Greg Yaitanes, diretor da série de TV americana House, surpreendeu a muita gente ao revelar pelo Twitter que o episódio final da temporada foi filmado com uma câmera fotográfica. Sim, isso mesmo!

Mas é, claro, não foi com uma Tekpix qualquer câmera comprada no seu canal favorito de telecompras que o episódio foi filmado. Foi utilizada para tanto uma Canon 5D Mk II, tida como uma das melhores SLRs da atualidade e que, além de excelentes fotos, também grava vídeo em alta-definição com grande competência.

O diretor, na seqüência, revelou alguns detalhes extras para os aficionados. As vantagens da Canon foram a facilidade de uso em lugares apertados e o foco mais “raso” trazendo o rosto dos atores mais para o primeiro plano. As lentes utilizadas foram as da própria Canon, de 24-70mm e 70-200mm. Foi utilizado para armazenagem um cartão CF de 18GB, que conferia uma autonomia de 22 minutos de filmagem sem precisar trocar de cartão. [PetaPixel]

Numa clara tentativa de serem atacados por uma multidão de fãs da Apple armados com foices e tochas, os desenvolvedores de uma pequena empresa chamada Karma Games conseguiram rodar o antiquíssimo Windows 95 em seu novíssimo iPad – o da Apple, não o tal desfribilador coreano.

Para tal feito os gênios utilizaram um programa chamado BOCHS Emulator, que fez com que o velho sistema operacional da Microsoft reconhecesse (mal, é verdade) a tela sensível ao toque e fosse compatível com o moderníssimo teclado do novo gadget da empresa da maçã.

Confira no vídeo. Em todo caso, vale uma pergunta: será que ao rodar o Internet Explorer 4 e o Wordpad ao mesmo tempo é possível dizer que finalmente o iPad se tornou multitarefa? [TUAW]

Larry Sanger: botando ordem na casa

Larry Sanger, filósofo norte-americano que ao lado de Jimmy Wales fundou a Wikipedia no distante ano de 2001, fez uma denúncia formal contra a Wikimedia, projeto irmão da enciclopédia nascido em 2003, ao FBI por seus servidores estarem sendo utilizados para armazenarem pornografia infantil. Em uma carta aberta publicada no site Sanger faz uma série de críticas aos administradores do site e afirma que em diversos momentos encontrou fotos de menores idade no site, e que nada foi feito para levar os casos às autoridades.

“Certa vez eu expus minha preocupação quanto a foto de uma jovem nua armazenada nos servidores, que era acessível a qualquer editor com credenciais de ‘sysop”. Um administrador conhecido como Mike fez parte da discussão afirmando que ‘achava’ que o Departamento de Justiça prontamente entraria em contato se constatasse alguma coisa errada. Pessoalmente, acho que esses casos pedem uma atuação maisproativa ”, escreveu em seu longo texto.

Alguns defensores do site colaborativo partiram ao ataque contra Sanger, afirmando que ele agiu por “amargura contra o projeto”, do qual se desligou oficialmente em 2002. Ao jornal Register, ele rebateu as críticas: “Se eu não denunciasse, quem o faria? Como co-fundador da Wikipedia, eu tenho uma obrigação pessoal em reportar flagrantes de delito quando os vejo. Ou, pelo menos, tentar”.

A maioria dos serviços de atendimento ao cliente é uma sublime porcaria. Funcionários mal treinados, equipe estressada, cliente que paga tudo em dia e quer ser bem atendido resumem a situação. No entanto, há momentos em que você é tão mal tratado pelo pessoal do telemarketing que fica a beira de um ataque de nervos. Pois foi isso o que aconteceu com um homem que sofreu enfarte durante uma chamada telefônica e morreu dias depois.

Depois de cancelar o serviço de banda larga e ver cobranças chegarem meses depois, o homem entrou em contato com a Brasil Telecom – que hoje em dia virou Oi. Durante 45 minutos, sofreu com o mau atendimento da empresa, vindo a ter um enfarte agudo. Ele foi internado no hospital, mas não resistiu e veio a falecer dois dias depois.

A viúva entrou com processo no Juizado Especial contra a BrT, pedindo que a linha telefônica não fosse bloqueada, que seu nome não fosse para cadastros de inadimplentes, e que a empresa ainda pagasse indenização por danos morais devido à morte do esposo. O juíz responsável apenas permitiu que o BR Turbo fosse finalmente cancelado.

Insatisfeita, a mulher recorreu e seu pedido foi deferido pela Turma Recursal. O relator do recurso concluiu que a Brasil Telecom é mesmo conhecida pelo mau atendimento e que, portanto, a viúva teria direito à indenização. O resultado dessa história é que a 3ª Turma Recursal Cível dos Juizados Especiais do Rio Grande do Sul foi unânime: a Brasil Telecom tem que pagar R$ 20,4 mil em indenização.

Tomara que isso sirva de lição para que outras companhias melhorem seu atendimento ao cliente.

Com informações do Consultor Jurídico.

"Leave my game alone!"

Não pense que é só no Brasil que existem projetos que tentam limitar o uso da internet. Na Coreia do Sul, o Ministério da Cultura agora quer determinar os horários nos quais os jovens poderão acessar jogos online, como Second Life World of Warcraft. O ministro da pasta naquele país já deu ordem: não pode haver jogatina entre meia-noite e oito horas da manhã. Pelo menos por enquanto, a restrição será válida para jovens em idade escolar.

Mas não para por aí: o mesmo Ministério da Cultura também quer limitar a velocidade da conexão de internet dos jogadores mais assíduos. Imagine só, você mora na Coreia, um dos países mais ricos da Ásia, e tem uma conexão de 100 Megas em casa. Naturalmente que você aproveita essa conexão de primeira para jogar Maple Story, Mabinogi ou o popular jogo Barameui Nara. Acha que vai ser simples assim? Não mais.

A intenção do governo é fazer com que os provedores de acesso à internet diminuam a velocidade da conexão depois de algum tempo. De acordo com eles, “após longo período” jogando. Ainda não está claro, porém, o quanto é “longo” para os coreanos.

As empresas distribuidoras de jogos da Coreia ainda funcionarão como delatoras. Elas serão obrigadas a monitorar a identificação dos jogadores online, incluindo a idade dos rebentos. Pais interessados ainda poderão ser avisados caso suas identidades sejam usadas para ter acesso a algum jogo online.

Recentemente, um bebê morreu faminto depois que um casal coreano passou até 12 horas por dia criando um filho virtual em um jogo online.

E aí, você concorda com a decisão do Ministério da Cultura da Coreia do Sul? Esse é o caminho para que jovens não passem tempo demais jogando?

[BBC de Londres, Engadget, freshelectrons]

Opera Mini: uma alternativa ao Safari.

O simples fato de o navegador Opera Mini estar disponível na App Store já é digno de nota. A política extremamente restritiva e autoritária que a Apple tem adotado para aprovar ou recusar aplicativos para sua plataforma móvel fez muita gente duvidar que o Opera Mini, apesar de toda a “pressão da opinião pública”, fosse ser aprovado por Cupertino.

Passado o momento de surpresa inicial, é hora de analisar se o Opera Mini para iPhone de fato faz diferença na App Store e como ele se compara ao navegador padrão do sistema, o Safari.

Velocidade

Já vamos direto ao assunto principal. A Opera Software sempre fez sua propaganda baseada na velocidade do seu navegador, principalmente no caso do Opera Mini. Em plataformas móveis é mais comum nos encontrarmos em conexões de mais baixa velocidade, e, nessa situação, tudo que seu browser puder fazer para tornar sua navegação mais rápida é muito bem vindo.

E o que o Opera Mini faz? Ele não baixa os sites diretamente como os outros navegadores, o que ele baixa no seu aparelho é uma versão comprimida do site, cortesia dos servidores da Opera Software. Pra quem está sujeito à (nem sempre ideal) cobertura de uma operadora de telefonia celular, isso pode tornar as coisas bem mais rápidas (ou menos lentas). Além de que, dessa maneira, economiza-se preciosos megabytes de seu plano de dados.

O Opera Mini é bem rápido sim, ele cumpre a promessa. E dependendo de como ele for configurado — é possível reduzir a qualidade das imagens, ou simplesmente não baixá-las em absoluto — ele pode ficar mais rápido ainda. Eu testei o Opera Mini em um iPod Touch 2G conectado à uma rede Wi-Fi com velocidade nominal de 3 Mbps. Para começar, abri o site do Tecnoblog, que já havia sido aberto recentemente nos dois navegadores. No Safari o tempo para carregar integralmente o site oscilou entre 47 segundos e 57 segundos. No Opera, o tempo de carregamento se manteve consistente, na faixa de 27 segundos. A seguir, resolvi abrir o site preferido de Steve Jobs para demonstrar seus iDevices, o The New York Times. A página do jornal americano demorou 47 segundos para ser carregada na primeira vez, e cerca de 37 segundos nas demais. Voltando ao Opera Mini, notou-se uma grande diferença: o NYT levou apenas 11 segundos para ser carregado integralmente na primeira vez e cerca de 7 segundos nas demais. Todos esses testes foram realizados com as configurações padrão (imagens de alta qualidade).

É claro, os resultados podem variar de acordo com o site e com sua conexão, mas já se pode dizer que o Opera Mini conseguiu alcançar o objetivo de ser mais rápido que o Safari. Na rede Wi-Fi onde estou acostumado a usar o iPod não se sente uma diferença tão grande assim sem comparar lado-a-lado, mas os números mostram que ela existe. E provavelmente em uma conexão mais lenta (como EDGE, por exemplo) a diferença tende a se tornar ainda mais significativa.

Usabilidade

Aqui o Opera Mini tem uma diferença em relação ao Safari que muitos podem desaprovar. O novo navegador do iPhone não tem suporte à técnica de pinch to zoom à qual estamos acostumados. Você pode até fazer a pinça com dois dedos, mas o Opera não faz o zoom gradual como o Safari, ele só alterna entre dois níveis: com zoom e sem zoom. Dito isto, é importante frisar que esse zoom automático do Opera faz um excelente trabalho em 90% do casos. A impressão é a de que ele redimensiona o texto de alguma maneira, de forma que sempre que fazemos o zoom a coluna de texto cabe direitinho na tela. Pessoalmente ainda prefiro a forma como o Safari lida com o zoom, mas a solução do Opera também dá conta do recado.

Fora isso, o Opera dá um show. A forma como lida com abas é muito mais prática e rápida que o que faz o Safari. A função Speed Dial (Discagem Rápida) — que consiste em uma grade de nove sites que aparece em toda nova aba — traz acesso fácil aos suas páginas mais freqüentadas. O recurso de buscar por uma palavra na página é muito bem-vindo e fazia uma falta imensa no Safari. Alternativas para as ferramentas de busca na barra superior estão presentes — é possível fazer uma busca direto no Mercado Livre, ou na Wikipédia em português, por exemplo. O Opera Link sincroniza favoritos, Discagem Rápida e mecanismos de busca entre a versão móvel e o desktop.

Outra coisa interessante é que o browser já vem todo em português, e as páginas iniciais na sua lista de discagem rápida incluem sites como o Terra, o Orkut e a Globo.com. Há diversos outros detalhes interessantes no navegador também, que vão desde a exibição de favicons até a possibilidade de salvar páginas para leitura offline. Existe também um modo de tela-cheia que pode ser muito útil para aproveitar ao máximo sua telinha —  embora ele faça com que qualquer item de menu fique a um toque a mais de distância.

Outra impressão que tive é que o Opera é bem mais prático para navegar com apenas uma mão (nem sempre estamos com as duas livres, no caso de um dispositivo móvel). As abas do Opera me parecem bem mais “ergonômicas” que as do Safari (ficam a um melhor alcance do polegar), e o próprio método de zoom que me desagradou anteriormente se torna até bastante prático quando se está utilizando o iPhone ou iPod com uma mão apenas.

O software ainda tem alguns pequenos bugs aqui e ali, mas nada que chegue a atrapalhar de forma significativa a navegação, em minha opinião. Ainda é muito cedo para dizer se o Opera Mini vai virar meu navegador de preferência — ainda que qualquer link vindo de outro app vá continuar abrindo no Safari, o navegador padrão do sistema — mas pretendo arrumar um espacinho na Dock ao lado do Safari para ele, e assim verificar com qual deles minha navegação será mais produtiva e agradável.

Já é possível, porém, afirmar que o Opera chega à plataforma agradando bastante e merece pelo menos uma olhadinha dos proprietários de iPhone e iPod Touch, para verem se gostam. Ele está disponível gratuitamente na App Store, basta clicar aqui.

“Lava roupa todo dia, que agonia”. Tudo bem que lavar não é mais tão agoniante, uma vez que a Brastemp está aí para isso. Mas passar a roupa e depois dobrá-la continua sendo um problema. A menos que você tenha um robô dedicado exclusivamente a essa finalidade. Confira:

Simpático, não? O robô foi criado pelo estudante de doutorado Jeremy Maitin-Shepard, em Berkeley, na Califórnia. Acredite ou não, o vídeo teve que ser acelerado em 50 vezes para que a gente conseguisse efetivamente ver o robô em funcionamento.

Convenhamos que a máquina ainda é bem vagarosa. Quando ele estiver fazendo o mesmo serviço, porém numa velocidade aceitável, eu penso em comprá-lo. :P

[via Kottke]

Três celulares de uma vez só. A Nokia tirou o dia para apresentar ao mercado brasileiro nada menos que três novos aparelhos, que começam a ser vendidos daqui a alguns meses. Você vê na imagem abaixo o Nokia C3, o Nokia C6 e o Nokia E5, próximas ofertas da empresa finlandesa no Brasil.

Em comunicado, a Nokia afirma que os três celulares são focados em troca de mensagens. Afinal de contas, é cada vez mais comum ver adolescentes trocando um monte de mensagens de texto diariamente e a empresa não quer perder esse nicho de mercado que pode ser bastante lucrativo (as operadoras de telefonia que o digam).

As redes sociais são o segundo foco dos aparelhos. Rodando Symbian S40, a versão mais básica da plataforma, os Cs e o E vão acessar Twitter e Facebook com facilidade. Nada sobre o Orkut foi falado pela Nokia, o que é curioso, uma vez que o site do Google continua sendo a rede social mais acessada do país. Completam a lista de aplicativos mais importantes dos celulares: comunicador instantâneo (MSN Messenger?) e cliente de e-mail.

Nokia C3. Aparentemente é o mais simples dos aparelhos. A câmera é pobre, de apenas 2 megapixels (bem que podiam ser 5 MPs, pelo menos). O Wi-Fi está garantido, o que é bom para não depender da rede de dados celular. Não sei por que, mas ele lembra bastante a carcaça do meu Nokia E71…

Nokia C6. Um pouco mais chique, tem visor sensível ao toque de 3,2 polegadas e teclado QWERTY deslizante (na foto ele está escondido). A câmera é de 5 megapixels com flash. Motoristas se beneficiam do Ovi Mapas, que pode ser baixado gratuitamente em alguns aparelhos Nokia – inclusive o Nokia E71 e o E66.

Nokia E5. O mais completo dos celulares apresentados hoje, é uma espécie de sucessor do Nokia E72 e do Nokia E63. É mais voltado para negócios, por isso tem suporte a Microsoft Exchange e ao IBM Lotus Traveler.

A Nokia só diz que os modelos “vão chegar ao Brasil no segundo semestre”, sem dar informações sobre preços ou por quais operadoras eles vão ser vendidos. Será que só eu acho que a Nokia não quis ficar quieta depois que a Microsoft introduziu ontem os aparelhos Kin One e Kin Two, que parecem ter público-alvo similar ao dos celulares Nokia mostrados hoje?

A versão mais recente do Chrome em desenvolvimento apresenta mudanças que poderão agradar bastante os usuários do navegador. Para começar, a cor do browser foi modificada: passou daquele azul vivo que a gente conhece desde a primeira versão para tons de cinza, que o deixaram bem mais sóbrio.

Além disso, a barra de endereços sofreu modificações. A começar pela presença da estrela que permitia adicionar sites aos Favoritos: ela saiu do início da barra de endereços para ficar no final. Seu lugar agora é ocupado pelo botão de Atualizar.

A implementação mais curiosa, no entanto, é a remoção do http. A partir de agora, o domínio do site acessado é exibido diretamente, sem precisar desse prefixo que ainda hoje é muito comum na rede. Ao entrar no Tecnoblog, por exemplo, o endereço http://tecnoblog.net passa a ser exibido apenas como tecnoblog.net na Omnibox Chrome. Sites iniciados com https continuam a ter o prefixo exibido exibido normalmente, até como uma forma de segurança.

Por último, mas não menos importante, a build 5.0.375.3 finalmente já conta com suporte ao Adobe Flash por padrão.

Eu gostei do resultado. Só falta a equipe de desenvolvimento do navegador dar mais atenção às páginas que travam devido à presença de Flash. De nada adianta ter a integração do Chrome com um dos plugins mais usados no mundo, se o usuário continua a ter problemas na hora de visualizar as páginas.

Não custa lembrar que o Chrome Dev é a versão do Chrome ainda em desenvolvimento. Portanto, não é considerada estável. Você pode baixá-lo no canal Dev do navegador (por sua conta e risco).

Em um anúncio no blog oficial do serviço, Jonathan Rochelle, gerente de produtos do Google Docs, disse ontem que a suíte de aplicativos online da empresa passou por uma total reengenharia. Segundo Rochelle, a decisão de reconstruir o Google Docs do zero aconteceu porque muitas das características do Docs, mesmo sendo muito rápidas, diminuíram a possibilidade de adicionar outras. A nova versão, programada ao longo do ano passado, tem uma melhor performance, flexibilidade e plataforma de desenvolvimento.

Novas características

No lançamento do Google Docs, vários usuários disseram que eles nunca trocariam a ferramenta online pela suíte de aplicativos da Microsoft, o Office. Pois agora o serviço está ainda mais parecido com ela. Em documentos de texto, por exemplo, foram melhoradas as funções de margem, tópicos, numeração e mais precisa colocação de imagens. Já em planilhas, foram implementadas a já conhecida barra de edição de fórmulas, auto-preenchimento de células e clicar e arrastar de colunas.

Junto com a melhoria das ferramentas de documento e planilhas, o Google Docs agora também conta com uma ferramenta de desenho coletiva mais rica e cheia de recursos do que a atual e uma melhor ferramenta de importação de documentos, maximizando a compatibilidade.

Compartilhamento controlado

Outra grande desvantagem do Google Docs é a falta de controle de quem edita documentos. Não há como saber quem editou qual parte de qual documento. Com a atualização passa a ser possível manter um histórico de revisões com as alterações feitas na planilha ou documento de texto, com o registro de quem fez a alteração e a possiblidade de revertê-la.

Usuários que desejarem testar o novo Google Docs já podem fazer isso hoje. Para a nova versão da planilha, basta clicar na opção “New Features” (Novos Recursos) no canto superior direito do navegador ao abrir o serviço. Quem não gostar pode voltar à usar a versão antiga com a mesma facilidade clicando no link “Old version” (Versão antiga). Já a nova versão do editor de texto é preciso ser ativada na sessão “Settings” (Configurações), na aba “Editing“, em que é necessário marcar a caixa de seleção “New version of Google documents” (Nova versão do Google documentos).