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Há algum tempo eu brincava dizendo que o Google tinha tanto interesse em mostrar anúncios personalizados que não estranharia se ele ouvisse nossas ligações e, no meio delas, soltasse uma propaganda em áudio (o The Onion mostrou como isso seria). Em um clássico momento da vida que imita a ficção, uma nova patente do Google publicada na terça-feira (20) promete fazer algo parecido: mostrar anúncios personalizados de acordo com o barulho de fundo em uma ligação. Leia mais

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Quando anunciou pela primeira vez que teria propagandas na timeline, o Twitter garantiu que eles seriam relevantes, seria possível fazer eles sumirem e só apareceriam se o usuário seguisse a conta que estivesse anunciando. Agora, de acordo com fontes do site All Things Digital, esse plano inicial passou por algumas modificações que podem não agradar muita gente. Leia mais

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Não faz muito tempo que o Twitter anunciou que traria anúncios na timeline. Para não assustar muito os usuários, a rede social garantiu que faria isso de modo não muito intrusivo, dando poder ao usuário para sumir com o anúncio. O Facebook parece ter gostado desse modelo e pode implementá-lo no site, mas com um detalhe: sem a opção do anúncio desaparecer. Leia mais

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Se você já precisou fazer algum cadastro na Internet, provavelmente já encarou uma daquelas imagens que serve para confirmar que você não é um robô. Os chamados captchas já se tornaram uma ferramenta onipresente para administradores de sites que querem evitar cadastros spam e outras coisas ruins que podem ser feitas de maneira automática. Uma empresa americana pretende melhorar (?) esse sistema e ao invés de mostrar imagens com letras, números e símbolos distorcidos, seriam exibidos anúncios no lugar.
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Pesquisa liberada nesta-segunda-feira pela empresa Pew Internet mostra que apesar de 71% nos navegantes norte-americanos afirmarem ler diariamente notícias na web, apenas 7% deles estariam dispostos a abrir suas carteiras caso o acesso a esses sites passe a ser cobrado.

Os números mostram que apesar da grande maioria obter suas informações a partir de diversas páginas, 35% dos usuários afirmam ter um “site predileto” do qual são visitantes fiéis e de onde tiram a maior parte de suas informações. E mesmo neste caso não existe fidelidade que resista a alguns dólares: apenas 15% afirmam que assinariam por conteúdo, enquanto 82% iriram “procurar outro site” e 2% dizem que não saberiam o que fazer.

Apesar dos dados indicarem que as verbas para anúncios online tenha caído pela primeira vez desde 2002 (a crise, sempre a crise), os dados mostram que eles até que são bem populares: 45% dos entrevistados afirmam que clicam em anúncios freqüentemente, 35% às vezes, 15% dificilmente e apenas 5% nunca.

Bom lembrar que boa parte dos portais brasileiros ainda insiste na prática de fechar seus portões aos navegantes, e que o jornal norte-americano New York Times pretende começar a mandar uma fatura para seus leitores a partir do ano que vem.

“O que vamos fazer hoje pessoal?” “Ah, sei lá… Vamos dominar um novo mercado?”

A Apple alertou seus desenvolvedores que não poderiam mais utilizar serviços de localização do iPhone OS exclusivamente para exibir anúncios de publicidade. A restrição se aplica a todos os aplicativos de iPhone, iPod Touch e — em breve — iPad, que se não se adequarem não serão aprovados para entrar na App Store. Leia o que a Apple escreveu a seus desenvolvedores, em tradução livre:

“Se você fizer aplicativos com funcionalidades baseadas na localização do usuário, certifique-se que essas funcionalidades fornecem informação útil. Se seu app usa informação baseada em localização primariamente para permitir que anunciantes móveis exibam publicidade direcionada baseada na localização do usuário, seu app será devolvido a você pela Equipe de Revisão da App Store para modificação antes que possa ser publicado na App Store.”

A questão que é fica é: qual é a intenção da Apple com isso? Seria apenas a preocupação em proteger a privacidade de seus usuários? Ou seria a preocupação em garantir para si exclusividade sobre o lucrativo negócio de anúncios mobile com ciência de localização?

Esta última hipótese parece bastante crível porque há exatamente um mês a Apple comprou a Quattro Wireless, empresa especializada em anúncios nas plataformas iPhone e Android. Além disso, a Apple recentemente registrou duas patentes relativas a anúncios baseados na localização do usuário. Junte a isso o fato de que aparentemente a Apple não tem mais mantido uma relação com o Google tão boa como em outros tempos e podemos imaginar um futuro onde a Apple use de sua posição privilegiada para virar a mesa no mercado de publicidade mobile, hoje dominado pela AdMob, comprada pelo Google em novembro de 2009. Estima-se que o mercado de publicidade mobile valerá 3,1 bilhões de dólares até 2013, e pelo visto a Apple quer uma fatia desse bolo.