, por causa do charme e simplicidade, são perfeitamente adequados a uma plataforma móvel – pra não dizer extremamente viciante.

A premissa é tão simples que você pode descrever o jogo inteiro numa linha só – em Canabalt você é um carinha que está pulando de um prédio pra outro tentando fugir de algum tipo de invasão alienígena, o que pode ser visto acontecendo no background. O seu bonequinho corre automaticamente, e pra pular basta tocar a tela. Um toque rápido resulta num salto curto; um toque mais demorado catapulta o herói sem nome em proporções olímpicas.

Os prédios variam em distância de um pro outro, portanto é preciso variar o tipo de pulo que você dá pra alcançar o próximo edifício. Há também obstáculos que você precisa saltar, e quando o jogo fica mais rápido é preciso nervos de aço pra decidir em um nanosegundo se o obstáculo ou o prédio seguinte requer um pulo curto ou longo.

Um contador de distância no topo superior direito te indica quanto você já correu. Se atrapalhe nos pulos, e seu bonequinho despenca e (presumivelmente) se arrebenta lá embaixo. O jogo reinicia quando isso acontece, te dando outra chance de bater o seu recorde.

Canabalt é baseado numa versão em Flash que você pode jogar aqui. O jogo carrega rapidamente e as partidas nunca demoram mais que um ou dois minutos, tornando-o perfeito praquela fila de banco ou espera no consultório do dentista. Como todos os jogos em que o desafio é alcançar máxima pontuação, falta um ranking online onde nerds se degladeiem pela supremacia, mas o desenvolvedor do jogo já prometeu tal feature num update próximo.

A música e o estilo artístico pixelizado e minimalista dão um charme bastante distinto a Canabalt. O preço é um pouco salgado pra um jogo tão simples (afinal, o gameplay inteiro de Canabalt se resume a tocar na tela nos momentos propícios; é essencialmente um testador de reflexos), mas eu recomendo de qualquer forma porque o jogo é muito viciante. Vale lembrar que, graças à simplicidade, o jogo se rende uma excelente experiência social com seus amigos. É difícil pegar o iPhone ou iPod touch de volta uma vez que você desafia sua patotinha a alcançar o score máximo.

No último dia 15 de Setembro, a Microsoft anunciou o lançamento daquele que seria (será?) o próximo grande alvo do consumismo geek: o Zune HD. Mas como noticiamos aqui no Tecnoblog, por enquanto o aparelho só será vendido nos EUA. Ou seja, ficamos sem.

Daí fui atrás de uma fonte, e consegui descolar uma horinha para brincar com um Zune HD em terras tupiniquis! A hora foi reduzida em alguns minutos, uma vez que a bateria se esgotou enquanto eu ainda brincava com ele, mas já foi o suficiente para conseguir alguns minutos de imagem.

O vídeo abaixo trata-se do meu primeiro contato com o aparelho. Como eu tinha pouco tempo, a primeira coisa que fiz foi instalar meu tripézinho chinês de 15 reau, ligar a câmera, e começar a capturar o máximo de imagens possível.

Vídeo

Impressões rápidas

A primeira coisa que pensei quando tirei o Zune da caixa foi: “Nossa, como ele é pequeno!”. Ele parece ser muito maior nas fotos, e pela tela grande, fiquei imaginando que ele seria do tamanho de um iPhone. Me enganei.

O aparelho tem um acabamento impecável. Fica óbvio que a Microsoft dedicou bastante atenção a cada pequeno detalhe.

A tela é grande, possui um nível de contraste muito bom, cores vivas e resolução excelente. Como o display é OLED, a distorção de imagem, olhando por ângulos diferentes, é praticamente nula.

Não é difícil aprender o sistema do Zune HD. Você fica meio confuso no primeiro contato, mas pega o jeito rapidinho. Com certeza é o sistema mobile mais intuitivo que a Microsoft já desenvolveu.

Galeria de Imagens

Entendendo o Zune HD

Segundo nossa fonte, é um erro comparar o Zune HD com o iPod Touch. O aparelho não se trata de um player, e sim de uma central de entretenimento (ou algo do tipo). Nosso amigo chegou a se referir ao aparelho como “o conceito Zune HD”, e não “o player“.

Pelo que pude entender, o Zune HD é apenas a chave de entrada para um mundo de entretenimento. Neste universo de potenciais não explorados, podemos esperar uma integração do aparelho com produtos como o Xbox 360, Projeto Natal, Windows 7, e novos produtos em fase de desenvolvimento.

Essas informações foram confirmadas por nossa fonte, seguido de um “Não posso falar mais do que isso. Se alguém lhe perguntar, um passarinho lhe contou.”

Oki. O jeito é esperar! :D

Prometi a mim mesmo que faria o máximo possível para evitar compará-lo ao iPhone, tarefa na qual falhei miseravelmente. Falhei porque o Nokia 5800 XpressMusic quer, obviamente, ser o iPhone. Foi o celular da Apple que obrigou a Nokia e várias outras fabricantes de celulares a usarem telas sensíveis ao toque nos seus aparelhos. Porém ele entrega tantas funcionalidades melhores e deixa a desejar em algumas outras que ele acaba não sendo melhor nem pior do que o iPhone. Ele é apenas bastante diferente.

Ok, isso foi uma enorme prosopopéia flácida para acalentar bovinos. Eu achei o 5800 infinitamente melhor, mas eu nunca tive um iPhone para poder comparar. O mais perto que cheguei de um dispositivo de internet móvel da Apple foi ter um iPod Touch. Então, aí está. Apple fanboys, joguem as pedras. Pessoas normais, sigam adiante para ler o review mais detalhado do Nokia 5800 XpressMusic disponível na internets. Leia mais»


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O grande matador da LG para o mercado de mobiles deste ano, é o smartphone Viewty. Pelo menos é o que eles esperam. Ele foi idealizado com as características mais chamativas dos seus dois principais concorrentes, que são a câmera digital de 5 megapíxels, e tela sensível ao toque.

No Digital Experience 2008, fizeram questão de destacar que o aparelho faz vídeos a 120 fps. Isso é realmente irrelevante se a resolução do mesmo for baixa, questão que a expositora não soube responder no dia. Agora que estou com o aparelho em mãos, confirmei o óbvio – a resolução é de 320×240px. Ele faz vídeos na resolução VGA também (640×480px), mas aí a taxa de atualização vai para 30 fps – o padrão da maioria das câmeras digitais.

Olhando pelas fotos, o Viewty não me agradou nem um pouco, e o fato de ele ser considerado por alguns a nova versão do LG Prada, me dava calafrios. A verdade é que depois de navegar pelos menus por alguns minutos, minha opinião mudou um pouco. Para falar a verdade, achei a experiência bem agradável.

Como player digital, eu diria que o KE990c é um bom telefone. A começar pelo tamanho da caixinha que conecta o celular ao fone de ouvido convencional. Gigante! A boa notícia é que há um controle de volume nela, e a má, é que mesmo com ele no máximo, o volume é tão baixo que de dentro do metrô não se escuta absolutamente nada.

A falta de botões para funções musicais também é um problema. Ter que tirar o aparelho do bolso para trocar de faixa não é algo muito prático. Muito menos seguro.

Interface

Pontos positivos

  • É possível executar 95% das tarefas no telefone, sem o auxílio da canetinha stylus
  • Faz fotos de até 5 megapíxels, com flash xenon. Possui ainda recursos como estabilizador de imagem, foto panorâmica, e modo macro
  • Utiliza lentes Schneider Kreuznach
  • Tela ampla, muito confortável para visualizar e capturar imagens
  • Vem com uma pequena suíte de aplicativos do Google instalada: Search, Blogger, Youtube, Gmail e Maps
  • Possui botões físicos para atender e encerrar chamadas. Isso evita o dedão de churrasco.
  • Suporta DivX
  • Videos podem ser gravados em slow motion

Pontos negativos

  • Não se conecta à rede Wi-Fi
  • Caneta stylus se prende ao aparelho como um pingente de celular
  • Som extremamente baixo no fone de ouvido
  • Reprodutor musical repete músicas quando está no modo shuffle
  • Rede 3G desabilitada no modelo brasileiro
  • Fotografias saem carregadas de aberração cromática (mais aqui)
  • Roda um Sistema operacional fechado da LG
  • Software de transferência de arquivos é horrível, e não é compatível com Mac OS
  • Preço estimado: R$ 1400,00
  • Em ambientes claros demais, fica difícil enxergar a tela. Isto é um problema em um aparelho sem teclado físico.

Fotos tiradas com o Viewty Leia mais»