É um pássaro? É um avião? Não, é o superjabá da Microsoft em Smallville! Personagens do seriado foram mostradas no episódio exibido ontem à noite na TV americana jogando o que claramente é um jogo utilizando a tecnologia do Projeto Natal, embora a única referência nominal feita tenha sido ao Xbox.

Não é a primeira vez que a Microsoft faz uma ação de product placement em Smallville (“colocação de produto”, que aqui no Brasil é conhecido como merchandising). No episódio anterior mesmo pudemos ver o Windows 7 em ação, assim como um laptop com um logo do Windows em destaque na parte de trás da tela. Mas esse caso do Projeto Natal talvez tenha sido um dos primeiros registro de colocação de produto de algo que ainda nem tenha sido lançado.

O vídeo mostra Chloe — a geek-mestre da série — balançando seus braços e pernas em um jogo de rebater bolas jogadas na direção do seu alter-ego virtual na tela da TV, e mostra dois jogadores jogando simultaneamente.

Além disso, o texto das personagens sugere que o Projeto Natal será ideal para as pessoas que não estão acostumadas a jogar vídeo-game (provavelmente algo que a Microsoft aprendeu com a Nintendo). Chloe (depois de reclamar ao rapaz que jogava o game que ela “não achou que era isso que ele queria dizer quando a convidou para subir ao apartamento”) diz que nunca encosta no Xbox de Lois Lane, mas logo depois é convencida que o jogo pode ser muito divertido e cede ao convite.

Veja abaixo algumas capturas de tela do Projeto Natal no mais recente episódio de Smallville:

Assim como Bill Gates, o CEO da Walt Disney Company também emitiu sua opinião sobre o iPad. Com opinão contrária do fundador da Microsoft, para ele, o novo dispositivo da Apple “muda o jogo” da indústria de mídia e entretenimento.

Robert Iger (ou Bob Iger, como nós, mais íntimos, o chamamos) opinou sobre o iPad nesta terça-feira, após a Disney anunciar seus resultados do primeiro trimestre (844 milhões de dólares de lucro líquido, se estiver curioso). Leia o que disse Bob:

“Nós achamos que o iPad tem muito potencial. Poderia mudar o jogo em termos de nos permitir criar formas de conteúdo essencialmente novas. Será um grade dispositivo para se jogar games e assistir vídeos pela qualidade da tela.”
“A interatividade que [o iPad] nos possibilitará em um dispositivo móvel com tela de tamanha qualidade nos permitirá realmente começar a desenvolver produtos que são diferentes dos produtos que você vê em um computador conectado à internet ou em uma TV ou leitor digital.”
“Quando você pensa sobre a ABC, você pensa sobre um programa como LOST e poder não apenas assistir o programa, mas fazer todas as outras coisas que espectadores gostam de fazer com ele”.

Nem todos sabem disso, mas a Disney é proprietária não só dos famosos parques e personagens, mas também de diversos estúdios de cinema e canais de TV, como por exemplo a ESPN e a ABC (que exibe a famosa série LOST). Além disso a empresa comprou com ações a Pixar em 2006, o que tornou Steve Jobs, o CEO da Apple, o maior acionista individual da Disney. Daí podemos imaginar que, quando Bob Iger fala do iPad, ele provavelmente fala tanto com conhecimento de causa como com certa parcialidade, pois não seria surpresa alguma se soubéssemos que ele recebeu uma unidade pré-lançamento das mãos do próprio Steve Jobs. [MacDailyNews/Physorg]

Outdoor nas imediações do Mobile World Congress

Na próxima semana acontecerá em Barcelona o Mobile World Congress em Barcelona, e foram nas imediações do evento que foi avistado o outdoor da imagem acima, indicando que, muito provavelmente, o celular Wave será anunciado durante o evento, e junto com ele, a plataforma bada, o novo sistema operacional para celulares criado pela Samsung que estréia no Wave.

A bada (nome que em coreano significa oceano) foi anunciada no final de 2009 e deve rodar primeiro no Wave, celular da Samsung cujas configurações ainda não são conhecidas, mas pela foto podemos inferir que será um smartphone de tela grande e interface por toque, como tem sido a tendência desde o lançamento do iPhone. [All About Phones]

Quatro dias depois de estrear o Buzz – revolucionário sistema de comunicação que deixa todo mundo com a sensação de ter visto coisa parecida em outro lugar – o Google anunciou nessa sexta-feira mudanças em seu novo serviço, de olho sobretudo nas reclamações feitas pelos usuários por conta de sua falta de confidencialidade.

Agora é possível enviar mensagens públicas ou fechadas, direcionadas a determinados amigos, e a mais do que bem-vinda possibilidade de se bloquear seguidores indesejados, funcionalidade que o Google afirma que estava disponível na versão apresentada na ultima terça-feira e que agora está “mais acessível”.  Vale lembrar que inicialmente os contatos do Buzz eram adicionados automaticamente entre os endereços que o usuário mantinha maior contato, supondo que de fato eles eram amigos.

O Google afirma que as alterações foram feitas de acordo com o feedback colhido nos últimos dias. A gigante da web também afirma que até o momento “mais de 9 milhões” de mensagens já foram trocadas através do Buzz.

Imagem “exclusiva” utilizada para atrair usuários para o “Orkut Ouro”

A “brincadeira” elaborada pelo estudante de Engenharia de Computação Pedro Vanzella acabou tomando proporções muito maiores do que provavelmente ele poderia imaginar.

Boatos de uma “versão ouro” do Orkut — que supostamente possibilitaria ver a lista completa dos visitantes do seu perfil com detalhes das páginas visitadas, visualização de fotos e vídeos bloqueados, entre outras “conveniências” — começaram a correr pela internet e se propagaram não apenas pelo Orkut, mas também por outros sites, como o Twitter e o Mercado Livre, onde convites para o serviço que nunca existiu eram vendidos por até R$ 1.539,90. Incrivelmente, o anúncio mostra que nove convites foram vendidos.

“A brincadeira era simples. Convidamos todos os nossos amigos a adicionar imagens que diziam que requeriam uma conta num fictício ‘orkut Ouro’ para serem visualizadas. A intenção disso era simplesmente causar confusão entre nosso círculo de amigos, um trote inofensivo”, afirmou Vanzella à INFO.

As instruções, que inicialmente requisitavam que os interessados enviassem seu nome de usuário e senha foram alteradas, deixando de pedir a senha — ao menos no “comunicado oficial” no blog de Vanzella. Muitos usuários chegaram a realmente enviar suas senhas a Vanzella (que nem precisou se dar ao trabalho de fornecer um e-mail que transmitisse a mais remota impressão de que pertencesse ao Google). O criador da “brincadeira”, porém, afirmou que irá deletar os e-mails recebidos sem nem mesmo os ler.

“Parte da brincadeira é provar como a segurança de qualquer serviço é falha, já que 95% dos seus usuários têm um QI (quociente de inteligência) ligeiramente maior que o número do sapato que calçam”, disse o estudante ao R7.

O Google não gostou da “brincadeira” e comunicou que iria apurar o caso e tomar providências.

“O Google esclarece que o material recebido por alguns internautas não é de sua autoria, iniciativa ou propriedade, e que nunca enviou mensagens de conteúdo semelhante aos usuários. A marca orkut é de propriedade exclusiva do Google Inc. O Google informa que está apurando as circunstâncias da disseminação do mau uso da marca orkut e irá tomar as medidas cabíveis contra seus autores,” informa a empresa responsável pelo Orkut.

A internet tem um nome para o fenômeno que se tornou a franquia Sonic nos últimos dez anos. A consciência coletiva chama isso de “o ciclo Sonic”:

  • Primeiro, um novo jogo do Sonic é anunciado. As telas parecem promissoras, e não há nenhum elemento desnecessário nelas (no caso, os amiguinhos do Sonic que a Sega tentou enfiar pelas nossas goelas repetidamente). As expectativas pro retorno do personagem são altas.
  • Em seguida, ao passo que novas telas do jogo são exibidas, nós percebemos que na verdade este novo jogo contém os mesmos companheiros insossos do porco-espinho e, pior, MAIS amiguinhos novos. O gameplay continua sendo tridimensional, algo que já provou várias vezes que não funciona pra um personagem como o Sonic. A esperança começa a evaporar.
  • O jogo finalmente é lançado e recebe crítica abismal. Os antigos fãs da série, desiludidos, correm aos seus fóruns favoritos pra proclamar que jamais cairão na armadilha da Sega novamente, e que o Sonic está morto pra eles.

Este ciclo esteve se repetindo ad nauseum desde Sonic Adventures 2, para o saudoso Dreamcast, provavelmente o último jogo tragável do Sonic para consoles. Os portáteis receberam excelentes Sonics 2D, como a série Sonic Advance, mas os consoles “de verdade” há muito tempo não viam um título decente com o personagem.

Até que a Sega anuncia o misterioso “Project Needlemouse”. Os fãs com mais histórico não se surpreenderam quando a Sega revelou que o tal projeto era codinome para Sonic 4, já que Mister Needlemouse era o nome do Sonic durante o desenvolvimento do primeiro jogo.

E saiu este breve trailer, que mostra menos de dois segundos de gameplay do vindouro Sonic 4, mas que tem visual épico o bastante para empolgar. Ele será episódico (ou seja, serão lançados mais de um jogo com a alcunha “Sonic 4″), e estará disponível para download no PS3, Xbox 360, Wii e uma quarta plataforma secreta. De acordo com o histórico de apoio da Sega pelo iPhone e iPod Touch, muitos aguardam que Sonic 4 seja lançado também na AppStore.

O que ninguém entende, na verdade, é por que a Sega faria segredo sobre lançamento para as plataformas móveis da Apple. Afinal, o indício que dá força à teoria também serve pra desmistificá-la: se lançar jogos na AppStore não é novidade para a Sega, por que fazer tanto mistério sobre Sonic 4 no iPhone? Há até quem acredite que a Sega está preparando um retorno ao mercado dos consoles, por mais improvável que esta ideia pareça.

As esperanças dos fãs (mesmo aqueles que juraram jamais cair na armadilha novamente, como este que vos escreve) foram renovadas, mas há ainda os que não se convenceram. Alguns apontaram que as cenas do Sonic correndo naquele curto trailer parecem estranhas, artificiais.

Já outros disseram que lançar o jogo como download e não como versão “retail” convencional demonstra falta de compromisso e de fé no personagem. A Sega estaria fazendo este Sonic 4 com trocados, nas coxas, apenas para não deixar a propriedade intelectual empoeirada. Algo feito dessa forma não pode ser bom, dizem.

Eu estou cuidadosamente otimista. Apesar de ter sido vítima do ciclo Sonic no passado, e de ter jurado jamais me empolgar novamente com outro título do personagem, a Sega parece ter finalmente entendido que nós fãs não queremos ver Sonic empunhando espadas, salvando princesas ou explorando um universo 3D. Queremos o porco espinho mais rápido do mundo girando em espirais, coletando argolas e Esmeraldas do Caos.

Mas se a Sega me enganar de novo, aí sim, dessa vez eu juro que não caio mais no ciclo Sonic. Eu juro!

Nove novas características foram implantadas hoje no serviço de mapas do Google, através do Google Labs, o mesmo usado no Gmail. Nele é possível ativar as novas funções que podem se tornar padrão no serviço caso sejam adotadas por uma grande parcela dos usuários ou podem desaparecer com a mesma facilidade caso ninguém as use.

Dentre as mais úteis está a habilidade de dar zoom numa área específica do mapa desenhando uma caixa no local que deverá ser ampliado, a função de procurar pelo que há de mais interessante na área ao buscar por “*” e a possibilidade de ver imagens aéras do local em que está sendo pesquisado (disponível apenas em algumas cidades, por enquanto).

Já dentre as funções não tão úteis estão a possibilidade de virar o mapa de cabeça para baixo, a habilidade de colocar de volta a marca ‘beta’ na logomarca do serviço e um jogo chamado “Onde no Mundo” que testa os conhecimentos geográficos do usuário ao pedir que ele adivinhe o nome do país mostrado na tela. Ah, Google, sempre brincalhão. [Mashable]

Opera Mini: a empresa confia que ele chegará ao iPhone

A Opera Software comunicou que irá demonstrar um preview do seu Opera Mini para iPhone no Mobile World Congress, na próxima semana em Barcelona. Apesar do histórico da Apple em rejeitar aplicativos que “duplicam as funcionalidade já oferecidas pelo iPhone OS”, a empresa está confiante de que seu navegador será aprovado.

“O Opera Mine é compatível com todos os requisitos da App Store,” disse Christen Krogh, diretor de desenvolvimento da Opera Software. “Não achamos que se enquadre em nenhuma das tecnologias excluídas.”

A Apple controla a App Store com mãos de ferro, e já impediu a publicação de aplicativos que tinham funcionalidades similares a apps que já vem com o iPhone OS — como o caso do aplicativo Podcaster, que foi vetado antes mesmo do sistema adicionar a funcionalidade de baixar podcasts a partir do próprio aparelho — e com o Opera Mini não seria surpresa se acontecesse o mesmo, afinal, o iPhone OS já vem com um navegador, o Safari. Krogh, porém, discorda:

“O Opera Mini é um tipo diferente de browser, então não podemos ver nenhum conflito com qualquer um dos requisitos da App Store.”

De fato, o Opera Mini promete funcionalidades que o distinguirá claramente do Safari, como por exemplo:

  • Navegação com abas (o Safari tem algo parecido);
  • Speed Dial: uma nova aba é aberta com thumbnails dos seus sites preferidos;
  • Compressão dos dados nos próprios servidores da Opera antes de enviá-los ao iPhone, tornando a navegação mais rápida e o consumo de dados menor;
  • Busca de texto na página (pois é, o Safari não faz isso…)

Quando o app será submetido ao crivo da Apple para entrar na App Store ainda não se sabe, mas a Opera disse que “não deve demorar muito”, o que quer que isso signifique. [Computerworld]

Sabe aqueles contratos de telefonia, com letrinhas minúsculas e que dependem de lupas para serem lidos corretamente? Estão com os dias contados. A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) optou por regulamentar o tamanho da fonte usada nesse tipo de contrato, seguindo recomendação do Ministério Público Federal (MPF).

A partir de 1º de maio, contratos de serviços de telecomunicações de Telefônica, Embratel, Claro, Vivo, Oi e TIM, entre outras operadoras, não poderão mais conter seus termos em uma fonte tão pequena que seja difícil de ler o que está escrito. O corpo da fonte não poderá ser menor que 12, conforme o Código de Defesa do Consumidor já determina.

A agência também vai regulamentar a forma como as empresas “oferecem” o serviço de envio de publicidade por meio de mensagens SMS. Também a partir de maio desse ano, o assinante poderá optar, ao assinar o contrato, se quer receber as mensagens publicitárias ou não. Quem já tem plano de telefonia vai poder entrar em contato com a operadora e solicitar o cancelamento de envio de mensagens publicitárias.

O curioso é que, no meu caso, eu pude escolher receber os SMSs de propaganda e promoções ao assinar o contrato do plano pós-pago, faz mais de um ano. Na hora de assinar o serviço, o funcionário da loja da Claro solicitou que marcasse se queria receber os anúncios. Naturalmente que optei por não recebê-los.

[Agência Brasil/Foto: jk5854]

A Wired fez um mockup de como poderia ser um iPad idealizado por Bill Gates

O iPad não foi exatamente um sucesso de crítica e público após seu anúncio – embora haja muita gente que veja no aparelho um potencial que talvez não salte aos olhos logo na primeira análise. Bill Gates foi perguntado o que achava do iPad pela BNET, e pelo visto, se dependesse dele, o iPad teria reconhecimento de voz, um teclado físico e uma stylus. (O primeiro item é até possível que venha no futuro, mas os outros dois, pelo que conhecemos de Steve Jobs, é melhor Bill Gates esperar sentado.)

“Vocês sabem, eu acredito muito no toque e na leitura digital, mas eu ainda acho que uma mistura de voz, caneta e um teclado de verdade – em outras palavras um netbook – será mainstream nessa área,” disse Gates. “Então não é como se eu me sentasse e e sentisse da mesma forma que me senti com o iPhone, quando disse ‘Oh meu Deus, a Microsft não mirou alto o suficiente.’ É um bom leitor, mas não há nada  no iPad que eu olhe e diga, ‘Oh, eu queria que a Microsoft tivesse feito isso.’”

Mas provavelmente o mais surpreendente nessa declaração não seja o fato de Bill Gates ter se mostrado nada impressionado pelo iPad, mas sim dele ter admitido que, de fato, ficou impressionado com o iPhone, o que já é quase tanto quanto sua esposa Melinda Gates, que declarou em março de 2009 que de vez em quando olha pra seus amigos e diz “Ooh, eu não me importaria em ter um desses iPhones.”