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Mais um dia, mais uma atualização bugada de um anti-vírus, que traz problemas ao invés de resolvê-los. Uma atualização liberada agora há pouco para o Avast fez com que o programa bloqueasse o acesso a diversos sites, incluindo redes sociais, sites de notícias e até o Google. O problema está especificamente no Web Shield, a parte do programa que protege contra sites maliciosos, que passou a detectar um malware inexistente em certos sites depois de aplicada a atualização 110411-1.
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Atualização do AVG deixa PCs com Windows 7 reiniciando em loop infinito

Não é de hoje que certas atualizações de anti-vírus causam problemas. Todas as grandes fabricantes desse tipo de software já escorregaram alguma vez no passado, fazendo com que arquivos inofensivos fossem identificados como vírus por exemplo. Dessa vez foi uma atualização para o AVG que causou problemas. Computadores com Windows 7 de 64 bits que instalaram o update 3292 passaram a reiniciar em loop infinito. Felizmente a atualização foi retirada do ar e a AVG já pediu desculpas em um post no blog da empresa, onde indicam como resolver o problema. | TheRegister

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Upa, upa, cavalinho!

De acordo com a vendedora de anti-vírus Sophos, a atualização do Mac OS X Snow Leopard para a versão 10.6.4 que foi liberada nesta terça-feira (15) continha uma atualização do arquivo que lista a assinatura de alguns malwares que podem afetar o OS X.

Na nova versão do arquivo — chamado XProtect.plist — há uma referência que não havia anteriormente a um malware que a Apple chama de HellRTS. A maioria dos casos de trojans afetando o OS X nos últimos anos era de arquivos maliciosos adquiridos através de cópias piratas de software da própria Apple, e esse caso não foi diferente. Chamado de OSX/Pinhead-B pela Sophos, o software malicioso tem sido distribuído desde abril disfarçado de uma versão pirata do iPhoto, o software de organização e edição de fotos que vem com todo Mac. Leia mais

avg_antivirus_system_logo_9A AVG Technologies, fabricante de um dos mais populares programas de segurança antivírus/anti-spyware anunciou na última segunda-feira (5) a sua mais nova versão, o AVG 9.0.

A empresa afirma que a versão 9 do software está até 50% mais rápida que a anterior, o que em parte se deve a um sistema que “marca” arquivos considerados “limpos” para que não sejam verificados na próxima varredura, a não ser que tenham sido modificados. O tempo de inicialização so programa é anunciado como sendo de 10 a 15% mais rápido, bem como o uso de memória, que estaria de 10% a 15% melhor.

O programa também promete ser menos intrusivo. O firewall (presente apenas na versão Internet Security) fará uso um banco de dados para determinar automaticamente se certos programas estão autorizados a estabelecer conexões com a internet sem solicitar uma ação do usuário. Segundo a empresa, esse método deve fazer com que a confirmação do usuário seja requisitada pelo programa com freqüência 50% menor. Além disso, a instalação, que antes levava o usuário através de 22 telas, agora possui “apenas” 11.

As versões pagas do AVG Anti-Viruse AVG Internet Security já estão disponíveis por, respectivamente, US$ 35 e US$ 50 dólares (equivalente a R$ 60 e R$ 90). A versão gratuita ainda não foi lançada. [CNET/AVG Press Release]

Logo-Microsoft-Security-EssentialsLembra-se do anti-vírus gratuito que a Microsoft lançou há dois dias? A empresa de segurança alemã AV-Test decidiu fazer um teste com o novo aplicativo, submetendo-o a meio milhão de malwares. O resultado: “muito bom”.

O Microsoft Security Essentials foi testado em Windows XP SP3, Windows Vista SP2 e no Windows 7 RTM. No primeiro teste, a AV-Test expôs o MSE a mais de 3.700 vírus, trojans e worms. Ao fim do teste, o anti-vírus conseguiu detectar e bloquear todos os códigos maliciosos.

Um segundo teste foi feito, dessa vez com 545 mil amostras de malwares. Não, dessa vez o Microsoft Security Essentials não detectou todas as ameaças: conseguiu capturar 536 mil amostras, o que um dos gerentes da AV-Test considerou como “muito bom”. O saldo final foi de 98,4% de acerto.

Em se tratando de adwares e spywares, a taxa de acertos caiu um pouco. Ficou em 90,9%, conseguindo capturar 12.935 malwares dos 14.222 presentes na amostra que a AV-Test utilizou.

Andreas Marx, gerente da empresa de testes, afirmou à PCWorld que o Microsoft Security Essentials não foi capaz de detectar malwares apenas pelo comportamento que os programas têm no sistema operacional. Em todos os casos, o anti-vírus da MS só conseguiu capturar malware que já estava presente no banco de dados do aplicativo. [PCWorld]

Já está disponível oficialmente o anti-vírus que a Microsoft passará a oferecer aos usuários de Windows. O Microsoft Security Essentials passou por um programa de testes por apenas três meses e já está disponível gratuitamente.

Todos os sistemas operacionais mais recentes da companhia poderão rodar o MSE (build 1.0.1611.0): o aplicativo poderá ser usado por quem tem Windows XP 32-bit, Windows Vista ou Windows 7 32-bit e Windows Vista ou Windows 7 64-bit.

Microsoft Security Essentials busca novas definições de vírus e spywares. (+)

Microsoft Security Essentials busca novas definições de vírus e spywares. (+)

Logo que o programa é instalado, ele baixa as definições mais recentes de vírus e spywares, a fim de poder proteger o computador do que há de mais atual. Em seguida, já começa a fazer uma verificação rápida dos arquivos presentes no computador. Impossível ser mais simples.

MSE: verificação rápida levou pouco mais de 10 minutos para ser concluída. (+)

MSE: verificação rápida levou pouco mais de 10 minutos para ser concluída. (+)

A Microsoft recomenda que usuários do Microsoft Security Essentials mantenham somente um anti-vírus instalado no computador. O motivo dessa preocupação é evitar que os dois aplicativos entrem em conflito, o que não será nada bom.

Uma curiosidade com relação ao novo aplicativo é que ele desabilita o Windows Defender. Isso acontece porque, de modo geral, o Microsoft Security Essentials é um Windows Defender que tomou anabolizantes. Menos um aplicativo com o qual se preocupar. [CNET]

Usuários do iTunes para Windows que também possuíam o antivírus AVG instalado em suas maquinas tiveram uma infeliz surpresa ao tentar executar o gerenciador e reprodutor de mídia da Apple após a ultima atualização da banco de dados de pragas da empresa de mesmo nome AVG.

iTunes vs. AVG

Logo após a atualização do antivírus, o software de segurança passou a identificar uma das DLLs do media player como contendo o trojan “SmallBOG”, e enviando os arquivos diretamente para a quarentena, o que impossibilitava a execução do programa. Usuários se vendo impedidos de acessarem suas musicas e vídeos, começaram a postar seu problema nos fóruns das duas empresas.

Após a confirmação do erro, a AVG publicou um comunicado afirmando que a detecção se tratava de um falso-positivo e informando sobre uma nova atualização no banco de dados de ameaças corrigindo tal problema (definition file 270.13.29/2260), o que apesar da rápida correção, não soluciona o problema daqueles que já tiveram sua biblioteca de mídia corrompida.

A solução para os usuários que tiveram seu iTunes inutilizado é a restauração manual das DLLs do aplicativo, que deve ser feita na sessão de quarentena (Vírus Vault) do software de proteção. Entretanto para garantir real segurança e evitar problemas, é aconselhada a mudança para um antivírus mais eficiente (e que não mate gatinhos), como por exemplo, o Avira Antivir, também gratuito e mais leve que o AVG. [Apple Insider]

Apesar dos esforços da Microsoft em manter seu novo produto sob sigilo, o novo antivírus da empresa (chamado por enquanto de Morro) vazou na internet. Com a versão pré-beta disponibilizada, foi apresentada uma nova UI (interface de usuário) e o que pode ser o nome definitivo do produto: Microsoft Security Essentials (MSE).

Atualmente sendo testado por funcionários da empresa e por um número reduzido de usuários, a ferramenta gratuita de combate a vírus, rootkits e trojans em tempo real será lançada oficialmente na segunda metade de 2009.

A versão vazada, build 1.0.2140.0, possui instaladores separados para Windows XP 32-bit, Windows Vista 32-bit e Windows Vista 64-bit. O tamanho dos arquivos varia de 3MB até mais de 7MB. Acredita-se que essa ainda não seja a versão que será liberada ao publico para testes.

Clique aqui magens do MSE para ver imagens do Morro/MSE em execução. O anti-vírus será disponibilizado para XP, Vista e Windows 7. [Ars Technica]

No último mês de Abril, foi lançado a nova versão do AVG anti-vírus. A versão 8, vem equipada com um novo motor anti-malware chamado LinkScanner, desenvolvido pela empresa Exploit Prevention Labs, que fora adiquirida a 6 meses atrás pelo AVG.

Quando você faz uma busca na internet pelo Google, Yahoo, ou Windows Live, a função do LinkScanner é abrir todos os resultados da página silenciosamente, e checar se você corre algum risco ao acessar estes sites. O detalhe é que o sistema faz isto automaticamente, antes que você pense em clicar em qualquer resultado.

Você pode pensar que isto é genial, assim como Roger Thompson (chefe de pesquisas do AVG), mas vamos aos efeitos colaterais.

Ao carregar as páginas da listagem, o AVG não esconde o IP do usuário, fazendo com que os sistemas que fazem as medições de visitação de um site, entendam que um usuário realmente passou por ali. A desculpa para não esconder o IP, é que as ameaças são treinadas para identificar os usuários. Agir como um robô, faria com que o anti-vírus não detectasse uma possível ameaça, deixando a máquina vulnerável.

Pelo lado do Webmaster, insto significa um aumento considerável na quantidade de acessos do site, gerando assim mais consumo de banda, e lógico, custos com hospedagem. Como se já não bastasse isso tudo, o webmaster ainda perde o controle sobre suas próprias estatísticas de visitação.

O novo recurso foi implementado na versão 8 do anti-vírus, que foi lançado em meados de Abril deste ano. No mundo todo, são mais de 70 milhões de máquinas rodando o AVG, sendo que pelo menos 20 milhões, já com a versão nova.

O site The Register é um dos que já estão sentindo na pele as consequências deste recurso. Eles dizem que no mês passado, seus webmasters notaram que o tráfego dobrou em certas páginas do site, causando um aumento considerável no número de visitas geral, e no consumo de recursos do servidor.

Pelo lado do usuário, este recurso também pode ser um problema, principalmente para aqueles que possuem planos de internet com limite de tráfego.

Há 2 anos atrás, quando o Google lançou o Web Accellerator, a grande preocupação dos webmasters era que isto iria afetar os logs de visitação. Felizmente a ferramenta não pegou, e apesar de ainda estar no ar, nunca mais se ouviu falar dela.

Roger Thompson disse que não tem interesse de desativar a ferramenta, e nem identificá-la nos logs, com um user-agent específico. Fazendo isso, os webmaster poderiam criar um filtro, e deixar de contabilizar esta ferramenta, assim como fazem com os spiders de motores de busca.

O grande problema em dar um nome para user-agent da ferramenta, é que assim ficaria fácil para os hackers burlá-la. Bastaria retornar uma página diferente para usuário e anti-vírus, já que seria possível saber que o requisitante é o LinkScanner.

De qualquer forma, mesmo criando filtros, a ferramenta continuaria consumindo tráfego desnecessário, e dando prejuízo para todos os webmasters.

Confesso que não notei nenhum aumento (além do natural) nos meus logs de acesso até o momento. É claro que uma notícia como esta, vai fazer muita gente sair caçando coisa onde não tem. Falar que suas visitas aumentaram ao analizar um log de 2 meses, pode não significar nada além do óbvio: você tem mais leitores.

Roger Thompson afirmou ainda, que a prioridade da empresa é garantir o mais alto nível de segurança para seus usuários. Segundo ele, eles só foram alertados sobre este problema recentemente¹, e ainda estão pesquisando uma possível solução para o caso.

É esperar para ver a continuação da novela.

1 – É preciso entender muito de internet, para saber que ao abrir uma página estamos consumindo banda e processamento do website em questão? Uma empresa de anti-vírus com tantos anos de mercado não consegue sacar isso sozinha?

Você já conhece o anti-vírus Kasperky? Se não, deveria. Ele é simplesmente um dos melhores anti-vírus do mundo (senão o melhor).

O Kaspersky costuma se dar muito bem em todos os testes aos quais é submetido, por possuir a base de dados mais completa de todos os anti-vírus. Aliás, a fama dele veio tão rápido, justamente pela agilidade de sua equipe em identificar novas ameaças, e soltar atualizações. Além é claro, de possuir um dos melhores motores de escaneamento.

Antes que alguém pergunte se o post é patrocinado, deixe-me explicar o porquê desta rasgação de seda. Antes de ser blogueiro, eu era um frequentador nato de forums de tecnologia. E uma das coisas que mais se discute nesses lugares, é justamente a eficiência dos anti-vírus.

Foi exatamente neste meio que descobri o NOD32, que é meu favorito, por sua leveza, e por possuir a melhor análise heurística do mercado (coisa que na minha opinião, conta bem mais do que qualquer base de dados).

A má notícia aqui, é que os dois anti-vírus não são de graça. Quem quiser o crack que pague. Já a boa, é que a empresa que desenvolve o Kaspersky, resolveu distribuir uma chave de ativação gratuitamente, que é válida por 6 meses.

O serial é o mesmo para todos. Basta acessar o site, copiar e colar o código no seu Kaspersky 7.0.1, para ter um registro legal por 6 meses.

Note porém, que este serial gratuito é uma cortesia da divisão suíça do Kaspersky. Não sei se a licensa vai funcionar neste que já está instalado na sua máquina, mas caso não funcione (ou caso você ainda não o tenha), os links para baixar ele estão na mesma página, logo abaixo do código de ativação.

- Ok Mobilon, mas o que eu faço depois que os 6 meses passarem, e a licença expirar?

Crie vergonha na cara, e compre uma licença original. E que não me apareçam flamers aqui insinuando coisas sobre Apple ou Linux!