A Microsoft vai oferecer a edição Family Pack do Windows 7 em oito países da Europa. Com isso,  o Family Pack não ficará restrito a apenas dois países (a saber: Estados Unidos e Canadá). Também foi confirmado definitivamente pela empresa que o Windows E, edição do sistema operacional sem o Internet Explorer 8, não será disponibilizado para os europeus.

Windows 7 Family Pack: 3 licenças do Home Premium.

Windows 7 Family Pack: 3 licenças do Home Premium.

Brandon LeBlanc, integrante da equipe de desenvolvimento do Windows 7, disse em post no blog do sistema operacional que consumidores de Alemanha, Áustria, França, Países Baixos, Irlanda, Reino Unido, Suécia e Suíça poderão optar pela compra do Windows 7 Family Pack, que nos Estados Unidos custa US$ 149, com direito a três licenças do Windows 7 Home Premium, mas restrito a quem optar pelo upgrade de Windows Vista para Windows 7.

Segundo LeBlanc, o Windows 7 terá uma versão sem Windows Media Player no continente europeu, chamada de Windows 7 N. Embora a edição N do Windows Vista seja um fracasso (ninguém quer comprar um sistema operacional sem media player quando existe uma edição com o aplicativo pelo mesmo preço), a empresa insiste em lançar o sistema operacional na Europa sem o WMP para evitar acusações de truste ou monopólio da Comissão Europeia.

A pré-venda do Windows 7 nesses países será feita pelas lojas online locais da Microsoft e também por parceiros no varejo, com data prevista para início em 1º de setembro. Quase dois meses depois, em 22 de outubro o grande público poderá comprar o Windows 7.

Enquanto isso, ainda não temos nenhuma informação sobre preços e disponibilidade do Windows 7 no Brasil.

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A área de netbooks do mercado de tecnologia ficou mais diversa hoje (24) quando a Nokia, conhecida fabricante finlandesa de celulares, anunciou o Booklet 3G. A empresa não categorizou o computador móvel na área de netbooks, entretanto. Segundo o post no Nokia Conversations, trata-se de um “mini-laptop”. Mas como já vimos no passado com a Sony, eles perceberão o erro algum dia no futuro e vão passar a chamá-lo de netbook mesmo.

O Booklet 3G virá com uma tela de 10,1 polegadas com capacidade para exibir vídeos em alta definição, usa um processador Atom, slot para cartões SIM e outro para cartões SD, um chip A-GPS integrado, webcam, saída HDMI, duas portas USB, bateria com duração de 12 horas (!), Bluetooth e Wi-Fi nos padrões 802.11b, g e n. O netbook tem apenas 2 cm de espessura e pesa 1,23 kg. O sistema operacional usado nele será Windows, mas não está certo qual versão, embora o vídeo liberado pela Nokia sugere que será o Windows 7.

Mais detalhes sobre o netbook, como preço e data de lançamento, serão anunciados durante o Nokia World 2009, evento da empresa agendado para acontecer no dia 2 de setembro na cidade de Stuttgart, Alemanha. [Engadget]

A favor do Counter-Strike.

A favor do Counter-Strike.

“O parlamento alemão deveria ser contra a decisão da conferência interministerial de 5 de junho de 2009, que é de proibir a produção e distribuição de jogos violentos”. Assim começa uma petição online (em alemão) que pede que os parlamentares alemães se posicionem contra o plano do governo de proibir jogos violentos, como “Counter-Strike”.

Mais de 67 mil assinaturas podem ser contadas na petição. O detalhe é que ela está disponível no site do Bundestag, o parlamento alemão. É um documento oficial, que após chegar às 50 mil assinaturas, força o governo alemão a rever a decisão.

Uma reunião com 16 ministros pediu, no mês passado, que o parlamento proibisse a produção e distribuição de jogos violentos. Em pouco mais de um mês, parte dos internautas do país conseguiram se mobilizar para atingir o mínimo de assinaturas necessário para que a decisão fosse revista.

Dentre as reinvindicações apoiadas pela petição estão o reforço nas leis já existentes para que crianças e jovens só possam comprar games autorizados para sua faixa etária e a promoção de indústria de jogos de videogame e computador na Alemanha, incluindo a formação de profissionais nessa carreira “promissora”.

Qualquer cidadão alemão pode criar uma petição nos fóruns do Bundestag. Uma vez que ela atinja 50 mil assinaturas em até seis semanas, deverá ser lida e discutida pelos parlamentares.

No Brasil, uma das petições que mais conseguiram juntar assinaturas é aquela que vai contra a Lei de Cibercrimes, um projeto de lei que pode criminalizar o uso de redes P2P, proibir a disseminação de redes Wi-Fi abertas, entre outras questões. A petição, que tem mais de 149 mil assinaturas, ainda está no ar.

[Guardian/Foto: StrangeInterlude]

ze-carioca-cibercrimesTendo o Brasil uma das maiores audiências de internet do planeta, sendo que também têm os usuários que passam mais tempo navegando na rede, já era de se esperar que tivéssemos parcela importante no volume de cibercrimes praticados mundial. No entanto, a situação é pior do que poderíamos imaginar.

Segundo a Symantec, conhecida empresa provedora de soluções de segurança, o país está entre os países que mais praticam cibercrimes. Um estudo foi desenvolvido pela companhia durante o ano passado, no qual eram examinadas atividades maliciosas originadas em diversos países.

O primeiro lugar fica com os Estados Unidos, que responde sozinho por 23% de toda a atividade maliciosa em 2008. O país é seguido de China (9% de atividade maliciosa), Alemanha (6%) e Inglaterra (5%).

Em quinto lugar, os brasileiros foram responsáveis por 4% de toda a atividade maliciosa no ano passado. Considerando as subcategorias do estudo, o país teria as seguintes posições em rankings distintos:

  • 1º no ranking de redes zumbis para disseminação de spam;
  • 5º no ranking de bots;
  • 9º no ranking de origens de ataques;
  • 16º no ranking de desenvolvimento de código malicioso;
  • 16º no ranking de sites hospedando phising (tentativa de obter dados sigilosos dos internautas).

Ao todo, vinte países figuram no mapa de cibercrimes da Symantec. [BusinessWeek]