Botões à esquerda: heresia?

Apesar de inicialmente ter deixado uma boa impressão, o novo visual do Ubuntu passou longe de agradar a todos os fãs do sistema operacional. Alguns linuxatos, incluindo membros de sua equipe de desenvolvimento, resolveram implicar com um pequeno detalhe no tema Light, que normalmente passaria despercebido para a maioria dos usuários comuns, para fazer uma tempestade num copo d´água: agora os botões de controle das janelas são alinhados à esquerda, como no Mac OSX. Assim, alguns começaram a fazer uma campanha para devolvê-los a seu lugar de direito, à direita (ops).

Tamanha choradeira fez com que o open stevejobs Mark Shuttleworth, presidente da Canonical Software e “dono” do Ubuntu, subisse nas tamancas e respondesse aos revoltos, colocando-os em seu devido lugar:

Todos nós fazemos o Ubuntu, mas ninguém o faz por completo. Em outras palavras, nós delegamos funções. Existe um time responsável por tomar decisões relacionadas ao kernel, e ninguém mais pode opinar a respeito do assunto a não ser que faça parte desta equipe. Vocês podem encontrar bugs, fazer comentários e se engajar, mas não aceitaremos opiniões de gente de fora. Por exemplo, existe um time responsável pela segurança, e eles enxergam uma série de coisas que normalmente nós não veríamos. Temos uma série de processos para nos ajudar a delegar trabalhos da maneira correta, mas fazer parte de uma comunidade aberta não é a mesma coisa do que falar o que quiser sobre qualquer coisa. Não, isso não é uma democracia. Um bom feedback, bem fundamentado, é sempre bem-vindo. Mas não faremos votações a respeito de decisões de design“.

Não sei vocês, mas minha fé na próxima geração do Ubuntu acabou de ficar um pouco mais forte. [Download Squad]

Lembra-se da tela de escolha que o Internet Explorer passaria a ter nos países europeus. Pois então, o recurso já está em pleno funcionamento e é um sucesso. Um sucesso especialmente para a Opera Software, empresa que desenvolve o navegador de mesmo nome.

De acordo com dados divulgados pela fabricante de software, o número de downloads do Opera subiu consideravelmente depois que ele começou a figurar nas opções do IE.

Em média, os número de downloads do Opera cresceu 130% desde que a tela de escolha entrou em ação. Ou seja, mais do que dobrou. A Polônia foi o local em que esse crescimento foi mais acentuado: 328%, sendo que a tela de escolha já representa 77% do total de downloads.

Na terra do Opera, a Noruega, o crescimento não foi tão expressivo. Com download aumentando “apenas” 53$, a tela de escolha é responsável por 37% do total de downloads do Opera.

Como a tela de escolha não está valendo no Brasil, você não vai ter como baixar o Opera por meio dessa ferramenta. Mas ainda pode entrar no site do Opera e baixar o melhor navegador do mundo que quase ninguém usa.

[via TechCrunch]

A versão 1.0 beta do aplicativo do Kindle para Mac OS X. A versão para usuários da maçã estava sendo prometida desde o lançamento do aplicativos similar para Windows, há cerca de quatro meses. Através do programa, clientes da loja de livros e periódicos em formato digital da Amazon poderão ler suas obras — inclusive com cores, algo que o e-reader não tem — agora também no Mac.

Com o iPad e sua iBook Store potencialmente ameaçando seu negócio, a Amazon traz seu aplicativo de leitura do Kindle ao Mac e completa uma longa lista de dispositivos onde seus e-books podem ser lidos: os próprios Kindle/Kindle DX, iPhone, iPod touch, BlackBerry, Windows, Mac, e em breve até mesmo no iPad (que será uma disputa interessante de assistir: o app da Amazon, líder do mercado atualmente versus o app do iBooks, o novato da Apple).

Através do aplicativo para Mac (assim como os demais) pode-se ler os livros já comprados e, através do sistema chamado Whispersync, começar a ler um livro em qualquer um dos aplicativos/dispositivos citados acima, parar e depois poder continuar em qualquer um dos outros aplicativos/dispositivos do mesmo ponto onde a leitura parou.

O aplicativo para Mac já conta com diversas funcionalidades mas, como indica o termo “beta”, ainda não está completo. Algumas das próximas funções prometidas incluem a possibilidade de fazer busca no texto e de criar/editar anotações e marcações no texto, que por enquanto podem ser  apenas lidas no aplicativo.

Vivendo sob um rígido regime comunista desde o final da II Guerra Mundial, a Coreia do Norte pode ter desenvolvido um sistema operacional próprio para rodar nos computadores dos habitantes do país, que é conhecido por ser um dos mais fechados do planeta. As informações são do jornal Korea Herald.

De acordo com o relato de um estudante universitário identificado penas como Mikhail, que teve acesso ao programa, o sistema operacional foi criado em 2006 sob as ordens do ditador Kim Jong-Il, é baseado no kernell do Linux e atende pelo mais do que conveniente nome de “Estrela Vermelha”.

Disponível em versões para computadores pessoais e servidor, sua interface é “muito similar” a do Windows – sem especificar se do 98, XP, Vista ou 7 – e ao contrário do que poderia se supor, sua distribuição não é gratuita: seus CDs são vendidos pelas ruas de Pyongyang pela bagatela de US$ 5 (R$ 9). Sua principal missão é fazer com que a Coreia do Norte possa ficar livre dos “males” dos softwares ocidentais

O estudante reporta que apesar da instalação do programa demorar apenas 15 minutos e dele parecer funcionar “da maneira correta”, os norte-coreanos dizem que o Estrela Vermelha não se revela exatamente amigável no uso cotidiano, preferindo continuar com suas versões piratas do Windows XP, Vista ou 7, que não chegam oficialmente ao país por conta do embargo imposto pelo governo norte-americano contra governos potencialmente “hostis”.

A Canonical Software acabou de liberar os primeiros screenshots da versão 10.4 do Ubuntu, a estrela mais brilhante da constelação das distribuições do Linux. A grande novidade é que o programa teve todo seu visual remodelado, dando fim ao “problema de imagem” que o sistema operacional tinha até hoje.

O velho padrão de cores em amarelo e marrom, que estava longe de ser uma unanimidade entre seus usuários, foi substituído por um tema modernete que combina roxo, preto, cinza e laranja, enquanto nem mesmo seu tradicional logotipo ficou de fora das mudanças e agora ostenta uma fonte menos redonda, com o “circle of friends” menor e em destaque.

O novo tema, chamado Light, foi desenvolvido sob as ordens do fundador do Ubuntu, o open-stevejobs Mark Shuttleworth. “O Light foi desenvolvido para lembrar luz, claridade e não nos deixar esquecer da importância do conceito de leveza. Um bom software precisa ser leve no sentido de usar seus recursos com eficiência, rodar rapidamente e ser facilmente moldado à qualquer necessidade”, afirma documento postado no wiki do sistema operacional. As alterações deverão ser estendidas aos outros projetos da Canonical, como o Xubuntu e o Kubuntu.

Marketeações à parte, as imagens divulgadas até o momento são um banho de água fria nos sonhadores que esperavam que o programa finalmente estreasse a interface Gnome 3. O Ubuntu 10.4 deve ser lançado oficialmente em abril.

O novo logotipo do Ubuntu.

A nova tela de boot: roxa.

O novo tema Light: repare no que o fundo de tela abandona as cores quentes.

Dark, uma variação do Light.

Informações atualizadas no final do post.

Foi aberta na noite desta terça-feira (2) a venda do novo pacote promocional de aplicativos para Mac OS X do site MacHeist, o MacHeist nanoBundle 2, que oferece até sete aplicativos (dois deles só serão liberados com um mínimo de pacotes vendidos) por US$ 19,95 (cerca de R$ 35,75).

Aplicativos que fazem parte do MacHeist nanoBundle 2 (da esquerda para a direita): MacJournal (editor de diários e blogs), RipIt (“ripador” de DVDs), Clips (gerenciador de clipboard), CoverScout (encontra as capas que faltam nos álbums do iTunes), Flow (FTP com design premiado pela Apple), Tales of Monkey Island (o mais recente jogo da clássica franquia de adventures) e RapidWeaver (criador e editor de websites no estilo simples do iWeb, mas com possibilidades de customização muito maiores).

Os pacotes MacHeist ficaram conhecidos por juntarem diversos aplicativos para Mac e vendê-los por um preço muito inferior do que seria pago para comprar cada programa individualmente, e, muitas vezes, inferior até mesmo ao preço individual dos aplicativos do pacote. É o caso do nanoBundle 2, que oferece os sete aplicativos, que normalmente custariam US$ 266 por menos de US$ 20. É claro, provavelmente não seriam muitas pessoas que comprariam exatamente esse conjunto de aplicativos, mas considerando que o mais barato deles custa mais que o pacote, para quem se interessa por qualquer um dos programas, o bundle parece ser um excelente negócio.

Além disso, as vendas do pacote ainda tem 25% da receita revertida para a instituição de caridade de escolha do comprador — entre as 11 pré-selecionadas pelo site, como a AIDS Research Alliance, a Prevent Cancer Foundation e o Clinton Bush Haiti Fund, entre outras. Aquele que adquirir o nanoBundle 2 também pode optar por dividir a doação igualmente entre todas as instituições disponíveis.

Os aplicativos do pacote são os sete da imagem acima, com a ressalva que o jogo Tales of Monkey Island e o editor de websites RapidWeaver só serão liberados se um número mínimo de pacotes forem vendidos. E a promoção só está disponível por sete dias, então os interessados tem até dia 9 de março para sacarem seus cartões (Visa ou MasterCard) ou contas do PayPal e comprar o pacotão de aplicativos. Maiores informações sobre cada aplicativo — incluindo capturas de tela e vídeos — são encontradas no próprio site da promoção.

E você, leitor do Tecnoblog e usuário de Mac, ficou animado com o bundle? Pretende comprar? Não deixe de nos contar sua opinião ali na seção de comentários, combinado? ;-)

[Atualização em 5 de março de 2010] A partir de hoje todos que comprarem ou já tiverem comprado o nanoBundle 2 podem visitar o site http://www.macheist.com/tweetblast e, tuitando sobre o MacHeist, ganhar mais três aplicativos: Tracks (música), Airburst Extreme e Burning Monkey Solitaire (ambos jogos). Mais informações sobre cada um dos aplicativos podem ser encontradas no link anterior.

[Atualização em 8 de março de 2010] O jogo Tales of Monkey Island foi liberado antes de atingir-se os 50 mil pacotes vendidos, que era a meta inicial para que o jogo entrasse no pacote. Agora só o RapidWeaver que continua bloqueado, esperando que se atinja os mesmos 50 mil pacotes. No momento desta atualização ainda faltam 2 dias para o fim da promoção e mais de 41 mil bundles já foram vendidos, então é razoável supor que a meta para o RapidWeaver será atingida.

Nova imagem do site, atualizada após os 50 mil pacotes vendidos e a adição do Tweetie.

[Atualização em 9 de março de 2010] Agora não são mais 7 aplicativos no pacote (sem contar os três extras que se ganha tuitando), mas sim oito (e contando com os três do Tweetblast são onze). Nos 45 minutos do segundo tempo mais um app de sucesso foi adicionado ao pacote, o Tweetie para Mac.

A versão para Mac de um dos mais populares clientes de Twitter para iPhone e iPod Touch foi lançada ano passado com excelente recepção por ser provavelmente o primeiro cliente de Twitter para Mac com a simplicidade e objetividade de interface que se encontrava no iPhone, sem contar que era um programa desenvolvido nativamente (em oposição  aos concorrentes desenvolvidos em Adobe AIR). Hoje, aquele que já foi um aplicativo de vanguarda encontra-se bastante defasado, e é aí que se encontra um dos trunfos da adição dele ao MacHeist nanoBundle 2: os compradores do pacote (assim que forem atingidos 56.789 unidades vendidas) receberão não apenas uma licença para a versão atual do Tweetie, mas também  um upgrade gratuito para o futuro Tweetie 2, bem como acesso à versão beta fechada que está prometida para chegar em cerca de um mês.

O MacHeist nanoBundle 2 já vendeu mais de 50 mil pacotes, desbloqueando o último aplicativo que faltava do conjunto inicial de aplicativos, o RapidWeaver. Quem já comprou o pacote antes do desbloqueio só precisa acessar a página do seu recibo para pegar sua licença, que já está disponível. E, pelo histórico dos bundles anteriores, podem ter certeza de que o Tweetie também será desbloqueado antes do fim da promoção (ou seja, ainda hoje).

Pouco menos de um mês depois da apresentação de sua primeira versão de testes, os noruegueses da Opera Software anunciaram que o browser Opera 10.5 foi finalizado e lançado oficialmente para o Windows.

O novo programa chega para enfrentar o Internet Explorer 8, Mozilla Firefox 3.6 e Chrome 4.0 num mercado que anda especialmente competitivo de uns tempos para cá. Suas armas para finalmente conquistar o sucesso depois de 14 anos tentando são a grande integração visual com o Windows Vista e 7, o recurso Speed Dial, modo Turbo para conexões lentas, a app Unite, que permite transformar qualquer computador num servidor web, um gerenciador de downloads capaz de baixar torrents e um engine que faz sua empresa mãe o chamar de “o navegador mais rápido da Terra”.

O programa apresenta poucas diferenças em relação a suas versões de testes, mas é recomendável que os que estejam fazendo um test drive com os Beta e RC façam o upgrade imediatamente. O download tem 12.1 MB e pode ser feito na página da Opera Software. Por hora, não há sinais de verões para o Mac OSX e Linux no horizonte.

Ok, talvez a manchete tenha sido um pouco exagerada demais, mas lá vai: a Apple anunciou a contratação de Window Snyder, especialista em segurança com passagens pela Microsoft, Mozilla e que até recentemente batia cartão em uma empresa de segurança chamada @stake.

Filha de um pai americano e de mãe queniana (à la Obama), começou a frequentar o reino maravilhoso de Steve Jobs na última segunda-feira e será a responsável pelas ferramentas de segurança do sistema operacional Mac OSX. Tal tarefa não deve ser novidade para ela, que anteriormente também já foi a chefe de segurança da equipe de desenvolvimento do Windows XP Service Pack 2 e do Windows Server 2003. [Register]

A nova versão gold do Skype para Windows liberada ontem para download gratuito conta com várias melhorias, incluindo correção de bugs, aperfeiçoamento do guia de qualidade de chamada, importação de contatos melhorada e possibilidade fazer chamadas de vídeo em alta definição. Mas a atualização mais importante ganhou um nome só dela: Skype Access, um serviço que permite que usuários do programa se conectem à internet através de mais de 100 mil pontos de acesso WiFi ao redor do mundo e pague pelos minutos usando créditos da conta do Skype. Anteriormente esse serviço só estava disponível para usuários das versões beta do programa, disponibilizadas em dezembro do ano passado.

Segundo a tabela de preços, o custo por minuto de acesso é de R$ 0,43 (sem impostos) e não é necessário uma assinatura ou pagamento mínimo. Basta que o usuário conecte-se em um ponto de acesso cadastrado, abra o programa, verifique se o Skype Access está disponível e comece a navegar na rede. A empresa não disponibilizou um mapa de onde estão localizados os pontos de acesso cadastrados, mas por ser parceira da empresa Boingo Wireless, é de se esperar que seus pontos de acesso sejam compatíveis com o programa. No Brasil existem mais de 1,5 mil pontos disponíveis, 900 deles na cidade de São Paulo.

A versão 4.2 só está disponível, por enquanto, para usuários do Windows. Não há previsão para atualização da versão para Linux.

Por trás dos atletas das diversas categorias das Olimpíadas de Inverno que estão acontecendo em Vancouver, no Canadá, existe um velho conhecido que há muito tempo discretamente trabalha duro em nome do esporte: o Windows XP.

A Acer, responsável por fornecer computadores para o evento afirma que todos os 6 mil computadores, entre desktops e notebooks, disponibilizados para os jogos rodam o antigo sistema operacional da Microsoft, que tem presença garantida graças ao regulamento do Comitê Olímpico Internacional. “A organização das olimpíadas tende a ser tecnologicamente conservadora”, afirma Todd Olson, representante da companhia de computadores. “Eles procuram por confiabilidade, não por inovações”, completa.

O XP fez sua estreia nos jogos de inverno de Salt Lake City, em 2002, e parece ter agradado, já que desde então ele também foi convocado para as olimpíadas de Atenas, em 2004, nos jogos de inverno de Turim, 2006 e também em Pequim 2008. Sua missão é garantir que todas as modalidades sejam monitoradas com precisão.

Ironicamente, a CNet reporta que até o momento apenas um único computador apresentou problemas, sem qualquer relação com seu sistema operacional: uma funcionária da bilheteria acidentalmente derrubou sopa sobre o teclado de seu notebook, que mesmo assim continuou funcionando perfeitamente.