Windows 7

Windows 7 foi lançado em julho de 2009 pela Microsoft. Sucessor do Windows Vista, ele herda uma série de recursos da versão anterior do sistema, como o visual Aero e a barra lateral (Windows Sidebar). Internet Explorer 7 é o navegador padrão e o Windows Media Player 12 é o software incluso para reprodução de filmes e músicas. Entre os aplicativos novos para W7 estão o Windows Calendar, auxiliar de agenda da Microsoft; Windows Mail, para envio e recebimento de mensagens; e Windows Movie Maker, para edição de filmes no computador de casa.

windowsofficeA compilação 7600.16384.090710-1945 do Windows 7 caiu na rede e é peixe fresco, segundo o Ars Technica. Eles dizem que o número de build indica que essa versão do Windows 7 foi compilada há apenas 3 dias. A especulação no momento é de que essa seria a versão RTM (Release to Manufacturing), que seria liberada para fabricantes de computadores parceiras da Microsoft ainda neste mês.

E quase de mãos dadas com o novo sistema operacional, uma nova build do Technical Preview do Office 2010 também vazou dos servidores internos da Microsoft na tarde de ontem e já está disponível para download não-oficial em vários sites de torrent e redes de compartilhamento de arquivos. Essa build, 14.0.4302.1000, é mais nova do que aquela que vazou em maio desse ano, possivelmente com menos bugs. Ênfase no ‘possivelmente’.

Segundo o site NeoWin, a Microsoft estaria planejando lançar hoje um programa de beta privado do Office 2010, durante a Worldwide Partner Conference em New Orleans, EUA. Mas ainda não se sabe se a versão oferecida aos testers seria essa que vazou ou alguma mais antiga. [NeoWin / Ars Technica]

De acordo com o StatCounter, famoso site de Estatísticas e Web Tracker, o novo Windows 7 já aparece lado a lado com o Linux nas estatísticas de uso em desktops. Apesar da popularização do Linux nos ultimos anos, acelerada por sua utilização em massa nos primeiros modelos de netbooks, o sistema gratuito e de código aberto ainda se mantém com menos de 1% de utilização, independente de versão utilizada.

Os 5 SO mais utilizados em Desktops

Obviamente, o fato do Windows 7 ainda estar sendo distribuído gratuitamente pela Microsoft em sua fase “pré-lançamento” contribui para sua popularização tão rapidamente, e acredita-se que essa velocidade irá diminuir com seu lançamento e preço de comercialização, entretanto não se pode subestimar o poder da nova versão do sistema operacional da Microsoft, considerada por muitos a melhor versão já criada pela gigante de Redmond.

Ainda na estatística dos seis sistemas operacionais mais utilizados em desktops, aparecem o Windows 7 na quinta colocação atrás do Linux em quarto por somente 0.03 pontos, em seguida aparece o Windows 2000 na quarta colocação, Mac OS X na terceira colocação, Windows Vista na segunda, e no alto do pódio o até então imbatível Windows XP que já desafiou a morte mais de uma vez em seus 10 anos de vida. [Download Squad]

A partir de hoje (26), a compra de computadores com o Windows Vista instalado já permite que a atualização do sistema para o novo Windows 7 seja feita sem custos adicionais. Os usuários devem se informar se o fabricante de seu computador faz parte do Programa Windows 7 Upgrade Option, que já está disponível no Brasil.

Windows 7 Upgrade Option

Os fabricantes participantes poderão incluir um formulário de oferta no computadores qualificados informando sobre a possibilidade de atualização gratuita, apesar de não ser obrigatória a inclusão deste. Caso seu computador tenha sido comprado após o dia 26/06 mas não veio com o formulário, você pode verificar se seu computador faz parte da promoção acessando o site do Windows 7 Upgrade Option e informando sua CD-Key no formulário especifico. Lembrando que não são todos os fabricantes que participam do programa.

As seguintes opções estão disponíveis para upgrade:

Windows Vista Home Premium   ->   Windows 7 Home Premium
Windows Vista Business   ->   Windows 7 Professional
Windows Vista Ultimate   ->   Windows 7 Ultimate

Entretanto computadores com Windows Vista Home Basic, Starter Edition ou qualquer edição do Windows XP estão de fora do programa e deverão fazer o upgrade de forma normal, ou instalação completa no caso do Windows XP. O programa vai até 30 de abril de 2010, mas os usuários deverão fazer seus pedidos até 28 de fevereiro do mesmo ano.

A Microsoft anunciou nessa quinta-feira (25) os preços das mais variadas versões do Windows 7, que começará a ser vendido mundialmente a partir do dia 22 de outubro deste ano. O anúncio também incluiu detalhes sobre o plano de upgrade para atuais usuários do XP e Vista.

windows7

Para aqueles que ainda não possuem Windows, o preço será de US$ 199,99 pela versão Home Premium, US$ 299,99 pela versão Professional e US$ 319,99 pela versão Ultimate. Em reais, os preços variam de R$ 391 a R$ 628 de acordo com a cotação da moeda hoje. Aos usuários que já tem alguma versão do sistema operacional da Microsoft, seja Vista ou XP, rodando nos seus computadores, o Windows 7 será vendido aos seguintes preços: US$119,99 pela versão Home Premium, US$199,99 pela versão Professional e US$219,99 pela versão Ultimate. Já em reais, esses preços vão de R$ 235,18 a R$ 431,19.

Ainda sobre o Windows 7, a gigante do software declarou que não irá oferecer seu programa de upgrade na União Européia. Isso ocorre porque, segundo a Microsoft, eles estão “se esforçando para obedecer as regulamentações de concorrência impostas [pela UE]“. Por esse mesmo motivo, todas as versões do sistema serão vendidas por lá com uma adaptação específica para consumidores europeus: será o chamado Windows 7 E, a única versão sem um navegador para internet.

A empresa também anunciou que qualquer pessoa que comprar um computador com Windows Vista Home Premium, Professional ou Ultimate instalado poderá fazer o upgrade gratuitamente para o Windows 7 quando este for lançado. Além disso, informou que na data de lançamento, planeja ter a versão em Português Brasileiro (além de outras 13 línguas) pronta para a venda. [The Windows Blog]

Logo-Windows-AzureA Microsoft planeja dar mais detalhes sobre o seu Windows Azure, sistema operacional nas nuvens, no próximo mês. Dentre outros detalhes, a empresa promete detalhar como será o plano de negócios do novo empreendimento.

O Azure foi anunciado durante a conferência PDC, em outubro do ano passado. Também foi nessa conferência que a Microsoft demonstrou algumas das novidades do sistema operacional Windows 7, sucessor do Vista. No caso do Azure, estamos falando de um sistema operacional para a cloud computing, ou computação nas nuvens.

Segundo informações preliminares, o Windows Azure funcionará como uma plataforma para desenvolvimento de aplicativos baseados na web. O desenvolvedor ficaria a cargo da programação do software online, mas a Microsoft manteria a estrutura para armazenamento de dados e vendas desses produtos. O mais próximo que se tem disso atualmente é a App Store, da Apple, que armazena e vende aplicativos para iPhone OS, mas não salva dados de usuários na nuvem.

Um dos itens em aberto é com relação à hospedagem de arquivos. A Microsoft ainda não sabe se vai manter os próprios data centers ou se deixará essa atividade para algum parceiro. Qualquer que seja a escolha, é bom ficar de olho na questão da privacidade desses dados. [CNet News]

A Microsoft informou hoje que o Windows 7, próxima versão de seu sistema operacional, não incluirá o navegador Internet Explorer nas vendas efetuadas na Europa. O objetivo da empresa é estar de acordo com as determinações da Comissão Europeia, que continuamente investiga a Microsoft por monopolização e concorrência predatória.

Com isso, a União Europeia terá uma segunda sorte de Windows 7, conhecido como Windows 7 E. Embora a Microsoft já tenha afirmado ser impossível remover o Internet Explorer do Windows, uma vez que o aplicativo tem forte ligação com o Windows Explorer, a empresa afirmou que no Windows 7 E o navegador não apenas estará oculto, mas será completamente apagado do sistema.

Uma vez que um computador sem navegador não tem como acessar a internet – sequer para baixar um segundo navegador -, a Microsoft espera que fabricantes de computadores instalem previamente navegadores nos PCs ou disponibilizem CDs que contenham opções de browsers. No resto do mundo o Windows 7 será vendido com Internet Explorer 8 embutido.

A data prevista para lançamento mundial do Windows 7 é em 22 de outubro. O sistema operacional será o sucessor do Windows Vista, um dos SOs mais problemáticos da história da Microsoft. [Computerworld]

O site Download Squad fez um post indicando alguns pacotes, que prometem deixar os Windows XP e Vista, com a cara do tão esperado Windows 7. Para tirar a prova, resolvi escolher aquele que parecia ser o melhor, e instalar aqui no meu Macbook.

Digo, no meu Windows XP via VMWare.

Há alguns anos, o famoso Longhorn Transformation Pack (que depois mudou de nome para Vista Transformation Pack) fazia a minha alegria no Windows XP. Foram tantos anos usando o mesmo sistema, que eu já não aguentava mais o visual Candy Style do XP.

Enfim, chega de papo e vamos ao que interessa. Eis os candidatos:

Windows XPSevenVG Refresh, Windows 7 Complete e Seven Remix 2.0.

Windows Vista – Windows 7 Essentials Pack.

Após analizar minuciosamente os detalhes de cada um, optei por instalar o SevenVG Refresh. Na verdade, foi o que me pareceu mais bem feitinho, olhando pelas screenshots.

A instalação é praticamente indolor. Pelo que entendi, nenhum deles possui um instalador decente, como era o do VTP (Vista Transformation Pack, e não Vatapá). Pelo menos no SevenVG, você tem que baixar um pacote Zip, que vem com cinco pastas dentro.

Antes de fuçar nas pastas, você precisa instalar o Uxtheme Multi-patcher, que faz com que o Windows aceite pacotes visuais de terceiros.

E depois de tudo feito, eis o resultado final: Leia mais

ballmerfist1A partir desta sexta-feira (09/01/2009), o novo sistema da Microsoft poderá ser baixado oficialmente através do site oficial do produto. O anúncio foi feito ontem pelo CEO da Microsoft, Steve Ballmer, durante a CES 2009.

O chefe mais doido do mundo não só anunciou o primeiro beta público do Windows 7, como encorajou todos os espectadores a fazerem o download do sistema o quanto antes. “Este é o melhor Windows de todos os tempos” disse Ballmer.

Este anúncio vai um pouco contra todo esse suspense que a Microsoft vinha fazendo até agora. Segundo a nossa fonte secreta, o segredo tinha o propósito de causar mais impacto quando o sistema fosse lançado. Era tudo uma tática para evitar que quando a versão final do Windows 7 saísse, as pessoas já estivessem acostumadas com as novidades ao ponto de não se impressionarem mais.

Eles acham que foi por isso que o Vista não causou tanto buzz, e isso tem um fundo de razão sim.

Ainda não entendi o que se passou para que a Microsoft mudasse de estratégia tão rápido. Há um mês quando entrevistamos Andrew Cushman, ele chegou a falar que poderia ser demitido se respondesse alguma de minhas perguntas sobre o Windows Seven. E agora, qualquer pessoa poderá baixar uma copia original do sistema completamente de graça, e com o consentimento da Microsoft.

A Apple sim pode se dar ao luxo de mostrar o sistema apenas na data de lançamento, mas a Microsoft não. É meio difícil desenvolver um sistema sem bugs, e que seja 100% compatível com todas as combinações de hardware existentes no mundo, sem que ele passe por uma bateria de testes como essa. Neste caso, perder a sensação do novo é um preço a se pagar.

Por outro lado, se a Microsoft já sabia disso, a postura adotada anteriormente já não faz tanto sentido.

A idéia de que o Windows 7 pode continuar com o mesmo visual do Vista me frustra bastante. Afinal, se não olharmos para a nova taskbar, sobram os gadgets que continuam iguais, o background que é muito parecido com o do Vista, e a já manjada interface Aero.

Será que isso muda até o lançamento da versão final?

Segundo a última edição do relatório de Inteligência e Segurança publicado pela Microsoft, o Brasil é um dos países com maior incidência de ataques de malwares. O país está na sexta colocação, em um ranking que é liderado por (pasmem) Afeganistão.

Andrew Cushman, diretor sênior do Microsoft Security Response Center lá em Redmond, esteve no Brasil esta semana para participar do dia de segurança em informática. A convite da Microsoft, me encontrei com ele em São Paulo, e conversamos um pouco sobre o assunto.

É a primeira vez que este relatório traz informações específicas sobre o Brasil. Segundo Andrew, cada país possui um cenário específico, e é preciso conhecer a fundo cada um deles, para poder lidar com os diferentes tipos de ataques.

Os ataques predominantes no Brasil, por exemplo, são relacionados a roubo de credenciais (login e senha de bancos). Esses trojans estão presentes em pelo menos 60% das máquinas brasileiras.

Como a Microsoft sabe disso? Andrew disse que os dados se baseiam nas detecções feitas pelos softwares de segurança da Microsoft. Isso significa que a taxa é ainda maior, se levarmos em consideração as ameaças ainda não identificadas.

Só no primeiro semestre, houve um aumento de 92% de computadores brasileiros reportando a presença de algum software malicioso. Culpa da inclusão digital? Talvez.

Certamente, o melhor anti-vírus é o usuário. O efeito Casas Bahia está colocando muita gente das classes C e D na internet. Isso é bom, mas não quando não há um direcionamento. O resultado disso é que o usuário passa o dia inteiro em MSN e Orkut, e não tem um pingo de malícia antes de clicar em links duvidosos.

“Os brasileiros são muito calorosos e amigáveis, e percebo que eles também tem muito bom senso. Nenhum deles deixa desconhecidos irem entrando em suas casas, mas eles não agem da mesma forma quando estão no computador.” – afirmou Cushman.

Durante toda nossa conversa, Andrew disse várias vezes que ele é uma pessoa muito otimista. Ele sabe que a indústria de software sempre estará um passo atrás dos hackers, mas não acredita em um futuro caótico. Não se isso depender do trabalho dele.

“O que nós da Microsoft recomendamos, é que o usuário mantenha o Windows sempre atualizado. O hacker é preguiçoso, ele prefere desenvolver um vírus para Windows XP ao invés de procurar falhas no Windows Vista.” – disse Cushman

Quando fomos avisados que nosso tempo estava se esgotando, resolvi arriscar, e perguntar para Andrew que melhorias veremos no Windows 7 nesta parte de segurança. A resposta veio em tom de sarcasmo, acompanhada de gargalhadas:

- “Bela tentativa, mas eu seria demitido se lhe contasse!”

E dá-lhe clima de suspense em Redmond! :D

Imagem original via: Flickr jeffkee.

Após sua apresentação no TechED 2008, Artur Higashiyama que é MVP Directory Services, bateu um papinho com o TecnoBlog. A minha principal dúvida, era por que a Microsoft não altera a forma como o sistema lida com aplicações de terceiros. Por exemplo, não permitindo que opções do tipo “quero que o este programa inicie com o Windows” estejam ativadas por padrão no ato da instalação.

A resposta foi imediata: “A justiça não nos permite fazer isso, dizem que é monopólio. Somos obrigados a produzir um sistema, onde cada desenvolvedor possa construir uma aplicação do jeito que achar melhor.”

Higashiyama ainda lembrou o caso da Europa, onde um certo juiz proibiu até que o Windows fosse vendido com o Windows Media Player já instalado.

É de conhecimento de todos, que softwares como Internet Explorer, Windows Live Messenger e Windows Media Player, se tornaram imbatíveis, justamente por já virem instalados no sistema. Usuário básico não quer saber de baixar softwares melhores – julgando que eles saibam o que é um software.

Por isso aproveitei para perguntar sobre o Windows 7, e qual seria o diferencial do sistema neste sentido. Quais softwares da Microsoft virão instalados no sistema? E principalmente, a Microsoft pretende desativar todos esses processos, inúteis para a maioria dos usuários?

Ele sorriu, e logo respondeu: “O que posso dizer, é que o Windows 7 será um sistema mais seguro, e menos chato.”

Higashiyama parecia guardar informações empolgadoras sobre o Windows 7, mas a ordem da vez na Microsoft é impedir que tais informações vazem.

“Eles querem corrigir o erro cometido na época do Vista, sistema que não impressionou, pois todos já sabiam como seria.” – afirmou Higashiyama.

Ao que tudo indica, a Microsoft também está apostando forte na idéia do Cloud Computing. Foi isso que Higashiyama deixou transparecer, e que o próprio Galileu Vieira havia me falado no último encontro de blogueiros com a Microsoft. A prova disso, é o tal do sistema “nas nuvens” que a empresa está para lançar.

Fontes seguras me informaram que no Windows 7, o usuário escolherá o que quer usar. Exemplo disso, é que o próprio Windows Mail não virá instalado por padrão. A Microsoft acredita que o Windows Live (antigo Hotmail) é bem mais funcional que o Windows Mail, assim dá para economizar alguns megabytes, não embutindo este último no sistema.

A idéia agora é: quem quiser, que baixe e instale. E o Windows Mail não será será o único a cair fora. Windows Photo Gallery, Windows Contacts, Windows Calendar e Windows Movie Maker também serão opcionais.

Logicamente que, com toda esta história de nuvem, um sistema operacional sem um navegador não faz o menor sentido. Por isso o Internet Explorer fica. Sem falar que o navegador já é parte do processo Explorer.exe (processo responsável pela user interface – barra de tarefas, desktop, etc).

E é assim, desativando processos e softwares inúteis, que a Microsoft pretende deixar o Windows 7 tão leve quanto o Windows Vista. É como se fazendo isso, eles estejam liberando recursos para implementar novas funcionalidades.

E antes de falar que o Windows Vista é pesado, imagine ele rodando em máquinas lançadas no ano de 2010. ;)

A interface do sistema continua sendo a mesma também: Janelas. Parece bobo, mas serve para dar um basta em todos esses rumores sensacionalistas, que profetizam um Windows 7 completamente diferente de tudo o que você já viu. Espere recursos novos, mas não um conceito novo.

No geral, é de certo que novidades bem bacanas estão por vir, ou não haveria motivos para a Microsoft fazer tanto suspense. Mas julgando que estamos a pelo menos 1 ano e meio de seu lançamento, acho que é cedo demais para especular possíveis firulas do sistema, até mesmo para quem trabalha na empresa.