Microsoft

A Microsoft é uma empresa que foi fundada em 1975 por Bill Gates e Paul Allen e que tem o seu foco na criação de softwares, embora atue em outras áreas também. Atualmente, seus principais produtos são o sistema operacional Windows 7 e sistema operacional para smartphones Windows Phone. Seu próximo sistema, o Windows 8, já foi liberado em versão de teste gratuitamente em fevereiro de 2012 e terá como foco os PCs e tablets. Outros destaques ficam por conta do pacote de aplicativos de escritório Office e o seu buscador Bing. A Microsoft Brasil existe desde 1989 e emprega mais de 600 funcionários.

John Curran mostra a nova interface do Windows 7. (Reprodução)

Nova interface do Windows 7. (Reprodução)

O Times Online convidou John Curran, diretor da divisão de negócios do Windows no Reino Unido, para uma “visita guiada” ao novo sistema operacional da empresa. Curran listou sete motivos para amar o Windows 7:

  1. Nova interface: John Curran cita a facilidade de “fazer tudo o que você quer no PC”.
  2. Interface touchscreen: o Windows 7 estará pronto para quem quiser usá-lo em um dispositivo touchscreen.
  3. Segurança de dados: BitLocker permitirá a criptografia de dados em HDs internos, externos e também em cartões de memória e pendrives.
  4. Transmissão de conteúdo multimídia: o novo sistema operacional poderá ser integrado a equipamentos de áudio e vídeo, para os quais ele poderá transmitir conteúdo e também receber.
  5. Nova busca: a busca integrada do Windows 7 será mais rápida e eficiente que a do Vista.
  6. Home groups: “grupos domésticos” em português, é a funcionalidade que permitirá que o usuário crie uma rede doméstica e compartilhe documentos, fotos, vídeos e demais arquivos com extrema facilidade.
  7. Modo XP: caso o usuário precise, poderá rodar aplicativos como se estivesse em um computador com Windows XP nativamente instalado.

O Windows 7 tem lançamento previsto para outubro desse ano. Você pode ler o artigo completo e ver o vídeo da “visita guiada” feita por John Curran clicando aqui.

Mais uma pá de cal é jogada em cima do caixão do finado Internet Explorer 6: foi a vez do YouTube dar sua singela despedida ao browser de quase dez anos de idade da Microsoft. A partir de agora, quem acessar o site utilizando o IE6 receberá uma mensagem como a que você pode conferir abaixo, na qual é sugerido que o usuário atualize seu browser para a versão mais nova, o Internet Explorer 8, ou a versão atual de dois de seus concorrentes, Firefox 3.5 ou Google Chrome 2.

Nós do Tecnoblog não utilizamos o IE6 para tirarmos uma screenshot =/

Nós do Tecnoblog não utilizamos o IE6 para tirarmos uma screenshot em português =/

Enquanto outros sites simplesmente recomendam a utilização de um browser decente atual, o que acontece no YouTube não é assim tão simples. Com a notificação de que o IE6 não será mais suportado pelo site, deixa também em aberto o futuro sobre o serviço, uma vez que não tendo que garantir o funcionamento em um browser defasado, novas tecnologias podem ser trazidas a público.

Diferente do que pode parecer, até mesmo a Microsoft já tentou, mais de uma vez, acabar com o império do Internet Explorer 6, mas nem mesmo depois de muito marketing e duas versões melhores, mais rápidas e mais seguras do browser, conseguiram mandar o tão mal falado navegador ao limbo digital. [Techcrunch]

Microsoft OfficeJá estava nos planos da Microsoft o lançamento de um patch de segurança para o Office com correções de vulnerabilidades divulgadas há mais de um ano. Mas antes que a atualização fosse disponibilizada, a empresa de Redmond já tem mais um buraco para tapar.

Uma vulnerabilidade, classificada como crítitica pela empresa de anti-malware Sophos, foi encontrada em um ActiveX que faz parte dos Componentes Web do Microsoft Office 10 e 11, e já está sendo usada em ataques online e pode já ter se tornado parte de um Exploit Kit. As informações são de Vanja Svajcer em um artigo para o blog Sophos Lab.

Curiosamente, ambas as versões não possuem a vulnerabilidade em sua instalação padrão. Entretanto, aqueles que possuírem instalados os seguintes produtos listados abaixo estarão vulneráveis. São eles:

  1. Office XP SP3;
  2. Office 2003 SP3;
  3. Office XP Web Components SP3;
  4. Office 2003 Web Components SP3;
  5. Office 2003 Web Components for the 2007 Microsoft Office System SP1;
  6. Internet Security and Acceleration Server 2004 Standard Edition SP3;
  7. Internet Security and Acceleration Server 2004 Enterprise Edition SP3;
  8. Internet Security and Acceleration Server 2006;
  9. Internet Security and Acceleration Server 2006 SP1;
  10. Office Small Business Accounting 2006.

O ActiveX integrante dos Components Web do Office permite a visualização de planilhas, além de banco de dados e tabelas, diretamente da internet. Com o exploit, se o usuário acessar o site malicioso utilizando o Internet Explorer, o atacante pode ganhar todos os direitos do usuário e executar códigos maliciosos livremente.

A recomendação para aqueles que possuem seu sistema vulnerável é que faça a atualização assim que esta estiver disponível. Enquanto isso evite visitar sites desconhecidos ou escolha um browser melhor. [BetaNews]

LogoWindows7.jpgNoticiamos mais cedo que o Windows 7 RTM (Release To Manufacturer), build 7600.16384.090710-1945, havia vazado e que já estava disponível em sites de download. A Microsoft, no entanto, nega que o suposto RTM disponível em alguns trackers de torrent seja verdadeiro.

Em post no Windows Team Blog, Brandon LeBlanc afirma que eles “estão próximos, mas ainda não finalizaram o Windows 7”. O funcionário da Microsoft garante que, uma vez que a versão RTM do sistema operacional seja lançada, os interessados poderão ficar sabendo através do próprio blog oficial. De acordo com o post, o Windows 7 RTM deve ser liberado somente na segunda metade de julho.

LeBlanc argumenta que para que o RTM seja considerado pronto é preciso que as traduções do Windows 7 em todos os idiomas estejam completamente finalizadas. Portanto, ainda há trabalho a fazer nas versões locais do 7.

Outro ponto no qual Brandon LeBlanc toca é com relação ao preparo dos parceiros globais. LeBlanc escreveu que é “extremamente” importante” para a empresa que parceiros como Dell, HP, Lenovo e Acer estejam prontos para o Windows 7 RTM.

Como previsto, ocorreu hoje o anúncio oficial do programa beta da suíte de aplicativos Office 2010, durante a Worldwide Partner Conference (WPC), em Nova Orleans. No mesmo dia a Microsoft deu mais detalhes sobre a versão do Office voltada para web e também para dispositivos móveis

Office Web Applications

Microsoft Word baseado na web. (Reprodução)

Microsoft Word baseado na web. (Reprodução / Clique para ampliar)

Para fazer frente ao Google Docs, ferramenta gratuita fornecida pela empresa de Mountain View, a Microsoft decidiu desenvolver uma versão do Office para web, que será totalmente gratuita. Inicialmente serão oferecidos Word, Excel, PowerPoint e OneNote (aplicativo para registro de notas).

O interesse da Microsoft é em fazer o Office Web Applications parte da Windows Live, que já conta com serviços como Hotmail e também o buscador Bing. Embora a empresa planeje que os serviços sejam oferecidos gratuitamente, ainda não há consenso sobre a inclusão de publicidade nas páginas. O Google Docs ainda não exibe anúncios.

Safari, Firefox e Internet Explorer deverão rodar Office Web Applications sem problemas.

Microsoft Mobile 2010

PowerPoint através do Office Mobile.

PowerPoint Mobile. (Reprodução)

A versão do Office 2010 para dispositivos móveis permitirá que todo o conteúdo dos documentos seja gerado nos próprios servidores da Microsoft, sem depender da capacidade de processamento do aparelho. iPhones e Blackberrys, que utilizam plataformas concorrentes ao Windows Mobile da Microsoft, também poderão visualizar documentos através do Microsoft Mobile 2010. [CNET/Neowin]

[Atualização às 23:16] O nome correto do produto é “Microsoft Mobile 2010″, e não “Office Mobile”.

[Atualização às 23:41] A PC Magazine publicou um slideshow com imagens do Office 2010, que deve ser lançado no início do ano que vem. Vale a pena dar uma conferida.

windowsofficeA compilação 7600.16384.090710-1945 do Windows 7 caiu na rede e é peixe fresco, segundo o Ars Technica. Eles dizem que o número de build indica que essa versão do Windows 7 foi compilada há apenas 3 dias. A especulação no momento é de que essa seria a versão RTM (Release to Manufacturing), que seria liberada para fabricantes de computadores parceiras da Microsoft ainda neste mês.

E quase de mãos dadas com o novo sistema operacional, uma nova build do Technical Preview do Office 2010 também vazou dos servidores internos da Microsoft na tarde de ontem e já está disponível para download não-oficial em vários sites de torrent e redes de compartilhamento de arquivos. Essa build, 14.0.4302.1000, é mais nova do que aquela que vazou em maio desse ano, possivelmente com menos bugs. Ênfase no ‘possivelmente’.

Segundo o site NeoWin, a Microsoft estaria planejando lançar hoje um programa de beta privado do Office 2010, durante a Worldwide Partner Conference em New Orleans, EUA. Mas ainda não se sabe se a versão oferecida aos testers seria essa que vazou ou alguma mais antiga. [NeoWin / Ars Technica]

Logo-Microsoft-SilverlightO Silverlight, grande concorrente do Flash desenvolvido pela Microsoft, chegou à versão 3.0. Algumas das melhorias dessa versão são na área de exibição de imagens em três dimensões e também a possibilidade de rodar aplicativos fora do ambiente do navegador, o que certamente chega como concorrente à tecnologia Air, também da Adobe.

Segundo a Microsoft, a adoção do Silverlight como ferramenta de exibição de conteúdos multimídia e interativos na web cresceu bastante. A companhia alega que um em cada três dispositivos com acesso à rede tem Silverlight instalado.

Um dos trunfos do Silverlight 3 é a tecnologia Smooth Streaming, que detecta a velocidade da conexão à internet e adequa o streaming para que o usuário tenha a melhor experiência possível. Dessa forma não o risco de uma pessoa com acesso de 500 kbps tentar assistir a um filme em alta definição, o que a deixaria frustrada uma vez que a banda não é suficiente para esse tipo de transmissão. [WinAjuda / PC World]

Microsoft Gazelle

Eu sei, mas você pensou a mesma coisa

Então finalmente o Google apresentou seu sistema operacional não-Android, o que de certa forma não foi nenhuma novidade, todos já sabiam que isso um dia aconteceria, a única surpresa foi a data. Afinal essa é uma das poucas áreas onde a gigante das buscas não possui um produto de peso, na verdade nem possuía um produto, e não misteriosamente é a área de destaque e dominância de sua arquiinimiga.

Mas se essa é uma noticia tão certa, a Microsoft já deveria estar preparada para o dia que a guerra fosse anunciada, correto? Coincidência ou não, no dia 7 de julho, mesmo dia em que o blog do Google anunciava sua nova empreitada, foi publicado um artigo no CNET News sobre um projeto na Microsoft Research nomeado Gazelle.

Diferente do Chrome OS, que consistirá em um sistema baseado no Linux feito exclusivamente para execução de seu browser Chrome, o projeto documentado pela primeira vez na página da Microsoft Research em fevereiro deste ano visará à segurança do sistema durante a navegação.

De acordo com seu relatório técnico (cuidado, PDF), o Gazelle é desenvolvido como com um sistema operacional multi-principal, possuindo seu próprio kernel exclusivamente para gerenciar os recursos necessários à navegação sem a necessidade de fazer chamadas ao sistema operacional de uso geral. Dessa forma cria-se uma camada que garante maior proteção e estabilidade ao sistema como um todo, sem afetar a performance da máquina.

O projeto, por si só, já seria uma grande evolução se comparado ao atual sistema de proteção de processos existentes nos browsers mais modernos disponíveis, como o do próprio Google Chrome e da nova versão do Firefox. Ele poderia se tornar um grande avanço para o Internet Explorer, uma vez que as tecnologias podem ser incorporadas numa futura versão.

No entanto, com a reviravolta ocorrida durante essa semana, é bem possível e sensato que a Microsoft aproveite o que já foi desenvolvido, mude o foco do projeto e invista numa total independência de seu kernel, criando um navegador totalmente independente de sistema operacional. Aí sim a MS voltaria a estar um passo a frente da concorrência da forma mais simples possível.

Sorte, visão de mercado ou inovação. Independente do nome que se dê, a Microsoft tem novamente um trunfo na manga e não pode desperdiçar a oportunidade. Se um dia viveremos 100% do tempo conectados para aproveitar todo o potencial da “nuvem”, aí são outros quinhentos. [Gizmodo / CNET]

bingsideParece que a campanha milionária da Microsoft em cima da sua mais nova “máquina de tomar decisões” Bing está dando resultado. De acordo com o site de estatísticas Compete.com, Bing.com teve 49 milhões de acessos no mês passado. Esse total é maior do que os acessos do Twitter (23 milhões), CNN.com (28 milhões) e Digg (38 milhões), e ele só foi tornado público há pouco mais de um mês. Isso faz do Bing o 13º site mais acessado nos EUA, pois os dados de acesso levam em consideração apenas acessos no território americano.

A empresa também começou a integrar Bing a seus serviços. Além de usá-lo nos sites internos, ele passou a estar disponível no serviço de email Hotmail, em forma de uma barra lateral intitulada de ‘Quick Add’, que antes usava o Live Search. A barra aparece na criação de um novo email, sendo que nela é possível buscar dados sobre restaurantes, mapas, imagens e horários de filmes, dentre outras coisas, e inseri-los no corpo da mensagem.

O Tecnoblog News observou que essa característica infelizmente está disponível apenas para usuários que usam a versão do Hotmail na língua inglesa. [Mashable / TechCrunch]

O primeiro rascunho da versão 5 do HTML apareceu em janeiro de 2008, segundo a Wikipedia, e desde então tem sido adaptada com frequência. A W3C, que é a organização responsável por modificar e atualizar as implementações do HTML, tem trabalhando bastante nessa versão a fim de que ela possa ser lançada o mais cedo possível. Entretanto, devido à discussões entre as principais fabricantes de navegadores, a atualização da liguagem vai ter duas tags cortadas.

As tags <video> e <audio> foram sugeridas originalmente pela IBM em agosto de 2007 e iriam tornar desnecessário o uso de plugins para ver vídeos e ouvir arquivos de áudio em páginas da web. Para isso acontecer, seria necessário embutir um codec específico para a tag <audio> e outro para a tag <video> dentro de todos os navegadores. E é nessa parte que o debate pegou fogo.

Segundo Ian Hickson, um dos editores da W3C trabalhando no HTML 5, não foi possível entrar em um consenso com todas as empresas sobre quais codecs seriam os padrões para as novas tags. Ele cita os responsáveis em um email:

A Apple não vai suportar Ogg Theora no Quicktime por se preocupar com patentes (apesar do fato do codec ser de domínio público). Opera e Mozilla se opõe ao uso do H.264 devido a problemas com distribuição e licenciamento. Google também tem problemas similares a esses, apesar de já implementar os codecs H.264 e Ogg Theora no Chrome. E a Microsoft não se comprometeu a suportar a tag <video>.

A notícia da exclusão das tags chegou um pouco tarde para sites como o Video Bay, que é inteiramente baseado nelas, e o Daily Motion, que já tinha até criado uma página específica com todo o seu conteúdo em vídeo convertido para o codec Ogg Theora para navegadores que suportam a (falecida) <video>. [Slashdot]