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Pelo visto, não foram apenas os usuários que ficaram animados com o lançamento do Google+. Dados do mercado financeiro mostram que o gigante da web conseguiu animar os especuladores e chegou a ampliar seu valor de mercado em nada modestos US$ 20 bilhões desde a chegada da rede social, que aconteceu no último dia 1º de julho. Leia mais

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Você, leitor do TB com interesse no mercado financeiro e proprietário do iPad, chegou um app que você vai querer conferir. Feito (é claro) por brasileiros, o app BM&FBOVESPA apresenta de forma clara e prática informações sobre o mercado financeiro.

Nele é possível acompanhar os sobes e desces de ações, commodities, juros, câmbio etc. Tudo é mostrado com gráficos atualizados de cinco em cinco minutos e aproveitando a interface do iPad para facilitar a interação com os indicadores. Leia mais

Quando o Steve Ballmer vai à sede da Adobe para ter uma reunião a portas fechadas com o CEO da empresa, pode-se dizer que a mídia e o mercado têm um bom motivo para ficarem de olho.

O CEO da Microsoft foi ontem à Adobe conversar sobre uma série de assuntos, mas os relatos indicam que a principal discussão foi sobre como as duas empresas poderiam se unir contra o domínio da Apple no mercado de smartphones. E uma aquisição da Adobe pela Microsoft teria sido uma das opções levantadas. Leia mais

Para os que achavam que este dia jamais iria chegar, aí está: de acordo com valores levantados pelo Business Insider o valor de mercado da Apple superou o de sua histórica arquirrival Microsoft na última semana de abril.

Os números mostram que a empresa da maçã, que chegou a flertar com a bancarrota no final da década de 90, chegou a mais do que razoáveis US$ 200 bilhões, enquanto a companhia do Windows é avaliada em “apenas” US$ 197 bi. Para chegar a esse número a empresa analizou a capitalização de mercado das ações das duas empresas, uma equação que envolve não apenas o valor de seus papéis como também sua saúde financeira e o tamanho de seu mercado – coisa que anda especialmente aquecida lá para os lados da maçã nos últimos tempos sobretudo por conta do sucesso do tablet iPad. Leia mais

As ações da Amazon caíram despencaram 7% nesta segunda-feira perante o temor de que os preços dos seus e-books subam perante a pressão das editoras para aumentar suas margens — isso sem contar, é claro, a iminente concorrência da Apple.

Tudo começou no dia 27 de janeiro, quando a Apple anunciou o iPad, e como parte dele, um aplicativo que lê e-books. Mais do que isso, a Apple também anunciou naquela quarta-feira que iniciaria as operações de uma loja online de e-books nos mesmos moldes das suas lojas de músicas e de aplicativos para iPhone/iPod Touch/iPad. Pelo notável sucesso que a iTunes Store e a App Store obtiveram, o mercado já ficou atento ao potencial da nova iBook Store — e ao dano que isso poderia causar ao intocado domínio do mercado de e-books que a Amazon por enquanto detém.

Apesar disso, ainda nenhum grande impacto havia sido sentido pela Amazon na prática. No domingo, porém, ela cedeu à pressão da editora Macmillian, que exigia que seus e-books fossem vendidos na faixa de preço variando de US$ 12,99 a US$ 14,99, de 30% a 50% acima do valor de US$ 9,99, pelo qual a Amazon tem vendido a maioria dos seus lançamentos e best-sellers. E isto foi o estopim da desconfiança do mercado, que, aliada à ameaça do iPad, derrubou em 7% as ações da Amazon nesta segunda-feira. O temor é de que o caso da Macmillian acabe levando as outras editoras a exigirem que seus preços também sejam reajustados, e isto, na visão dos investidores, seria prejudicial à Amazon.

É possível inferir — e que fique bem claro que aqui estamos entrando nos domínios do “achismo” — que isso tudo tenha sido causado por causa da nova iBook Store. A Macmillian foi uma das parceiras anunciadas pela Apple na nova loja, e o preço que ela exigiu da Amazon se encaixa perfeitamente na faixa de valores que se imagina que será praticada pela Apple, e talvez por isso a editora tenha insistido na atualização dos valores.

Rumores no Vale do Silício apontam que Larry Page e Sergey Brin, os fundadores do Google, planejam vender parte de sua companhia nos próximos cinco anos. O motivo? Aproveitar que seus papéis estão em alta e ganhar algum dinheiro com isso, oras.

Atualmente a dupla é dona de 57,7 milhões de ações da empresa, o que representa 18% de seu valor de mercado e lhes garante 59% de poder de voto dentro de seu conselho. De acordo com uma proposta arquivada na Comissão de Títulos e Valores Imobiliários dos EUA – agência governamental que entre outras coisas regulamenta a venda e compra de empresas – cada um deles se compromete a vender cinco milhões de suas próprias ações nos próximos anos, reduzindo seu peso no conselho para “apenas” 48% e engordando suas respectivas contas bancárias em US$ 5,5 bilhões (R$ 10 bilhões). Nada mal.

Apesar de serem proprietários de menos da metade da gigante da web, Sergey e Larry continuariam sendo seus maiores acionistas, já que os outros 2% que faltam para a retomada do controle total da companhia podem ficar nas mãos de seu presidente, Erich Schmidt ou de uma comissão formada por seus funcionários e investidores fiéis. [TechCrunch, via FayerWayer]

Apple: ações em alta esperando pelo iTablet.

O anúncio de resultados do primeiro trimestre fiscal que a Apple fez ontem animou o mercado financeiro em relação a suas ações (AAPL), que chegaram a ter alta máxima de 4% na Nasdaq, valendo US$ 211,26 por papel. Além disso, pelo menos 7 corretores de ações aumentaram seu preço-alvo nas ações da Apple no dia de hoje.

Os motivos que levaram as ações da Maçã a esse sucesso não foram apenas os bons resultados financeiros e as excelentes vendas de Macs e iPhones apresentados ontem, mas também a expectativa quanto ao evento de amanhã, quando supostamente será anunciado um tablet da Apple.

“Nós vemos muito a se apreciar nos resultados da Apple e continuaríamos a ser fortes compradores perante o evento principal dessa semana — a revelação do tablet na quarta-feira,” escreveu o analista Yair Reiner, da Oppenheimer & Co.

A analista Katy Huberty se aprofunda um pouco mais nas expectativas dos investidores, que levaram as ações da Apple a subir mesmo em um dia em que tanto a Nasdaq como a Dow Jones caíram.

“Nosso caso base presume que o novo tablet adiciona quatro milhões de unidades vendidas, US$ 3,2 bilhões em lucro e 82 centavos de dólar de ganho por ação no ano de 2010, mas vemos potencial para até seis milhões de unidades e US$ 1,25 de ganho por ação,” explica Huberty.

Se você, como os analistas da Nasdaq, tem expectativas para o evento de amanhã da Apple, não perca a cobertura ao vivo do Tecnoblog. O evento começa amanhã (27) às 16h (horário de Brasília) e você poderá saber de tudo que acontece no palco do Yerba Buena Center nos acompanhando por este link. Até lá! [Reuters]

apple_moneyA Apple anunciou hoje em Cupertino seus resultados financeiros para o terceiro trimestre fiscal de 2009, que terminou dia 26 de setembro. A receita obtida foi de 9,87 bilhões de dólares e o lucro líquido do período foi de US$1,67 bilhão. O resultado superou a expectativa dos analistas, que esperavam receita de US$9,2 bilhões. Este foi o trimestre mais lucrativo da história da empresa.

A empresa vendeu mais de 3 milhões de Macs no período, o que representa um aumento de 17% em quantidade de unidades vendidas em comparação ao período equivalente no ano passado. O iPhone também cresceu: 7,4 milhões de unidades vendidas no período, um aumento de 7% em relação ao já bem-sucedido terceiro trimestre de 2008. O iPod, porém, não seguiu a mesma tendência: foram vendidos cerca de 10 milhões de unidades, uma queda de 8% em relação ao Q3 de 2008.

Apesar dos tempos de cautela na economia e de seus computadores custando, em sua maioria, bem mais de mil dólares, a Apple conseguiu também aumentar sua parcela no mercado de computadores para o maior market share em 15 anos. As pesquisas não chegam à uma uninimidade, a Gartner indica que os Macs representam 8,8% do mercado de computadores, e a IDC 9,4%. De qualquer maneira, é a maior participação do mercado que a Apple detém desde 1994.

Já o iPhone, segundo pesquisa da IDC, detém 22% do mercado de smartphones americano, atrás apenas dos BlackBerrys da Research In Motion, com 51%.

Além das vendas em alta, a empresa também contou com um aumento na sua margem de lucro, de 34,7% no último ano para o atual valor de 36,6%. Sabendo-se que houveram diversas quedas de preço em seus produtos, pode-se deduzir que a empresa de Cupertino conseguiu mesmo enxugar seus custos ao mínimo.

Em reação a tudo isso, as ações da Apple subiram 7% mesmo depois do fechamento da bolsa de Nova York, chegando a US$204 por ação, o maior valor já atingido pelas ações da empresa em toda sua história.

O CEO Steve Jobs comentou os resultados:

Estamos muito animados por termos vendido mais Macs e iPhones do que em qualquer trimestre anterior. Temos uma linha muito forte para a temporada de Natal e alguns grandes produtos sendo desenvolvidos para 2010.”

Desnecessário dizer que isso já deixou ansioso o mercado de rumores sobre a Apple. Será que vem o tão esperado iTablet por aí? [CNNMoney]