O Snow Leopard 10.6.3 já está disponível para download. Faz alguns minutos que a Apple disponibilizou a atualização do sistema operacional por meio da Atualização de Software.

Snow Leopard 10.6.3.

Confira abaixo a lista de funcionalidades que o Mac OS X Snow Leopard 10.6.3 tem:

  • Melhora na confiabilidade e compatibilidade do QuickTime X; (Finalmente!)
  • Correção dos problemas de compatibilidade com os aplicativos baseados em OpenGL;
  • Correção de um problema que causava a exibição incorreta das cores de fundo das mensagens no Mail;
  • Resolução de um problema que impedia que os arquivos que contivessem os caracteres # ou & no seu nome fossem abertos nos aplicativos Rosetta;
  • Resolução de um problema que impedia que os arquivos copiassem para os servidores de arquivo do Windows
  • Melhora no desempenho do Logic Pro 9 e do Main Stage 2 durante a execução no modo de 64 bits;
  • Melhora na confiabilidade dos modos de repouso e desperto ao usar o recurso para interromper o repouso do Bonjour;
  • Correção de um problema de cores no iMovie com conteúdo do disco rígido;
  • Melhora na confiabilidade de impressão;
  • Resolução de problemas com os eventos recorrentes no iCal quando conectado com um servidor do Exchange;
  • Melhora na confiabilidade de dispositivos de entrada USB de terceiros;
  • Correção de pixels brilhantes, parados ou escuros durante a exibição de vídeo da câmera iSight incorporada no iMac (Posterior a 2009).

Para atualizar o seu Mac OS, basta clicar no ícone da maçã (no canto superior esquerdo) e depois em Atualização de Software. Quando a atualização tiver sido devidamente copiada para o seu Mac, o sistema da Apple pedirá para ser reiniciado.

Pelo visto, aquele cafezinho pode ter sido um dos últimos momentos de paz entre as ex-parceiras Apple e Google. De acordo com uma pesquisa feita pela empresa AdMob, apesar do todo-poderoso iPhone ainda ser rei na navegação na web via celular de uns tempos para cá seu império vem diminuindo de tamanho no mercado dos EUA, cedendo espaço sobretudo a aparelhos equipados com o programa da gigante da web.

Os números levantados pela companhia mostram que o número de conexões móveis cresceu 192% nos últimos 12 meses e que a balança talvez esteja pendendo para o lado do Google nos últimos tempos. Entre os meses de julho e fevereiro o iPhone viu sua participação nas navegadas norte-americanas cair de 68% para 45%, enquanto os aparelhos com o Android começaram o que parece ser uma jornada para o infinito e além, pulando de modestos 10% para 43% do período.

No resto do mundo a situação é bem mais confortável para o aparelho da Apple, que registra 50% de preferência dos usuários enquanto seu concorrente amarga 19% e fica atrás até mesmo do Symbiam, que é o segundo colocado com 23%. Já Blackberries, Palm e Windows Mobile apenas fazem figuração na briga, registrando, juntos, participação de 14%.

Por algum tempo, a Apple e o Google tiveram relações cordiais, em que serviços do gigante da web podiam ser encontrados rodando de maneira nativa em alguns programas da empresa da maçã. A relação entre as duas companhias foi azedar depois de que justamente o Android foi apresentado para combater o iPhone.

George Hotz — também conhecido como Geohot e reconhecido como o primeiro a hackear um iPhone (e até o PlayStation 3) — comunicou em seu blog a respeito do iPhone que conseguiu realizar o untethered jailbreak dos dispositivos onde isso não era possível (iPhone 3GS e iPod Touch de 2ª e 3ª geração). Além disso, o hacker afirma que o novo jailbreak provavelmente funcionará até mesmo no iPad, que ainda nem foi lançado.

Sobre o jailbreak

Jailbreak é o termo usado para definir o procedimento através do qual um dispositivo com iPhone OS é “libertado” das restrições impostas pela Apple e tem seus sistema livre para ser mais amplamente customizado, instalar softwares não-provenientes da App Store oficial (o que infelizmente também abre as portas para a pirataria), trabalhar com multi-tarefa, etc. Esse procedimento está sempre sendo combatido pela Apple e cada nova atualização do sistema pode fazer o aparelho parar de funcionar (até que os hackers atualizem as ferramentas de jailbreak, claro). Além disso, obviamente, aparelhos com jailbreak perdem a garantia da fabricante.

Sobre o untethered jailbreak

Desde uma atualização promovida pela Apple no final do ano passado, alguns aparelhos, caso tenham sofrido o jailbreak, precisam estar conectados a um computador sempre que forem reiniciados ou suas baterias acabarem, do contrário o jailbreak será perdido. O untethered jailbreak resolveria esse problema, permitindo que o o dispositivo fosse reiniciado sem estar conectado a um computador e mantivesse suas configurações.

Vídeo

George Hotz divulgou um vídeo onde mostra sua solução funcionando. Todos os procedimentos realizados (até mesmo deixar o fone de ouvido plugado) servem para comprovar que aquele é um dos dispositivos afetados pela atualização que impedia o untethered jailbreak, mas agora supera a restrição de precisar estar conectado pela USB ao ser reiniciado.

Os primeiros usuários que fizeram a pré-compra do iPad no site da Apple começaram a receber nesta segunda-feira um e-mail da companhia que avisa que suas encomendas já estão a caminho de casa. O comunicado afirma que os aparelhos estão sendo despachados da aprazível cidade de Shenzhen para os EUA via aérea e que assim deverão cumprir a promessa de Steve Jobs de que o gadget deveria estar nas mãos de seus donos até o dia 3 de abril.

Algumas das estimativas mais otimistas apontam que cerca de 500 mil iPads foram comercializados desde o início de sua pré-venda, que aconteceu no último dia 12 de março. De acordo com o dia 9to5Mac, todos os pedidos deverão ser atendidos até o próximo dia 12 de abril.

[Atualizado 11h35] Falando nisso, a Apple anunciou na última sexta-feira que comprou a marca iPad da japonesa Fujitsu, que era dona do nome desde 2003. Segundo um registro do escritório de patentes e registros dos EUA, a transferência foi oficializada no último dia 17.

Bad Facebook, bad!

Lembra quando você podia escolher quais dados seus eram compartilhados com parceiros em sites que você cadastrava? Era só marcar uma caixinha de seleção e todos os seus dados privados ficariam são e salvos (na maior parte das vezes). Então. Esse tempo acabou, se a atitude do Facebook for imitada por outras redes ao redor do mundo.

Segundo as novas alterações na Política de Privacidade e Estatuto de Direitos e Responsabilidades que serão implementadas em breve, os dados que o usuário escolher compartilhar na rede podem (e provavelmente serão) compartilhados também com certos sites SEM a prévia autorização do usuário. Isso quer dizer que se você escolheu por logar usando o Facebook Connect em sites pré-aprovados, esse site está autorizado a pegar algumas das informações que você colocou no seu perfil, como sexo, idade, escolas em que estudou, páginas que participa e etc.

A lista de quais sites estão pré-aprovados não foi divulgada e, felizmente, os novos termos ainda não foram aplicados. Eles estão abertos para serem debatidos pelos usuários nesse post do blog oficial. Se você usa a rede social, faça um favor à sua privacidade e vá lá dizer “I do NOT agree with this shit!“, que em tradução livre quer dizer “Eu polidamente expresso minha desconcordância com os termos acima”. Estou parafraseando, mas essa é a idéia principal.

[via DownloadSquad]

Os grandes estúdios de Hollywood estão constantemente sendo alvo de pirataria. Mesmo que tenham fechado 2009 com um recorde de 10,6 bilhões de dólares em faturamento só no mercado americano e canadense (1 bilhão a mais do que no ano retrasado, diga-se de passagem), todos eles ainda alegam que estão perdendo milhões e milhões de dólares em receita por causa da pirataria que ocorre em sites de compartilhamento de arquivo. [ironia] Alguns chegam a afirmar que a pirataria tira a comida da mesa de atores, atrizes, diretores e mais uma dúzia de outros cargos ligados à criação de filmes [/ironia].

Pensando nessa incomensurável perda, o braço britânico do estúdio Warner Bros. resolveu ir direto à fonte e contratar quem mais entende da pirataria para combatê-la: estudantes de cursos de tecnologia da Universidade de Manchester. De acordo com a descrição o postada no site da universidade, o estágio consistirá em “procurar em fórums e canais IRC locais por conteúdo pirata da Warner Bros e NBCU (NBC Universal), criar e manter contas em sites privados, procurar por links para conteúdo hospedado, usar ferramentas para emitir takedown requests (pedido de retirada de conteúdo do ar), fazer compra de produtos pirateados para registrar os resultados”, dentre outras coisas. O treinamento será fornecido pela empresa.

O período é de 12 meses e o pagamento será de aproximadamente 1,5 mil libras (pouco mais de R$ 4 mil) por mês e, como já dito, só vale para quem está fazendo algum bacharel ligado à área de IT. A vaga estará aberta só até essa quarta-feira.

Quem ocupar a vaga também é obrigado a usar um chapéu de pirata durante todo o período, para dar mais realismo. Ok, essa parte não é verdade, mas seria legal se fosse.

[via TorrentFreak]

Ao lançar originalmente o Zune HD, a Microsoft disponibilizou o gadget apenas com as capacidades de 16 e 32 GB. Para alguns usuários, isso era mais do que o suficiente. Suas coleções de música e vídeos não ultrapassariam a quantidade disponível no dispositivo. Para outros, só o Zune de 80 GB seria o suficiente e ele foi um dos modelos retirados do mercado com a chegada do Zune HD.

Aparentemente a Microsoft não esqueceu desse público, só olhou pro outro lado enquanto eles reclamavam. A prova disso é que o site que lista os modelos do Zune HD agora exibe uma nova versão do media player, com o dobro da capacidade do seu modelo mais caro: 64 GB.

Zune HD 64 GB: ficção ou realidade?

Ao seguir o link, no entanto, um aviso de página não encontrada é mostrado na tela. Isso pode indicar uma das duas coisas: Ou o pessoal do marketing colocou o link no site e esqueceu de subir a página com o Zune HD 64 GB ou isso foi uma propaganda intencional para a Microsoft poder perceber o quanto seus clientes querem um Zune com maior capacidade.

Independente da existência ou não do novo modelo, o título desse post vai permanecer inverossímil enquanto a Microsoft continuar com sua política de vender seu único media player somente no mercado americano. Afinal vender produtos no menor número de mercados possível é uma ótima estratégia para aumentar os lucros. Até a Apple sabe disso.

[via Engadget]

[Atualização dia 31/03]: A Microsoft confirmou que o Zune HD de 64 GB é verdadeiro e passará a ser vendido no dia 12 de abril por US$ 350,00 (R$ 624,00). Devido a isso, as versões de 32 e 16 GB tiveram desconto de US$ 20,00. A empresa também disse que a firmware também será atualizada para a versão 4.5.

Por volta de 3% dos gamers que compraram um PS3 Fat poderão ficar decepcionados essa semana quando a Sony liberar o próximo update para o console. Na versão 3.21, que está agendada para sair na próxima quinta-feira, a opção de instalar outro sistema operacional no PlayStation 3 será desativada. Essa opção já não existia no PS3 Slim, lançado pela Sony há pouco tempo.

Segundo Patrick Seybold, diretor de comunicações da Sony America, essa opção será removida por “razões de segurança” e vai ajudar a ter certeza de que donos do PS3 continuarão a ter acesso á grande quantidade de conteúdo de games e entretenimento em um sistema mais seguro”. Como aponta o blog Joystiq, essa declaração pode estar relacionada com o fato do PS3 ter sido hackeado pelo GeoHot, mesmo hacker criador de programas de jailbreak para iPhone. GeoHot nunca revelou quais falhas explorou no console.

A opção era usada principalmente para instalar Linux no PS3. Usuários que instalaram o sistema e quiserem fazer o update para a nova versão da firmware deverão fazer backup dos seus dados antes da atualização, alerta a Sony.

[via Joystiq]

[Atualização às 15:05]: Como bem informa nosso leitor O Sabido nos comentários, Geohot liberou sim os hacks usados no PS3 em janeiro. E ele também alerta para não atualizarem para a nova versão. Ele diz que irá tentar encontrar um jeito de manter instalações de Linux intactas e ainda assim permitir a atualização de firmware.

Vários jogos vão rodar nesse Mac

A Valve abriu hoje vagas para quem quiser testar a versão para Mac OS X da sua central de jogos Steam. Segundo a empresa, o programa ficará em beta fechado (apenas para convidados) até a liberação da versão final, prevista para o mês de abril.

Para se voluntariar no programa, é preciso estar cadastrado e fazer login com sua conta Steam nesse link. Depois é necessário preencher um questionário que irá perguntar quantos e quais são os Macs usados pelo usuário e quantos jogos foram comprados nos últimos 12 meses, dentre outras coisas.

Depois disso ainda é preciso enviar um arquivo de texto com as especificações exatas do sistema Mac em que o Steam será rodado. Essas informações serão então analisadas pela equipe da Valve, que selecionará à dedo quem irá participar do programa.

Se você é gamer e tem um computador da Apple tire uma foto sua e guarde para a posteridade, pois é algo raro se inscreva rápido antes que as vagas acabem!

[via TUAW]

Mais um pacotão de aplicativos em promoção para os Mac users.

Entre a primeira e segunda semana de março foi vendido o MacHeist nanoBundle 2, com 11 programas para Mac por US$ 20. Num modelo similar, semana passada começaram as vendas do MacUpdate Promo Spring Bundle 2010, com 10 aplicativos que individualmente custariam US$ 376 sendo vendidos em um pacote promocional por US$ 49,99 (cerca de R$ 90). Além deles, há mais dois gratuitos disponíveis para todos, sem compra alguma.

O carro-chefe do pacote é o aplicativo de virtualização Parallels 5, através do qual é possível instalar Windows, Linux e até o Chrome OS no Mac, sem ser preciso para isso reiniciar o computador e fazer o boot no outro sistema. Os novos sistemas instalados rodam em uma máquina virtual criada pelo Parallels e mudar do Mac para outro sistema torna-se tão rápido quanto alternar entre janelas. O custo normal do software é de US$ 79,99, então para alguém estivesse interessado em comprá-lo o bundle com mais 9 apps por US$ 50 se torna uma compra interessantíssima.

Além do Parallels 5, fazem também parte do pacote:

  • Timeline 3D: cria linhas do tempo tridimensionais;
  • SpellCatcher X: app de verificação ortográfica com auto-correção, expansão de texto, dicionário, entre outras funcionalidades (português do Brasil incluso);
  • Back-In-Time: extende as funcionalidades do Time Machine, com interface mais abrangente;
  • Hydra: software para fotografia, compõe imagens HDR;
  • ForeverSave: faz backup e gerencia versões de documentos;
  • WebSnapper: Programa e plugin para Safari que captura websites como imagens ou PDF;
  • MacDVDRipper Pro: App para ripar DVDs;
  • Hyperspaces: Customiza os Spaces do Mac;
  • MacScan: Protege contra spyware, keyloggers e trojans;

Além dos aplicativos do pacote, há mais dois gratuitos. O WindowFlow — gerencia janelas indo um pouco além do tradicional ⌘+Tab — pode ser baixado apenas por visitar o site. Já para ganhar o AppDelete você precisa enviar um tweet com o texto determinado. Com ele você consegue remover aplicativos de forma mais completa, levando junto todo e qualquer arquivo que o app tenha gravado durante sua estadia no seu sistema operacional.

A promoção é válida até dia 31 de março e os compradores interessados podem adquirir por um pagamento extra de US$ 4,00 uma assinatura de seis meses do aplicativo MacUpdate Desktop, que gerencia a atualização de todos os aplicativos instalados para garantir que eles estejam sempre em dia. Em quem quiser pode baixar o trial de todos os aplicativos do bundle (de uma só vez até, se quiser) no próprio site da promoção e, caso se decida por comprar o pacote, depois é só registrar os programas seguindo as instruções presentes no seu recibo de compra.