Google

Google é uma empresa multinacional de tecnologia sediada em Mountain View, na Califórnia. Foi fundada no dia 4 de setembro de 1998 por Sergey Brin e Larry Page, até então estudantes de Ciência da Computação da Universidade de Stanford. O buscador nasceu a partir do BackRub, um motor de busca que utilizava métodos mais eficientes para classificar páginas do que os concorrentes da época. Google é um trocadilho com a palavra "googol", nome dado ao número 1 seguido por cem zeros, simbolizando a enorme quantidade de informações presentes na Internet.

Enquanto a Microsoft debate se vai ou não tornar seu navegador Internet Explorer compatível com tags do padrão HTML 5, o Google sai na frente e toma a decisão por eles. A empresa liberou hoje um plugin chamado Google Chrome Frame que, em conjunto com um código inserido na página, fará as versões 6, 7 e 8 do navegador da Microsoft ‘entender’ códigos HTML 5.

Segundo um vídeo do engenheiro de software Alex Russell no blog do projeto Chromium, o Google Chrome Frame foi criado para ajudar desenvolvedores a “criarem aplicações web ricas e de ponta”. E para atingir tal objetivo, os desenvolvedores “precisam ter acesso à tecnologias como a tag canvas e melhorias recentes na performance de Javascript”, características que ainda não estão disponíveis em nenhuma das versões do IE.

O que o plugin faz é criar uma espécie de Google Chrome virtual dentro do Internet Explorer que vai renderizar o site que está sendo acessado usando as funções da engine de renderização Webkit, mas só o fará automaticamente em páginas que contiverem o código <meta http-equiv="X-UA-Compatible" content="chrome=1">. Esse código é uma adaptação da gambiarra criada pela própria Microsoft para fazer com o Internet Explorer 8 emulasse a renderização do Internet Explorer 7 em páginas ainda incompatíveis. Também é possível ativar o plugin manualmente inserindo cf: antes do http: na barra de endereços.

O Google Chrome Frame é gratuito está disponível para download neste link. Ele é um plugin de código aberto. E, surpreendentemente, não está em beta.

[Atualização às 18:50]: Testei o plugin no Internet Explorer 8 usando a página de testes de tags HTML 5 do YouTube. Confira no post completo o resultado.
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Mais uma novidade do Google. A empresa colocou hoje à disposição para download o Picasa 3.5, aplicativo para gerenciamento de fotos gratuito. Grande novidade dessa versão do software é o reconhecimento facial, que promete encontrar rostos que estiverem nas fotos.

O reconhecimento facial do Picasa segue o padrão estabelecido pelo iPhoto, da Apple. Uma vez que o aplicativo escaneie todas as fotos da galeria, informa quais são as prováveis localizações de rostos. Fica, então, a critério do usuário confirmar se há alguém naquela localização e informar o nome da pessoa. Nas próximas varreduras, o Picasa passa a reconhecer aquele mesmo rosto em outras fotos, e mais uma vez fica sob responsabilidade do usuário confirmar se a pessoa que o aplicativo sugere de fato é a que está na fotografia.

Reconhecimento facial do Picasa em funcionamento. (Reprodução/CNET)

Reconhecimento facial do Picasa em funcionamento. (Reprodução/CNET)

Quem tiver conta do Google se beneficiará do recurso de auto-completar nomes: o Picasa oferecerá nomes dentre aqueles cadastrados como contatos que se pareçam com o que está sendo escrito.

A nova versão do Picasa também terá integração com o Google Maps, para que o usuário possa informar em que local aquela foto foi feita. Uma vez que isso esteja cadastrado, será possível verificar no mapa em que locais as fotos estão. [CNET]

Em julho desse ano, um bug combinado do Google Apps com o Hotmail permitiu que um hacker roubasse documentos confidenciais do Twitter, alguns dos quais se tornaram públicos. Na semana passada, a história se repetiu. Outro bug no mesmo sistema de gerenciamento de emails do Google permitiu que estudantes em diversas univesidades nos EUA acessassem contas dos seus colegas de turma.

De acordo com o New York Times, o gerente de produtos do Google Apps não quis revelar números exatos de quantas pessoas ou escolas foram afetadas, mas o diretor de tecnologia da universidade de Brown, Donald Tom, estima que no mínimo 10 institutos enfrentaram os mesmos problemas.

O bug surgiu quando o sistema de emails antigos começou a ser migrado para o Google Apps. Houve uma falha em alguma parte da migração que permitiu que 22 estudantes (dentre as 200 contas de emails migradas) tivessem acesso mensagens que não pertenciam a eles. Para resolver o problema, o Google suspendeu as contas afetadas enquanto procurava e resolvia a falha, mas a suspensão ocorreu somente três dias depois que o problema foi reportado à empresa pelos próprios estudantes.

Não se espera que todos os serviços de email do mundo sejam perfeitos, sem bugs ou falhas de segurança, mas considerando que o Google Apps saiu da versão beta há pouco mais de 2 meses junto com o Gmail, o mínimo que podia se assumir é de que ele seria suficientemente seguro. Aparentemente, esse ainda não é o caso. [Slashdot]

Documentos do Google Docs passarão a ser indexados nas buscas

Documentos do Google Docs passarão a ser indexados nas buscas (Imagem: Info Online)

Nas próximas duas semanas os documentos públicos do Google Docs passarão a ser indexados por ferramentas de busca, tanto do Google como de terceiros.

O anúncio foi feito por uma funcionária da empresa, Marie F., no fórum de suporte do Google Docs. Ela adianta que a mudança deve acontecer em aproximadamente duas semanas. Mas você leitor que possui documentos na nuvem do Google, pode ficar tranqüilo: apenas os documentos que forem explicitamente publicados como “Publicar como Página da Web” serão pesquisados. Esses documentos então passarão a ficar disponíveis para a indexação e acesso público. Os demais documentos não serão afetados pela mudança.

Na última segunda-feira (14), baseando-me num artigo publicado pelo New York Times, eu noticiei que o Google tinha ampla participação nos mercados de internet do Brasil e da Índia. Cheguei a dizer que a empresa dominava a internet tupiniquim. No entanto, faltou deixar claro que a Microsoft, franca concorrente do Google, também tem enorme participação por aqui.

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De acordo com pesquisa feita pela comScore, os brasileiros passaram 46,35 milhões de minutos navegando na internet em julho desse ano. Na apuração, o Google conseguiu concentrar em seus sites 13,80 milhões de minutos dessa navegação, o equivalente a 29,8% do total. Enquanto isso, internautas brasileiros ficaram nos sites mantidos pela Microsoft por 13,97 milhões de minutos, ou 30,1%.

Em resumo, os brasileiros passaram (um pouquinho) mais tempo nos sites da Microsoft do que nos do Google.

Você deve estar se perguntando como a Microsoft consegue ter mais tempo de navegação que o Google. Fui até a Microsoft questioná-los sobre isso, e a Carol Aranha, porta-voz da Microsoft Brasil, me disse que a pesquisa da comScore engloba sites como portal MSN, o site da Microsoft Brasil, o Hotmail e o Bing, entre outros. Fica complicado traçar um comparativo entre os números de cada produto oferecido pela MS com os números do Google, uma vez que não são em todos os segmentos que as duas empresas disputam. Por exemplo, a Microsoft tem um site corporativo, enquanto que o Google não tem.

[Atualização] O Live Messenger também entra na conta em favor da Microsoft, como bem lembrou o Rodrigo em um comentário nesse post.

Falando especificamente de busca, o Google ganha de lavada de qualquer outro concorrente: tem 89,5% do tempo gasto na web, enquanto que o Bing da Microsoft não chega a 2% do tempo (tem 1,6%).

appstore-google-nao-entraPrimeiro a Apple proibiu a entrada do aplicativo do Google Voices na App Store, alegando que ele reproduzia funcionalidades nativas do iPhone. Quando o Google veio a público para anunciar a proibição, a FCC (equivalente à Anatel) logo iniciou uma investigação sobre o caso. A operadora AT&T, que comercializa o iPhone de forma exclusiva nos Estados Unidos, negou que tivesse algo a ver com a história, enquanto que a Apple deu a desculpa de que o aplicativo ainda aguardava avaliação dos revisores da App Store.

Hoje o Google colocou mais lenha nessa fogueira. Há algumas semanas atrás, também respondendo à FCC, a companhia negou a história contada pela Apple. Na carta o Google afirma que o aplicativo do Google Voice foi sim rejeitado pela App Store. Teria sido o próprio Phil Schiller, vice-presidente global de marketing da Apple, quem informou o Google da decisão.

“Representantes da Apple informaram ao Google que o aplicativo do Google Voice foi rejeitado porque a Apple acreditava que o aplicativo duplicava a função principal de discagem do iPhone”, escreveu Google em carta à FCC.

A investigação da FCC vai continuar em andamento. Logo, são grandes as chances de sabermos em breve quem conta a verdade. [CNET]

[Atualização às 16:00] Respondendo ao Ars Technica, a Apple disse que “não rejeitou o aplicativo do Google Voice e continua a discutir isso com o Google”.

Gráfico com as marcas mais valiosas. (Clique para ampliar)

Gráfico com as marcas mais valiosas. Clique para ampliar. (Reprodução/Interbrands)

A revista BusinessWeek e a empresa de consultoria em marcas Interbrands divulgaram a lista das empresas mais valiosas do mundo. Sem grande surpresa, a Coca-Cola tem a marca mais valiosa, de cerca de US$ 68,73 bilhões. Mas pelo menos na lista do Top 10 são empresas de tecnologia que marcam presença.

Em segundo lugar, com marca avaliada em US$ 60,21, está a gigante IBM. Logo em seguida encontramos a Microsoft, com sua marca valendo US$ 56,64 bilhões. O valor da marca “Microsoft” caiu 4% em relação ao relatório da Interbrands divulgado no ano passado.

Em quarto e quinto lugares estão, respectivamente, a General Electric (GE), com a marca avaliada em US$ 47,77 bilhões e a finlandesa Nokia, cuja marca vale US$ 34,86 bilhões.

Os analistas da Interbrands calcularam o valor da marca Google em US$ 31,98, ocupando o sexto lugar da lista. No intervalo de um ano o Google conseguiu valorizar a própria marca em incríveis 25%, sendo uma das companhias cujas marcas ganharam mais valor.

A Intel fecha a lista das dez marcas mais valiosas do mundo, em nono lugar, com marca avaliada em US$ 30 bilhões.

Amada e idolatrada por seus clientes, a Apple aparece somente como 20ª marca mais valiosa do mundo, de acordo com os dados fornecidos pela Interbrands. O valor de marca da Mação é de US$ 15,44 bilhões.

Provando qualquer site além do facebook pode aprender alguma coisa com o Twitter, o site de vídeos YouTube passou a mostrar Trending Topics (tópicos em tendência, em tradução livre.) na página de browse, em que são exibidos vídeos em destaque. Diferente do Twitter, a barra dos Trending Topics está no final da página e mostra quais são os assuntos mais buscados no site no dia e não numa determinada hora.

Além disso, o YouTube modificou o sistema de comentários, mudando para um código em ajax que carrega vários comentários sem precisar recarregar a página. Também foi implementado um código que, caso o usuário esteja assistindo um vídeo e saia da página por acidente, reposicionará o marcador do tempo exatamente onde o vídeo parou de tocar, mas que só funciona se o usuário tiver assistido a mais de um minuto dele.

Contudo, segundo o post no blog oficial anunciando as mudanças, todas elas estão em estado experimental e poderão ser deslocadas para outros locais do site caso façam sucesso. Ou serão movidas ao limbo, se ninguém se importar em usá-las. [Mashable]

A companhia taiwanesa HTC anunciou hoje que vai trazer para o Brasil o primeiro smartphone que utiliza a plataforma Android, mantida principalmente pelo Google. Por enquanto, não há informações sobre quanto o aparelho irá custar.

Tela inicial do HTC Magic com interface HTC Sense e cliente do Twitter. (Divulgação)

Tela inicial do HTC Magic com interface HTC Sense e cliente do Twitter. (Divulgação)

Embora no resto do mundo a HTC adote a interface padrão do Android no HTC Magic, para o mercado brasileiro a empresa decidiu utilizar o HTC Sense. Rodrigo Byrro, gerente de produtos para América Latina, definiu o que é o HTC Sense: “um conceito sobre o qual a empresa desenvolve produtos”.

htc-magic-brasil-2Um dos aplicativos nativos no HTC Magic será a previsão do tempo. Parece algo banal, mas a HTC inovou ao permitir que essa previsão do tempo se adapte ao local onde a pessoa está. Byrro exemplificou: se o dono do aparelho fizer uma viagem de São Paulo ao Rio de Janeiro de carro, verá a previsão do tempo ser atualizada quando chegar na capital fluminense. O mesmo ocorre com o fuso horário do aparelho, que se ajusta ao país onde ele estiver. Para entregar esses dados com precisão, o HTC Magic terá GPS integrado.

De olho no público que gosta de estar conectado, a HTC incluiu nativamente no Magic clientes para Facebook e para Twitter. Além de poder enviar atualizações para as duas redes sociais, o dono do aparelho poderá informar ao Magic quando um contato da agenda do smartphone estiver no Facebook ou Twitter e criar uma ligação entre a agenda e o serviço em questão. Funciona mais ou menos como no Pre, desenvolvido pela Palm.

Mesmo tendo duas redes sociais importantes, o HTC Magic por enquanto não terá nenhum aplicativo especificamente para o Orkut, principal site do tipo no Brasil.

O HTC Magic contará com câmera digital embutida de 3,2 megapixels e foco automático. Assim que uma foto for feita, o usuário terá a opção de enviá-la – através da rede 3G ou de Wi-Fi – para Facebook ou Flickr, caso mantenha conta em algum desses serviços.

Perguntado sobre a presença de Android Marketplace, a loja de aplicativos do Android, Rodrigo Byrro disse que o aparelho está apto a obter aplicativos da loja, mas que por enquanto não anuncia nada sobre isso. Ficará a cargo do Google definir como a Android Marketplace será introduzida no Brasil.

Você pode encontrar todas as especificações técnicas do HTC Magic nessa página. A HTC não informou quando o aparelho começará a ser vendido nem por quais operadoras.

Logo-Google-BooksO Google passará a oferecer, em parceria com a empresa On Demand Books, a impressão de parte dos livros que mantém armazenados no serviço Google Books. O usuário poderá escolher entre milhares de publicações que já caíram em domínio público, e por isso podem ser impressas e vendidas sem o pagamento dos direitos autorais.

Todo o processo de impressão será feito na hora, na frente do cliente. Para tanto, os estabelecimentos interessados em oferecer o serviço deverão comprar a Espesso Book Machine, uma impressora que custa US$ 100 mil.

Um livro com 300 páginas em escalas de cinza e uma capa colorida levará cerca de 4 minutos para ser impresso. O custo será de US$ 3,00 em materiais, mas a On Demand Books recomenda que o preço final do livro seja de US$ 8,00, para que o estabelecimento mantenha a margem de lucro (e pague a ela e ao Google parte do valor).

O Google já disse que planeja doar a parte dele no valor recolhido com a venda dos livros sob demanda para alguma instituição de caridade, sem especificar qual. [Wired]