Uma nova funcionalidade anunciada pelo Google promete deixar os cabelos dos paranóicos de carteirinha completamente de pé de dentro de seus chapéus feitos de papel alumínio.

A partir de agora a gigante da web é capaz de realizar buscas a partir da localização geográfica do navegante, que apesar de poder ser definida manualmente por padrão é identificada automaticamente a partir do IP do computador em que a busca está sendo realizada – não muito diferente do que a companhia já faz com países, por exemplo.

A diferença é que se por um lado o mecanismo passa a oferecer resultados (e anúncios) cada vez mais precisos, de outro ele também passa a ser capaz de rastrear seus usuários, fazendo que o novo recurso funcione como uma espécie de “Latitude obrigatório”.

De qualquer maneira, por hora a funcionalidade só está disponível para os EUA.

Seja pra desbloquear o aparelho para uso em outras operadoras ou para instalar aplicativos não aprovados pela Apple, boa parte dos donos de iPhone recorrem a programas que fazem o chamado jailbreak. Existem vários deles disponíveis na internet. Dois dois mais conhecidos são o Blackra1n, do desenvolvedor Geohot, e o PwnageTool, do iPhone Dev Team.

Um terceiro programa que faria, supostamente, o jailbreak ganhou fama na rede essa semana por demonstrar o quanto os donos de iPhone são descuidados quando se trata de programas para desbloqueio. Gull1hack, desenvolvido por um programador alemão de 18 anos, diz ser um aplicativo especificamente para fazer o jailbreak da versão 3.1.3 do iPhone OS. Mas na verdade, ao abrir o programa, a seguinte mensagem aparece:

"Você vai poder mover o mouse em 30 segundos"

O texto diz, em um inglês não muito bom, que o desenvolvedor ‘imaginava como os criadores de malware e cavalos de tróia conseguiam infectar tantos computadores e que agora descobriu como’, já que ‘você abriu esse programa sem saber das suas funções ou quem o desenvolveu’. Ele também diz que poderia ter desativado o Windows, roubado dados e apagado arquivos, mas ‘para a sua sorte, só abri o Google’.

Segundo o DownloadSquad, o programa foi baixado milhares de vezes e gerou posts revoltantes de gente insatisfeita. E como eles bem lembram, antes de baixar qualquer programa, busque no Google, Twitter e outras fontes. Pode te livrar de uma dor de cabeça futura.

Possível novo BlackBerry? (+)

O blog Boy Genius Report obteve uma foto embaçada do que parece ser a próxima geração de celular BlackBerry, o Slider. A RIM, que fabrica o BlackBerry, não nega nem confirma a autenticidade da imagem. Mas caso sejam verdadeiras, esse será o primeiro celular fabricado pela empresa contendo um teclado deslizante.

Os rumores que acompanham as fotos dizem que o Slider vai rodar o BlackBerry OS 6.0, terá um teclado QWERTY escondido atrás da tela, suporte a redes WiFi 802.11n, tela (possivelmente sensível ao toque) com resolução de 360 × 480 pixels e será compatível com redes celulares GSM e HSPA.

Para os fãs da RIM que vez ou outra reclamam que nós não falamos o bastante de BlackBerrys ou que falamos mal demais deles, de nada.

A nova versão gold do Skype para Windows liberada ontem para download gratuito conta com várias melhorias, incluindo correção de bugs, aperfeiçoamento do guia de qualidade de chamada, importação de contatos melhorada e possibilidade fazer chamadas de vídeo em alta definição. Mas a atualização mais importante ganhou um nome só dela: Skype Access, um serviço que permite que usuários do programa se conectem à internet através de mais de 100 mil pontos de acesso WiFi ao redor do mundo e pague pelos minutos usando créditos da conta do Skype. Anteriormente esse serviço só estava disponível para usuários das versões beta do programa, disponibilizadas em dezembro do ano passado.

Segundo a tabela de preços, o custo por minuto de acesso é de R$ 0,43 (sem impostos) e não é necessário uma assinatura ou pagamento mínimo. Basta que o usuário conecte-se em um ponto de acesso cadastrado, abra o programa, verifique se o Skype Access está disponível e comece a navegar na rede. A empresa não disponibilizou um mapa de onde estão localizados os pontos de acesso cadastrados, mas por ser parceira da empresa Boingo Wireless, é de se esperar que seus pontos de acesso sejam compatíveis com o programa. No Brasil existem mais de 1,5 mil pontos disponíveis, 900 deles na cidade de São Paulo.

A versão 4.2 só está disponível, por enquanto, para usuários do Windows. Não há previsão para atualização da versão para Linux.

Os leitores do Tecnoblog que já nos acompanham há algum tempo sabem que gostamos de fazer graça de algumas patentes estranhas que a Nintendo registra no escritório americano, vide o colchão inflável e controle em formato de bola de futebol americano. Entretanto, a mais nova patente, descoberta hoje pelo site GoRumors, é uma que parece ser realmente útil e tem potencial para aparecer no mercado de verdade.

Dirigindo com um dedão

Diferente das destacadas anteriormente, essa patente não seria usada no Nintendo Wii e sim no Nintendo DSi. Trata-se de um método de controle especificamente projetado para jogos de corrida e que usa a tela secundária combinada com um cabo para controlar um volante. O cabo seria usado no lugar da caneta stylus para aumentar a precisão do toque na tela.

E sim, também é muito fácil fazer graça desse novo controle e o quão ridículo ele pode parecer. Mas ao menos não vamos precisar montar sobre ele ou inflá-lo. Nintendo, continue assim. [Slashgear]

Lembra-se do Motorola Backflip? O aparelho foi apresentado ao mercado norte-americano no início do ano, durante a CES 2010. Por mais estranho que possa parecer, ele é talvez o primeiro smartphone do mundo a permitir que visor e teclado fiquem frente a frente ou opostos um ao outro. Mais do explicar, dê uma olhada no vídeo que o nosso blogger Rafa fez durante o evento:

Pois bem. A Motorola e a Vivo anunciaram em conjunto nessa quinta-feira que o Backflip vai começar a ser vendido no Brasil ainda essa semana nas lojas da operadora. Mais tarde, como de costume, ele poderá ser encontrado também em operadoras de celular concorrentes da Vivo.

De acordo com a assessoria da Motorola, o Backflip sairá por R$ 499 na “oferta especial de lançamento”. No entanto, o consumidor precisará assinar um plano Vivo Você 200 (que dá direito a 200 minutos de conversação) que custa R$ 139,  junto de um plano Vivo Internet 500 MB, que atualmente custa R$ 79,90. Total no fim do mês: R$ 218,90.

O Backflip é o terceiro celular oficialmente vendido no Brasil rodando Android, a plataforma para dispositivos móveis do Google. Ele também conta com o Motoblur, aplicativo desenvolvido pela Motorola que concentra em apenas um lugar dados e atualizações de redes sociais variadas, como Twitter e Facebook.

Dois alemães resolveram tirar seus antigos notebooks Apple Powerbooks, linha anterior à atual Macbook Pro e produzida pela empresa da maçã entre 1992 e 2006, da mais do que merecida aposentadoria para transformá-los em pranchas de snowboard.

Confira no vídeo, que não é recomendável para pessoas sensíveis nem fanáticas demais pelos produtos da Apple:

Android! F**k yeah!

Não que o Google tenha alguma coisa contra as moças, mas um levantamento feito no último mês de novembro pela empresa AdMod mostra que 73% dos usuários de telefones com o sistema operacional Andoid são homens machos do sexo masculino (sic), índice bem maior que o registrado por seus concorrentes. O iPhone e o Palm Pre, por um exemplo, têm uma distribuição mais igualitária entre os sexos de seus proprietários, registrando, respectivamente, 57% e 58% jogando no time dos meninos.

Um dos motivos que podem justificar parte dessa diferença é que por hora o Android vem atraindo um público entusiasta por tecnologia, território que desde a era dos neandertais tem maior atração entre o público masculino.

Outros dados mostram que os gadgets da Apple são responsáveis por 50% de todo uso de internet móvel no mundo e que 65% dos usuários do iPod Touch têm menos de 17 anos, enquanto o iPhone atrai um público com idade maior a 25 anos.

Rick Astley nunca vai te machucar

Ao contrário do que foi inicialmente noticiado por sites de todo o mundo ontem – incluindo o Tecnoblog – aparentemente a gravadora Sony BMG não teve qualquer participação na temporária retirada do ar do vídeo original do RickRoll,  pegadinha que sacaneia n00bs com o clipe do sucesso oitentista Never gonna give you up, de Rick Astley.

Leia mais:

Questionado pelo site Mashable, o YouTube assumiu toda culpa pelo erro que retirou o vídeo  do ar por algumas horas. Confira uma tradução freestyle do comunicado oficial do site de vídeos:

“A cada minuto cerca de 20 horas de vídeo são enviados a nossos servidores, e por conta de tamanha demanda nós contamos com os membros de nossa comunidade, que conhecem nossas regras, para marcar os vídeos que eles consideram impróprios de alguma maneira. Nós rapidamente avaliamos os vídeos marcados e podemos os retirar do ar em menos de uma hora. Também temos um time dedicado a identificar e remover spam do site. Ocasionalmente uma conta é erroneamente identificada como fonte de spam e assim ela pode ser retirada do ar. Quando isso acontece, nós rapidamente somos capazes de identificar o erro e restaurar os vídeos, e canais removidos por acidente”.

Seis aplicações que anteriormente faziam parte do Labs, lista de recursos experimentais que o Google lançou para o Gmail a cerca de um ano e meio, foram promovidos pelo gigante da web para “itens de série” em seu popular serviço de e-mail.

Agora as ferramentas de autocompletar pesquisas, ir para etiqueta, verificador de anexos, etiquetas personalizáveis, pré-visualização de vídeos do Youtube e respostas automáticas de férias foram promovidas para seu “pacote básico”, disponível a todos seus usuários. Já outros recursos menos populares do Labs, como assinaturas aleatórias ou com geolocalização, foram removidos.

O Google afirma que a decisão de promover e de excluir apps foi tomada graças à popularidade que elas alcançaram e ao feedback dos usuários. “Excluir funcionalidades é sempre uma decisão difícil”, escreveu o engenheiro de software Mark Knichel em um post no blog do Gmail. “Mas o Labs é um espaço para experimentação de recursos. Ou eles são oficializados ou simplesmente tendem a desaparecer”, lembra.

Atualmente o Labs conta com cerca de 60 novo recursos para o Gmail, contra apenas 13 na época de seu lançamento.