Amazon

A Amazon.com é uma empresa norte-americana que atua no ramo de comércio eletrônico. O site foi lançado em 1995 e hoje é o maior do mundo no segmento. Possui sites específicos para países como Japão, Espanha, Itália, França, Reino Unido e outros, além de instalações na África do Sul e Romênia. Um dos seus maiores sucessos é o Amazon Kindle, leitor de livros digitais com tela de e-ink, que não emite luz, assim como as folhas de papel de um livro.

O YouTube vem sendo acusado nos últimos meses de parecer mais rentável do que é na realidade. Blogueiros e jornalistas publicam artigo após artigo questionando a eficácia dos anúncios exibidos no site. Isso até fez com que Chris Dale e Aaron Zamost, do setor de relações públicas da empresa, publicassem no mês passado um post no blog oficial derrubando os mitos da publicidade no YouTube e colocando os devidos pingos nos ipsilons.

Aparentemente faltaram alguns pingos a serem dados, já que hoje foi publicado outro post relacionado ao assunto no YouTube Biz Blog. Dessa vez, os autores do post citaram um vídeo que foi viralizado na semana passando, ajudando assim a vender a música que serve de trilha sonora para a produção. O vídeo em questão é a filmagem da entrada de um casal na igreja ao som da música “Forever” de Chris Brown. Ele foi visto mais de 12 milhões de vezes.

De acordo com o post, os donos do vídeo perceberam o potencial dele logo no começo e ativaram a ferramenta de monetização disponível para quem publica seus clipes no site. Eles usaram um recurso chamado “Click-to-Buy” (Clique para Comprar), que mostra um link para lojas de música online acima do vídeo que está sendo reproduzido.

Segundo os responsáveis pelo blog do YouTube, a canção “Forever” chegou ao terceiro lugar no ranking de mais vendidos da Amazon e ao quarto lugar das mais compradas da iTunes somente depois de aparecer no vídeo superassistido mundialmente. A taxa de clique nos anunciantes que apareceram na página do vídeo dobraram, enquanto que o mesmo tipo de anúncio no clipe oficial de “Forever” teve aumento de 2,5 vezes na taxa de cliques.

O YouTube tem feito de tudo para ser economicamente viável. Será que adotarão a exibição de anúncios específicos em vídeos virais como modelo de negócios? Fica a pergunta.

E caso você ainda não tenha assistido ao vídeo do casamento dançado, abaixo nós o reproduzimos.

drm-naoA RIAA (Associação da Indústria de Gravação Americana, em tradução livre) sempre foi a grande defensora – e talvez até criadora – do conceito de DRM (Gerenciador de Direitos Digitais também), que são três letrinhas chatas que te impedem de ouvir sua música legalmente comprada em qualquer dispositivo que quiser. Apesar disso, Jonathan Lamy, porta-voz da associação, declarou em uma entrevista que esse bicho está morto, enterrado e com cem metros de terra acima do caixão. Estou parafraseando, claro.

Uma das grandes lojas que começou a vender primeiro músicas em MP3 sem a “proteção” do DRM foi a Amazon MP3 Store, seguida da iTunes Store. Em matéria de vídeo, entretanto, a conversa ainda anda a passos curtos. Não há previsão de quando a praga do DRM vai deixar de impregnar discos de DVD e Blu-ray. Sim, a maioria deles vem com proteção anti-cópia, sabia?

No Brasil, pra variar, ainda se abusa do recurso do DRM. Lojas como a iMusica exigem que você instale uma licença no Windows Media Player para tocar o arquivo no seu computador. E muito provavelmente por pressão do ECAD, que é a nossa versão da RIAA. Só que bem mais cabeça-dura. A TV digital também não se salva, pois está previsto que as transmissões dela também sejam “protegidas” contra certos tipos de cópias. [TorrentFreak / Ilustração: tom-b]

Logo-Windows-AzureA Microsoft já sabe o quanto vai cobrar pelo novo serviço Windows Azure, que deverá competir com a gigante de vendas online Amazon. Uma fonte da CNET News com conhecimento no assunto revelou que os preços serão anunciados ainda nessa semana, durante a Worldwide Partner Conference.

Confira abaixo os preços do Windows Azure:

  • US$ 0,10 por 10 mil transações de armazenamento;
  • US$ 0,12 por hora de computação;
  • US$ 0,15 por gigabyte de armazenamento;
  • US$ 0,10 a US$ 0,15 por gigabyte transferido através da rede.

Um plano de descontos permitirá que os preços fiquem de 15 a 30% mais baratos nos seis primeiros meses de uso do serviço. Depois desse período, o valor voltará para o preço normal.

O Windows Azure também prevê venda de armazenamento de banco de dados. O pacote Web do SQL Azure custará US$ 9,99 mensais (aproximadamente R$ 20), com banco de dados de até 1GB. Já o pacote Business Edition, com até 10GB de banco de dados, custará um pouco mais: US$ 99,99 (aproximadamente R$ 200).

Um dos líderes no segmento de cloud computing é o Amazon S3, da Amazon. Os preços do serviço variam de acordo com a quantidade de vezes que cada recurso é usado, mas são cobrados no máximo US$ 0,15 por gigabyte de armazenamento (o mesmo que o Windows Azure) e no máximo US$ 0,17 por gigabyte baixado, enquanto que o gigabyte enviado para o servidor custa US$ 0,10. [CNET News]

Atualização às 18:43: A Microsoft se compromete com um uptime de 99,99% para hospedagem de arquivos. Isso significa que durante 99,99% do tempo o serviço estará completamente disponível e acessível. O uptime para processamento é um pouco menos, de 99,95% do tempo.

Há previsão de lançar o Windows Azure em moedas locais de diversos países, principalmente europeus. Uma versão do serviço cobrada em reais deverá ser lançada no Brasil somente em março de 2010. Ao mesmo tempo deverão ser lançadas as versões locais do Azure em países da América Latina, como Chile, Colômbia, México e Porto Rico.

Kindle DXJeff Bezos, CEO da Amazon, disse nessa segunda-feira (15) que considerou aplicar ao Kindle um modelo de negócios semelhante ao da indústria de celulares, mas que optou por cobrar pelo aparelho o que ele de fato custa para ser fabricado.

O leitor de e-books da Amazon é vendido em duas versões: a mais simples, conhecida simplesmente como Kindle, tem tela de 6 polegadas e custa US$ 359, enquanto que a mais cara, chamada de Kindle DX, tem tela de 9,7 polegadas e custa US$ 489.

O executivo afirmou à Wired que a Amazon vende uma enorme quantidade de aparelhos celulares por muito pouco e que tem ciência de que, nesse modelo de negócios, é preciso alguma armadilha que prenda o cliente à empresa. No caso da telefonia, são assinaturas mensais, com contratos de um ou dois anos nos Estados Unidos.

Segundo Bezos, o a versão mais cara do Kindle poderia ser vendida por apenas 99 dólares, mas seria necessário cobrar uma mensalidade de US$ 60 ou mais para ter acesso aos serviços que aparelho oferece. No modelo de negócios escolhido pela Amazon, o Kindle DX custa US$ 489, porém sem custos relativos ao tráfego de dados da rede Whispernet, pela qual os livros são baixados.

A Amazon preferiu manter a venda de leitor de e-books separada da venda dos e-books. Assim, pode oferecer somente o dispositivo ou somente os livros eletrônicos, como já faz com o iPhone OS através de um aplicativo gratuito. [Epicenter]

A principal notícia dos últimos dias, em todos os veículos de tecnologia que acompanhamos, é o lançamento do Kindle 2. Trata-se da segunda geração do leitor de e-books da gigante Amazon.

O Kindle 2 apresenta melhorias notáveis em relação ao seu irmão mais novo. Ele é mais fino (apenas 8mm), e tem 2GB de memória interna para armazenamento de texto e imagens. Com essa memória, estima-se que seja possível guardar cerca de 1500 livros ao mesmo tempo.

kindle-2-amazon

Kindle 2 - mais fino e atraente

Ele tem autonomia de 4 dias em uso, e conectado à internet EVDO. A bateria pode durar ainda até duas semanas, caso a conexão com a internet não esteja ativa.

Tenho que admitir que o Kindle 2 até parece ser legalzinho, mas você pagaria 360 dólares em um leitor de e-books? (responda a enquete abaixo)

Como não sou um grande amante da literatura, a minha resposta tende a ser negativa. Mas meu ponto de vista envolve outros fatores que vão além do gosto por livros.

O que já ouvi de pessoas que gostam de ler, é que elas não trocam um livro por uma tela de computador. E há vários motivos que vão desde a sensação de trocar as páginas, até o cheiro do livro. Mas eu também costumo refletir sobre a quantidade crescente de gadgets que carregamos na mochila.

Você se lembra quantos eletrônicos carregava com você todos os dias alguns anos atrás? Atualmente eu ando com um notebook, dois celulares, e todos os acessórios que são indispensáveis (tais como carregadores e cabos USB). Isso quando a câmera digital não vem junto.

Minha intenção com este post não é prover a resposta para nenhuma dessas questões. Eu sei que não sou o target para o consumo de um leitor de e-books, então a resposta é com vocês. :)

Você chegou a ficar sabendo que a Amazon.com iria comercializar em seu website 1000 (mil) XBox 360 Core pelo valor unitário de 100 dólares? Não!?
A promoção iria ao ar no dia 23/11 (ontem), e tinha até hora marcada para o lançamento.

O preço tão baixo atraiu uma massa de consumidores interessados em adquirir o console, o único problema é que os mesmos não duraram nem 7 segundos! Pelo menos foi isso que relatou um dos clientes no Digg.
Mil consoles em 7 segundos, equivale a cerca de 143 unidades vendidas por segundo.

De fato tudo pode não passar de uma simples “lorota”, mas, outro cara afirmou ter demorado 7 minutos apenas para conseguir carregar a página da oferta!

Isso prova que o título desta matéria pode ser de fato verdadeiro ;) .