Hulu planeja cobrar 10 dólares por vídeos online

O Hulu, principal concorrente do YouTube nos Estados e que só oferece vídeos produzidos por grandes empresas de conteúdo, está planejando cobrar uma assinatura mensal. O valor seria de US$ 9,95 (o equivalente a R$ 18) para assistir a episódios mais antigos de séries como Lost e Glee (um certo editor do TB vai gostar dessa história). No modelo planejado por eles, os cinco vídeos mais recentes seriam de graça, enquanto que os outros dependeriam da assinatura.

Infelizmente o Hulu ainda não funciona no Brasil, mas quem já testou disse que gostou muito. Você toparia pagar um valor mensal para assistir a vídeos antigos de suas séries preferidas? [LA Times]

A Wikipedia é atualmente a maior enciclopédia do mundo. Além de ser aberta à contribuição de qualquer um, o conteúdo ali disponibilizado pode ser reutilizado sem custo algum. O único problema é que há muito texto, mas em multimídia ela ainda é bastante fraca. Devido a isso, os responsáveis pela Wikipedia agora pedem que usuários enviem vídeos para ilustrar os artigos.

Já faz mais de um ano desde que a Wikipedia anunciou que teria suporte a vídeo. No entanto, só agora a organização dá mais detalhes sobre como essa participação poderá ser feita. A começar pela descrição dos vídeos: têm que ser “enciclopédicos” (o que quer que isso queira dizer…).

“Vídeos devem ser curtos, leves (menos de 100MB), editados de forma cuidadosa, e definitivamente enciclopédicos. O que seria enciclopédico? A resposta varia de acordo com o tipo de vídeo. (…) Porque tudo na Wikipedia é grátis para compartilhar e reusar, suas contribuições devem ser oferecidas sob licença Creative Commons ou licença equivalente.” (Video on Wikipedia)

Bastante esclarecedor, não?

O mais legal dessa história é que a Wikimedia Foundation diz claramente que, ao enviar vídeos para a Wikipedia, o usuário estará colaborando com a difusão do HTML5. Isso porque o player de vídeo utilizará esse novo formato, de que Steve Jobs tanto gosta.

Com informações da Folha.

Microsoft disponibiliza Windows 7 Touch Pack

A empresa de Bill Gates liberou hoje um download gratuito que adiciona aplicativos a quem tem Windows 7 original e um computador com suporte a tecnologia touchscreem. São três jogos e três aplicativos presentes no Surface, aquela mesa de bar sensível ao toque. Portanto, se o seu monitor é multitouch, a hora de fazer o download é agora.

Previously on LOST Anteriormente no mundo das notícias de tecnologia: Há apenas 10 dias a Adobe Creative Suite 5 (também conhecida como CS5) foi lançada. Uma das maiores novidades para desenvolvedores em Flash era a sua capacidade de criar apps para iPhone sem precisar utilizar o framework da Apple e seu Kit de Desenvolvimento de Software (SDK), o que normalmente incluiria aprender uma linguagem nova — chamada Objective C — que basicamente apenas a Apple utiliza. Com o lançamento da versão beta do iPhone OS 4 para desenvolvedores veio também um novo acordo onde a Apple definiu que aqueles que quiserem continuar a desenvolver para a plataforma e ter seus aplicativos na App Store terão que desenvolver esses apps usando exclusivamente APIs oficiais da empresa. Isso simplesmente condena qualquer aplicativo para iPhone desenvolvido originalmente em Flash ao banimento da App Store. Fim do flashback.

E o que a Adobe fez a esse respeito? Depois de inúmeras trocas de farpas públicas com a Apple, a empresa simplesmente desistiu de continuar dando suporte aos desenvolvimento de apps para iPhone através do Flash. Foi um dos gerentes de produto da Adobe, Mike Chambers, que escreveu um post (repleto de alfinetadas) colocando um fim na tentativa de penetrar as cercas que a Apple coloca em torno de seu iEcossistema. Para que fique claro, a Adobe manterá a capacidade de desenvolver aplicativos para iPhone, iPod Touch e iPad no Flash, mas ela não está “atualmente planejando qualquer investimento adicional nessa funcionalidade.”

“Para ser claro, durante todo o ciclo de desenvolvimento do Flash CS5, a funcionalidade estava de acordo com os termos da Apple. Porém, como os desenvolvedores de aplicativos para iPhone já aprenderam, se você quer desenvolver para o iPhone, você tem que estar preparado para a Apple rejeitar ou restringir seu desenvolvimento a qualquer tempo, e sem qualquer razão aparente,” disse o gerente de produto da Adobe.

Para finalizar, Chambers ainda provocou mais um pouquinho a Apple, dizendo que o iPhone não é a única plataforma por aí e que o Android vai indo muito bem. Ele lembrou também que, por se tratar de Flash, é extremamente simples portar os projetos que estavam sendo ou foram desenvolvidos com foco no iPhone para a plataforma Android.

Nós estamos no início de uma mudança significativa na indústria, e eu acredito que no fim plataformas abertas irão ganhar do tipo de plataforma fechada e trancada que a Apple está tentando criar,” escreveu Chambers.

TEDxSudeste acontece em maio no Rio de Janeiro

O Rio de Janeiro será palco de um TED independente. O evento reúne pensadores para que espalhem suas ideias para uma platéia antenada e que está preocupada com os assuntos do momento. Entre os convidados estão o jornalista André Trigueiro, o ator Luiggi Baricelli e Pedro Francheschi, um desenvolvedor de apps para iPhone OS de apenas 13 anos.

Acontece em 8 de maio, um sábado, no Planetário do Rio de Janeiro, com apoio da Prefeitura do Rio, Agência Frog, Videolog, Camiseteria, Editora Trip, Monkey Business e 6D. Você encontra mais informações no site do evento.

Aqui em casa tenho 3 consoles de mesa — Xbox 360, PS3, e Wii. A Sony, felizmente, decidiu que pilhas são uma coisa arcaica e dotou os controles do PS3 de baterias embutidas recarregáveis. Basta plugar o controle ao console por um cabinho USB durante a noite e seu controle está recarregado.

Já com o 360 e o Wii, e situação requer um método mais tradicional: quando as pilhas morrem, jogue-as fora e compre pilhas novas. Numa casa cheia de gamers e que é constantemente visitada por amigos gamers, a troca de pilhas era uma operação frequente…

E chata. Você já deve ter passado por aquele momento clássico em que quer jogar New Super Mario Brothers ou Halo 3 com suas visitas e descobre, com consternação, que apenas dois controles (ou pior, às vezes só um!) contêm pilhas ainda funcionando. E toca a revirar almofadas/investigar todas as gavetas da casa/perguntar aos outros moradores da casa “onde estavam aquelas pilhas que eu comprei mês passado?”.

E ninguém nunca sabe onde as malditas estão. Resta apenas transplantar pilhas de controles remotos — que, muitas vezes, já estão nas últimas também — para poder finalmente jogar com os amigos.

É um saco. A saída que encontramos foi comprar pilhas recarregáveis, mas nem essa é uma solução adequada. O primeiro problema é que o carregador só comporta quatro pilhas de cada vez. Para quem tem oito controladores que necessitam de pilhas — sem citar outros aparelhos que também as usam, como meu abridor de latas, o mouse e teclado sem fio que uso no computador do home theater, e os vários controles remotos —, carregar quatro pilhas de cada vez é uma grande piada.

O segundo problema é que ninguém lembra de pôr as pilhas para recarregar, até que é tarde demais e elas precisam ser recarregadas. E por isso voltamos ao cenário em que meus amigos esperam que eu vasculhe a casa em busca de pilhas disponíveis, porque Murphy insiste que as malditas só morram quando meus amigos estão presentes para uma rodada de Mario Kart.

Frustrado, fui à Best Buy ontem comprar um novo carregador e dois novos pares de pilhas recarregáveis. Assim, eu poderia recarregar quatro pares de uma vez só, e o problema estaria mitigado. Eis que, na seção de pilhas e baterias recarregáveis, encontro isto aqui:

Caixa do carregador. (Foto: Izzy Nobre)

Caixa do carregador. (Foto: Izzy Nobre)

Trata-se de um carregador por indução para Wiimotes que acompanha dois pares de pilhas. O carregador por indução dispensa que você plugue o aparelho a cabos — basta jogá-lo em cima da superfície do gadget, e ele estará carregando.

Achei isso uma solução fantástica, por dois motivos: primeiro, porque é muito legal. E segundo, porque é também imensamente prática. Carregar um aparelho eletrônico apenas repousando-o em cima de uma superfície, sem necessidade de plugar cabos ou remover a bateria, me parece uma união perfeita entre o útil e o agradável.

É mais simples que arrancar as pilhas e colocar no carregador, e torna impossível o cenário descrito acima, em que esquecer de pôr carga frequente nas pilhas do brinquedo interrompe o uso do negócio. Afinal, sempre que você termina de brincar com seus Wiimotes, basta jogá-los em cima da base e pronto: as pilhas sempre estarão recarregadas quando você for brincar.

A decisão final veio quando comparei o preço desta maravilha com os carregadores normais. Enquanto o Rocketfish (que inclui dois pares de pilhas, para alimentar dois wiimotes como na foto da caixa) custa 29,99 dólares canadenses (cerca de 52 reais), um kit de carregador e quatro pilhas recarregáveis convencionais custa $40 (R$ 70). Tá, as pilhas do carregador normal poderiam ser usadas em outro aparelho, mas o objetivo de ter várias pilhas recarregáveis é justamente não precisar desse tipo de revezamento.

Antes de mais nada, busquei no Google por resenhas do aparelho. A premissa e as promessas da caixa às vezes não têm a performance esperada, então procurar opiniões alheias sobre o produto nunca faz mal. Surpreendentemente, não achei nenhuma resenha negativa do carregador.

Sem mais dúvidas, comprei. Aí está o brinquedo em funcionamento, trazendo meus Wiimotes de volta à vida:

Wiimotes sendo recarregados. (Foto: Izzy Nobre)

Wiimotes sendo recarregados. (Foto: Izzy Nobre)

A luz vermelha na base significa que os Wiimotes estão sendo carregados; a luz muda pra verde quando o processo está terminado.

Muito bacana. Recomendo aos donos de Wiis.

Uma das grandes funcionalidades que fazem da busca do Google um serviço matador é o recurso de autocompletar. Na página inicial de busca, basta começar a digitar para que o Google comece a oferecer as buscas mais realizadas ou mais prováveis com aquelas palavras.

O Google Maps tinha o mesmo recurso, mas somente nas versões para Alemanha, China, Hong Kong e Taiwan. Pois bem, agora é a vez do Google Mapas tupiniquim ganhar a sugestão de lugares.

Num teste rápido, eu coloquei o mapa mais ou menos na cidade do Rio de Janeiro e comecei a digitar “marac”. O resultado foi certeiro: a primeira sugestão já é do estádio do Maracanã, tradicionalíssima arena carioca na qual grandes clássicos já aconteceram.

Ha-ha, huhu! O Maraca é nosso!

Ha-ha, huhu! O Maraca é nosso!

Além do nome do lugar sugerido, em alguns casos o Google Mapas ainda vai mostrar o endereço daquele ponto de interesse (a Maracatu Brasil Instrumentos Musicais, por exemplo, fica à rua Ipiranga). Caso o usuário esteja logado no Google, poderá receber sugestões baseadas em buscas feitas anteriormente.

O Google Maps dos seguintes países – fora o Brasil – ganhou as sugestões automáticas: Canada, China (!), Espanha, França, Índia, Itália, Reino Unido, República Tcheca, Rússia e Estados Unidos.

iPad passa por raio-X e tem suas entranhas expostas

O iPad já foi dissecado parcialmente pela agência americana FCC. Ele foi aberto, desmontado, explorado e montado de volta pelos malucos do iFixit.com, com direito á instruções de como fazer. Mas pra alguns geeks isso não é o bastante. Ele precisava ser passado por uma máquina de raio-X, fotografado e publicado para que toda a internet pudesse ver suas entranhas ainda montadas no lugar em que deveriam estar. A imagem aí ao lado foi o resultado dessa idéia, que foi pensada e realizada por um médico japonês. No tamanho que está agora não há muito o que se ver, mas clique para ampliar… e boom.

[via Crunchgear]

Se alguma coisa tem a chance de dar errado, vai dar errado. A famosa lei de Murphy se provou onipotente ontem nos computadores rodando Windows XP junto com a versão corporativa do antivírus McAfee. Uma atualização liberada pela empresa fez com que máquinas rodando a versão SP3 do Windows XP reiniciassem sem parar.

O problema ocorre no arquivo de atualização .dat número 5958 que marca erroneamente o processo svchost.exe como um vírus e o exclui do sistema afetado. O processo é confundido com o vírus W32/Wecorl.a.

A pior parte do bug? O único jeito de consertá-lo (até o momento) é baixar um arquivo EXTRA.DAT manualmente e ir de estação em estação instalando-o. Em todas as máquinas afetadas. Veja aqui instruções detalhadas (em inglês).

A McAfee já pediu desculpas pelo ocorrido e diz já estar trabalhando em uma forma mais automática de reverter o processo. Segundo apuração da CNET, a atualização defeituosa afetou 8 mil computadores da Universidade de Michigan, fez com que a polícia da cidade de Lexington, em Kentucky, voltasse a escrever relatórios em papel e impediu que hospitais do estado de Rhode Island aceitassem pacientes em casos não graves.

Computadores rodando Windows Vista ou Windows 7 não foram afetados. O primeiro leitor que criar a teoria da conspiração envolvendo a Microsoft tentando fazer usuários corporativos a atualizarem para Windows 7 com a ajuda da McAfee ganha uma estrela.

[via CNET]

A Microsoft e o Facebook anunciaram nesta quarta-feira uma parceria para levar a suíte de escritório Office para dentro da rede social. Ainda em fase de testes, o novo serviço responde pelo nome de Docs.com e basicamente permitirá que os navegantes compartilhem e editem arquivos de texto, planilhas e apresentações junto de seus contatos no site de relacionamento.

A novidade foi desenvolvida pelo Microsoft Fuse Labs, divisão da empresa de Redmond responsável pela criação de “experiências sociais”, e já pode ser acessada – nas não usada – através do site www.docs.com.

Por hora, apenas “um número limitado” de usuários pode usar todas suas funcionalidades, mas a Microsoft garante que “em breve” todos os usuários do Facebook poderão usar o Docs.com sem qualquer limitação. Há cerca de 20 horas este que vos escreve aguarda por um tal de “invitation code” para testar um serviço que é considerado “pronto” por sua empresa-mãe.

Baseado no Office Live, o novo site não pede que se faça qualquer novo cadastro, mas apenas que o usuário entre com seus dados da rede social. Essa é mais uma cartada da empresa de Redmond para tentar popularizar sua não-tão-famosa ferramenta de edição de textos na web diante do Google Docs, que recebeu algumas novidades nos últimos tempos.