
Menos de três dias após a liberação da versão 3.5.1 do Firefox (que corrigia de falhas de segurança envolvendo o motor de JavaScript), o browser já possui uma nova brecha comprovada.
A falha atinge o método document.write, que após receber uma string Unicode muito longa, causa um estouro da pilha de memória (buffer overflow). Isso possibilita a execução de código remoto, abrindo espaço para um ataque DOS (Denial Of Service).
A Mozilla, desenvolvedora do browser, respondeu à noticia informando que apesar da falha realmente existir, técnicas de segurança presentes nas ultimas versões do browser não permitem a mesma seja explorada. Entretanto, já foi tornada pública uma prova de conceito, e sites de segurança como SANS Internet Storm Center e IBM ISS X-Force já confirmaram a falha.
E não para por aí. Com esta falha, desabilitar manualmente a execução de JavaScript pelo browser NÃO é suficiente para evitar a execução de código pelo atacante. Até o momento, não foi liberada nenhuma correção para o problema. A recomendação, assim como das outras vezes, é não visitar sites que não sejam confiáveis até que o problema seja resolvido. [DownloadTube]

A equipe do twitter, mais famoso site de micro-blogging da internet, fez mudanças sem alarde a sua API para evitar invasões as contas de seus usuários reduzindo o numero máximo de tentativas de login para o limite de 15 vezes a cada hora.




Já estava nos planos da Microsoft o lançamento de um patch de segurança para o Office com correções de vulnerabilidades divulgadas há mais de um ano. Mas antes que a atualização fosse disponibilizada, a empresa de Redmond já tem mais um buraco para tapar.
Durante parte da tarde e início da noite de quarta-feira (09), os sites da Casa Branca e do Pentágono sofreram tentativa de ataque por parte de cibercriminosos. Além deles, o site jornal The Washington Post e da bolsa de valores de Nova Iorque (NYSE) e também o portal Yahoo! foram alvo dos crackers.



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