A toda-poderosa Apple preparou um comercial para mostrar seu novo gadget, o amado por uns e criticado por outros iPad. Com 30 segundos de duração, o filminho bacanudo foi ao ar durante a cerimônia do Oscar nos EUA e como grande novidade mostra mais detalhes do aparelhinho em ação. Confira:

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Falando em Oscar, o site CNet reporta que Steve Jobs esteve na cerimônia de entrega do prêmio acompanhando o pessoal da Pixar, que recebeu o prêmio de Melhor Animação com o filme Up!, que no Brasil recebeu o subtítulo “Altas Aventuras”.

Última modinha entre os descolados da rede, o Tumblr é um meio termo entre o Twitter e os blogs comuns que está comemorando a marca de um bilhão de pageviews mensais, conquistados no último fevereiro.

De acordo com as informações divulgadas pelo site, durante o mês do carnaval seus 82 servidores foram responsáveis por transferir 500 terabytes de dados, suportaram bravamente dois milhões de postagens diárias e registraram 15 mil novos usuários por dia.

Apesar dos números relativamente modestos se comparados a outros fenômenos da web, o Mashable reporta que seus criadores pretendem aproveitar a popularidade crescente da página para fazer aquilo o que os criadores do hypado Twitter ainda não tiveram coragem de fazer: ganhar dinheiro.

Um screenshot obtido pelo site de notícias mostra um formulário de inscrição para uma suposta versão paga do serviço, que custaria módicos US$ 1 (mensais? anuais?) e que poderia incluir novas funcionalidades em sua ferramenta. O Tumblr, claro, não dá um pio (epa!) sobre o assunto.

Há anos o capitão James T. Kirk ganha a vida interpretando o ator William Shatner

Reverenciado até os dias de hoje por conta de seu papel como o capitão James T. Kirk, do seriado Jornada nas Estrelas (de 1966) o ator William Shatner anunciou em seu Twitter na última quinta-feira a criação de sua própria rede social, convenientemente batizada de MyOuterSpace.com.

Ao contrário do habitual, a idéia do site não é juntar velhos amigos e trocar mensagens triviais, mas sim reunir uma série de artistas e talentos interessados em trabalhar de alguma maneira na indústria do entretenimento nerd.

No lugar de grupos ou comunidades existem Planetas, grandes subcategorias do show business (a saber: Designers e Animadores, Escritores e Diretores, Músicos e Compositores, Jogos e Desenvolvedores, Cinema e TV e Atores, atrizes e comediantes) e Naves, que são projetos criativos relacionados. Como se isso não fosse geek o bastante, os moderadores das Naves são chamados de Capitães e os administradores do site, de Conselho Interplanetário.

Uma vez admitido como membro de uma nave, o usuário estará comprometido a auxiliar na execução de um projeto, que pode ser um game, uma música ou um roteiro, por exemplo. Toda produção do site será supervisionada pelo Shatner em pessoa. [GeekoOSystem]

Vivendo sob um rígido regime comunista desde o final da II Guerra Mundial, a Coreia do Norte pode ter desenvolvido um sistema operacional próprio para rodar nos computadores dos habitantes do país, que é conhecido por ser um dos mais fechados do planeta. As informações são do jornal Korea Herald.

De acordo com o relato de um estudante universitário identificado penas como Mikhail, que teve acesso ao programa, o sistema operacional foi criado em 2006 sob as ordens do ditador Kim Jong-Il, é baseado no kernell do Linux e atende pelo mais do que conveniente nome de “Estrela Vermelha”.

Disponível em versões para computadores pessoais e servidor, sua interface é “muito similar” a do Windows – sem especificar se do 98, XP, Vista ou 7 – e ao contrário do que poderia se supor, sua distribuição não é gratuita: seus CDs são vendidos pelas ruas de Pyongyang pela bagatela de US$ 5 (R$ 9). Sua principal missão é fazer com que a Coreia do Norte possa ficar livre dos “males” dos softwares ocidentais

O estudante reporta que apesar da instalação do programa demorar apenas 15 minutos e dele parecer funcionar “da maneira correta”, os norte-coreanos dizem que o Estrela Vermelha não se revela exatamente amigável no uso cotidiano, preferindo continuar com suas versões piratas do Windows XP, Vista ou 7, que não chegam oficialmente ao país por conta do embargo imposto pelo governo norte-americano contra governos potencialmente “hostis”.

A Canonical Software acabou de liberar os primeiros screenshots da versão 10.4 do Ubuntu, a estrela mais brilhante da constelação das distribuições do Linux. A grande novidade é que o programa teve todo seu visual remodelado, dando fim ao “problema de imagem” que o sistema operacional tinha até hoje.

O velho padrão de cores em amarelo e marrom, que estava longe de ser uma unanimidade entre seus usuários, foi substituído por um tema modernete que combina roxo, preto, cinza e laranja, enquanto nem mesmo seu tradicional logotipo ficou de fora das mudanças e agora ostenta uma fonte menos redonda, com o “circle of friends” menor e em destaque.

O novo tema, chamado Light, foi desenvolvido sob as ordens do fundador do Ubuntu, o open-stevejobs Mark Shuttleworth. “O Light foi desenvolvido para lembrar luz, claridade e não nos deixar esquecer da importância do conceito de leveza. Um bom software precisa ser leve no sentido de usar seus recursos com eficiência, rodar rapidamente e ser facilmente moldado à qualquer necessidade”, afirma documento postado no wiki do sistema operacional. As alterações deverão ser estendidas aos outros projetos da Canonical, como o Xubuntu e o Kubuntu.

Marketeações à parte, as imagens divulgadas até o momento são um banho de água fria nos sonhadores que esperavam que o programa finalmente estreasse a interface Gnome 3. O Ubuntu 10.4 deve ser lançado oficialmente em abril.

O novo logotipo do Ubuntu.

A nova tela de boot: roxa.

O novo tema Light: repare no que o fundo de tela abandona as cores quentes.

Dark, uma variação do Light.

De acordo com o Google, o fim da linha para os velhos computadores de mesa pode estar mais próximo do que se imagina. John Herlihy, diretor de operações da gigante da web na Europa afirmou nesta terça-feira na conferência Digital Landscapes que “os desktops deverão se tornar irrelevantes em três anos”.

Para o executivo, o clássico conjunto formado por um gabinete grandalhão de metal, monitor, teclado, mouse e uma dezena de fios espalhados deverá ser substituído por smartphones como o principal meio de diversão e entretenimento dos usuários num futuro bem próximo. “Por exemplo, no Japão a maioria dos consumidores atualmente procura por smartphones, e não por computadores completos”, exemplificou.

O executivo acredita que uma das peça-chave para essa mudança de comportamento será o amadurecimento de ferramentas de computação de nuvem, que deixarão a tarefa de processar uma série de tarefas parrudas com servidores dedicados. “Dispositivos móveis permitirão que o conhecimento seja acessível a todos”, completou, otimista.

Futurologia à parte, uma pergunta: você trocaria seu computador de mesa por um smartphone? Diga aí, nos comentários.

Não satisfeita em apenas desenvolver a mais nova geração de seu Windows Mobile, a Microsoft resolveu começar a cozinhar para fora e anunciou sua primeira app feita especialmente para o Android, programa do Google feito para rodar em dispositivos móveis.

Disponível de graça no Android Market, o programinha não tem nada de mais: trata-se apenas de um leitor de código de barras capaz de ler e interpretar informações a partir da câmera do aparelho, similar a um programa da empresa que também é disponível para o Windows Mobile, Blackberry e Symbiam.

Longe de pretender ser uma inovação radical, o passo indica que a gigante de Redmond não pretende ignorar o sucesso de sua plataforma rival e que outras apps podem estar sendo desenvolvidas para os aparelhinhos do robô. [Inquirer]

"Quem são vocês?"

A Opera Software afirmou que os downloads de seu navegador triplicaram desde que a Microsoft passou a exibir uma tela de seleção de browsers para os usuários europeus do Windows.

“Os números variam de país para país, mas em diversos locais a procura por nosso programa aumentou em três vezes”, afirmou Rolf Assev, chefe de estratégia da companhia norueguesa ao site Computerworld. Bélgica, França, Espanha, Polônia e Reino Unido lideram a lista dos países em que o browser teve maior crescimento.

A tela de seleção de browsers começou a ser exibida na Europa na última segunda-feira, dia 1º de março, como parte de um acordo firmado entre a Microsoft e o órgão antitruste da Comissão Europeia, que investigava a empresa de Redmond por monopólio e concorrência desleal no mercado de navegadores de internet.

Acesse o browserchoice.eu e veja a tela de seleção

Em sua página principal estão os browsers Opera, IE8, Firefox, Chrome e Safari, mas uma barra de rolagem lateral também faz com que programas menos famosos, como o K-Meleon, FlashPeak, Avant, GreenBrowser, Maxthon, Flock e Sleipnir sejam exibidos. A ordem de exibição dos programas é aleatória, apesar dos browsers mais célebres terem direito a uma posição privilegiada na lista.

A Microsoft anunciou que o sistema operacional Windows 7 atingiu a marca de 90 milhões de unidades vendidas no varejo desde seu lançamento, que aconteceu há pouco mais de quatro meses, no último dia 22 de novembro. Seu antecessor, o Vista, demorou cerca de um ano para atingir marca semelhante.

Tamanha popularidade pode ser sentida nos índices de audiência dos sistemas operacionais. Dados da empresa de pesquisa NetApplications mostram que enquanto o 7 viu sua participação na web passar de 7,5% para 8,9% em fevereiro – aumento de 1,4% – os velhos XP, Vista e até mesmo o rival Mac OSX amargaram pequenas perdas no mês.

Os números mostram que o número de computadores com o Windows XP encolheu 0,7% e passou a estar presente em “apenas” 65,5% dos computadores conectados, enquanto o Vista despencou 1% e hoje contabiliza 16,5% de popularidade.

Assim, o índice total de máquinas rodando qualquer versão do Windows chegou a 92,12%, o mais alto registrado até hoje pela companhia responsável pela aferição dos números.

Já somadas, todas as versões do Mac OSX viram sua participação cair apenas 0,1%, mas não ficou claro se isso foi provocado por uma migração de usuários ou pelo aumento de vendas de cópias do Windows.

A Microsoft reconheceu que seu navegador Internet Explorer 8 ainda não é completamente compatível com pelo menos “dois mil site muito famosos” da rede.

Sem mencionar nomes ou dar maiores detalhes, a companhia afirma que apesar de atualmente deter o título de browser mais usado no mundo e às vésperas de completar um ano de seu lançamento oficial seu programa ainda precisa rodar algumas páginas no Modo de Compatibilidade, o que, por mais incrível que possa parecer, é motivo de comemoração: há 12 meses, esse índice era de três mil páginas, o que incluía até mesmo o MSN Portal, da própria Microsoft.

A revelação foi feita por Marc Sibley, gerente de programação da Microsoft, ao The Register junto da promessa de que sua companhia “está comprometida a fazer com que seu navegador seja o mais compatível possível com os padrões da rede”.