Face Match AppParece que a Apple encontrou no registro de patentes americano uma ótima forma de fazer pre-releases de forma viral. Depois das noticias que circularam semana passada sobre novas patentes da empresa que utilizariam uma tela touchscreen tátil com identificação de impressões digitais e interação com o usuário, as novas patentes descobertas descrevem funcionalidades de identificação facial e de objetos.

A tecnologia não é nova: a identificação de objetos já é utilizada há um tempo considerável. Ela só não estava disponível no aparelho até agora por falta de interesse da empresa, uma vez que já existem aplicações de terceiros que utilizam técnicas de realidade aumenta no iPhone.

Até mesmo a identificação facial, função que a Apple noticiou orgulhosamente quando adicionou pela primeira vez em seu iPhoto ’09, não é necessariamente novidade. Já existe à venda na App Store o software chamado Face Match, que faz exatamente o mesmo que as novas patentes prometem fazer.

O grande diferencial da função nativa no sistema estaria na utilização pelo próprio iPhone OS, que possibilitaria um novo patamar no quesito segurança, deixando para trás qualquer função de segurança disponibilizada pelo Mobile Me até então. Mas até que a empresa divulgue o que pretende fazer com as novas patentes, muitos rumores ainda surgirão. [Boy Genius Report]

koobfaceO serviço de microblog Twitter começou a suspender nessa sexta-feira (10) contas de pessoas cujos computadores estão infectados pelo malware Koobface. Ao ser ativado, o malware verifica se o usuário está logado em alguma rede social (como Facebook e MySpace) e se espalha publicando mensagens contendo links que levam a páginas com o vírus.

Os sites Bebo, Hi5, Friendster e LiveJournal também já foram alvos do malware; o Twitter é só o mais novo da lista. De acordo com Ryan Flores, pesquisador de ameaças da empresa de segurança Trend Micro, ao menos 200 contas foram infectadas. Em uma rápida pesquisa, o Tecnoblog News constatou que o vírus continua na ativa infectando usuários, pois ao procurar pela mensagem padrão publicada por ele (“My home video LINK”) no search do Twitter os resultados mostram mensagens de até 30 minutos atrás.

Se sua conta foi suspensa por esse motivo, instale um anti-vírus ou um programa que remova os componentes do Koobface (como o Sysclean da Trend Micro, sugerido por Ryan) e faça uma varredura do disco rígido. Depois, use a página de suporte do Twitter para avisar que seu computador já está limpo e que sua conta já cumpriu tempo suficiente na prisão. [PCWorld]

Palm PreUm memorando vazado recentemente por um usuário anônimo no site Pre Central mostra que o novo webOS 1.1 para o Palm Pre será lançado nos próximos 30 dias. Na primeira grande atualização do novo sistema da Palm, foram feitas melhorias na segurança do sistema para os padrões corporativos, principal área de atuação dos produtos da empresa.

Dentre as atualizações estão melhorias nas políticas do Exchange ActiveSync, que permitiriam a formatação da memória do aparelho remotamente, além de obrigatoriedade de maior complexidade nos PINs, formatação após a entrada um determinado numero de PINs incorretos. Melhorias nos certificados digitais e bloqueio automático do aparelho também estão previstos.

As novas funções são necessárias para que a Palm coloque o webOS dentro dos padrões corporativos, facilitando sua adoção dentro das grandes empresas, entretanto pode não se traduzir em benefícios para os usuários fora do mundo empresarial.

Existe também o rumor de que ainda nesta mesma atualização estariam presentes novos aplicativos para o sistema, mas nada foi dito sobre a origem dos mesmos, ficando incerto se os aplicativos seriam desenvolvidos pela própria Palm ou seriam de desenvolvedores externos e ficariam disponíveis pelo caáalogo de aplicações. [Gizmodo]

Intel Moblin

Quem sabe jogar sempre sai ganhando. Essa foi a ideia principal que Michael Chen, diretor da divisão de vendas de embarcados e da divisão de ultra-portáteis na Ásia e Pacifico da Intel transmitiu quando declarou que a empresa não está preocupada com o lançamento do Chrome OS pelo Google.

Apesar do lançamento do Google fazer concorrência direta ao Moblin, seu sistema operacional baseado em Linux desenvolvido especialmente para netbooks e ultra portáteis, a Intel tem mais motivos para sorrir do que chorar. Nas palavras de Michael Chen: “Nosso objetivo a longo prazo é fornecer hardware para aparelhos com diferentes sistemas operacionais. Mais competidores geram mais inovação e isso é bom para o consumidor”. Ou seja, por mais que seu software gratuito e open source perca espaço para o concorrente do Google, a empresa ainda estará ganhando pois grande parte dos netbooks utiliza não só seus processadores Atom, como todo o seu chipset.

A posição da Intel é de dar invejar, ainda mais em tempos de crise. Com sua maior concorrente lutando contra os próprios fantasmas, a empresa segue firme e forte sendo a principal, para não dizer única, fornecedora de chips para netbooks, mercado que não para de crescer. Não vai ser dessa vez que os executivos da empresa perderão noites de sono devido à chegada de um concorrente ao seu software, principalmente enquanto enquanto esse concorrente ainda depender de seu hardware .[Engadget]

powerfacebookA Power.com é um agregador de redes sociais que começou no Brasil e que no ínicio do ano foi processado pelo Facebook por quebrar seus Termos de Serviço. De acordo com a startup americana, Power.com armazenava o email e a senha de acesso ao Facebook dos usuários para deixar que eles logassem através do Power.com, além de permitir que o usuário transferisse certos dados de uma rede social a outra.

O que o Facebook diz que Power.com faz na verdade é o objetivo principal do site brasileiro: permitir acesso a várias redes sociais de uma só vez usando apenas um login. Infelizmente os Termos de Serviço da API usada pelo Power.com para importar os dados diziam que isso era proibido e uma semana depois do processo ser iniciado, Power.com concordou em retirar o Facebook da sua lista de redes sociais suportadas.

Apesar do aparente acordo, a batalha judicial não terminou. Ontem a startup brasileira (que agora tem escritórios em território americano) iniciou uma ação de countersuing, ou contra-processo em tradução livre. No documento de 23 páginas entregue à Justiça americana, eles usam o argumento de que os dados de usuários armazenados no Facebook (como fotos, textos, notícias, músicas etc) pertencem aos usuários do serviço e não ao Facebook e que eles não tem o direito de restringir o acesso às ditas informações.

No resto do contra-processo, o CEO do Power.com Steve Vachani basicamente nega os argumentos do processo inicial em janeiro, pede compensação por danos e ainda demanda que todo o custo com honorários de advogados e taxas do contra-processo sejam pagas pelo Facebook.

[Mashable / TechCrunch]

Donkey Kong

26 anos: foi o tempo que as iniciais LMD levaram para finalmente serem exibidas na tela de abertura do jogo Donkey Kong, da Nintendo, para o console Atari 2600. O easter egg, que permaneceu inédito todo esse tempo, só pôde ser descoberto após o programador Landon M. Dyer, dono das iniciais que compõe a surpresa, ter admitido ano passado que inseriu uma surpresa no jogo, mas nem mesmo ele lembrava o que deveria ser feito para encontrá-la.

Tamanho suspense tão bem guardado por tantos anos atiçou a curiosidade do site Digital Press, que desafiou os fãs do game a descobrirem quais eram os passos para se conseguir tamanha façanha. Como recompensa ao primeiro que conseguisse, o site ofereceu a simbólica, e somente isso, quantia de US$ 75.

Não demorou muito para descobrirem que apesar da péssima memória, Landon era muito criativo na hora de desafiar os jogadores. Para sconseguir a singela exibição das três letras, o jogador precisaria conseguir uma pontuação entre 33.000 e 33.900 pontos, acabar com todas as suas vidas, sendo a última com uma queda, isso tudo na dificuldade nível 4 pressionando o botão “Option” três vezes. Isso explica todo o tempo em que o easter egg passou oculto entre as 25 mil linhas de código Assembly (comentário do redator: Arrrghh!) do jogo, mas não justificaria o esforço de Don Hodges para conseguir 75 dólares, se não soubéssemos como são os geeks e gamers quando se trata do que gostam. [geek]

A New York Times Co., empresa controladora do prestigiado (e endividado) jornal americano New York Times, considera a possibilidade de cobrar mensalidade pelo acesso ao site do jornal, em http://www.nytimes.com/. Recentemente o website ganhou uma versão “global”, além de manter a versão “local” para Nova Iorque.

Se atualmente o acesso a notícias do NYTimes.com é gratuito, em breve poderá custar a mensalidade de 5 dólares mensais (o equivalente a dez reais). Assinantes do jornal impresso teriam desconto de 50%, chegando a pagar US$ 2,50 (R$ 5,00) mensalmente.

O NYTimes.com já teve uma modalidade de cobrança, na qual usuários pagavam para ter acesso a algumas colunas de opinião, que são gratuitas desde setembro de 2007. No Brasil são poucos os jornais que cobram pelo acesso ao conteúdo publicado na web. Um deles é o Valor Online, versão eletrônica do jornal Valor Econômico, que cobra mensalidade de R$ 63. [Wired / Bloomberg]

Uma pesquisa de mercado feita pela empresa ChangeWave comprova que a procura por produtos da Apple vêm aumentando nos Estados Unidos. Ainda que o país continue enfrentando uma forte crise, empresas de pequeno e médio portes já pensam em gastar recursos de TI com a Maçã.

Interesse corporativo por Macs. (Reprodução: Ars Technica / ChangeWave)

Interesse corporativo por Macs. (Reprodução: Ars Technica / ChangeWave)

No gráfico acima, obtido pelo Ars Technica, é possível ver que o interesse corporativo tanto em Macs quanto em Macbooks têm aumentado consideravelmente, chegando ao seu recorde em maio de 2009. O interesse das empresas em comprar desktops é da casa dos 7%, enquanto que aquelas que preferem notebooks da Apple chegam a 9%.

Interesse dos consumidores por smartphones. (Reprodução: Ars Technica / ChangeWave)

Interesse dos consumidores por smartphones. (Reprodução: Ars Technica / ChangeWave)

O interesse pelo iPhone por parte dos consumidores também voltou a crescer. Desde o lançamento do iPhone 3G, em junho de 2008, o desejo de comprar o aparelho vinha caindo. No entanto, com o lançamento do iPhone 3GS há um mês, o smartphone da Apple voltou a ser visado por 44% dos consumidores. Em segundo lugar está a RIM, fabricante do Blackberry, com 23%. A Palm fica na rabeira, com apenas 8%, mas mostrando recuperação depois de vários meses sem ser almejada pelos compradores de dispositivos móveis, possivelmente devido ao início das vendas do Palm Pre. [Ars]

Imagem-MacOSX-SL-CDUma página no site da Apple brasileira confirma que a empresa fará um programa de atualização com preços mais em conta para Macs comprados em terras tupiniquins. Segundo a página, o Mac OS X Snow Leopard será vendido por apenas R$ 25, valor inferior aos 29 dólares que o sistema operacional custará nos Estados Unidos.

A atualização, no entanto, é aplicável somente para quem comprou Mac com o Mac OS X Leopard entre 8 de junho e 26 de dezembro de 2009. Será preciso preencher um formulário e anexar cópia da nota fiscal da compra do Mac. Esses dados deverão ser enviados através de correspondência para um endereço do Paraná ou via fax.

Procurada pelo TB News, a assessoria de imprensa da Apple confirmou que atualização custará R$ 25. Segundo a empresa, o valor diferenciado para quem comprou Mac a partir de 8 junho é porque o Snow Leopard foi anunciado naquele mesmo dia.

A Apple afirma que quem comprou computadores Mac antes de 8 de junho deverá adquirir o sistema operacional pelo valor integral. Embora o preço da atualização já seja sabido, a Apple ainda não definiu o preço integral do sistema.

Questionada sobre a venda de family packs do Snow Leopard no Brasil, a empresa se limitou a dizer que “são grandes as chances de termos aqui também”.

A busca de imagens do Google, que já era boa, ficará ainda melhor. A empresa anunciou hoje uma nova funcionalidade que permitirá aos usuários filtrarem as imagens de acordo com a licença das mesmas. Tudo isso vai depender de as imagens estarem disponíveis sob licenças Creative Commons, que possuem diversas modalidades.

Lance Huang e George Ruban, engenheiros de software, disseram em post sobre a nova função que ela iria ajudar blogueiros a encontrarem licenças de uso de imagem de acordo com o perfil do blog. A busca por imagem com filtro de licenças também pesquisará imagens que estejam disponíveis em domínio público e licença GNU Free Documentation, dentre outras.

Filtros de licença no Google Imagens. (Reprodução)

Filtros de licença no Google Imagens. (Reprodução)

Para fazer uma busca de imagens com licenças mais flexíveis, é preciso ir ao http://images.google.com/ e clicar em “Pesquisa avançada de imagens” (ou salvar a página nos Favoritos do navegador, para acessá-la posteriormente com mais facilidade). Um dos filtros apresentados é do de “Direitos de Uso”, que tem as seguintes opções:

  • Não são filtrados por licença.
  • Marcadas para reutilização.
  • Marcadas para reutilização comercial.
  • Marcadas para reutilização com modificação.
  • Marcadas para reutilização comercial com modificação.

Os engenheiros alertam, no entanto, que é preciso checar na página da imagem se ela efetivamente apresenta a licença que o Google Imagens diz ter. Segundo eles, o Google Imagens não pode “garantir que o conteúdo linkado é verdadeiramente de domínio público ou disponível sob alguma licença”. [Google Blog]