O Orkut, que já possuia a funcionalidade de promover conteúdos, liberou agora botões para colocar em seu navegador web favorito e facilitar o comparilhamento de notícias e outros conteúdos ao alcance de um clique.

Para instalar em seu browser basta seguir as instruções aqui. Tudo que for postado aparecerá nas atualizações de seus amigos.

A funcionalidade não se restringe a esse botão no navegador. O Orkut também divulgou formas de inserir esse botão em posts de blogs e outros sites. [Info Online / Blog do Orkut]

Na semana passada o Twitter anunciou a compra da Mixer Labs, empresa que criou o GeoAPI, mais ou menos todas suas necessidades em geolocalização em uma única API, como diz o slogan na homepage deles. A Mixer Labs é uma startup que foi criada por dois ex-funcionários do Google.

O Twitter já havia adicionado anteriormente uma API para serviços de geolocalização. Agora com a inclusão da GeoAPI no seu portfólio tem ferramentas melhores para os desenvolvedores criarem aplicações que usam tais recursos.

Segundo o post no blog do Twitter, ao invés de apenas saber “o que você está fazendo”, ter informações de “em que lugar você está” dá muito mais poder ao microblog. O exemplo dado, imagine que você tuíte “terremoto” apenas. Se essa info estiver colada a uma localização ela tem valor muito maior.

Se o histórico de aquisições do Twitter significa algo – pouco mais de um ano atrás compraram o Sumize que virou o sistema de busca do Twitter – é possível prever que em breve realmente esse serviço de geolocalização estará bastante integrado com seus tuítes. E como tendência que vem se consolidando – vide Google Latitude – mostrar onde você está pra quem quiser saber está deixando de ser um tabu. [The Guardian]

O Playstation Portable (a despeito de todas as pisadas de bola da Sony com o console, e acredite, houve um bocado!) é uma máquina fenomenal. Os jogos se aproximam bastante da experiência que você teria num PS2 – que é justamente a premissa do portátil – e o PSP ainda quebra um galho como máquina multimídia.

Tudo bem que alguns smartphones atuais fazem os esforços de convergência do PSP parecerem inadequados (ou até meio retrógrados), mas temos que lembrar que o portátil foi lançado em 2005 e permanece praticamente o mesmo apesar dos vários upgrades feitos pela Sony. Enquanto isso, o mercado de celulares se recicla completamente todo ano – é uma comparação injusta.

Além disso o PSP é consideravelmente mais barato que um smartphone, e não requer plano de voz ou dados – é uma alternativa bastante interessante pra alguém que quer um aparelho multimídia mas não tá disposto a fazer o investimento num celular de última geração, nem na conta telefônica mensal – que, pra um celular dessa categoria, não é nada barata.

Vim da cena Palm quando comprei meu PSP, e meu interesse no aparelho era um só: eu queria fazer o downgrade pra rodar emuladores – algo que o Palm prometia (não-oficialmente, claro), e que realizava, mas de forma que deixava muito a desejar. O hardware não era muito preparado praquele tipo de função; os jogos rodavam mas serviam mais pra mostrar pros amigos dizendo “olha, que legal, Super Mario World na palma da minha mão!” do que realmente jogar.

Já o hardware do PSP era consideravelmente superior, o que prometia performance melhor nos games não-oficiais. E na época a cultura homebrew começava a dar seus primeiros passos em direção à emulação no console. Quando vi os primeiros screenshots das interfaces gráficas dos emuladores de Atari 2600 e Super Nintendo, meus olhos brilharam.

Aconteceu que pouco tempo depois disso um amigo meu quis se desfazer de seu PSP, e eu não pensei duas vezes – comprei o console do cara, que àquela altura já era de terceira mão.

E toca a caçar no google informações de como executar o tal do downgrade, que eu já conhecia de forma teórica mas agora havia deixado de ser uma idéia abstrata.

Lá estava o PSP na minha frente, plugado à minha porta USB, com o aplicativo necessário pro procedimento rodando na tela do PC.  Dois ou três tutoriais ilustrados abertos no meu navegador, um amigo conhecedor da área a posto no MSN pra acompanhar a operação em tempo real e, se eu fosse mais religioso, talvez houvesse até uma bíblia nas proximidades.

Como alguns de vocês devem saber, naquela época o processo do downgrade implicava um risco real de dano ao aparelho. Um passo errado e o PSP poderia “bricar”, um aportuguesamento da palavra “brick” (em tupiniquim, “tijolo”). Ou seja, no infortúnio de um descuido, seu console viraria um inútil peso de papel.

Daí a apreensão de ir à frente com o  procedimento. Felizmente não tive nenhum problema e minutos mais tarde eu era o feliz proprietário de um PSP downgradeado. Saí baixando emuladores de todos os joguinhos antigos que eu curtia o o resto foi só alegria.

Até hoje a única função que dou pro meu PSP é rodar joguinhos antigos. Comprei alguns jogos próprios do console, e até algumas séries em UMD num esforço mal orientado em estabelecer uma pequena coleção dos disquinhos. Mas o que eu realmente curto no aparelho é jogar aqueles games antigos clássicos, indo de River Raid até Warcraft 2 (sim, meu PSP roda Warcraft 2, e de forma incrivelmente competente).

Já você, me responda – o que tu viu no PSP? Você comprou pra jogar games exclusivos do console, pra ter um gadget multi-uso, pra hackear e usar como plataforma múltipla, ou simplesmente pelo desejo de um gadget novinho?

[Atualizado, 27/12/2009, 14h45] : infos sobre o espalhamento/ propagação de DNS do Americanas.com

A loja virtual Americanas.com esqueceu de renovar seu domínio na web e pessoas que estavam acostumadas a digitar http://americanas.com podem encontrar uma página de parking, aquelas que empresas de hospedagem apresentam quando um domínio está fora de uso (imagem abaixo). O domínio nacional, o Americanas.com.br está funcionando normalmente.

O domínio expirou no dia 20 de dezembro, ou seja, véspera da data mais importante do comércio, o Natal. Deixar um domínio fora do ar em data tão crítica para o e-commerce é realmente preocupante. As lojas virtuais brasileiras posam de amadoras neste quesito, mesmo pertencendo ao maior grupo de comércio eletrônico do Brasil.

[Atualização, 27/12/2009, 14h45]

Testes feitos apontam que o DNS está em processo de espalhamento/ propagação, ou seja, a Americanas.com renovou o domínio mas alguns usuários nas próximas 24 horas podem ainda cair na página com aviso de renovação expirada. Fiz um teste usando o servidor de DNS do Google e funcionou normalmente. Antes estava testando com o servidor de DNS da Oi.

O fato é: o site Americanas.com permaneceu com registro expirado entre os dias 20/12 e
27/12, pelo menos. Abaixo um printscreen do WHOIS para comprovar (retirado hoje, 27/12):

[/ Fim da atualização, 27/12/2009, 14h45]

Recentemente o Pão de Açúcar comprou a Casas Bahia e criou a Nova.com que pretende ser a operação virtual do grupo e atacar a dominância da B2W (Submarino, Americanas.com e ShopTime) . Pelo jeito terão concorrentes amadores no páreo.

Ah, Lojas Americanas, anote na agenda quando expira a data do seu domínio brasileiro: 15/06/2010

Agradeço ao usuário do Twitter @mneubert (Marcelo Neubert) por ter tuitado antes de todos e compartilhado essa informação sobre a Americanas.com.

A Amazon, maior loja virtual do mundo, anunciou neste sábado (26) que no dia 24 de dezembro, portanto véspera de Natal, vendeu mais e-books do que livros de papel pela primeira vez em sua história. Além disso, como já era uma tendência clara, o Kindle foi o presente mais comprado de todos os tempos da Amazon neste final de ano.

Mas note que trata-se de um recorde que aconteceu em apenas um dia. Provavelmente o dia em que milhares de pessoas ganharam Kindles de presentes e, como primeira tarefa no novo brinquedo, foram na Amazon comprar seu primeiro e-book. Mesmo assim é bastante provável que mais e mais vezes isso aconteça com a substituição livro impresso pelo e-book.

Um grande problema de usar plataformas como o Kindle é que trata-se de um sistema fechado protegido por DRM. Em tese livros comprados para o Kindle só funcionam para o Kindle, o que pode ser um problema. Mas recentemente hackers disseram ter quebrado o DRM do Kindle. Com leitor de e-books open já começo a pensar em ter um desses aparelhos aqui! [CNET]

Na véspera de Natal, 24 de Dezembro, o sistema de recebimento de pagamentos de cartões da Redecard apresentou instabilidades e ficou fora do ar entre 12h e 17h. O problema prejudicou muitos consumidores que faziam as compras de última hora para as festas de fim de ano e também lojistas que deixaram de vender e tiveram prejuízos.

Aproveitando o episódio a Cielo, ex-VisaNet e concorrente da Redecard, informou que do 12h às 13h do dia 24, quando o sistema da concorrente começou a apresentar problemas, processou um total de 1,9 milhão de transações. Disse também que no dia anterior (23) seu sistema registrou recorde de transações, com 17 milhões de compras processadas com dinheiro de plástico.

A Redecard processa transações dos cartões Mastercard e Redeshop entre outros e a Cielo processa cartões Visa e Visa Electron principalmente. Recentemente uma lei foi aprovada determinando que as maquininhas de cartão não sejam mais exclusivas de apenas algumas bandeiras. O apagão da Redecard mostra que realmente essa lei veio em boa hora.

Lojistas prejudicados estudam acionar a Redecard judicialmente para pedir ressarcimento das perdas que tiveram em vendas no dia da pane. [Zero Hora / Último Segundo]

Alguns acreditam que o iTablet será basicamente um ”iPhonão” — bem, quase isso… (Imagem: Business Insider)

Rumores sobre a Apple é o que não falta internet afora — principalmente quando o assunto é o esperadíssimo suposto iTablet — mas quando uma publicação do porte do Financial Times se dá ao trabalho de iniciar um rumor, o tal “rumor” recebe certo crédito…

O que o Financial Times descobriu foi que “a Apple tem algo grande em suas mangas para o próximo mês.” De acordo com o jornal, a Apple alugou um palco no Yerba Buena Center em San Francisco por diversos dias no fim de janeiro, “de acordo com pessoas familiares com os planos”. O que se espera, mais especificamente, é que a empresa utilize o auditório para fazer um grande anúncio de produto no dia 26 de janeiro, uma terça-feira.

E já que se diz que a Apple vai lançar um produto importante em janeiro, por que não dizer que se trata do lendário iTablet, não é? Ainda mais quando o analista da Piper Jaffray, Gene Munster, diz que “há uma probabilidade de 75% de que a Apple terá o evento em janeiro, e uma chance de 50% de que o objetivo dele será lançar o iTablet”.

E não pára por aí. Uma fonte do Business Insider afirma que a Apple tem solicitado a alguns desenvolvedores que preparasse apps para uma demonstração em janeiro. Segundo a fonte, a Apple teria dito a alguns desenvolvedores escolhidos que deveriam fazer esses apps rodando adequadamente em tela cheia, ao invés dos 320×480 atuais do iPhone/iPod Touch.

Ainda segundo a mesma fonte, o aparelho não estaria à venda logo depois do anúncio, apenas a partir de março, o que daria aos desenvolvedores tempo para se adaptarem para as telas maiores.

Como é de praxe, a Apple não se pronunciou a respeito. Só nos resta esperar se é verdade ou se o produto será testado apenas pelo Pé Grande e mais ninguém.

Assim como o iPhone possui diversas formas de sofrer jailbreak – para instalação de aplicativos não autorizados pela Apple -, agora é a vez do Kindle ser hackeado. Um hacker que se autodenomina “I Love Cabbages” anunciou que havia descoberto uma forma de exportar o conteúdo armazenado no Kindle para outros dispositivos.

O leitor de e-books da Amazon, maior empresa de e-commerce do mundo, salva todo o conteúdo do dispositivo em um arquivo de extensão .azw. O detalhe é que esse arquivo passa pelo processo de proteção, de modo que os livros e demais conteúdos ali presentes não possam ser redistribuídos. A título de exemplificação, muitas canções vendidas pela iTunes da Apple também passam pelo mesmo processo.

A quebra do DRM do Kindle permitirá que um usuário possa pegar os livros virtuais que comprou por meio da Amazon e os exporte para outro formato que seja de seu interesse. Para tanto será preciso usar o aplicativo Unswindle, desenvolvido por I Love Cabbages, em conjunto com MobiBeDRM, outro programa muito utilizado por hackers.

A Amazon ainda não comentou o assunto. [PC World]

A Net apresentou na terça-feira (22) seu plano em conformidade com o programa de Banda Larga Popular. Pelo valor de R$ 29,80 por mês, o assinante terá acesso à internet com velocidade de 200 kbps. O período de contratação deverá ser de 12 meses, com taxa de instalação e modem gratuitos. A empresa estima um número de clientes potenciais para seu novo serviço de internet rápida popular entre 1,5 milhão a 1,8 milhão de assinantes.

Assim a Net se tornou a primeira empresa a, de fato, implementar um plano dentro da proposta do programa. A Telefônica foi a primeira a anunciar que apresentaria um plano nas condições determinadas pelo governo paulista. Mas, ao vincular o plano de banda larga a uma taxa de assinatura da linha telefônica, perdeu o benefício e teve que recuar para re-elaborar o seu plano.

“[A Net] é a primeira a aderir, de fato, ao Programa Banda Larga Popular. A Telefônica entendeu que poderia oferecer serviços apenas para seus clientes. Esse não é o entendimento da Net. Não pode fazer vinculação dessa natureza. A Telefônica precisa ter o produto disponível para clientes e não clientes”, diz Mauro Ricardo Machado Costa, secretário da Fazenda do Estado de São Paulo.

A Telefônica, em nota à imprensa informou, que ”prossegue trabalhando para viabilizar, no menor prazo possível, o lançamento do produto com as características estabelecidas pelo decreto.” Além disso, afirma que “entre as alternativas em estudo pela Telefônica para atender aos usuários que não são clientes da empresa está a oferta de banda larga por meio das tecnologias WiFi e WiMesh, que fazem a conexão sem fio à Internet.” [Reuters]

A organização do Campus Party 2010 liberou a programação do evento que acontecerá entre os dias 25 e 31 de janeiro de 2010. Entre os palestrantes está Kevin Mitnick, hacker que ficou famoso no final do século passado por suas invasões a sistemas de empresas e do governo dos EUA.

Mitnick foi preso e depois de liberado chegou a ficar proibido de usar qualquer dispositivo tecnológico de comunicação. Depois de batalhas na justiça conseguiu autorização a voltar a usar a internet e fundou uma empresa que presta consultorias na área de segurança da informação.

A palestra dele chama-se “A arte de enganar” e deve falar  sobre a inutilidade de tecnologias de proteção quando o atacante (hacker) realmente quer invadir. Vale o ingresso! Confira aqui a programação completa do evento. [O Globo Online]